Ele Achou Que Eu Não Ia Realizar Seu Sonho.
E aí, pessoal? Tudo bem? Aqui é o Fernando, o Nando, 42 anos. Vou contar para vocês uma história daquelas que a gente custa a acreditar, mas que aconteceu bem aqui na minha frente, envolvendo uma das paradas mais loucas, perversas e reais que já vi na vida. O meu grande amigo, o Luciano — aquele safado do meu mecânico, o cara que me chamou pra uma conversa particular nos fundos da oficina — me fez um pedido completamente absurdo, cruzando todas as linhas da realidade e da moral. Fazia três anos inteiros que eu dividia a minha vida, a minha rotina e a minha cama com o Douglas, um cara sensacional, mas que sabia das nossas conversas antigas sobre o Luciano e guardava aquele tesão latente em relação ao porte físico avantajado do alemão. Mesas de bar e churrascos de domingo já tinham rendido várias conversas onde eu mesmo instigava o Douglas com a ideia de ver ele envolvido com o Luciano, realizando aquele desejo secreto que eu sempre tive de assistir aos dois juntos. E o próprio Luciano, mesmo posando de machão tradicional na frente dos outros mecânicos da rua, sabia que eu nutria essa vontade há muito tempo, embora sempre desse aquela travada moral antes. A verdade crua e nua era que o terreno para essa loucura já vinha sendo arado há meses, sutilmente construído em cima de piadinhas, olhares prolongados e desejos cruzados que agora encontravam a chave perfeita para se realizarem.
— Pô, Fernando, tu não tá entendendo o desespero que tá batendo aqui no meu peito, mano. Eu preciso que tu me ajude de verdade nessa parada, e olha só o nível do acordo que eu tô disposto a fechar contigo: eu topo fazer o que tu quiser, velho, até mesmo realizar aquela tua fantasia antiga de me ver com o teu namorado, o Douglas!
— Hum, rapaz… Mas calma aí, alemão. Tu não tinha dito com todas as letras há um tempo atrás, quando a gente conversou sobre isso, que tu não curtia homem, que era estritamente hétero e que nunca ia entrar numa brincadeira a três com a gente?
— É, mano, eu sei o que eu falei e continuo não tendo esse tipo de atração por hábito, tu tá ligado. Mas quer saber? Se tu me ajudar a salvar meu casamento com a Débora e der conta do recado lá em casa, eu viro o jogo, topo a brincadeira e faço o teu gosto com o Douglas! O desespero e a vontade de resolver a minha vida me fazem aceitar qualquer negócio, Nando.
— Bha, meu, sei não… Ficar misturando amizade com essas paradas de troca de favores e rola? E depois, como é que fica? E a nossa amizade de anos, oficina, cerveja de final de semana? Vai pro espaço por causa de uma foda cruzada?
— Que isso, Nando! Pelo contrário, meu irmão! Depois que tudo isso acontecer e tu salvar a minha pele com a Débora, eu tenho absoluta certeza que a nossa amizade vai ser muito mais forte, vai virar um pacto de irmandade eterna, porra!
— Tá, mas e o Douglas, meu parceiro? Tu já parou para pensar nisso? Eu tô com o Douglas há três anos, tu sabe muito bem como é a nossa relação, e eu vivo falando para ti que tu era o cara que eu queria ver ele pegando para realizar a nossa fantasia! Só que agora tem que alinhar isso direito com ele.
— É, tu tem razão quanto a isso, o Douglas é mais reservado. Mas aí é comigo e contigo, Nando. Tu sabe muito bem que a gente já vinha conversando sobre essa tua vontade há tempos, que o Douglas sempre teve aquela curiosidade absurda para ver como era o teu porte e o tamanho do meu, e a hora é agora, porra! Eu realizo a tua fantasia com o Douglas e tu come a minha esposa, e todo mundo sai feliz e satisfeito nessa porra!
