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Nem o ar, nem o mar, conseguiu apagar - Parte 5

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 3037 palavras
Data: 12/08/2026 09:35:31

Amigos e amigas, quero pedir um favor.

Eu acredito que quase todos na CDC devem conhecer a nossa querida ID@. Mais do que uma leitora, ela acabou cativando a todos nós com seus comentários agradáveis e de profundidade únicos. Ela me pediu ajuda e se não tivesse pedido, eu ajudaria. Afinal, é o mínimo que eu poderia fazer por uma pessoa que já ajudou tantas pessoas neste site.

Não sei se vocês sabem, mas ela e o Mister Anderson estão republicando o conto "O Zodíaco" em uma outra plataforma com o objetivo de ampliar o alcance da história. O problema é que ela é uma "novata" lá e precisa gerar volume de acessos para poder aparecer com destaque nos rankings.

Ela me pediu para ajudá-la a divulgar essa nova empreitada para, quem se dispuser a ajudá-la, dê um pulinho lá. É tudo muito fácil. Basta acessar a plataforma Dreame. Existem duas possibilidades:

* Primeira opção, acessar pelo site "www dreame com" (não esqueçam de colocar os pontos).

Cadastrem-se como usuários (é gratuito e utilizado por milhões de usuários em todo o mundo, ou seja, é seguro e confiável).

Depois de se cadastrarem, cliquem na lupinha de pesquisa e procurem o livro "O Zodíaco". De acordo com ela, devem aparecer várias opções sobre o tema. É só procurarem o que ela está publicando com o mesmo pseudônimo que usa aqui na CDC, ou seja, ID@. Quando encontrarem, é só clicar no livro que ele será aberto.

O passo seguinte é clicar em "começar a ler" e irá aparecer o início da história.

Só que a ID@ precisa de dois favores antes que vocês comecem a ler: O primeiro é se tornarem "seguidores" dela, bastando clicar na caixinha que irá aparecer no lado direito da tela, onde aparece o ID dela escrito "escritor" e clicar em "seguir". O segundo é clicar no "coração" que aparece logo abaixo, também no lado direito onde está escrito "Adicionar" (isso fará o livro dela ir para a sua biblioteca particular na plataforma.

Após isso, cliquem no ícone para ler o livro e, se possível, enquanto forem lendo, coloquem comentários nos capítulos. Ela me prometeu responder a todos os comentários que forem feitos e conhecendo ela como eu conheço, ela irá mesmo!

* Segunda opção: Acessar através da instalação do aplicativo para celular (Dreame). Aqui, os passos tem algumas alterações:

A primeira mudança é que para se cadastrarem é necessário, quando entrarem na aplicação, clicar no ícone que aparece no canto inferior direito da tela escrito "eu" e depois em "visitante" para se cadastrarem.

Depois de se cadastrarem, voltem na tela inicial da aplicação e na barra de pesquisa (parte superior da tela), pesquisem por "O Zodíaco". Também devem aparecer várias opões. Novamente procurem pela ID@.

Ai é que vem as diferenças... Para colocarem o livro na "biblioteca particular" (é importante para ela que vocês façam isso!), basta clicarem no ícone que aparece no canto superior direito da tela do celular (parecem dois livros sobrepostos).

Depois para seguir a ID@, basta clicar no ID dela que aparece logo abaixo no nome do livro (ID@>) e clicar em "seguir".

Agora você já pode voltar (<) e se deliciar na leitura.

Aproveitando, ela comentou duas coisas sobre a leitura:

A primeira é que eles estão reescrevendo boa parte da história. Incluindo novas cenas, novos diálogos, etc. Ou seja, mesmo quem já leu o conto na CDC vai encontrar novidades nessa republicação.

A segunda é que, somente alguns capítulos podem ser acessados pelo site. Ela não tem controle sobre isso. A plataforma impõe que a continuidade da leitora só pode ser feita pelo aplicativo. Não existe problema algum em instalar o aplicativo no celular. Essa é a grande motivação da plataforma: permitir a leitura das obras em celulares e tablets.

É frisando novamente: Tudo é GRATUITO!

Estou fazendo a minha parte. Quem puder ajudar a nossa querida amiga, tenho certeza que ela mandará um grande beijo no coração de todos vocês.

Forte abraço,

Mark e Nanda

Agora, vamos para mais um capítulo:

[...]

Embora estranho, aquilo não era rejeição. Era tempo. Tempo para Jerry pensar. Tempo para Jerry se preparar. Tempo para o destino agir.

E tempo, depois daquela noite, parecia ter voltado a existir de um jeito diferente para os três. Não como inimigo. Não como um juiz. Apenas como um espaço necessário entre verdades ditas e a próxima decisão que ainda ninguém sabia tomar.

A casa de Kelly e Jerry continuava em pé.

Katie continuava rindo no corredor.

E em algum lugar da cidade, um homem que se perdera da vida durante quatro anos olhava pela janela com uma bola de vôlei embaixo do braço e, pela primeira vez, não se sentia completamente sozinho.

[CONTINUANDO]

Jerry sabia que não poderia fugir daquela conversa para sempre e melhor que fosse apenas com ele, poupando Kelly de novos dissabores. Marcou o encontro para uma terça-feira, às onze da manhã, num café discreto a quase meia hora de carro do consultório e ainda mais longe de sua casa. Escolheu de propósito um lugar onde a probabilidade de encontrar conhecidos fosse mínima. Pediu uma mesa no fundo, perto da janela, onde a luz entrava de viés e as conversas ao redor se dissolviam num murmúrio indistinto.

Chegou dez minutos adiantado. Pediu um café preto e não bebeu quase nada. Ficou girando a xícara entre os dedos, observando a porta de entrada como quem espera um veredito.

Chuck chegou pontualmente, olhando para um relógio de bolso. Vestia uma camisa social azul-claro, um pouco folgada nos ombros, e calças escuras que ainda pareciam novas demais para o corpo dele. O cabelo, embora cortado, mantinha aquele ar ligeiramente desalinhado de quem passou tempo demais sem espelhos. Assim que viu Jerry, ele guardou o relógio no bolso do colete, gerando um contorno discreto no tecido.

Foi até a mesa, caminhando discretamente. Os dois homens se cumprimentaram com um aperto de mão breve e firme. Não houve sorrisos. Não houve ataques. Apenas se sentaram.

