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O Único que Ficou de Fora (2°TEMPORADA) - Décimo Primeiro Capítulo: Missão Impossível

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Grupal
Contém 1868 palavras
Data: 12/08/2026 17:40:26

Os quatro estavam instalados na sala. O silêncio era tanto que podia ser escutado.

Jamile: Esse remédio que dei a ele, eu adquiri após o primeiro passeio. Tomava pra poder dormir e só parei à medida que o grupo se harmonizava. E agora…disponibilizei ao Genildo…depois desse…desse…meu Deus...

Naiara: Olha o que deixamos acontecer…

Jamile: Eu deixei. Eu sou a mãe aqui. Eu sou a responsável.

Tony: Jamile, não…

Jamile: Cale-se! Não é hora pra consolações inúteis.

Bianca: Todos participamos disso!

Naiara: Gente, por favor… não é hora pra discutir quem tem culpa, quantos culpados existem… O importante é que há alguém naquele quarto que não sabemos como vai acordar de todo esse pesadelo medonho!

Tony: Você tem razão. A culpa não vai servir pra acudir um sujeito ferido… de todos os modos.

Mas uma vez o silêncio. A verdade era que aquelas pessoas não tinham respostas. E a falta de respostas deixava o ambiente ainda mais apreensivo. Verdade seja dita, todo mundo queria tomar o mesmo calmante e apagar por dias.

Jamile: No começo, era uma tentativa de ajudar uns aos outros… depois virou rotina. Como numa relação. Onze pessoas se casaram e esqueceram de convidar o resto. Porque criamos uma redoma onde ninguém podia entrar. E quando entraram… não sobrou nada inteiro…as palavras dele…sobre estar sozinho numa tempestade…

Jamile começou a chorar copiosamente. Um choro doído, de quem havia perdido parentes num acidente automobilístico.

Bianca: Aquilo acabou com todos…

Tony: Não era só ódio. Era dor. Muita dor…

Naiara: Nem sei como consegui trazer ele pra cá… depois de ouvir aquilo… eu preferia ter morrido ali… eu merecia…

E Caiu no choro. As palavras dele tinham sido não só duras, mas dilacerantes.

Foi então que os celulares passaram a fazer barulho. Eram notificações. Era o grupo. Aquele dia era mil vezes pior do que o dia que o grupo foi criado. Aquela tempestade meteorológica parecia mais leve que o temporal psicológico que caia sobre o grupo naquele momento.

Beatriz: Gente, eu não consigo parar de tremer. O que a gente fez?

Breno: Beatriz, eu também. Eu olho pra mim e não me reconheço.

Scheila: Eu tô sentada aqui, tentando entender como a gente chegou nesse ponto.

Cauê: A gente se perdeu. A gente perdeu completamente o controle.

Diego: Porra, mano, meu corpo todo dói.

Iris: Eu nunca me senti tão culpada na minha vida. Cometemos um assassinato!

Jemerson: Vamos pensar um pouco mais em Genildo e menos na gente!

Scheila: Jemerson tem razão. A gente errou junto e agora a gente precisa lidar com isso junto, ver o que podemos fazer com ele.

Beatriz: Mas como? O Genildo tá destruído. A gente destruiu ele!

Bianca:Ele disse que era o único que ficou sozinho. Nunca ouvi nada mais forte em toda minha vida…

Naiara: Aquilo me desmoronou…

Scheila: A metáfora da tempestade foi muito forte. Ele conseguiu explicar exatamente como estava se sentindo. A tempestade que enfrentamos na escuna… é fichinha pro que ele sentiu hoje… justamente pela ignorância de tudo e sentimento de exclusão

Diego: Caralho, velho, aquilo foi foda…

Tony: Quando ele falou que as nuvens estavam se formando na cabeça dele… senti um arrepio enorme.

Beatriz: Nunca paramos para imaginar como aquilo seria visto pelos olhos dele.

Íris: Foi como se ele dissesse que estava vivendo, sozinho, aquilo que nós enfrentamos juntos. Triste demais...

Breno: Eu não sei se a gente consegue consertar isso.

Tony: Nunca houve a intenção de afastá-lo… mas a intenção não apaga a consequência.

Cauê: Olhávamos a história de dentro e hoje fomos obrigados a enxerga-la de fora.

Naiara: Quando ele disse que não tinha ninguém com ele pra… pra… eu senti como se ele tivesse me esbofeteado... Porque ele tava dizendo que a gente se usou, que a gente se aproveitou do medo e transformou isso em prazer. Isso foi tão… meu Deus, ele está tão destroçado!