O silêncio despencou pesado entre nós dois no canto escuro da oficina, apenas com o barulho irritante de um compressor de ar descarregando longe e o cheiro forte de graxa velha impregnado nas paredes encardidas. Eu olhei bem fundo nos olhos do Luciano, analisando cada detalhe daquela proposta completamente insana que ele estava me jogando na cara, misturando o desespero dele com a realização da minha própria fantasia reprimida. O Luciano estava ali, suando frio, com a barba por fazer, me implorando para resolver um problema íntimo intransponível dentro do seu próprio lar, usando exatamente a realização da minha maior fantasia como moeda de troca.
— Tu tem noção do tamanho da merda que tu tá cavando pra gente, alemão? Se a gente armar isso tudo, tu vai ter que cumprir com a tua palavra e encarar o Douglas sem frescura depois de eu ter comido a tua mulher.
— Mas quem é que tá falando em pular fora, Nando? Vai ser tudo no sigilo absoluto, na base da discrição que a gente sempre manteve entre amigos de confiança. Ninguém vai saber de nada, e o proveito vai ser geral para todo mundo.
— Discreto o caralho, Luciano! Tu acha mesmo que vai ser só estalar os dedos? O Douglas vai querer conversar antes, alinhar as coisas, ele gosta de sentir firmeza antes da putaria rolar.
— Firmeza é o que não vai faltar, Nando! Tu acha que eu não percebi os olhares que aquele teu namorado me lança toda vez que ele vem aqui? Ele tá maluco para testar na pele se é verdade tudo o que a gente conversava sobre a minha fama.
— É, nisso tu não tá mentindo… O Douglas realmente já achou graça da nossa conversa sobre tu participar de uma brincadeira com a gente, mas uma coisa é fantasiar na mesa do bar, outra coisa é botar em prática essa loucura envolvendo a tua esposa no meio do caminho.
— A Débora é minha mulher legítima, só que o meu problema anatômico tá destruindo o nosso casamento por dentro, e tu sabe muito bem disso porque eu já te abri o jogo sem vergonha nenhuma. O negócio é que o meu pau é muito grande, porra! É gigante, tu tá ligado? E pra Débora virou uma sessão de tortura. Toda vez que a gente tenta, não importa o quanto a gente force ou use lubrificante, o tamanho rasga ela, machuca de verdade. Ela chora de dor, Nando! Pra ela não tem prazer nenhum, só dor física. E aí tu imagina: eu tenho um tesão absurdo nela, mas sei que se eu encostar, vou machucar a minha mulher. O corpo dela já tá travado comigo, ela foge de mim porque o cérebro dela já liga a minha pica a dor.
— Eu sei, alemão, eu sei… E é justamente por isso que a minha cabeça tá dando um nó do caralho. Tu quer que eu faça o trabalho sujo na tua cama para curar o trauma da tua mulher, enquanto em troca tu finalmente topa realizar a minha fantasia de te ver com o Douglas?
— Exatamente isso, Nando! É uma troca justa, um acordo de cavalheiros entre dois amigos que estão precisando resolver suas buchas e realizar seus desejos. Tu fica com a mulher que tu sempre achou gostosa, e eu realizo a tua fantasia de ver o teu homem comigo.
— Olha as ideias desse filho da puta… Tu tá me propondo um verdadeiro contrato de permuta de prazer, porra! Tu perdeu totalmente o juízo, mano.
— Perdi nada, tô é lúcido pela primeira vez na vida, sabendo exatamente o que vai salvar o meu teto e ainda te dar o que tu sempre quis. Pensa bem, Nando: tu vai recusar comer uma guria tesuda de graça e ainda garantir a tua fantasia com o Douglas só por receio?
— Não é receio, seu animal! É que a logística tem que ser perfeita. Tu me deixa entrar lá na sexta‑feira à noite, eu cumpro minha parte no trato com a Débora, e aí a gente abre o caminho para tu realizar a nossa fantasia com o Douglas no próximo final de semana.
Enquanto o Luciano falava, gesticulando com as mãos sujas de graxa, eu comecei a imaginar a cena completa se desenrolando: eu na cama com a Débora, socando fundo com o meu cacete, enquanto o alemão espiava pela fresta; e depois, o ápice da minha própria fantasia realizada, vendo o Luciano na cama com o Douglas. A cabeça começou a girar de tanta excitação misturada com adrenalina pura, porque a verdade é que a troca era exatamente o que os dois queriam há muito tempo.