Durante os primeiros minutos conversaram sobre coisas sem importância: o trânsito da manhã, a qualidade do café, uma manchete qualquer do jornal que nenhum dos dois tinha lido efetivamente. Era um ritual necessário, uma forma de testar se o chão entre eles ainda aguentaria o peso do que precisava ser dito.

Foi Jerry quem quebrou o protocolo inicial:

- Você pediu para conversar a sós comigo. Estou aqui. Nem contei para a Kelly que viria. Então...

Chuck olhou para a xícara fumegante pela primeira vez. Depois ergueu os olhos com calma:

- Eu... Eu sei que você deve estar estranhando o motivo da nossa conversa. Então... Enfim... Não vim pedir permissão, nem perdão. Vim porque você é a única pessoa que parece entender, mesmo que de algum modo estranho, o tamanho do estrago que a minha volta causou. E porque eu preciso ouvir de você, sem rodeios, se ainda existe algum espaço para eu existir na vida da Kelly sem destruir o que vocês construíram.

Jerry ficou em silêncio por um tempo considerável, encarando Chuck, como se tentasse ler os reais motivos daquele encontro. Os dedos continuavam girando a xícara, agora vazia:

- Espaço… - Repetiu baixo, como se lamentasse, como se a palavra amargasse seu paladar: - Eu não acredito que exista. Eu só sei que ela parece ter reservado algo para você. Não sei se é espaço, ou que nome possa ter, mas algo há. Por ela...

Chuck assentiu devagar. A mão direita desceu instintivamente até o bolso do colete e tocou o relógio por cima do tecido, num gesto quase inconsciente. Jerry notou.

A conversa seguiu pesada, mas civilizada. Falaram sobre medo, sobre Katie, sobre a impossibilidade de voltar atrás. Em determinado momento, Chuck tirou o relógio do bolso, abriu a tampa com o polegar, olhou a foto pequena por um segundo e o guardou novamente no bolso.

Jerry observou o objeto em silêncio por alguns instantes nas mãos de Chuck e não teve dúvidas, era o mesmo relógio do avô de Kelly, o mesmo que Chuck havia lhe devolvido quando retornou da ilha. Jerry sabia que podia confrontá-lo, mas decidiu, deliberadamente, perguntar:

- Eu jurava que você tinha devolvido esse relógio para a Kelly quando retornou...

Chuck parou de falar. Os olhos dele baixaram até o relógio e ficaram ali por um instante. O silêncio se estendeu o suficiente para ficar desconfortável:

- Eu devolvi. - Respondeu Chuck, a voz mais baixa, tirando o relógio do bolso, mas segurando-o com a mão firme: - Naquela primeira noite em que fui visitá-la, eu devolvi. Entreguei na mão dela e disse que era um objeto de família. Que deveria ficar com ela...

Jerry não tirou o olhar dele, aguardando que continuasse. Chuck respirou fundo. Passou o polegar pela tampa fechada do relógio, como se ainda hesitasse:

- Ela me devolveu. Faz algumas semanas... - Fez uma pausa: - Disse que agora funcionava melhor como uma bússola, pois havia me trazido de volta.

Jerry sentiu um calafrio percorrer sua coluna. Não era exatamente surpresa, mas sim a confirmação de uma suspeita que ele nem tinha formulado por completo: A de que eles vinham se encontrando às escondidas. Antes que ele dissesse algo, Chuck continuou:

- Ela me pediu para encontrá-la no estacionamento do consultório da terapeuta dela. Até pensei que queria que eu participasse de alguma sessão, mas não. A gente só conversou uns cinco minutos. Quando terminar, antes de eu entrar no meu carro, ela tirou o relógio da bolsa e colocou na minha mão. Disse que ele tinha me acompanhado por quatro anos… e que talvez ainda precisasse me acompanhar um pouco mais. Eu tentei recusar. Ela insistiu. Eu... aceitei.

Jerry ficou olhando o relógio na mão de Chuck, como se ele tivesse se transformado na caixa de Pandora, prestes a liberar um mal terrível:

- Ela... não me contou nada...

- Eu sinto muito saber. Juro que pensei que você sabia. - Chuck finalmente ergueu o olhar: - Mas não era algo que eu tinha que falar. Era ela. Eu só… não tive força para recusar. Mas se você quiser, eu o devolvo.

Jerry viu Chuck soltar a corrente que o prendia ao colete e colocar o relógio sobre a mesa, a meia distância deles. O silêncio que se seguiu foi diferente dos anteriores, um tanto quanto constrangedor. Após segundos olhando para aquele pequeno objeto, Jerry, com uma voz controlada demais, falou:

- Ela ainda é capaz de ter segredos com você. Mesmo agora. Mesmo depois de tudo o que a gente atravessando...

Chuck não confirmou, nem negou:

- Eu não pedi o relógio, Jerry. Só… não consegui dizer não.

Jerry inclinou-se ligeiramente para a frente:

- Você entende que isso muda o peso de tudo o que a gente está tentando resolver aqui, não entende? Não é só um objeto. É a prova de que ainda existe um canal entre vocês dois do qual eu não faço parte.

- Eu juro que não sabia que era algo escondido. - Respondeu Chuck, pegando novamente o objeto, enquanto o observava com uma estranha saudade, antes de recolocá-lo sobre a mesa: - Mas foi bom ter acontecido. Porque eu não quero que isso vire mais uma mentira entre a gente. Prefiro que você saiba por mim do que descobrir depois de outro jeito.

Jerry ficou longos segundos sem falar, olhando para Chuck e para o relógio alternadamente. Depois puxou o relógio com dois dedos, olhou a tampa fechada e o empurrou de volta na direção de Chuck:

- Guarda. Ele é seu de novo, pelo visto. Se é essa a vontade dela, quem sou eu para reprovar.

Chuck pegou o relógio, prendeu a corrente ao colete e o colocou de volta no bolso do colete com cuidado quase reverente.

A conversa continuou por mais algum tempo, mas o ar tinha mudado. Falaram sobre limites, sobre o medo de Katie perceber demais, sobre a possibilidade real de um dos três não aguentar. No fim, os dois estavam exaustos. E, o pior, nada haviam decidido.

Na calçada, antes de se separarem, Jerry disse apenas:

- Eu vou contar para ela que a gente se viu. E vou contar sobre o relógio.

Chuck apenas assentiu:

- É melhor que venha de você. Mas, Jerry, por favor, não brigue com ela. Não aconteceu nada demais entre a gente. Foi apenas uma conversa.