Scheila: Naiara, ele não disse que a gente se usou. Ele disse que a gente se encontrou. E que ele ficou de fora. Isso é pior. Vai ser muito difícil uma compreensão disso tudo por ele, eu… não sei como isso pode ser consertado…

Diego: Ele chamou a gente de monstros…

Íris: Acho que isso foi fruto do baque, as palavras não podiam ser aliviadas por ele ali, faz parte, temos que aceitar.

Beatriz: Eu fiquei com muito medo quando ele me agarrou e colocou aquela garrafa em meu pescoço… mas, sinceramente? Isso é o de menos. As reações dele foram de alguém muito machucado

Bianca: Nossa, foi tudo tão terrível...

Jamile: Gente... eu preciso falar uma coisa… Eu tô sentada aqui, no sofá, Genildo está dormindo pesadamente. Dei dois fortes calmantes a ele. Uma fuga covarde, reconheço! Mas um jeito dele adormecer a mágoa que nós geramos. Eu não reconheço mais a mim mesma. Fui egoísta. Pensei em mim, no meu prazer, na minha felicidade. E esqueci que o Genildo tava lá fora, confiando em mim. Eu não sei se dá pra consertar isso… mas eu sei que eu não posso mais continuar nesse grupo. Não agora. Porque o coração de mãe tá falando mais alto. E ele tá gritando que eu errei. Que eu errei feio. E que eu preciso me afastar pra poder pensar.

Scheila: Jamile... não faz isso. É agora que precisamos provar porque existimos! Nós passamos por uma tormenta juntos e agora tem outro numa situação ainda pior! Não pode encarar isso sozinha!

Jamile: A mãe aqui sou eu! Eu tenho que reconstruir com ele o que houve! Tô pouco me lixando pra união, ou qualquer baboseira! Se não for possível isso, assumo tudo e seja o que Deus quiser!

O grupo nada falou.

Jamile: Vocês viram o que ele falou sobre a tempestade? Viu como deixamos ele sozinho? Agora eu assumo!

Jemerson: Nossa responsabilidade agora não é convencer o Genildo de nada. É dar a ele o tempo, o respeito e o apoio necessários para que possa decidir, por conta própria, se um dia conseguirá reconstruir a confiança em cada um de nós.

Diego: Porra, acho isso bem complicado. Recuperar confiança depois disso é missão impossível!

Jemerson então enviou um áudio, um longo áudio, carregado de emoção, mas também firmeza, como se fosse um técnico no vestiário animando o seus comandados depois de terminar o primeiro tempo levando 4 a 0.

Jemerson: Jamile, não se afasta do grupo agora. Eu sei que a dor é grande, sei que a culpa é enorme. Mas se a gente se desunir agora, tudo o que a gente viveu, tudo o que a gente construiu, vai ter sido em vão.Você falou que o Genildo tá passando por uma tempestade sozinho e eu concordo! Mas isso não significa que a gente tem que deixar ele sozinho. Isso significa que a gente precisa estar mais perto dele do que nunca. Não como um bando de safados que fuderam a confiança dele, mas como pessoas que querem reconstruir o que foi quebrado. Quando a gente criou o grupo, a gente prometeu se ajudar. Prometeu estar junto, pro que der e vier. E agora, mais do que nunca, a gente precisa cumprir essa promessa. Não só entre a gente. Mas com o Genildo. Porque ele não merece ficar sozinho nessa. Ele merece que a gente mostre quando começamos a errar, mas que a gente quer consertar. O que pode parecer impossível, jamais deve ser descartado.O Genildo falou que a gente passou por uma tempestade juntos e se agarrou. E que ele tá passando por uma tempestade sozinho. A gente não pode deixar ele sozinho, Jamile. A gente precisa integrar ele, precisa mostrar que a gente tá disposto a lutar por ele. Mesmo que seja difícil, mesmo que doa. A gente pode ter cometido vários erros, mas a gente não pode se desunir agora. A força do grupo, a força que a gente construiu junto, a gente tem que usar pra ajudar ele. Porque se a gente se afastar, a gente vai estar confirmando tudo o que ele disse. Que a gente só pensa em nós mesmos.A gente dividiu o medo, a culpa, a vergonha… Agora apareceu um peso novo. O grupo não tem mais a obrigação de proteger um segredo. Agora ele tem outra responsabilidade: ajudar quem ficou ferido por ele. Talvez o Genildo nunca queira olhar na nossa cara, talvez ele demore muito para confiar novamente, talvez algumas relações nunca sejam as mesmas… Mas ele merece saber que ninguém quer abandoná-lo. Se este grupo serviu para reconstruir onze pessoas… agora ele precisa tentar ajudar a reconstruir uma décima segunda. Sem esconder ninguém!

