Minha esposa e o amigo dela
Este conto é a continuação do “Minha Esposa e Meu Amigo”, contado pelo Heitor, marido da Grazi. Continua o relato dele;
Após o que aconteceu com o Milton, Grazi continuou trocando mensagens com ele, inclusive enviando fotos dela peladinha. Algum tempo depois, ela me falou a respeito de um outro cara, um amigo dela, que parecia ser bem dotado . Eu questionei:
- Mas você não disse que não queria que fosse um conhecido seu, que daria problema?
- Ah, mas o Carlão...
- O Carlão? Aquele grandão, que sempre andava de olho em você? De discreto ele não tem nada.
- Mas ele nunca namora firme com ninguém, fica um pouco e cai fora, isso é uma boa coisa, pode ser só uma vez e nada além disso.
- Ah não. Você já transou com o Milton sem eu saber. E se com esse for a mesma coisa? Você já saiu com ele?
- Claro que não, amor!
- Se eu não soubesse que você casou virgem comigo, eu acharia que você já era safada antes de me conhecer.
- Agora você me ofendeu.
Ela fechou a cara e foi para o quarto. Eu estava de cabeça quente, e resolvi sair de carro, fui dar umas voltas. Quando voltei, ela estava me esperando na porta.
- Amor, quem começou com essa fantasia foi você. Eu nunca teria pensado em ficar com outro homem após o casamento, se você não tivesse proposto isso.
- Tudo bem, Grazi. Me desculpe. Foi minha ideia. Mas por que logo o Carlão?
- Ah... ele sempre dava umas indiretas, e eu fingia que não tinha escutado. Depois que você revelou seu desejo de me ver com outro, pensei nele mas descartei. Quando você escolheu o Milton e nós transamos, pensei: - Por que não? Aí, fui dar uma sondada com as amigas que já haviam ficado com ele. E fiquei sabendo que ele era bem discreto, não comentava nada a respeito das mulheres com quem ele havia trepado.
- Mas que danadinha, já pensando em novas aventuras.
- Se você não quiser, não vai acontecer nada.
- Vou ter que pensar. O caso do Milton não saiu bem como eu havia pensado. E todo esse interesse está me deixando enciumado.
Na verdade, eu sabia qual era o motivo do interesse dela. Embora nosso casamento fosse feliz, e eu conseguisse satisfazer minha esposa sexualmente, não posso ser considerado exatamente bem dotado em termos de tamanho e volume do meu membro. E o Milton já havia demonstrado isso. Quando ela viu os dois cacetes, claro que notou a diferença. E o tal Carlão, pelo jeito, era ainda mais dotado que meu amigo.
Carlão era amigo de Grazi dos tempos de colégio. Todo mundo tem uma turminha na escola, aqueles colegas que saem juntos para ir à pizzaria, ir ao parque, às festas de aniversário. E ele já havia namorado três amigas da minha esposa, isto antes de começarmos a namorar. Segundo ela, nunca teve interesse por ele. E por que agora?
Deixei de pensar no assunto, e Grazi não voltou a mencionar o cara. E também parou de trocar mensagens com o Milton, notei porque ele também parou de me contatar, era costume ele me perguntar como andavam as coisas. Tomei a iniciativa e escrevi para ele. Ele disse que havia começado a namorar, e a moça era extremamente ciumenta, ficava até xeretando o celular dele, ele precisou apagar todas as mensagens e até o contato da Grazi.
Talvez isso fosse um sinal para que a gente voltasse à rotina anterior, sem aventuras. Mas, após alguns dias, minha esposa confessou à noite, na cama:
- Ai amor, você não tem saudade das festinhas? A gente se divertiu bastante, não é?
- É verdade, querida. Mas agora o Milton não está mais disponível.
- E aquele outro assunto? Ainda está pensando?
- Qual assunto, o do Carlão? Ainda está interessada?
- É.
- Mas você não tinha interesse nele antes. Por que agora?
- Porque agora você havia dado o sinal verde para eu experimentar outros membros. E você disse que isso não iria mudar seu amor por mim.
- E só por isso? Para experimentar outro membro?
- Claro que junto com o membro vem o resto. E o Carlão é grandão, másculo, minhas amigas disseram que gostaram dele.
- E por que não deu certo com nenhuma delas?
- Porque ele não se liga em ninguém. Isso eu já disse antes.
- Olha, se eu concordar, não pode ser como da outra vez. Eu tenho que estar junto.
- Claro, amor. Só se você estiver comigo, prometo.
- E como você sabe que ele vai topar um ménage?
Ela pensou um pouco, antes de responder:
- Bom...é que ele já fez ménage com a Zi e o marido dela.
- A Zi? Nossa, mas eles pareciam ser um casal tão conservador...
- Pois é. Dizem que as mais quietinhas são as mais safadinhas.
- Epa. Você também era quietinha.
- Não vai começar de novo, Heitor.
