Amigos e amigas, quero pedir um favor.
Eu acredito que quase todos na CDC devem conhecer a nossa querida ID@. Mais do que uma leitora, ela acabou cativando a todos nós com seus comentários agradáveis e de profundidade únicos. Ela me pediu ajuda e se não tivesse pedido, eu ajudaria. Afinal, é o mínimo que eu poderia fazer por uma pessoa que já ajudou tantas pessoas neste site.
Não sei se vocês sabem, mas ela e o Mister Anderson estão republicando o conto "O Zodíaco" em uma outra plataforma com o objetivo de ampliar o alcance da história. O problema é que ela é uma "novata" lá e precisa gerar volume de acessos para poder aparecer com destaque nos rankings.
Ela me pediu para ajudá-la a divulgar essa nova empreitada para, quem se dispuser a ajudá-la, dê um pulinho lá. É tudo muito fácil. Basta acessar a plataforma Dreame. Existem duas possibilidades:
* Primeira opção, acessar pelo site "www dreame com" (não esqueçam de colocar os pontos).
Cadastrem-se como usuários (é gratuito e utilizado por milhões de usuários em todo o mundo, ou seja, é seguro e confiável).
Depois de se cadastrarem, cliquem na lupinha de pesquisa e procurem o livro "O Zodíaco". De acordo com ela, devem aparecer várias opções sobre o tema. É só procurarem o que ela está publicando com o mesmo pseudônimo que usa aqui na CDC, ou seja, ID@. Quando encontrarem, é só clicar no livro que ele será aberto.
O passo seguinte é clicar em "começar a ler" e irá aparecer o início da história.
Só que a ID@ precisa de dois favores antes que vocês comecem a ler: O primeiro é se tornarem "seguidores" dela, bastando clicar na caixinha que irá aparecer no lado direito da tela, onde aparece o ID dela escrito "escritor" e clicar em "seguir". O segundo é clicar no "coração" que aparece logo abaixo, também no lado direito onde está escrito "Adicionar" (isso fará o livro dela ir para a sua biblioteca particular na plataforma.
Após isso, cliquem no ícone para ler o livro e, se possível, enquanto forem lendo, coloquem comentários nos capítulos. Ela me prometeu responder a todos os comentários que forem feitos e conhecendo ela como eu conheço, ela irá mesmo!
* Segunda opção: Acessar através da instalação do aplicativo para celular (Dreame). Aqui, os passos tem algumas alterações:
A primeira mudança é que para se cadastrarem é necessário, quando entrarem na aplicação, clicar no ícone que aparece no canto inferior direito da tela escrito "eu" e depois em "visitante" para se cadastrarem.
Depois de se cadastrarem, voltem na tela inicial da aplicação e na barra de pesquisa (parte superior da tela), pesquisem por "O Zodíaco". Também devem aparecer várias opões. Novamente procurem pela ID@.
Ai é que vem as diferenças... Para colocarem o livro na "biblioteca particular" (é importante para ela que vocês façam isso!), basta clicarem no ícone que aparece no canto superior direito da tela do celular (parecem dois livros sobrepostos).
Depois para seguir a ID@, basta clicar no ID dela que aparece logo abaixo no nome do livro (ID@>) e clicar em "seguir".
Agora você já pode voltar (<) e se deliciar na leitura.
Aproveitando, ela comentou duas coisas sobre a leitura:
A primeira é que eles estão reescrevendo boa parte da história. Incluindo novas cenas, novos diálogos, etc. Ou seja, mesmo quem já leu o conto na CDC vai encontrar novidades nessa republicação.
A segunda é que, somente alguns capítulos podem ser acessados pelo site. Ela não tem controle sobre isso. A plataforma impõe que a continuidade da leitora só pode ser feita pelo aplicativo. Não existe problema algum em instalar o aplicativo no celular. Essa é a grande motivação da plataforma: permitir a leitura das obras em celulares e tablets.
É frisando novamente: Tudo é GRATUITO!
Estou fazendo a minha parte. Quem puder ajudar a nossa querida amiga, tenho certeza que ela mandará um grande beijo no coração de todos vocês.
Forte abraço,
Mark e Nanda
Agora, vamos para mais um capítulo:
[...]
Embora estranho, aquilo não era rejeição. Era tempo. Tempo para Jerry pensar. Tempo para Jerry se preparar. Tempo para o destino agir.
E tempo, depois daquela noite, parecia ter voltado a existir de um jeito diferente para os três. Não como inimigo. Não como um juiz. Apenas como um espaço necessário entre verdades ditas e a próxima decisão que ainda ninguém sabia tomar.
A casa de Kelly e Jerry continuava em pé.
Katie continuava rindo no corredor.