— Tá bom, seu desgraçado… Tu venceu pelo cansaço e pela putaria — resmunguei, cruzando os braços e cuspindo no chão de cimento batido da oficina. — Mas fica sabendo: na sexta‑feira eu como a Débora, e na outra semana o pau vai cantar com o Douglas, sem voltar atrás!
— Fechado, meu irmão! Negócio fechado com sangue e cuspe! Na sexta‑feira o circo pega fogo de verdade e ninguém segura a gente!
E foi assim. A noite de sexta‑feira chegou abafada, com o vento minuano trazendo o cheiro de chuva e eucalipto lá de fora, enquanto dentro da casa do Luciano o clima era de pura eletricidade e tensão reprimida. Eu já tinha deixado a oficina para trás, mas a imagem daquela conversa insana com o alemão ainda ecoava na minha cabeça. O plano que parecia uma brincadeira agora era realidade. O Luciano, com a ansiedade visível, tinha me dado todas as coordenadas antes de se trancar no quartinho dos fundos, deixando o caminho livre.
— E aí, Nando? Chegou bem, meu irmão?
— Cheguei, alemão. E aí, o esquema tá de pé mesmo? Tu não amarelou na última hora?
— Amarelar o caralho, Nando! Eu tô mais pilhado do que nunca, mas confesso que o estômago tá revirado. A Débora está no quarto terminando de se arrumar, tomou banho agora pouco. Lembra o que eu te falei, né? Faz o negócio rolar com calma, deixa ela à vontade.
— E tu vai ficar onde nessa história toda, mano? Vai assistir de onde?
— Vou ficar no quartinho dos fundos, espiando pela fresta da porta, igual a gente combinou. Quero ver a minha mulher nas tuas mãos, quero ver o estrago que o teu pau vai fazer nela. Vai lá pro corredor, ela já está saindo do quarto.
Caminhei em direção ao corredor. A porta do quarto se abriu devagar, revelando a Débora parada ali com uma camisola leve que desenhava cada curva do seu corpo. Os olhos dela carregavam dúvida, curiosidade e um tesão represado. Assim que me viu, respirou fundo e deu um passo à frente.
— Nando…? O que tu está fazendo aqui a essa hora da noite? O Luciano me disse que…
— Ele me chamou para trocar uma ideia séria aqui em casa, Déby. E ele me abriu o jogo sem rodeios, me contou tudo sobre o que vocês vêm passando. Ele sabe que o casamento de vocês está por um fio por causa de um problema anatômico, que tu não estás aguentando o tamanho dele, e que tu choras de dor toda vez que tentam transar. Ele quer ver tu sendo tratada do jeito certo, sem sofrimento, e me mandou aqui para resolver isso.
A Débora arregalou os olhos, boquiaberta, rosto corando de vergonha e espanto.
— Tu está louco… O Luciano jamais faria uma coisa dessas com a gente, isso é impossível… — gaguejou ela, recuando um passo.
— Ele fez, Débora. Está lá nos fundos, espiando e querendo ver a gente junto para acabar de vez com esse tormento. Mas relaxa, eu não vim aqui para te forçar a absolutamente nada. Só quero que tu fiques bem, relaxes e sintas o que é prazer de verdade, sem dor e sem trauma.
Antes que ela pudesse responder, a voz do Luciano ecoou da cozinha:
— Pô, galera, vamos jantar primeiro, né? A barriga tá roncando e eu acabei de pedir uma pizza de calabresa lá na tele‑entrega. Nando, ajuda aí a abrir uma cerveja gelada pro pessoal!
— Tá bom, alemão, tu é que manda hoje — gritei de volta, trocando um olhar com ela.
— E aí, amor? O Nando é forte, né? Cuidado para ele não estragar você hoje — provocou o Luciano da cozinha, rindo de forma nervosa mas já se entregando.
