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ARROMBADO PELO PINCEL DO PINTOR

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1197 palavras
Data: 12/08/2026 21:22:26
Última revisão: 13/09/2026 12:12:40

Detesto roupa. Todos sabem. Dentro de casa, então, é nudez total direto. Só que, algum tempo atrás, descobri o conforto e a sensualidade de roupas íntimas para homens. Calcinhas, tangas tipo fio-dental, que, além de sensuais de se ver, provocam uma gostosa sensação, quando enfiadas no rego da bunda. Tenho usado bastante dentro de casa e como roupa de baixo quando vou sair.

O condomínio em que moro está sendo todo pintado. Como eu não curto muito ficar por dentro do que rola para fora dos meus domínios, não tenho acompanhado esses trabalhos de pintura. Até um dia em que acordei, tomei banho e comecei a circular com minhas roupinhas sensuais pelo apartamento, como sempre faço. Ouvi barulhos de batidas no lado de fora da janela, e estranhei – afinal, moro no quarto andar. Estranhei mas não procurei averiguar; deveria ser algum vizinho fazendo uma reforma.

Circulando de fio-dental de oncinha, fui à geladeira, escolhi o que comer, lavei alguns pratos e talheres que ficaram da noite anterior... Foi quando percebi, no espelho da cozinha (tenho espelhos em todos os ambientes, adoro admirar meu corpo), a estrutura metálica do andaime, do lado de fora, e antes que eu me virasse, o corpo do pintor dando a primeira demão de tinta. Deveria estar perto dos quarenta anos, cara séria, bigode vasto e negro.

Será que ele já me viu? Provavelmente... faz tempo que eu circulo de tanguinha dentro de casa. Que faço? Disfarço e vou para o quarto, vestir roupa de homem? Corro ou finjo naturalidade? Sabe do que mais? Puta que pariu a quem está de fora. Estou em minha casa, me visto como eu quero. Se ele quiser olhar, que olhe; sua função é pintar a parede, não ficar bisbilhotando os moradores. Mas também se quiser bisoiar meu rabo e minhas roupinhas lacradoras, tô nem aí! Não vou fazer escândalo, mas não vou me afastar um milímetro da minha rotina.

Continuei a me mexer, preparando o café da manhã. Vi-o de relance, olhos pela minha janela, acompanhando meu corpo seminu. Ele disfarçava as olhadas, mas eram bem incisivas. Fiz que não notava e continuava me movimentando normalmente. Talvez não tão normalmente; sabendo-me observado, não tive como evitar certa languidez nos gestos, certos abaixamentos ou esticadas para pegar alguma coisa, algum espreguiçamento ou rebolada de nádegas... O santo escroto baixou com força em mim.

No segundo expediente dele, coloquei uma tanguinha azul transparente e desfilei aparentemente indiferente pelo apartamento. Notei ele mexendo na rola enquanto me olhava, não pude evitar de a minha própria rola endurecer. Eu deitava no sofá, navegando no celular, enquanto rebolava escrotamente o rabo. Eu o percebia inquieto, a rola também endurecida. Então levantei e resolvi investir: olhei demoradamente para suas pernas e sua rola, me tocando, me acariciando, me oferecendo feito uma quenga de quinta. Deixava-o com água na boca, decerto, e ia para o quarto ou a biblioteca. Tomava banho e saía nu do banheiro, o corpo molhado pingando, me acariciando com a toalha, a rola duraça... Voltava a vestir alguma peça escrota...

O pintor olhava para os lados, a garantir ausência de fiscalização, e se voltava para mim, em ânsia, pegando acintosamente na rola enorme e dura. Teve uma vez que baixou o zíper e pude ver a majestade rígida, grande e grossa, voltada para cima. Caralho!!! Que tora monumental! Meu cu chega salivou de desejo! Ele estava exatamente ao lado da minha janela. O homem encostou-se e sua vara invadiu minha cozinha (a coisa mais linda); subi num banquinho e toquei aquele monumento de luxúria, acariciei e finalmente levei minha boca. Fui lambendo, chupando e engolindo a tora, num boquete divino... Ele gemia grave... Parei com a putaria, com medo de que ele se desequilibrasse e se estabacasse lá embaixo. Mas deu pena ver a angústia de quem desejava mais e mais chupadas na rola.