Naquela noite, depois que Katie dormiu, Jerry foi até a cozinha, onde Kelly lavava as louças do jantar. Falou do encontro no café, do tom de voz de Chuck, das frases de sentido ambíguo. E então, com a voz deliberadamente calma, mencionou o relógio:

- E ele estava com o relógio de bolso. Aquele mesmo que você tinha dado anos atrás. Eu achei estranho… porque eu lembrava de você dizendo que ele tinha devolvido.

Kelly, que até então secava uma xícara com movimentos mecânicos, parou. A mão ficou no ar.

Jerry continuou, sem desviar o olhar dela, curioso, procurando detalhes ocultos, qualquer coisa. Ele continuou:

- Eu perguntei sobre o relógio e... ele me contou. Disse que você devolveu para ele faz algumas semanas que tiveram um encontro no...

- Encontro!? Não foi um encontro! Não, pelo menos, desse jeito que você está pensando. Eu não acredito que ele falou isso.

- Quer me contar ou vai preferir ficar escondendo?

- A gente se encontrou sim. Desculpa não ter te avisado. Mas foi no estacionamento do consultório da Dra. Laura. Eu só queria devolver o relógio para ele, afinal, tinha sido um presente antes daquela maldita viagem...

Jerry suspirou, aliviado com a verdade repetida, mas tenso ao mesmo tempo. O silêncio que surgiu na sequência foi quase insuportável. Kelly pousou a xícara com o cuidado de quem deposita uma raríssima louça de porcelana chinesa sobre a pia, como se ela pudesse quebrar com o menor impacto:

- Eu ia te contar... - Disse ela, a voz baixa e falha.

- Mas não contou. Eu precisei descobrir.

- Eu queria. Só não sabia como... - Ela finalmente olhou para ele, com os olhos marejados: - Parecia algo pequeno demais para mim, mas grande demais para ele, ao mesmo tempo. Eu só… senti que aquele relógio ainda pertencia a ele de algum modo. Eu... só não tinha o direito de ficar com ele depois de tudo.

Jerry cruzou os braços, observando sem cessar a esposa. A tensão era palpável entre eles:

- E não achou que eu tinha o direito de saber? Aliás, achou que eu iria me opor? Kelly, quando foi que eu te proibi de algo, até mesmo de se encontrar com ele quando você me pediu?

- Nunca. Eu sei... Desculpa!

- Sabe o que eu senti? Que ainda existem gestos secretos entre vocês dois. Entre você, minha esposa, e ele, seu antigo noivo. Vamos ter que viver assim até quando?

Kelly baixou a cabeça. Uma lágrima escorreu, mas ela não a enxugou:

- Eu sei que errei, não pelo relógio, mas por ter escondido o encontro de você. E me odeio por não ter falado. Foi uma decisão ruim, tomada num momento de confusão. Eu sentia que ele estava ainda tão… perdido, e a única coisa que eu consegui pensar foi que aquele relógio tinha sido algo importante para ele enquanto esteve lá perdido. Parecia cruel tirar isso dele de novo.

Jerry ficou em silêncio por um tempo longo. Depois falou, a voz rouca, mas decidida:

- O que mais existe entre vocês dois que eu ainda não sei?

Kelly ergueu o rosto, assustada com a pergunta:

- Nada. Juro. Foi só o relógio. Só isso. Não aconteceu mais nada mesmo.

Ele a estudou por longos segundos, tentando decidir se acreditava. No fim, apenas assentiu:

- Estou cansado. Vou tomar um banho e tentar dormir. – Disse enquanto coçava a cabeça: - Eu... preciso de um tempo para digerir isso tudo. Esta noite, vou dormir no sofá da sala.

Kelly não protestou. Apenas ficou parada no meio da cozinha, ouvindo os passos dele se afastarem e a porta da suíte se fechar com um clique suave.

Ela, então, se sentou à mesa, cansada, triste, confusa. De repente, pegou seu celular e discou um número. Logo, ouviu uma voz do outro lado da chamada:

- Alô. Kelly?

- Por que você falou do relógio para o Jerry, Chuck?

- Eu não falei. Ele me viu com ele.

- E por que disse que tivemos um encontro? Quase brigamos por sua culpa!

- Não falei nada de encontro também. Eu só disse que você que você me pediu para encontrá-la no estacionamento da sua psicóloga. Ele que deve ter entendido errado. Você está bem?

Kelly demorou a responder, mas foi desnecessariamente sincera:

- Não. Não estou. Não estou bem, nem ele, nem você, ninguém! – Elevou sua voz, as mãos tremendo: - Essa situação está me matando, Chuck. Por que... Por que você não vai embora de vez?

Chuck não respondeu de imediato. Mas em seu íntimo, ele sabia que aquilo talvez fosse a resposta para todos os males. Kelly ouvia apenas a respiração dele do outro lado da chamada e se arrependeu quase imediatamente do que havia falado:

- Desculpa! Eu... só estou nervosa.

- Está tudo bem...

- Não. Não está tudo bem. Não finja que está tudo bem. Eu... A gente precisa se encontrar e resolver isso de vez, Chuck. Amanhã, no parque da cidade, 10:00AM.

- Kelly, o Jerry... Ele...

- Não. – Kelly o interrompeu: - Isso é só sobre mim e você. Não atrase.

Assim que Kelly desligou, levantou-se e foi até a suíte. Jerry estava terminando de vestir o pijama:

- Chuck nunca lhe disse que tivemos um encontro, não no sentido de casal...

- Não. Não disse.

- Então, por que você...

- Porque você mentiu, aliás, omitiu essa história do relógio. Eu só perguntei com uma meia verdade para ver se você seria honesta comigo.

- Você não confia mais em mim?

- Parece que você não confia mais em mim...

Kelly sentiu a invertida e se calou. Jerry, idem.

Ele pegou seu travesseiro, celular e saiu da suíte, deixando-a só com seus pensamentos e fantasmas. Aquela noite não passaria rapidamente para nenhum deles. Nem mesmo para Chuck que encarava uma bola agora já desenhada com uma lembrança que o ajudou a se manter são:

- É, Wilson... Parece que o momento das decisões difíceis enfim chegou.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Este conto recebeu 63 estrelas.
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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 411Seguidores: 790Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Votado e estrelado!

Uma trama muito bem articulada!!

