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Brotheragem de verão

Um conto erótico de Renan
Categoria: Gay
Contém 2325 palavras
Data: 12/08/2026 06:38:46

Essa história que vou contar realmente aconteceu comigo e um amigo

Foi originalmente publicado em 2020, aconteceu antes da pandemia. Contém alguns erros e como perdi a conta decidi republicar.

Peço que não julguem mal a forma de escrevi, ainda era novo e entendia muito pouco desse mundo.

Essa foi minha primeira experiência com outro homem.

Descrição dos personagens e início da história:

Renan 19 anos, 1,75 de altura, nem magro e nem gordo, pele e olhos claros e Pedro 20 anos, 1,70 de altura, nem gordo e nem magro, moreno de olhos escuros. Ambos trabalhavam e moravam em cidades diferentes, mas eram muito amigos pois Pedro havia ajudado Renan em uma festa, depois de vomitar e ser colocado para fora, enquanto os amigos de Renan nem se quer tinham aparecido. Eram de grupos em comum, já tinham trocado cumprimentos mas não se conheciam.

O que realmente quando Pedro ajudou Renan foi em uma noite de festa e bebedeira, quando Pedro colocou Renan em baixo do chuveiro, e o mesmo tirou sua roupa e lhe deu banho e quando Pedro menos esperava, Renan se trancou de bebado no box do vestiário e não conseguia sair.

Pedro pulou por cima das paredes de alumínio para abrir por dentro e acabou cortando superficialmente a mão. Teve ainda que secar e vestir o amigo.

Depois disso sempre puxava assunto com o amigo enviando lhe uma foto da cicatriz na mão, relembrando o acontecido.

Vida vai e vem, depois de algum tempo falando regularmente com o amigo, Renan sente que poderia falar todo tipo de coisa com Pedro, ja que o mesmo tinha se provado um verdadeiro amigo. Até faziam apostas valendo garrafas de bebidas por exemplo.

Pedro tinha um perfil de ter muitos amigos, e frequentar muitas festas e fumar narguilé, meio heterotop. E Renan estava sempre preso no trabalho.

Apostas que começaram por “não tirar o bigode” e chegaram no “tamanho do pau”, típico de amigos que tem uma certa liberdade e de quem ja se viu sem roupa, no caso acontecido com Renan, onde Pedro lhe deu banho.

Apostas vem e vão, Pedro sempre zoava o amigo branquelo, dizendo que ele era “avantajado” mas sempre apostava que ganharia se os mesmo apostassem, Renan desconversava e ficava por aquilo mesmo já que Pedro era moreno, negro e a probabilidade de o amigo ser “dotado” era maior.

Trabalho, vida corrida, la por Fevereiro Renan diz a Pedro que precisava sair e distrair a cabeça, passear, sair um pouco, e sem nenhuma pretenção de nada convida o amigo para ir junto, ja que o mesmo era o mais próximo e que tinha condições de sair um final de semana.

E foi ai que a viagem começou, Renan dirigiu 3 horas até a casa de Pedro e mais quase 2 horas até a praia onde iam.

Chegaram por volta das 17:00 para fazer o check-in na Pouzada que havia reservado, pegaram um quarto duplo, mas pelo espanto de ambos, ao abrir o quarto a cama era de casal. Ambos se olharam e concordaram que não havia nenhum problema, o sol estava se pondo e a vista do quarto de frente para o mar era incrível e dividir a cama não era nada de mais.

Como era verão, as 17:30-18:00 o sol ainda estava ali, ambos concordaram em correr para a praia, já que no dia seguinte, a previsão não era das melhores, e foi quando uma coisa nova aconteceu.

Renan era acostumado a usar sunga, e por isso sempre andava com mais de uma, diferente de Pedro, que nunca usava e tinha vergonha.

— Mano, você vai de bermuda? Se quiser te empresto uma sunga, eu trouxe 3.

— A cara, não sei, tenho vergonha pois fica marcado e tal. Responde Pedro.

Pedro escolhe uma sunga azul e na frente do amigo mesmo, tira a roupa e veste a sunga. Renan faz o mesmo. Só que Renan nem olhou para o amigo pelado enquanto ele se trocava e Pedro não fez o mesmo.

Foi só Renan tirar a roupa para Pedro falar;

— CARALHO MANO, eu tinha te visto pelado, mas não foi isso ai que eu vi não.

Envergonhado e com o pau meio duro Renan tenta explicar que quando um homem ta sob efeitos do álcool o penis não endurece e tal e no mesmo momento já apressa o amigo para não perderem tempo.

E de fato, Renan com seus 19 cm grosso, ao usar sunga nunca sabia que momento constrangedor podia passar, as pessoas olharem… era um pouco tímido.