O grupo ficou impressionado com as palavras de Jemerson, um verdadeiro líder daquele bardo.

Diego: Porra, é isso aí

Tony: Demais, Jemerson

Bianca; Sensacional!

Beatriz: O mais difícil começou hoje

Naiara: Não sei como será daqui pra frente… mas prometo… o Genildo jamais vai enfrentar nada sozinho!

Jamile: Jemerson…obrigada… obrigada por mostrar nossa real função, aquela que jamais deveria ser abandonada… a amizade que nasceu aqui… pura,… uma luta por reconstrução… não sei o que virá…mas contando com vocês…serei mais forte.

Breno: Uma nova tempestade virá… e dessa vez, ele estará junto. Se todo mundo morrer, morreremos com ele.

Cauê: Foi a melhor coisa que podiamos ouvir hoje

Íris: Se somos guerreiros, a prova final é agora.

Scheila: Vamos juntos, juntos, todos juntos enfrentar a batalha de frente, pra recuperar um querido, que agora está ferido!

Jemerson: Todos juntos!

Diego: Junto, porra!

Tony: Unidos

Bianca: Sempre

Beatriz: Força. Amigos!

Naiara: Vamos à luta!

Breno: Unidade!

Cauê: Consideração!

Íris: Vamos nos reerguer e recuperar nosso amigo!

Scheila: Avante, grupo!

Jamile: Estou reforçada! Não lhe abandonarei nunca, meu filho!

O grupo encontrou o seu foco, sua razão de existir. O único compromisso ali assumido era o mais difícil: encontrar uma maneira de reconstruir a confiança de alguém que havia descoberto, da forma mais dolorosa possível, que uma parte importante da vida das pessoas que amava existia completamente sem ele.

Genildo acordou, meio atordoado. O corpo estava moído. Demorou um pouco pra ele se restabelecer, não só o corpo, mas o pesadelo do dia anterior. Ele tinha ficado praticamente inerte por quase 24 horas. Ficou pensando um monte, até besteiras. Ele pensou em arrumar as roupas e cair fora dali. Pensou em atirar pedras em cada um; pensou em incendiar o bar de Jemerson e a escuna. Sentiu uma imensa sede. Ele então abriu a porta para se dirigir à cozinha. Se encontrasse Jamile se vitimizando com “meu filho deixa eu explicar” não seria bom. Ele podia até cometer um grande ato de agressão. No entanto, quando ele abriu a porta do quarto, ouviu burburinhos, vozes. Eram muitas pessoas. Será que… não, ele pensou. Não é possível que aquele rebanho de traíras estava na sua casa - que brevemente não seria mais dele, é o que pensava. Foi então que saiu, ainda se sentindo frágil e se deparou com a cena: onze pessoas reunidas na sala. “Que lacaios!”

Ao vê-lo, o grupo não reagiu. Ficou fitando-o meio que com dó. Ele parou. Parecia um filme de bang-bang. Durango Genildo kid contra o bando de Jesse James. Só faltava saber quem sacaria primeiro.

(continua...)

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Comentários

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Todo mundo achando que a mãe é ruim porque participou da suruba...

Mas pô...

Ela chamou o filho de Genildo!!!

Podia ser João, Alberto, Carlos...

Ela já foi filhadaputa desde o nascimento do rapaz.

Nada de novo...

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Jamerson que estão intitulando como um líder, só vejo a preocupação dele em manter o grupo e trazer Genildo para a fudelança, como se possível fosse, traíram o cara de todas as formas, contaram meias verdades, e agora querem ampara-lo à troco de clemência, ele deveria jogar mais uns adjetivos de traição, falta de amizade, falta de respeito, falta de consideração, principalmente por parte da Mãe e da namorada, pegar a mochila, cair no mundo e nunca mais olhar pra trás. O desprezo é o melhor remédio para esses casos.

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Quem tem uma mãe e uma namorada assim não precisa de inimigos nesse mundo. Duas filhas da puta que não valem o que o gato enterra. Vamos lá, a primeira vez poderíamos considerar uma traição mas houve algo fora do normal e vida que segue mas a partir daí as coisas aconteceram porque eles quiseram, eles permitiram então ja deixou de ser traição para ser deslealdade mesmo, passou a ser uma vida de mentiras e dissimulação por parte de todos. Em quem confiar a partir de agora? Na mãe,na namorada, nos amigos? Pra mim seria simplesmente impossível.