⭐⭐⭐💯💯💯

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Gente se formos seguir o título do conto temos de pensar o seguinte. Se nem o e nem o ar conseguiram apagar o que existe entre a Kely e o BA, quais as chances de sucesso do Jerry. Mas acontece que os títulos do Mark enganam, basta lembra do Puta dama que de dama nunca teve nada.

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Meu colega de armas Kiquinho!

Precisamos voltar a comentar a cronológica dos fatos entre Kelly e Jerry.

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Isso tudo é culpa do Mark que fuca dando nó nas nossas cabeças

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A menina Katie tem 3 anos + 9 meses de gestação, assim ela foi gerada pouco tempo da morte presumida de BA.

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Ela não perdeu tem e o Jerry deu o ombro e mais alguma coisa pra ela em um momento de fragilidade emocional enorme. Se não fosse assim ela não estaria com ele hoje

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Mas eu pensei uma coisa. O BA não fez as contas disso ainda.

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Caraca, fui dormir e apareceram 90 comentários !!!

Essa teoria da dona Kelly e seus dois maridos é massa !!!

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Tenho uma pergunta fora do conto mas dentro do texto.

Alguem que já conheca sabe nos dizer se o Dreame tem o mesmo mecanismo do CDC de enviar uma notificação quando é feito um comentário?

O FUCDC tem que fazer uma visita lá e bombar nos comentários do perfil da Id@.

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Apoiadíssimo !!!! Vamos alopraria Dreame !!!

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Já tô lá, mandei meu primeiro comentário, lá e somente 300 caracteres por comentário, eu e o Manfi Tau ferrados, kkkkkkkkkkk, não vi se tem um ícone sobre o desejo de receber avisos de comentários fora do aplicativo, mas vou dar uma bisbilhotada.

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O pessoal do FUCDC ta muito fraco .

Vou ter q dar algumas dicas pro pessoal ver a verdade rs

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Nao teve encontro, so a espoaa pediu pro cara ir ve la no psicólogo

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Falai Mano Doda. Eles se encontraram, não romanticamente explícito, mas com certeza foi uma conversa de afirmação de sentimentos incompreendidos e guardados.

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Salve mano Sensa, mas foi ela que chamou o cara da bola de vôlei pra conversar e nao foi um acidente

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Sim ela está confusa e não quer perder mais nada do que já perdeu.

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Boa mano Sensa , confusa mesmo .

Mano ja pensou q barra. ?

Ela tinha sonhos com uma pessoa q desapareceu , e de uma hora pra outra entra outra oessoa na sua vida , ai volta o cara q estava desaparecido , ai fode todo o processo

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Fofoquerinho!!!

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Kkkkkkkkkkkkklkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkk

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Sai daí Ramsés VV

Vcs do FUCDC que fazem fofocas rs

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É LL...Leão Lobo!

Ta vendo Dodinha, vc é tão fofoqueiro que se confunde todo!

No FUCDC você irá aprender a fofocar com estilo, com muita classe!!

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Meu rei ele já está fofocando tem muito tempo e nem percebeu kkkkkk

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E não é!!

Mas ele ficou tanto tempo segurando esse fetiche que ele está meio eufórico com essa nova vida.

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Só que a vida não é bem assim meu querido presidente. O cobertor é curto e sempre temos de abrir mão de alguma coisa. O difícil é saber qual coisa se deve abrir mão

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Sonhar não custa nada, eu só queria que pessoas que não merecem ser machucadas, não se machucassem ainda mais que já estão sendo machucadas.

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Esses encontros da Kelly com o Chuck está tomando um rumo perigoso para o Jerry, a decisão dessa situação está nas mãos da Kelly, mas se o Chuck tivesse consideração e gostasse tanto da Kelly, como diz gostar, se afastaria e deixaria o casal viver a vida deles, como vingam vivendo antes dele retornar. Quem ama também faz sacrifícios para não fazer a amada sofrer.

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Nem sei o que dizer.

O Karma dessas 3 pessoas é muito pesado.

Ninguem ganha, todos perdem.

É isso...

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Eu acho que somente um vai perder, talvez uma outra pessoa perca um pouquinho também mas terá sua compensação.

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No momento para mim Jerry é a parte mais fraca.

Chuck é totalmente inocente nessa história.

E Keely a mais quebrada de todos.

Chuck me pareceu o mais consciente de todos pela situação em que se encontram.

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Mas o brinquedo assassino é maquiavélico. Veja o lance do relógio que foi totalmente proposital.

Enquanto o Jerry está jogando de peito aberto ele e ela estão jogando de forma pesada e cruel com ele.

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Sendo assim ele realmente seria o Brinquedo Assassino e o Wilson como seu "fiel escudeiro" deve estar morrendo de vontade de jogar bola com a Annabelle né!!

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Chuck pode ter sido intencional, mas não cruel, ele está também jogando aberto,branco que falou a verdade pura e simples, na realidade ele está produzindo argumentos a seu favor, lutando pelo o que lhe foi arrancado pela tragédia, Kelly que está totalmente perdida, mas não acho que esteja sendo cruel, essa palavra é forte demais para descrever a tempestade emocional no qual ela foi jogada sem qualquer indício prévio.

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Penso o mesmo, acho que o Chuck teve muito tempo para pensar e idealizar esse retorno em todas as suas possibilidades enquanto estava na Ilha, então faz todo sentido ele estar mais centrado, além de ter aceitado fazer terapia desde que voltou, isso centraliza bastante emocionalmente o indivíduo, Jerry deveria fazer terapia individual também, exatamente para solidificar argumentos saudáveis para que seu casamento continue, o Chuck partiu na frente, mas o Jerry tem solidez o bastante para deixar a Kelly em eterna dúvida.

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Sabe, me parei pensando que tipo de amor Chuck sente por Kelly. Ja foi bem além do amor carnal.

Vc viu que para ele só fazer parte da vida deles ja seria de bom tamanho.

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Isso é papo de cerca Lourenço, o mingau está quente e ele está indo pelas beiradas. Veja o lance do relógio.

Ele é do tipo que se finge de morto pra comer o coveiro.

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Vejo diferente!

O relógio faz parte do corpo dele, ele foi a ligação material entre esses dois mundos! E foi uma conversa tensa hein! O relógio traz a ele segurança.

O mesmo com a bola de volei. Dá a Chuck a sensação de não estar sozinho.