Na praia, ambom entraram no mar, mas já era quase final do verão e final da tarde. A água não era das mais quentes e por isso ficaram pouco. Pertinho dali havia uma trilha,S sem chinelo, de sunga e com uma única toalha, a trilha q podia ter 1 km de ida e volta, coisa rápida, só para se secar antes de voltarem a Pouzada.

No meio do caminho cruzam com um casal, uma moça clara, com o corpo bem definido e um biquíni rosa pequeno e um rapaz negro, alto, com uma sunga branca que contrastava muito.

Um minuto depois de passarmos por eles, Pedro diz;

— Renan, você viu o tamanho da sunga do cara?

— Não vi cara, por que você fica reparando essas coisas?!. Respondeu Renan.

Mas na verdade Renan tinha visto, era grande mesmo.

— Vou te dar uma sunga branca, acho que tu vai ficar igualzinho aquele negão.

Em seguida, Renan da risada mas deixa pra lá, até que a trilha acaba e ambos voltam para o quarto.

Já secos, Renan toma banho e quando sai encontra Pedro só de toalha deitado na cama.

O mesmo indaga o amigo no que esta vendo de bom no celular, e quando vê o amigo está assistindo um pornozao.

— A não cara, não acredito que tu tá assistindo isso ai. Diz Renan.

— Ué cara, vai dizer que você não faz isso?!

— Faço ué, mas sempre no banheiro, eu não moro sozinho igual tu né. Responde Renan novamente.

Após esse diálogo, Renan coloca uma camisa por cima da toalha, pega o celular e senta do lado do amigo e começa a ver os videos.

A coisa vai esquentando, e por cima da toalha Pedro percebe o volume de Pedro. Envergonhado, Pedro resolve tomar iniciativa e ser o primeiro a tirar a toalha.

— Pode ficar de boa aí Renan, somos só nos dois aqui, sabe que pode confiar né. Diz Pedro tranquilizando o amigo.

Cada um em seu celular, Renan percebe a naturalidade do amigo em ficar totalmente nu em sua frente e resolve tirar a toalha.

— Acho que ganhei a aposta. Diz Renan.

Pedro nem respondeu, só continuou sua punheta.

Renan, um pouco mais solto colocou o celular de lado e começou a assistir com o amigo.

Pedro pergunta se Renan ja tinha feito aquilo com algum amigo, ambos respondem que não mas dava pra ver que Pedro já era um pouco mais experiente e solto.

Ambos muito próximos, Pedro toca suavemente na coxa de Renan e vai subindo ate… tomado pelo prazer do momento Renan nem o contraria e aproveita a mão amiga. E Pedro pede que o faça também.

Renan treme de prazer recebendo ajuda do amigo, enquanto lhe retribui uma falta de habilidade com a mão esquerda, na qual não tem habilidade para fazer nada.

Ambos meio deitados no travesseiro, Renan está chegando ao limite e avisa o amigo que prontamente aumenta a intensidade. E em segundos Pedro jorra fortemente sua porra na parede atrás deles, distância nunca antes vista, para ambos. Pedro se impressiona e com a mão lambuzada pelo amigo, aumenta com a própria mão e dispensa o próprio líquido em sua barriga.

Extasiados, Renan rapidamente levanta e vai pro banho enquanto Pedro ainda fica na cama. Após a primeira vez, fica confuso e apreensivo com o que acabou de acontecer.

Ambos tomaram banho e se arrumaram para jantar.

No caminho até o restaurante em que iam jantar, conversaram sobre coisas aleatórias, sem tocar no assunto até que o amigo disse que tinha perdido a aposta. E além disso tinha tocado no pau do amigo pela segunda vez. (A primeira banho-bebado).

Pedro desconversa, mas meio aflito com o que tinha acabado de acontecer. Reafirmou algumas vezes com o amigo que nunca contaria a ninguém, sempre esperando a confirmação do amigo que faria o mesmo. E assim, talvez relaxou um pouco. Afinal, era solteiro e independente, mas ainda preso na pressão familiar e medo.

Comeram, conversaram, beberam, deram risadas. Estava a correr tudo bem. Voltando ao quarto, ainda era muito cedo para dormir mas na TV não passava nada de bom, e na beira do mar não se via nada pela escuridão e ventava um pouco gelado para apenas ficar na sacada.

E então, cada um em seu celular, Renan na Netflix e Pedro no YouTube. Até que Pedro levanta, fica só de cueca e deita na cama.

Renan interpreta como normal, imagina que o amigo está se preparando para dormir. Mas ele continua no celular, até que começa a se movimentar e Renan vê o volume na cueca do amigo aumentando.

— O seu punheteiro, vai bater uma de novo?

— Vou ué, vou bater uma e dormir, não tem nada pra fazer.