No lugar dele eu não iria discutir e nem trocar qualquer palavra com nenhum deles ali. Iria somente pegar meus panos de bunda e sair, iria embora para bem longe onde nem minha mãe iria me.encontra e que tentasse me impedir eu ainda iria comer na porrada. Simples assim pois não tem mais nada para ele fazer ali.

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Que história sem nexo e sem sentido, o grupo falando que vão se unir pra salvar o Genildo é o mesmo que a pessoa ser roubada, esfaqueada, baleada e o agressor falar que vai lhe ajudar rsrs, eita maconha estragada da porra kkkkkkk

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Realmente contundente esse conto. É colocar mochila nas costas e sair pelo mundo, esquecer todo esse povo.deixa eles se destruírem.mas como isso é um conto, vamos ver o que vai sair no próximo capítulo. Realmente um trabalho da porra, diante de tanto conto medíocre de que tem nesse nesse site viu. Abraço

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Esse é um dos contos mais pesados e cruel que li esse ano.

O Genildo foi traído pelas 03 principais bases que um ser humano pode se agarrar para viver. A Mae que representa a família, a namorada que representa o amor da vida e os amigos que representam a amizade.

Esse conto toca em tantas coisas que chega ate dar um sentimento de angústia lendo ele.

E mais uma vez o grupo escolheu o grupo, passar por uma barra dessa e se deparar com todo mundo junto e unido dentro da própria casa é foda. Nem o último refúgio sobrou pra ele.

E o sentimento de dó que estão sentindo por ele é a pior coisa. Eu particularmente prefiro que sintam ódio de mim do que dó.

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Grande Osorio você resumiu os níveis de traição que eu sempre digo.

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exatamente, nem nesse momento a mãe escolheu o filho, ela escolheu o grupo e digo mais, a Jamile é a pior personagem que já vi nesse site e olha que tem de gente fdp nesses contos hein...

O que ele não pode fazer agora é dar ouvidos ao grupo, e pelo o que foi mostrado até aqui sobre ele, acho pouco provável que ele não reaga a essa tentativa de intimidação dele

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A mae dele é a que mais tem a perder, o resto nao importa.

Se eu fosse ele falaria pra ela que ela perdeu o filho, que ela foi a pior das mães que ja deve ter existido e que esse grupo que ela escolheu em vez de escolher o filho logo logo vai acabar, que cada um dos caras vai seguir a sua vida e quando eles encontrarem alguém para amar, jamais vão querer ela por perto. Pq ninguém vai querer uma pessoa que mentiu e traiu o próprio filho na hora de construir algo verdadeiro diria que todos ali sao jovens e tem tempo de construírem uma nova vida, mas ela vai passar o resto da vida sozinha, e que todos os próximos dias das mae, aniversários e Natal ela vai passar chorando lembrando do filho que perdeu. E que todo mundo ali, quando lembrarem disso tudo, vão lembrar de quão puta ela foi e de como ela fez o filho de otario.

Pegaria minhas coisas e iria embora pra nunca mais voltar.

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O pior de tudo e que ter que esperar até o próximo conto

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Ele devia aproveitar que está todo mundo lá e fazer os caras comerem os cus uns dos outros e da mãe dele.

Só depois disso ele virava as costas pra esse povo traíra.

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Pensando bem, melhor não virar as costas não...

Do jeito que esse povo é é capaz de comerem ele tb...

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Eu espero que ele vá embora e reconstrua a vida longe deles. A gente pensa na vingança, em como faríamos se fosse conosco, mas... Uma traição dessa magnitude destrói uma pessoa

Já vai ser um milagre ele sair disso com a cabeça boa, e esse galera agora que destruiu o coitado, acham que podem forçar uma redenção, incluir ele depois de tantas traições

Ansioso pelo desfecho

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Caso seja possível, ele tem que descobrir a festa no sítio e no motel. Ele tem que saber de todos os encontros. Ler as mensagens do grupo. Não pode ficar sem saber tudo que aconteceu. Na minha opinião não tem que ter perdão, especialmente para a mãe.

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Ele precisaria saber de toda verdade, mas poderia ser feito isso de forma diguina.

A mae dele deveria chegar e jogar toda verdade, mostrar e explicar tudo. Até pq relacao mae e filho ai nao sobrou nada.

Agora todo mundo cercar o cara e revelar mais coisas pra ele é foda. Pensa na situação, voce sozinho contra toda a galera ai. É acabar de vez com o cara.

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E a ideia do grupo é falar que não fizeram nada demais e apenas pedir desculpa por não incluir ele, até agora ninguém admitiu a traição que fizeram com ele, ninguém se colocou no lugar dele e pra eles o Genildo está exagerando porque não conhece a história completa

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