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O relógio siguinifica o laço que uniu ele e ela antes do acidente e o laço que trouxe ele de volta a ela depois do acidente. Quando ela devolveu o relógio, ela escolheu manter esse laço ligado a ela.

Ele vai puxar esse laço ate conseguir ter ela de volta.

Nessa historia nao existe meio termo. Nao existe meio termo para o amor.

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Continuo achando que o melhor caminho para esse três é separado.

O passado deles foi cruel e o presente esta sendo dolorido.

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Separados ? Pq ?

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Pq para mim a história deles se encerrou agora.

Chuck não é nem sombra do homem por quem Kelly se apaixonou. Ela se apaixonaria por esse Chuck de agora?

Jerry tinha Chuck em sua vida como uma lembrança, um fantasma e agora ele sempre será uma assombração se o casal ficar junto.

E Kelly...essa ta lascada. Se ela escolher Chuck corre o risco de se decepcionar. Se escolher Jerry, Chuck sempre estará presente.

Nenhuma conta fecha!!

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Kkkkkkkk A vida tem mais disso do que imaginamos.

É uma historia de escolhas e consequências. Dois vão ganhar e um vai perder, nada que o tempo nao cure.

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Falou tudo agora, é fechar os olhos escutar a voz do coração e decidir com a emoção, enfrentar as consequências e contar com o tempo para as coisas se acertarem.

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Olha cara. Ninguém ai vai se contentar com neia Kelly e nem a Kelly com meio homem.

Todos a querem por inteiro.

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Minha teoria é que eles tenham a Kelly por inteiro por um dia inteiro, em dias alternados, sem que um marido interaja ou converse sobre o outro, duas vidas distintas e em dias alternados, ou seja uma Vida Dupla consentida, sem divisão, seria uma mulher inteira pela metade do tempo real, mas o tempo inteiro se considerar que o tempo é relativo kkkkkk

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Caráter o Chuck e nem o Jerry tem aptidão para viver um relacionamento assim. O conto nao trata sobre relacionamento aberto e essa saída seria muito morna.

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Ja comentamos sobre isso, não da para considerar um Trisal.

E para falar a verdade, acho sem sexo esse conto esta bom demais! Esta envolvente!

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Né Trisal não Estafeta é Mulher com dois Maridos e duas casas totalmente independentes, a Mulher quando chega não precisa levar corretor labial importado, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkktem que ser tudo literalmente duplicado, só a perseguida que seria uma só kkkkkk

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Não é relacionamento aberto, é Dona Kelly e seus dois Maridos, duas famílias separadas com uma única esposa, um sabe do outro, mas agem como se não soubessem, já vi muito isso, mas com um marido só, a famosa Esposa concubina, só que com dignidade social, inclusive eu comentei que no dia que a esposa passasse com um marido, o outro poderia se considerar solteiro e traçar geral, já falei onde eu assino kkkkkkkkkkkkk

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Perai! Deixa eu entender...

Chuck Nolan, O Naufrago, Jorge Amado, Vadinho, Jerry, Wilson. Kelly. Sonia Braga ou Juliana Paes? Pode escolher meu presidente.

Blz, ok, combina sim, da para encaixar.

kkkkkkkkkk

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Mas falando serio,

Na minha visão a carga dramática esta aumentando. Eles estão literalmente quebrados emocionalmente. Cada um deles individualmente e agora uns com os outros.

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Cara, está sensacional, estou zoando por não ter idéia do que seria mais justo, pois na minha opinião somente a Kelly deu uma escorregada, mas ela está totalmente perdida, então é meio natural cometer erros, simplesmente é indissolúvel a situação.

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Primeiro, sim esta sensacional e nem uma virgula de sexo, nem entre marido e mulher! Inacreditável o Mark estar segurando o hype alto.

Kelly esta tão perdida que nem acho que foi uma escorregada, dá para imaginar como esta a cabeça dela? Aí vem Jerry, não sem razão e a cobra dessa conduta e Chuck tambem com razão se defende pois não fez nada de errado.

Vc percebeu que loucura total?!?!

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Tô falando desde o início, por isso fiquei com tanta animação e curiosidade no projeto, o Mark está sendo o Mark mostrando toda sua genialidade.

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Esse conto está tão difil, mas tão dificil que vou parar um pouco e vou namorar um tiquinho a minha Manú!

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Três fortes símbolos no qual o Chuck se utilizou, o relógio era o motivo para continuar vivo, representava o Amor, a bola de Vôlei "Wilson" representava a necessidade de manter a sanidade, já o pacote representava a obstinação e força para conseguir se manter vivo e voltar.

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Sim,essa batalha está longe do fim e vejo o Jerry como um Homem que além de saber o que quer tem um poder de observação e análise bem afiados além de coragem para tomar atitudes mesmo que essas possam doer em alguém mesmo que seja nele. O que ele não fará com certeza será ficar tapando o sol com a peneira

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Mas Jerry agora foi picado pelo mosquito da desconfiança.

Geralmente a desconfiança é fatal em qq tipo de relacionamento.

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Mas nesse sentido foi a insegurança emocional da Kelly que produziu esse efeito de desconfiança.

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Exatamente!!

Kelly foi o mosquitinho sem querer ter sido.

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Mas é sempre a atitude do outro que produz a desconfiança.

E Kely marcou um segundo encontro a escondida.

E acredito que nesse segundo encontro o Chuck vai preparado pra ser verdadeiro com ela. Ele nao quer apenas amizade, ele nao.quer apenas tomar um café, ele nao quer apenas conversar assuntos banais.

Ele quer ela por inteiro, quer dormi e acordar com ela, ele quer falar sobre todos os assuntos com ela.

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Por isso minha visão de Kelly estar quebrada. Ela simplesmente não sabe o que fazer.

Vc notou que ela se exaltou com Chuck ao telefone e se arrependeu né.

E esse não saber o que fazer ja contaminou seu marido. Um segundo encontro sem ele saber será fatal.

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Chuck sempre deixou claro as intenções dele, desde o primeiro questionamento do Jerry ele respondeu no ato que era ter a Kelly de volta, agora ele fala em ao menos fazer parte da vida dela, mas a intenção já foi colocada de primeira, todos sabem disso sem dúvida alguma, tanto Jerry como Kelly.

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Em um primeiro momento era essa a intenção dele. Ter Kelly para si! O que é muito normal pelo sentimento fortíssimo que ele tem por ela.