— Tu é um palhaço mesmo, hein, Luciano? Olha as ideias que tu fala — respondeu ela, corando mais, mas com um sorriso que entregava tudo.
Sentamos na mesa. Comemos e bebemos. O clima pesava cada minuto. O Luciano não conseguia disfarçar, mãos nos bolsos, acariciando as próprias bolas de nervoso e tesão. Débora foi se soltando, passou o pé por debaixo da mesa, roçando devagar na minha perna, subindo cada vez mais.
— Pô, gurizada, deu sede aqui de verdade. Vou buscar mais cerveja — levantou o Luciano e virou as costas.
Na mesma hora eu fui nela. Beijei com força, ela me agarrou e retribuiu toda, com uma fome que parecia guardada há anos.
— Caralho, Nando… tu é muito louco… — sussurrou ofegante.
O Luciano voltou, colocou as garrafas. Não percebeu nada.
— Tomou todas, alemão? Tu tá com uma cara de quem tá precisando esvaziar esse bucho — provoquei.
— Pô, exagerei na cerveja e no refri. Preciso ir ao banheiro dar uma mijada rápida, já volto, fiquem à vontade aí — saiu e trancou a porta.
Era o sinal.
— O teu marido é completamente maluco da cabeça, guria… Tu tem noção da barbaridade que ele tá armando pra gente? — falei colado nela.
— Ele não bate bem da cabeça há muito tempo, Nando… Mas confesso que ver você desse jeito, com essa pegada, tá me deixando com um tesão incontrolável — apertou firme o meu pau por cima da calça.
— E aí, sumiram os dois da sala? Terminaram de comer? Vamos lá pro quarto que o som e o conforto tão melhores lá — chamou o Luciano, abrindo a porta.
Assim que a porta do quarto se fechou atrás de nós, tudo ficou sério. Débora me olhou direto nos olhos:
— Se tu vai fazer isso, Nando… Pelo amor de Deus, não me machuca… O Luciano me rasga toda vez com aquela tora gigante dele, eu não aguento mais sentir dor.
— Fica absolutamente tranquila, guria… O meu bicho é bruto, grosso e pesado, mas tem o tamanho ideal para encaixar certinho em ti, e eu sei exatamente como domar uma mulher que tá faminta de prazer — respondi puxando ela.
— O que tu tá fazendo… Você é muito louco, Nando… Mete logo essa pica em mim, acaba com esse sofrimento! — suplicou ela, rasgando a própria camisola e se deitando.
— É isso que tu quer, sua safada? Sentir o meu cacete grosso e pesado socando e metendo sem dó na tua buceta sequinha?
— Isso, mete fundo, Nando! Esfrega essa bunda, me fode gostoso, não para nunca! Me faz gozar de verdade, meu Deus, que delícia de pau! — ela gemia, se entregando inteira.
Entrei devagar, certinho. Encaixou perfeito. Comecei ir fundo e voltar, ritmo firme mas bom. Pela fresta da porta, Luciano estava ali, parado, vendo tudo. Não falava nada, só respirava pesado, olhando cada movimento, sentindo cada coisa que ele não podia dar. A cada estocada eu sentia também aquele peso dele olhando — misto de dor, alívio, ciúme e um tesão tão grande quanto o nosso.
Mudou posição: de quatro. Rebolou pedindo mais. Bati firme na bunda dela. Gostou.
— Isso, Nando! Continua socando desse jeito! Mata a minha vontade, me fode de quatro como uma vagabunda! — gritou ela.
Depois de lado, levantando a perna. Ficou ainda mais fundo, melhor. Luciano mudou de lugar fora pra continuar vendo cada pedaço, sem perder nada.
Por fim de frente, olho no olho.
— Nando, eu vou gozar! Caralho, eu tô no céu, vou gozar na tua pica! — berrou ela cravando as unhas.
Dei mais três estocadas cavalares, fundas e soltei tudo bem no fundo dela. Trememos juntos. Luciano ficou ali mais um instante, satisfeito e sofrendo, depois virou devagar e saiu — parte um feita, acordo mantido.