E em algum lugar da cidade, um homem que se perdera da vida durante quatro anos olhava pela janela com uma bola de vôlei embaixo do braço e, pela primeira vez, não se sentia completamente sozinho.
[CONTINUANDO]
Jerry sabia que não poderia fugir daquela conversa para sempre e melhor que fosse apenas com ele, poupando Kelly de novos dissabores. Marcou o encontro para uma terça-feira, às onze da manhã, num café discreto a quase meia hora de carro do consultório e ainda mais longe de sua casa. Escolheu de propósito um lugar onde a probabilidade de encontrar conhecidos fosse mínima. Pediu uma mesa no fundo, perto da janela, onde a luz entrava de viés e as conversas ao redor se dissolviam num murmúrio indistinto.
Chegou dez minutos adiantado. Pediu um café preto e não bebeu quase nada. Ficou girando a xícara entre os dedos, observando a porta de entrada como quem espera um veredito.
Chuck chegou pontualmente, olhando para um relógio de bolso. Vestia uma camisa social azul-claro, um pouco folgada nos ombros, e calças escuras que ainda pareciam novas demais para o corpo dele. O cabelo, embora cortado, mantinha aquele ar ligeiramente desalinhado de quem passou tempo demais sem espelhos. Assim que viu Jerry, ele guardou o relógio no bolso do colete, gerando um contorno discreto no tecido.
Foi até a mesa, caminhando discretamente. Os dois homens se cumprimentaram com um aperto de mão breve e firme. Não houve sorrisos. Não houve ataques. Apenas se sentaram.
Durante os primeiros minutos conversaram sobre coisas sem importância: o trânsito da manhã, a qualidade do café, uma manchete qualquer do jornal que nenhum dos dois tinha lido efetivamente. Era um ritual necessário, uma forma de testar se o chão entre eles ainda aguentaria o peso do que precisava ser dito.
Foi Jerry quem quebrou o protocolo inicial:
- Você pediu para conversar a sós comigo. Estou aqui. Nem contei para a Kelly que viria. Então...
Chuck olhou para a xícara fumegante pela primeira vez. Depois ergueu os olhos com calma:
- Eu... Eu sei que você deve estar estranhando o motivo da nossa conversa. Então... Enfim... Não vim pedir permissão, nem perdão. Vim porque você é a única pessoa que parece entender, mesmo que de algum modo estranho, o tamanho do estrago que a minha volta causou. E porque eu preciso ouvir de você, sem rodeios, se ainda existe algum espaço para eu existir na vida da Kelly sem destruir o que vocês construíram.
Jerry ficou em silêncio por um tempo considerável, encarando Chuck, como se tentasse ler os reais motivos daquele encontro. Os dedos continuavam girando a xícara, agora vazia:
- Espaço… - Repetiu baixo, como se lamentasse, como se a palavra amargasse seu paladar: - Eu não acredito que exista. Eu só sei que ela parece ter reservado algo para você. Não sei se é espaço, ou que nome possa ter, mas algo há. Por ela...
Chuck assentiu devagar. A mão direita desceu instintivamente até o bolso do colete e tocou o relógio por cima do tecido, num gesto quase inconsciente. Jerry notou.
A conversa seguiu pesada, mas civilizada. Falaram sobre medo, sobre Katie, sobre a impossibilidade de voltar atrás. Em determinado momento, Chuck tirou o relógio do bolso, abriu a tampa com o polegar, olhou a foto pequena por um segundo e o guardou novamente no bolso.
Jerry observou o objeto em silêncio por alguns instantes nas mãos de Chuck e não teve dúvidas, era o mesmo relógio do avô de Kelly, o mesmo que Chuck havia lhe devolvido quando retornou da ilha. Jerry sabia que podia confrontá-lo, mas decidiu, deliberadamente, perguntar:
- Eu jurava que você tinha devolvido esse relógio para a Kelly quando retornou...
Chuck parou de falar. Os olhos dele baixaram até o relógio e ficaram ali por um instante. O silêncio se estendeu o suficiente para ficar desconfortável:
- Eu devolvi. - Respondeu Chuck, a voz mais baixa, tirando o relógio do bolso, mas segurando-o com a mão firme: - Naquela primeira noite em que fui visitá-la, eu devolvi. Entreguei na mão dela e disse que era um objeto de família. Que deveria ficar com ela...
Jerry não tirou o olhar dele, aguardando que continuasse. Chuck respirou fundo. Passou o polegar pela tampa fechada do relógio, como se ainda hesitasse:
- Ela me devolveu. Faz algumas semanas... - Fez uma pausa: - Disse que agora funcionava melhor como uma bússola, pois havia me trazido de volta.