Mas ao mesmo tempo ele se adaptou né. Posso ter isso e não aquilo. Mas preciso ter algo!

Eu estou discordando de mim mesmo pois disse lá atrás que Chuck não parecia ser de querer pouco. O texto me fez mudar de opinião.

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Como o casal chamou ele de volta para conversar, ele teve a certeza que havia sentimentos em conflito da Kelly por ele, então ele adotou a estratégia de AO MENOS se manter na vida dela, mas a qual a intenção ele não deixou totalmente clara, pois pode se conversar de tudo durante um café, inclusive mil maneiras de reconquista e reconciliação, já estando distante essa possibilidade se esgota.

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Sabe qual a imagem que tenho do Chuck? Um sujeito sempre tentando catar os cacos que caem no chão!

Não acho que ele tenha uma "agenda" definida na sua mente, pelo contrario, ele tenta se reintroduzir no mundo usando as ferramentas que ele tem...Kelly e Wilson!

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É bem por aí, o Chuck viu uma dúvida razoável na cabecinha da Kelly e está se agarrando nessa abertura do mesmo jeito realmente que ele se agarrou a figura que ele criou na bola de vôlei, o Famoso e Afrodisiaco Wilson kkkkkkkkk

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Se o Chuck fosse dissimulado e mau caráter, ele entraria de sola e arrastaria a Kelly para uma noite de sexo, no qual ela não resistiria por causa do sentimento de culpa em ter desistido tão rapidamente do retorno do Chuck e ter se envolvido com o Jerry tão rapidamente, não esperou nem um ano para ter relações, o peso da culpa a faria ceder facilmente, mas o Chuck em nenhum momento usou desse argumento para conseguir qualquer coisa que seja, ao contrário, ao meu ver está lutando de peito aberto.

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Estava com saudades do FUCDC. Hoje ia ficar meio de fora pois tive uma pequena "discordancia" com o Leon Melindrado.

Ele é muito chiliquento, credo. Deve ser coisa de mansinho.

Cês acham!!! Fui defender o corno dele e ele não gostou!!

kkkkkkkkkkkkkkk

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Cara esse Leon ai é ridículo.

Parei de ler os contos dele a muito tempo.

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Salve meu coração fora do peito Ramsés VV .

Mano vc é um cara muito gente boa e inteligente pra contar em um conto do leon quadrado .

O leon quadrado é o dono do razão e tem o título de pior escritor do site

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Oi Dodinha!!

Então!! O sujeito é meio bipolar, só pode!

Mas para falar a verdade, eu acho que eu exagerei nos pitacos para ver se ele é tão chato como todos dizem e...ELE É!!!

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Cara, vou te dizer ele é uma pessoa histriônica, mas eu respeito e admiro sua inteligência e capacidade literária como escritor, só não concordo com sua visão em muitos pontos e principalmente de sua incapacidade de lidar com o contraditório, mas comigo, ele nunca foi desrespeitoso, apesar de já ter lido muitos excessos desagradáveis em suas colocações e réplicas, por isso, por respeito deixo ele na dele com o público dele, que é cativo, pois já tivemos um diálogo produtivo e definitivo, no qual ele até me elogiou kkkkkkkkkkkkklkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk falando sério, fui elogiado pelo Leon.

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To me sentindo um lixo agora!

Eu tbm queria ser elogiado pelo Leon mas não consegui!! 😥😥

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Kkkkkkkkkkkkllkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ciúmes do Leon é osso em pó kkkkkkkkkkkkkk

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Não resisti!!

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Mas voltando nele, ele tem um conto inacabado que é fantástico! Do fotógrafo "Lombas". Muito bom mesmo!

Mas acho que ele se perdeu no estrelismo dele, essa história que os contos são de pessoas reais acabou com ele. É tudo muito irreal e até promiscuo. E todos os personagens masculinos dele tem o mesmo nome.."Corninho".

Enfim...

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Carai Ramsés VV , querer elogio do quadrado é dim de carreira .

O FUCDC vai falar assim kkkk

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Bom dia Dodinha!!

Não estava me sentindo bem, acho que foi um virose mental. Mas já melhorei!

E é Ramsés LL!!

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Me perdoe desculpe .

Ramsés LL .

O Sensa que é VV .

Ainda bem q vc voltou ao normal .

Acho q depois que a nanda deu um espirro no quadrado ele nao esta bem da cabeça.

A estrela se se auto intitula um dos melhores nao aceita que o público de uma opinião sobre oque poderia ser o conto , minha nossa kkkkk é muito estrelinha.

O quadrado pede acima da fipe kkkk

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Quero morrer seu amigo viu!!

Vc realmente detesta o L Melindrado!!

kkkkkkk

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Calma jovem. Vamos ver o que vai acontecer no proximo encontro.

O Jerry deveria ter mandado o Chuck sair fora. Na moral, ele ta sendo muito compreensivo.

Como diziam no quartel "o bonzinho morre coitadinho"

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Nisso eu até concordo, mas de uma maneira distópica o Jerry é o outro, pois o "casamento" da Kelly e Chuck não acabou, foi congelado pela tragédia, como eu disse, se estivessem casados no papel, o casamento atual estaria nulo e Jerry sem direitos matrimoniais legais.

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Meu presidente como já falei e devido as suas imensas habilidades no meio empresarial o BA aprendeu a se fingir de morto para comer o coveiro, esse tipo de tática faz parte da vida dele, são essas as armas que ele sabe usar e isso não se trata de ser mau caráter ou não.

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Então é válido ele utilizar esses artifícios?

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Não se trata disso, mas é a forma dele fazer as coisas

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Essa forma, você julga que é um modo reprovável?

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Meu presidente está me imprensando na parede kkkkkk. Poderia responder dizendo que jamais tomaria uma atitude que viesse prejudicar alguém, ou seja eu no lugar do BA já teria tirado o meu time de campo logo que tivesse percebido que a fila andou e que eu sobrei. Não foi culpa de ninguém, foi o destino que quiz assim e eu preciso absorver os meus traumas e os meus problemas e não tenho o direito de contaminar a vida de ninguém com eles.

Ou seja, neste caso e na forma como ele está conduzindo eu acho sim errado o que ele está fazendo

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Tem o direito de achar errado, só acho que neste caso a fila andou, mas o tiraram o Chuck da fila a força, sem culpa alguma, neste caso não seria justo ele ir lá para frente da fila quando pode retornar, afinal ele não abandonou a fila.