Era sábado, por volta de dezoito horas. Liguei pro Douglas dizendo pra ele passar no mercado, pegar uns fardinhos de cerveja pra gente tomar uma gelada à noite. Só que eu não falei que o safado do Luciano estava lá, e inventei pra ele passar na oficina. Já tínhamos combinado tudo. O alemão ficaria sem camisa e com o meu calção, sem usar cueca, sentado de pernas abertas no meu sofá velho. Tudo preparado.
Quando Douglas entrou, deu de cara com aquilo. Ficou parado, olhos arregalados, vendo o tamanho e o porte todo do alemão ali à mostra. Olhou pra ele, depois pra mim.
— O que é isso…?
— Senta aí, amor. Luciano cumpriu a parte dele. Agora é a nossa vez — falei.
Luciano se mexeu devagar, mostrando que tudo já tava ligado ali, esperando. O clima pesou de vez. Eu fui saindo buscar copos, mas deixei eles ali. Quando voltei, o alemão já tava perto, tocando devagar, mostrando o que vinha. Douglas tremia todo — olhava, queria, não acreditava que tava acontecendo. Um nervosismo bom, aquele de esperar algo a vida toda.
— Não, vagabundo, para aí… — falou mas sem força, sem afastar. Os cabelos dele já estavam arrepiados, todo o corpo avisando que já tinha aceitado antes mesmo de tocar.
Luciano não forçou nada. Foi devagar, mostrando. Deixou ele ver tudo, sentir o tamanho, o peso.
— Ele tá pronto — falei. — Sempre esteve.
Douglas virou de costas, apoiou as mãos, ficou de quatro. Luciano chegou devagar, posicionou e entrou afundando aquilo tudo. Douglas gemeu — não de dor, de preencher, de finalmente saber.
Começou. Ritmo forte, pesado, certo. Luciano mandando, Douglas aceitando cada pancada, cada funda. Eu sentei do lado, bati punheta vendo tudo — cada vez que o alemão ia fundo, eu sentia junto. Misturava orgulho, posse, um ciúme leve que só aumentava o fogo. Meu homem ali, do jeito que a gente imaginava, com aquele monstro preenchendo ele todinho.
Mudaram de lado, depois frente, de joelhos. Luciano não parava, não amolecia. Douglas gritava, chamava meu nome, misturava com palavrões e pedia mais.
— Soca mais, alemão! Acaba comigo, porra! — pedia ele.
— Olha pra mim… vê como ele fica bom quando sabe quem manda — falou Luciano pra mim, sem parar.
Enquanto o alemão estava socando por trás do Douglas, fiquei olhando pra sua bunda perfeita — uma bunda gostosa, linda demais. Fiquei com tanta vontade de fuder ela mas sabia que ele nunca iria deixar eu tocar nela. Cada estocada forte que ele dava meu tesão triplicava só de olhar pra maneira que ele fazia e a sua bunda ficava rígida a cada metida no fundo. Não estava mais aguentando de vontade de meter nele, kkk. O safado fazia movimentos só pra me provocar — ele sabia que eu estava louco por aquela bunda. Ergueu uma perna pra mim ver o seu pau entrando, as suas bolas batendo forte. Não resisti e gozei muito. Ele me deu uma olhada, sorriu, fez um sinal que estava muito bom.
— Vai, alemão, bota tudo nesse filho da puta! Fode o meu guri até ele não conseguir ficar em pé! — mandei.
Luciano rugiu, deu as últimas três bem fundo e despejou tudo dentro dele, enchendo até transbordar. Douglas gozou junto, tremendo todo, sem ar.
Sem tirar tudo de uma vez, Luciano segurou a cabeça dele e guiou devagar.
— Agora chupa meu Vai!!
chupa tudo pro meu amigão ver!!
chupa! chupa e engole tudo essa porra vagabundo… - vai amor Engole o leite do alemão
ele abriu a boca e foi levando devagar, olhando pra mim o tempo todo. Engoliu cada gota, sem fazer frescura. Luciano ficou ali parado, deixando ele terminar, satisfeito, cumprido. Ninguém precisou falar nada. Todo mundo tinha conseguido exatamente o que queria.