Renan continua seu filme na Netflix até que o amigo tira a cueca. Com a liberdade do que tinha acontecido mais cedo, tudo normal.

Pedro tira seu pau para fora, e totalmente desinibido e concentrado vai nos movimentos de vai e vem.

Claro que Renan começa a se animar, coloca o celular de lado e ainda de roupa começa a assistir o celular do amigo e a zoar ele, apertando o seu peito e pegando no seu pau e apertando.

Renan então tira a roupa e deita ao lado do amigo, com seus corpos se tocando nas pernas e braços.

Duro como pedra, Renan começa a se masturbar e o amigo rapidamente pega no seu pau.

— É assim que faz, daquele jeito que tu tava fazendo não é muito confortável.

— Foi mal cara, eu nunca fiz isso e tu quer que eu seja profissional de primeira? Vem do outro lado que eu faço com a mão direita. Diz Renan.

Segundos depois, invés de dar a volta na cama, Pedro passa por cima das pernas de Renan e com o rosto muito próximo do seu penis, para em cima do amigo e conseguia por uns 5 seg, Renan para e fica olhando para o amigo, que no olhar sugere algo, e Renan balança o pau.

— Então apaga a luz, sugere Pedro.

— Cara, será que não é demais? Você quer?

— Eu nunca fiz isso e tu sabe que eu não vou contar a ninguém.

— Ok, vou apagar a luz.

Assim que o breu toma conta, Renan sente uma mão no seu pau que já está duro como pedra e sente uma língua tocar sua cabeça que gera imediatamente um longo suspiro de prazer.

Pedro abocanha aquele pedaço de carne toda babada e cheia de tesão e faz seu amigo se contorcer na cama.

Renan, como ja sabia que estava passando de todos as experiências com o amigo. Imaginando que aquela qualidade não era de principiante…

E então, estende a mão e toca na bunda de Pedro. Que não reage, e então Pedro da um tapa, descarregando parte do tesao que sentia. Pedro estava caprichando muito, queria aquilo, o pai do amigo era grande e grosso, e ele engolia cada centímetro.

Mesmo se contorcendo de prazer, Renan continuava tentando tocar a bunda de Pedro, até que tocou no anel e o amigo se contorceu. Permitindo o até certo ponto.

Negro, o amigo tinha uma bunda redondinha, e um cuzinho manchado com apenas alguns pelos, Renan que antes tinha medo agora queria viver tudo. Mas como jovem e sem experiência nem pensou que chegaria sua vez.

Pedro acelerou o boquete e antes de gozar Renan o interrompeu. Pedro queria, e era sua vez, e mesmo sem jeito Renan deu seu melhor, e minutos depois, ambos gozaram juntos, deitados lado a lado, e novamente o jato chegou a parede e no amigo, que suspirou não se importando com a porra do amigo por todo o seu corpo.

Ambos tomaram banho, sozinhos, e muito cansados dormiram. Ambos de cueca, cada um do seu lado da cama.

Quando amanheceuX o sol tomou conta do quarto que tinha uma cortina um pouco fina. Renan acorda assustado com o amigo tentando chupar seu pau ainda mole. Com o susto, advertiu o amigo que ficou um pouco chateado, e talvez com tudo o que tinha acontecido entendeu algo diferente.

Ambos eram “héteros” e para Renan era tudo muito novo, era sua primeira vez fazendo aquilo.

Tomaram café, e não tocaram no assunto. Horas depois foram embora, 2 horas de carro, conversaram rapidamente sobre o ocorrido mas apenas confirmaram que nunca contariam a ninguém.

A amizade se fortaleceu, sempre falavam por vídeo, e até batiam uma juntos compartilhando vídeos.

Renan até se aventurou mais (conto em outros contos em breve), e chegou a te a enviar uns brinquedos sexuais para casa do amigo. Como vibradores, bombinhas de ar de aumento peniano e um dildo de 19 cm para o amigo treinar. Uma brincadeira com fundo de verdade, mas nunca aconteceu.

Depois de algum tempo, Renan começou a namorar e só conversa com o amigo coisas normais, nunca mais tocaram no assunto.

Mais tarde pedro sumiu e apareceu 8 meses mais tarde dizendo que tinha sido preso por sonegação fiscal na empresa do pai que tinha falecido, e levou a culpa pelo tio que declarou falência.

Não faço ideia do que aconteceu na cadeia, mas imagino.

Depois disso vivi um relacionamento hétero de 3 anos, depois solteiro, me permiti beijar um homem em uma festa onde ninguém me conhecia, e tive minha primeira total.

Passei pelo vale BI, da aceitação e namorei um homem. Outro. Outro.

Espero que tenham gostado, até breve.

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