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Esses contos do Mark tem disso, sempre deixa margem para diversos posicionamentos e o pior que no fundo nenhum deles está realmente errado ou totalmente certo, vai da régua de cada um. Loucura isso né

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Mas eu SEMPRE costumo me posicionar, mas Dessa Vez Nesse Conto, não consigo me posicionar e achar motivos para continuar de um lado ou de outro, não tem culpado, não tem errado, tem somente um problema indissolúvel entre três pessoas e dois amores.

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Dois amores?

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Kelly e Jerry ou Kelly e Chuck. Mas...

Mas a situação da Kelly não é boa não pois o Chuck dela morreu na ilha e agora quem voltou é o Chuck do Wilson. É sério!!

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Ela nunca amou o Jerry, ele foi somente uma muleta de muito boa qualidade pra ela em um momento crítico.

Se depender da razão ela fica com o Jerry. Mas se depender apenas de emoção ela escolhe o BA sem pensar duas vezes pois é ele que faz o estômago dela embrulhar.

Ela já deu várias pistas disso e aposto se os dois estivessem em papéis i vertidos e a filha fosse do BA ela ja teria decidido

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Mas o BA não era Perfeito, ela está mais emotivada por culpa de não ter esperado, do que QUALQUER outra coisa em primeiro momento, como eu digo, tudo que existia de amor pelo BA ficou congelado e está se expondo ainda, esse sentimento forte que faz o estômago revirar é culpa pura e simples na minha opinião, mas ao mesmo tempo não quer dizer que todos aquele amor congelado não irá se aquecer novamente, mas para isso precisa de ❤️‍🔥🔥 (sexo bom), por isso que acho que a estória está se desenvolvendo sem sexo, pois essa explosão sexual que irá definir o rumo do conto, imagina a primeira bimbada do BA, depois de passar quatro anos dormindo com Wilson,a primeira vai sair em cubinhos kkkkkkkkkkkk

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Nao sei se eles deveriam brigar pela dúvida dela. Eles deveriam insistir para que ela tenha uma certeza.

A dúvida ela vai carregar eternamente com ela mesmo, os dois precisam de uma escolha dela.

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Depende do ponto de vista, pois enquanto houver dúvida, haverá chance de ser escolhido, lutar pela certeza deve se ter depois da escolha feita, tem que garantir o angu antes de fazer o prato e guardar no estômago, só aí pode descansar. Kkkkkkkkkkk

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Dois errados nao se faz um certo.

Entendo que ela amou muito o Chuck, que ele era o homem da vida dela, que poderiam ter tido um futuro juntos. E que isso só foi interrompido pelo acidente aéreo.

A vida dela seguiu, Jerry se aproximou e ela seguiu em frente, até que Chucky voltou.

É uma posição difícil para todos, mas a decisão deve partir dela e nao deles.

Ela tem tanto o direito de buscar a felicidade com o Chuck, quanto manter a família dela com o Jerry. Porém a escolha que ela fizer vai afetar qualquer um dos dois dois para sempre.

Ela teve uma filha com o Jerry, o que vai servir para manter o vínculo, que vai ser um vínculo bem bosta inclusive. Mas fazer o que né ?

De toda forma, ela.pode sair do relacaiomento com o Jerry de cabeça erguida, com honestidade e de forma responsável.

Ou ela pode cometer uma traicao e acabar machucando mais ainda o cara.

Para o Jerry, e ficha dele ta caindo que ele foi somente a segunda opção. E isso deve ser horrível. Ninguém merece ser a segunda opção na vida de ninguém.

O Chucky ta em busca da mulher que ele amou e ja deixou claro para todos que ama ela. Ele também merece buscar a sua felicidade.

Quem o Mark vai escolher para ser o par dela ?

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A decisão é dela, com toda certeza, mas é direito e até dever do Jerry e do Chuck lembrarem e até produzirem novos argumentos honestos e apresentarem a Kelly para que ela tome a decisão mais justa para ela, claro que respeitando a delicadeza improvável da situação.

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O Jerry ja esta saindo fora e o Chuck aos poucos ficando mais presente.

A filha do casal ja mencionou que Chuck poderia ser o pai dela, uma criança so tem essa percepção se a mae der fortes indícios dessa possibilidade. A criança ja sentiu o que os adultos estão empurrando com a barriga, claro que dentro da inocência e percepção de mundo dela.

Isso prova que a sintonia entre Kelly e Chuck deve ser algo muito forte.

O Jerry saiu da cama do casal e escolheu dormir no sofá, com a mente e o coracao cheio de dúvidas, porem o subconsciente com alguma certeza, ele deu espaço para a Kelly. E ela por sua vez nao questionou e nem tentou chamar ele para a cama. O que também ja pode indicar algo por parte dela.

A primeira coisa que a Kelly faz quando perguntada sobre o encontro escondido é marcar um novo encontro em segredo.

Da primeira vez ela entregou o relógio, que seria uma espécie de "vinculo" do passado entre a Kelly e o Chuck, agora nesse novo encontro em segredo ela vai entregar o que ? O vínculo deles do presente ?

Chuck nao mostrou o relógio a toa, ele sabe que o relógio tem peso na relação, que o relógio nas mãos dele siguinifica exatamente o fio que liga o passado deles.

Por enquanto nao existe vilões nessa história. Por enquanto...

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Falaste tudo, por enquanto sem vilania, a não ser a consequência da tragédia, mas eu analiso que a tendência da Kelly estar se aproximando do Chuck é natural, foi um grande amor interrompido, pela metade, apesar de morarem juntos por anos, somente não eram casados oficialmente e não tinham filhós, se assim fosse, o casamento com o Jerry estaria automaticamente anulado, quando fosse revertida a situação de óbito de Chuck, mas nesse caso é nesse sentido é uma situação incompleta, um Um Grande Amor pela metade, por isso a curiosidade em se reaproximar.

