✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

Algemada e comida a FORÇA NO CU! Não tive como escapar.

Categoria: Grupal
Contém 758 palavras
Data: 12/08/2026 16:19:26

Eu estava algemada no muro do motel, de frente pro sol da manhã. O cabelo grudado no pescoço de suor, a pele queimando, o biquíni de baixo já arrancado e jogado no chão. Só restava o top, e mesmo assim ele mal cobria os seios. As algemas apertavam os pulsos, o metal quente, e eu ficava na ponta dos pés toda vez que tentava me mexer.

Ele chegou por trás, sem pressa. Ouvi o barulho do cinto, o zíper, o plástico do preservativo sendo rasgado. Quando senti a cabeça grossa pressionando meu cu, já sabia que ia doer pra caralho.

— Abre essa bunda, puta.

Eu abri. Ele não pediu licença. Enfiou tudo de uma vez.

O grito saiu alto, grosso, quase um urro. Minha boca abriu, os olhos encheram d’água, e eu fiquei na ponta dos pés tentando fugir da penetração. Ele puxou minha cintura pra trás com força, enfiando mais fundo ainda. Senti a cabeça dele batendo em algum lugar dentro de mim que não deveria ser alcançado.

— Aí… porra… tá arrombando…

— Cala a boca e segura.

Ele começou a meter. Devagar no começo, só pra sentir o cu apertando e depois se abrindo. Cada estocada fazia um barulho molhado e sujo. Eu gemia, xingava, pedia pra ir mais devagar e no segundo seguinte pedia pra meter mais forte. O suor escorria pelas minhas costas e escorria pro meu cu, misturando com o que já estava saindo de dentro.

Ele deu o primeiro tapa na bunda. O som ecoou no pátio. Depois outro. E outro. Minha bunda ficou quente, marcada, e eu só conseguia rebolar contra o pau dele como se quisesse engolir tudo.

— Olha esse cu… já tá inchado e eu ainda nem gozei.

Ele tirou o pau quase inteiro e enfiou de novo de uma vez. Eu gritei. As algemas rangiam. Minhas pernas tremiam. Em algum momento senti o cheiro forte, o cheiro de merda. Ele não parou. Continuou metendo, e o pau saía cada vez mais sujo.

— Tá cagando na pica, vadia.

— Eu… eu não consigo segurar…

Ele riu baixo e meteu mais fundo. Eu gozei ali mesmo, com as pernas bambas, o cu pulsando, a bunda toda suja. Ele não tirou. Continuou fodendo enquanto eu tremia.

Quando finalmente gozou, empurrou até o fundo e segurou. Senti o preservativo quente inchando dentro de mim. Depois tirou devagar, e o cu ficou aberto, pulsando, escorrendo.

Mas ele não era o único.

Antes do meio-dia já tinha outro. Esse era mais grosso. Enfiou sem camisinha no começo, só pra sentir, e depois colocou. Me virou de frente pro muro, levantou uma perna e meteu no cu de novo. Eu gemia alto, o rosto colado no concreto quente, babando.

— Fala que gosta de pau grosso no cu.

— Gosto… gosto de pau grosso arrombando meu cu…

Ele meteu até eu gritar de novo. Depois me colocou de quatro no chão, ainda algemada, e fodeu até eu peidar na pica. Cada peido fazia ele rir e meter mais forte. Eu gozei outra vez, com a bunda empinada e a cara no chão.

O terceiro chegou à tarde. Esse gostava de tapa na cara. Me deu enquanto me fodia de frente, segurando meu cabelo. Eu spitava, xingava, pedia mais. Ele me levantou, me segurou no colo e enfiou o pau no cu enquanto eu abraçava o pescoço dele. Minhas pernas não alcançavam o chão. Eu só conseguia sentir o peso do corpo dele entrando e saindo.

— Olha pra mim enquanto eu te arrombo.

Eu olhei. Os olhos marejados, a boca aberta, a babinha escorrendo. Ele gozou fundo e me soltou. Eu caí de joelhos, ainda algemada, o cu escorrendo, a bunda vermelha de tanto tapa.

O quarto veio no final da tarde. Esse foi o mais demorado. Me tirou as algemas só pra me virar de quatro de novo e me foder até eu não aguentar mais. Eu gemia, pedia pra parar, pedia pra continuar, peidava, cagava um pouco mais na pica, gozava, tremia. Ele só parou quando eu estava completamente mole, a bunda aberta, o cu latejando, o corpo inteiro suado e sujo.

Oito horas.

Quatro machos.

Eu algemada, depois solta, depois algemada de novo.

Cu arrombado, bunda marcada, voz rouca de tanto gritar.

Quando o último tirou o pau, eu fiquei de quatro no chão do pátio, respirando pesado, sentindo o ar quente entrar no cu aberto. O sol já estava mais baixo. O cheiro de sexo, suor e merda pairava no ar.

Eu sorri, ainda ofegante.

— Alguém grava o próximo?

Porque eu ainda não tinha terminado.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Soniaputona a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaSoniaputonaContos: 13Seguidores: 12Seguindo: 0Mensagem Em www.bit.ly/telemanu e https://x.com/selmarecife2024você tem ANOS de vídeos, fotos e contos meus e de minhas amigas.

Comentários

Foto de perfil de Mirellysub

* Delííííícia ser arregaçada e arrombada! Minha experiência com cinco negros foi tipo essa. Só não teve sujeira escatológica.E nem fui algemada. Tudo armado pelo meu "cafetão" (porque contratei ele) do Morro dos Prazeres, que reuniu os negões para uma resenha. Fiquei novamente excitada aí ler teu conto. Muito gostoso. Parabéns!!!

0 0