No dia seguinte, antes mesmo de ele começar o serviço, optei por um jockstrap preto transparente, que apenas cobria minha pica, ficando toda a bunda completamente descoberta. Besuntei o cu com creme, e, depois de rebolar bastante dentro de casa, cheguei à janela da cozinha e perguntei se ele queria entrar, e lhe informei o número do apartamento. Em tempo recorde a campainha tocou. Meu coração aos saltos, fui abrir.

Mal fechei a porta, o homem, feito um bicho selvagem no cio, me agarrou pelo braço e me espremeu de encontro à parede. Esfregou a estrovenga no meu rabo, bufando em meu cangote, enquanto enfiava o dedo todo no meu cu, me provocando um pinote. Eu sentia a cabeça do seu dedo na minha próstata – nem meu urologista chegava tão fundo. Então segurou a tora, aprumou a cabeça na entrada do meu cu e foi forçando; eu fui sentindo sua rola grossa esgarçando minhas pregas e se enfiando em mim.

O homem estava possesso, me espremia contra a parede e eu sentia a rudeza do seu corpo pressionando minhas costas, enquanto sua rola se estabelecia no meu rabo e começava a estocar, num entra e sai facilitado pela lubrificação, mas com a ânsia de quem, faminto, devorava um pitéu angelical. Eu sentia suas enfiadas e os roncos de seus gemidos na minha nuca.

Eu sabia que não adiantaria pedir-lhe calma e carinho. A brutalidade de macho multiplicada pelo exacerbado desejo de foder um cuzinho fazia-o estocar meu rabo com sua rola como se fosse um bate-estaca. Ele grunhia os mais pesados palavrões, me chamando de puta safada, de viado escroto, tome rola nesse cu, seu arrombado do carai... Enfiava com força sua rola imensa, e eu estava adorando ser torado daquela maneira, mesmo que depois eu ficasse todo desconjuntado pela violência da foda.

As enfiadas de sua rola foram cada vez mais fundas, até que pararam repentinamente, e senti nitidamente o pulsar da rola dentro de mim. Em segundos, a explosão e os jatos inundando minhas entranhas, enquanto o bruto cravava e segurava os dentes no meu pescoço e seu corpo todo se agitava em contrações pélvicas involuntárias. Eu estava de pernas abertas, como pregado à parede, espetado pela sua rola, que vomitava com violência.

Depois do último espasmo de gozo, o homem retirou-se de vez de dentro de mim, abrindo a porta do meu cu para a prastada gosmenta e cheirosa que descia em cascata do meu rabo. Ele arrumou de qualquer jeito a imensa rola semidura na bermuda, abriu a porta e se foi, sem me dirigir qualquer palavra ou olhar.

Eu fiquei ali, estatelado contra a parede, o cu arrombado e vazando porra, e em estado de graça. Fui arriando as pernas e minha bunda chegou ao chão, sobre a poça de gala formada embaixo de mim. Minha rola estava dura como eu nunca sentira igual. Sarrabulhei minhas nádegas na viscosidade daquele esperma e senti arrepios por todo o corpo. Me lambuzei no chão, melando-me inteiro. Toquei na rola, cuja cabeça já babava, passei a massagear, enquanto meu corpo se melecava no chão, sobre o líquido seminal, levando-me ao auge do prazer, quando meu próprio gozo chegou, intenso, feito lava de vulcão, subindo alto e caindo por cima de meu corpo, que mais e mais se enlambuzava naquele nunca acabar de prazer.

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Comentários

Foto de perfil de alfadominador

Caralho, Claudio. Deu feito uma cadela mesmo, hein?

Parabéns pelo conto. Relato de puta mesmo.

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Foto de perfil de Claudio_New

Ai, cara! Assim você me deixa sem jeito... rsrs Valeu!

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Foto de perfil de alfadominador

Uma puta dessa sem jeito? Só consegui pensar no seu rabo largo, gotejando e a sensação que o alfa deixou em você. Porém, eu não iria embora...Você ia rebolar na poça de porra enquanto limpava meu pau com a língua e eu ia foder sua goela até gozar novamente. PQP! Que tesão usar uma vadia que sabe bem qual é o seu lugar e que sabe como servir. Caralho!!!

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Foto de perfil de Jota_

Tesao demais Cláudio! Queria alguém pra me atiçar da janela também hehehe

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Foto de perfil de Mirellysub

* Uau! Que foda gostosa, como eu gosto de ser fudida. E a escrita acompanha o nível do prazer que a foda ofereceu com certeza a ambos. Parabéns!

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Foto de perfil de Claudio_New

Ai, que delícia de comentário. Fiquei molhadinho! Valeu!

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