- Desculpe. É que, do jeito que você fala, parece que está dando a entender que houve alguma coisa antes de casarmos.
- Que tipo de coisa? Eu casei virgem e você sabe.
- Sei lá. Talvez algum caso com uma amiga, lamber não tira virgindade.
Ela riu.
- Hahaha!! Que coisa!
O telefone dela deu um zumbido, era uma mensagem. Ela teclou um pouco.
- Quem era?
- Hmmm...bem...era o Carlão.
- Pô, Grazi, agora é com ele que você troca mensagens, já que o Milton não está mais disponível?
- Quer ver as mensagens? Pode olhar.
Ela me mostrou. Apenas cumprimentos normais, nada de beijos , nada de imagens sugestivas por parte dela. Ele, se insinuando discretamente.
- E agora, amor? Como você quer que seja?
- Se você tem certeza de que não vai haver problema depois, pode continuar conversando.
- Certeza, cem por cento, nunca dá para ter, mas acho que pode dar certo.
- E como você vai conduzir essa conversa? Dizer que somos liberais, e pronto?
- Não. Acho que tem que ser de leve. Dar um pouco de corda para ele, e depois talvez mencionar a Zi. Mas eu vou mostrando e você vê se concorda.
- Se for assim, tudo bem.
Fui acompanhando as mensagens. Carlão convidou minha esposa para sair à tarde para conversar pessoalmente, ela recusou. Disse que era muito bem casada, que não pegaria bem. Mas que poderiam continuar trocando mensagens, desde que ele fosse respeitoso.
Nos dias seguintes, ele foi insistindo. Pediu fotos íntimas, ela recusou de novo, mas dizendo que ele era simpático, que talvez um dia desses pudéssemos ir a um pub, nós três, para conversar. Ele , um cara inteligente, já deduziu o que poderia acontecer.
- Um encontro a três? Ele escreveu.
- É, para meu marido te conhecer melhor, afinal somos amigos de colégio e ele não sabe nada a seu respeito.
Eu só havia ouvido falar nele, que provavelmente era um “Don Juan”. E agora ele estava tentando seduzir minha esposa, depois de ter traçado as amigas dela.
Acabamos por combinar um encontro em um pub discreto, em um bairro conhecido pelos restaurantes, bares e casas noturnas.
Quando chegamos, ele já estava sentado à uma mesa redonda, pequena, em um local a meia-luz. O cara era mais alto do que eu, simpático. Cumprimentou Grazi com um beijo no rosto, e me apertou a mão. Nos sentamos, e pedimos cerveja e uns petiscos.
Ele contou que conheceu Grazi no colégio, e que eles faziam parte de uma turminha muito animada. Contou algumas histórias engraçadas que aconteceram na época, e Grazi riu bastante. Depois, minha esposa contou como nos conhecemos e começamos a namorar, algumas viagens que fizemos, e ele contou sobre seus casos amorosos. Disse que ainda não havia encontrado a mulher certa, e talvez nunca encontrasse.
Após algumas cervejas, notei que ela estava me olhando diferente, e percebi que ele estava acariciando a perna dela por baixo da mesa. Como aquele canto do pub estava meio escuro, as pessoas em outras mesas não podiam ver o que acontecia. Minha esposa suspirava de leve, notei que ele estava com a mão na bucetinha dela. Ela estava sem calcinha e sem sutiã. A safadinha estava preparada para a noite. Ele continuou, e ela teve um orgasmo ali mesmo, tremeu inteira, mesmo tentando se controlar.
Carlão sorriu, e disse:
- Vejo que vocês são liberais. Um outro marido teria puxado a esposa pelo braço e saído.
Eu apenas sorri. Não pensei em nada para dizer naquele momento. Mas Grazi puxou o vestido para baixo, e disse:
- Amor, acho que está ficando tarde. Podemos ir? Amanhã tenho que acordar cedo.
- Mas já? – ele perguntou. - A noite está apenas começando.
- Vamos continuar conversando por mensagem. Gostei do nosso encontro de hoje.
Ela se despediu com um beijo de língua na boca de Carlão, que ficou surpreso.
Assim que saímos, eu perguntei:
- Por que você quis sair assim? Não queria continuar?
- Eu queria, queria muito, mas me controlei. Não quis que ele achasse que era tudo tão fácil assim. O orgasmo foi muito gostoso, mas quero que as coisas estejam sob o nosso controle. Quando foi com o Milton, eu estava muito entusiasmada, aí ele aproveitou e ficou dando as cartas por algum tempo. Quero que seja você a escolher a hora e o lugar, e ele só vai poder me comer se você estiver de acordo .
Isso me surpreendeu. Mas também fiquei pensando. Da vez anterior, ela estava tão excitada que fez sexo até cair exausta. Agora, havia conseguido se controlar.
E qual o motivo para ela escolher justamente o Carlão, que fazia parte da turma do colégio? Seria algum desejo antigo, que ela queria realizar agora? Ou algo mais intenso, secreto?
CONTINUA