Jerry sentiu um calafrio percorrer sua coluna. Não era exatamente surpresa, mas sim a confirmação de uma suspeita que ele nem tinha formulado por completo: A de que eles vinham se encontrando às escondidas. Antes que ele dissesse algo, Chuck continuou:
- Ela me pediu para encontrá-la no estacionamento do consultório da terapeuta dela. Até pensei que queria que eu participasse de alguma sessão, mas não. A gente só conversou uns cinco minutos. Quando terminar, antes de eu entrar no meu carro, ela tirou o relógio da bolsa e colocou na minha mão. Disse que ele tinha me acompanhado por quatro anos… e que talvez ainda precisasse me acompanhar um pouco mais. Eu tentei recusar. Ela insistiu. Eu... aceitei.
Jerry ficou olhando o relógio na mão de Chuck, como se ele tivesse se transformado na caixa de Pandora, prestes a liberar um mal terrível:
- Ela... não me contou nada...
- Eu sinto muito saber. Juro que pensei que você sabia. - Chuck finalmente ergueu o olhar: - Mas não era algo que eu tinha que falar. Era ela. Eu só… não tive força para recusar. Mas se você quiser, eu o devolvo.
Jerry viu Chuck soltar a corrente que o prendia ao colete e colocar o relógio sobre a mesa, a meia distância deles. O silêncio que se seguiu foi diferente dos anteriores, um tanto quanto constrangedor. Após segundos olhando para aquele pequeno objeto, Jerry, com uma voz controlada demais, falou:
- Ela ainda é capaz de ter segredos com você. Mesmo agora. Mesmo depois de tudo o que a gente atravessando...
Chuck não confirmou, nem negou:
- Eu não pedi o relógio, Jerry. Só… não consegui dizer não.
Jerry inclinou-se ligeiramente para a frente:
- Você entende que isso muda o peso de tudo o que a gente está tentando resolver aqui, não entende? Não é só um objeto. É a prova de que ainda existe um canal entre vocês dois do qual eu não faço parte.
- Eu juro que não sabia que era algo escondido. - Respondeu Chuck, pegando novamente o objeto, enquanto o observava com uma estranha saudade, antes de recolocá-lo sobre a mesa: - Mas foi bom ter acontecido. Porque eu não quero que isso vire mais uma mentira entre a gente. Prefiro que você saiba por mim do que descobrir depois de outro jeito.
Jerry ficou longos segundos sem falar, olhando para Chuck e para o relógio alternadamente. Depois puxou o relógio com dois dedos, olhou a tampa fechada e o empurrou de volta na direção de Chuck:
- Guarda. Ele é seu de novo, pelo visto. Se é essa a vontade dela, quem sou eu para reprovar.
Chuck pegou o relógio, prendeu a corrente ao colete e o colocou de volta no bolso do colete com cuidado quase reverente.
A conversa continuou por mais algum tempo, mas o ar tinha mudado. Falaram sobre limites, sobre o medo de Katie perceber demais, sobre a possibilidade real de um dos três não aguentar. No fim, os dois estavam exaustos. E, o pior, nada haviam decidido.
Na calçada, antes de se separarem, Jerry disse apenas:
- Eu vou contar para ela que a gente se viu. E vou contar sobre o relógio.
Chuck apenas assentiu:
- É melhor que venha de você. Mas, Jerry, por favor, não brigue com ela. Não aconteceu nada demais entre a gente. Foi apenas uma conversa.
Naquela noite, depois que Katie dormiu, Jerry foi até a cozinha, onde Kelly lavava as louças do jantar. Falou do encontro no café, do tom de voz de Chuck, das frases de sentido ambíguo. E então, com a voz deliberadamente calma, mencionou o relógio:
- E ele estava com o relógio de bolso. Aquele mesmo que você tinha dado anos atrás. Eu achei estranho… porque eu lembrava de você dizendo que ele tinha devolvido.
Kelly, que até então secava uma xícara com movimentos mecânicos, parou. A mão ficou no ar.
Jerry continuou, sem desviar o olhar dela, curioso, procurando detalhes ocultos, qualquer coisa. Ele continuou:
- Eu perguntei sobre o relógio e... ele me contou. Disse que você devolveu para ele faz algumas semanas que tiveram um encontro no...
- Encontro!? Não foi um encontro! Não, pelo menos, desse jeito que você está pensando. Eu não acredito que ele falou isso.
- Quer me contar ou vai preferir ficar escondendo?
- A gente se encontrou sim. Desculpa não ter te avisado. Mas foi no estacionamento do consultório da Dra. Laura. Eu só queria devolver o relógio para ele, afinal, tinha sido um presente antes daquela maldita viagem...
Jerry suspirou, aliviado com a verdade repetida, mas tenso ao mesmo tempo. O silêncio que surgiu na sequência foi quase insuportável. Kelly pousou a xícara com o cuidado de quem deposita uma raríssima louça de porcelana chinesa sobre a pia, como se ela pudesse quebrar com o menor impacto:
- Eu ia te contar... - Disse ela, a voz baixa e falha.