Mas se observar o relacionamento dela com o Jerry, foi de uma evolução meteórica, em poucos anos se solidificou de maneira completa, dando a Kelly tudo aquilo que ela questionava fortemente no relacionamento com Chuck, ou seja, um amor estável, garantias emocionais por estarem sempre próximos, ser colocada como prioridade, ser colocada como primeira opção SEMPRE, tudo isso o Jerry deu a ela, mas o Chuck só prometia que daria, mas em anos nunca deu, então isso pesa muito em uma decisão, a sensação que Kelly está agora é igual aquela que todos tem em nunca ter completado o álbum de figurinhas que todos conseguiram completar, sempre fica uma sensação de vazio que causa um frio no estômago quando se lembra que o álbum está lá, sem as últimas figurinhas e de repente tem-se a oportunidade única de completar, mas não sem sacrifícios, vale a pena ou não, se desfazer do melhor álbum completo para completar esse álbum do passado? Kkkkkkkkkkkk

Quem colecionou álbuns sabe do que eu estou falando kkkkk

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Eu nao assiti ao filme e nao sei que tipo de pessoa era o Chuck. Se era alguém bom ou ruim, se era um bom marido ou um péssimo marido.

Eu to considerando que ele era um cara legal e apaixonado por ela.

Se ele antes nao dava a devida importância e a atenção a ela, tudo pode mudar depois de 04 anos isolado em uma ilha.

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No filme, mostra um cara super apaixonado, mas que negligência atenção por ser totalmente viciado em trabalho, ele é um Chefe Impassivel da maior empresa de entregas do Mundo, a FedEx, resolve problemas pessoalmente ao redor do Mundo, por isso, mesmo tentando dar atenção a "Mulher" dele, pois apesar de não serem casados, moravam juntos por anos, ele sempre colocava suas obrigações com a empresa em primeiro lugar, mas no dia da viagem do acidente, ele a pediu em casamento e prometeu que no retorno tudo iria mudar, fez a promessa numa véspera de Natal para ter peso sua promessa, mas tudo foi interrompido pelo acidente.

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Concordo com vc Osório. A decisão tem que ser dela.

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E esse é o problema de iniciar um novo relacionamento sem ter resolvida a situação (mesmo com a tragédia) do primeiro relacionamento. Fica parecendo que ela usou o casamento para superar a perda.

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Acredito que sua conclusão juntamente com a do Osório se completam.

Quando o Jerry decidiu ir dormir no sofá e ela não tentou impedir isso ficou muito claro pra mim que ela realmente já fez mesmo sem saber a escolha dela.

Como disse o Osório o Jerry nunca passou de uma segunda opção, uma otima segunda opção, lembrando da copa de 70 tinhamos o Pelé de titular e o Paulo César Caju no banco. Em qualquer outra seleção o Paulo César seria titular absoluto, mas na nossa ele não passava de uma otima segunda opção.

Agora que o titular voltou ela não sabe como fazer para colocar o Jerry no banco novamente e isso está matando ela pois o carinho por tudo que foi vivido existe mas isso não é o suficiente para ela e ele já entendeu isso, mas não quer morrer sem lutar para não ser depois chamado de covarde ou qualquer outra coisa.

E sim Id@ ele está assim como nós com essa sensação horrorosa de que foi apenas um paliativo para aquele sofrimento que ela teve, isso deve doer muito.

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Mas Kiquinho, utilizando sua analogia, a segunda opção, o dito "reserva", na ausência do titular, ganhou todos os títulos possíveis e inimagináveis que nem mesmo o "titular" conseguiu ganhar, isso tem um peso imenso na decisão do treinador, pois até no futebol não se vive só de fama e passado.

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Eu concordo e o nosso amigo Jerry tem sido um grande campeão. Mas cada treinador tem sua preferência e alguns só usam o reserva quando o titular não tem condições de jogo e mesmo que o reserva esteja voando no treino e nos jogos que entrou o treinador sempre vai preferir o outro e entendo que seja esse o caso. O fato a favor dela é que ela ainda não percebeu isso, mas o Jerry e a filha já

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Nesse caso, um afastamento de quatro anos do titular, o Chuck, sem nunca ter ganho um título relevante (companheirismo, estabilidade, casamento, filhos e prioridade) sendo que o dito "reserva" o Jerry, deu tudo isso com folgas, passa a não valer nada com esse retorno abrupto do titular?

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Se família e estabilidade siguinificassem algo, nao existiria traição.

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Mas ninguém trai para acabar com família e estabilidade, trai por egoísmo ou baixa autoestima, tanto que na maioria das vezes imploram desmedidamente pelo perdão e manutenção da Família e Estabilidade.

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Cara... tu tá lendo o atual conto do Astrogildo ? Deve ser o conto mais cruel que li esse ano.

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O novo não lu ainda não, como não comento nos contos dele, espero terminar para maratonar.

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Essa história é MUITO complexa!!!!

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As coisas estão começando a esquentar, será que vão tentar uma despida mas vão acabar descobrindo ser isso impossível? E o que fazer depois?

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Porque o Chuck não vai embora e porque a Kelly continua mentindo para o marido? Acabou de narrar um encontro e não falou nada, essa história está se tornando cabulosa demais, eu acho

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Mark, não sei como te agradecer pela ajuda !!! Um fraterno abraço !!!

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Querida ID@, eu irei lá mais tarde pois você merece nosso carinho. Obrigado por tudo.

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Eu é que tenho que agradecer ao carinho de vocês !!!

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Também irei fazer uma visita e te adicionar.

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Querido Jampa, muito grata e estarei te esperando.

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Já fiz o cadastro, já sou seguidor, já cliquei no coração, mas na minha ignorância digital, não consegui identificar como comentar, por favor dá um esclarecimento Id@, se puder é claro.

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Sensatez, meu querido. Eu tinha acabado de receber uma mensagem do site, me avisando que vc estava me seguindo (os queridos Mark & Nanda, também). Agradeço de coração.

Os comentários que podem ser postados aparecem no final de cada capítulo do livro. Quando termina de ser lido um capítulo, aparece uma caixinha escrita “comentário”. Basta clicar na caixinha e escrever.

Um grade abraço.

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Não aparece esse Ícone de comentários não, não baixei o aplicativo, seria essa a necessidade?

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Exatamente. Acredito que só via o app e que dá para por comentário

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É isso mesmo. Acabei de entrar via site e não aparece mesmo o ícone de “comentário”. Não tinha reparado nessa diferença.

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Baixei o aplicativo, apareceu todos os ícones, melhorou enormemente a navegação, além do layout muito mais claro e acessível, ou seja, a opção do aplicativo é bastante interessante.

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Vou baixar o app então.

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Até porque alguns capítulos estão bloqueados, acho que só desbloqueiam via app.

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