- Mas não contou. Eu precisei descobrir.
- Eu queria. Só não sabia como... - Ela finalmente olhou para ele, com os olhos marejados: - Parecia algo pequeno demais para mim, mas grande demais para ele, ao mesmo tempo. Eu só… senti que aquele relógio ainda pertencia a ele de algum modo. Eu... só não tinha o direito de ficar com ele depois de tudo.
Jerry cruzou os braços, observando sem cessar a esposa. A tensão era palpável entre eles:
- E não achou que eu tinha o direito de saber? Aliás, achou que eu iria me opor? Kelly, quando foi que eu te proibi de algo, até mesmo de se encontrar com ele quando você me pediu?
- Nunca. Eu sei... Desculpa!
- Sabe o que eu senti? Que ainda existem gestos secretos entre vocês dois. Entre você, minha esposa, e ele, seu antigo noivo. Vamos ter que viver assim até quando?
Kelly baixou a cabeça. Uma lágrima escorreu, mas ela não a enxugou:
- Eu sei que errei, não pelo relógio, mas por ter escondido o encontro de você. E me odeio por não ter falado. Foi uma decisão ruim, tomada num momento de confusão. Eu sentia que ele estava ainda tão… perdido, e a única coisa que eu consegui pensar foi que aquele relógio tinha sido algo importante para ele enquanto esteve lá perdido. Parecia cruel tirar isso dele de novo.
Jerry ficou em silêncio por um tempo longo. Depois falou, a voz rouca, mas decidida:
- O que mais existe entre vocês dois que eu ainda não sei?
Kelly ergueu o rosto, assustada com a pergunta:
- Nada. Juro. Foi só o relógio. Só isso. Não aconteceu mais nada mesmo.
Ele a estudou por longos segundos, tentando decidir se acreditava. No fim, apenas assentiu:
- Estou cansado. Vou tomar um banho e tentar dormir. – Disse enquanto coçava a cabeça: - Eu... preciso de um tempo para digerir isso tudo. Esta noite, vou dormir no sofá da sala.
Kelly não protestou. Apenas ficou parada no meio da cozinha, ouvindo os passos dele se afastarem e a porta da suíte se fechar com um clique suave.
Ela, então, se sentou à mesa, cansada, triste, confusa. De repente, pegou seu celular e discou um número. Logo, ouviu uma voz do outro lado da chamada:
- Alô. Kelly?
- Por que você falou do relógio para o Jerry, Chuck?
- Eu não falei. Ele me viu com ele.
- E por que disse que tivemos um encontro? Quase brigamos por sua culpa!
- Não falei nada de encontro também. Eu só disse que você que você me pediu para encontrá-la no estacionamento da sua psicóloga. Ele que deve ter entendido errado. Você está bem?
Kelly demorou a responder, mas foi desnecessariamente sincera:
- Não. Não estou. Não estou bem, nem ele, nem você, ninguém! – Elevou sua voz, as mãos tremendo: - Essa situação está me matando, Chuck. Por que... Por que você não vai embora de vez?
Chuck não respondeu de imediato. Mas em seu íntimo, ele sabia que aquilo talvez fosse a resposta para todos os males. Kelly ouvia apenas a respiração dele do outro lado da chamada e se arrependeu quase imediatamente do que havia falado:
- Desculpa! Eu... só estou nervosa.
- Está tudo bem...
- Não. Não está tudo bem. Não finja que está tudo bem. Eu... A gente precisa se encontrar e resolver isso de vez, Chuck. Amanhã, no parque da cidade, 10:00AM.
- Kelly, o Jerry... Ele...
- Não. – Kelly o interrompeu: - Isso é só sobre mim e você. Não atrase.
Assim que Kelly desligou, levantou-se e foi até a suíte. Jerry estava terminando de vestir o pijama:
- Chuck nunca lhe disse que tivemos um encontro, não no sentido de casal...
- Não. Não disse.
- Então, por que você...
- Porque você mentiu, aliás, omitiu essa história do relógio. Eu só perguntei com uma meia verdade para ver se você seria honesta comigo.
- Você não confia mais em mim?
- Parece que você não confia mais em mim...
Kelly sentiu a invertida e se calou. Jerry, idem.
Ele pegou seu travesseiro, celular e saiu da suíte, deixando-a só com seus pensamentos e fantasmas. Aquela noite não passaria rapidamente para nenhum deles. Nem mesmo para Chuck que encarava uma bola agora já desenhada com uma lembrança que o ajudou a se manter são:
- É, Wilson... Parece que o momento das decisões difíceis enfim chegou.
OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.
FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.
