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Quando as Cunhadas se Abriram para Ele

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 3479 palavras
Data: 12/08/2026 00:11:11

Marcelo chegou antes do previsto à casa de campo da família. A esposa partira com o irmão para um compromisso profissional e deixara as chaves caso ele quisesse “descansar”. Não avisou ninguém. Entrou pela porta dos fundos em silêncio, tirou os sapatos e atravessou a cozinha até o corredor que abria para a ampla sala com as portas de vidro escancaradas para o jardim interno.

Foi então que captou os sons.

Não eram vozes altas. Era o ruído úmido e cadenciado de pele contra pele, misturado a respirações densas e gemidos contidos. Parou. O coração acelerou. Avançou devagar até a soleira e se posicionou atrás da parede, parcialmente oculto pela cortina leve.

No sofá amplo de couro, Adriane — a irmã mais velha da esposa, casada, corpo maduro e voluptuoso, seios generosos e pesados, coxas macias e firmes — debruçava-se sobre Juliana. Juliana, esposa do irmão da esposa, a concunhada: pele morena clara, seios altos, cintura marcada, nádegas redondas e macias. Eram cunhadas entre si. Estavam inteiramente nuas. A luz da tarde entrava pelas portas e realçava o brilho do suor sobre a pele.

Adriane percorria o pescoço de Juliana com a boca, lambendo o suor, enquanto uma mão envolvia um seio farto e o polegar girava em torno do mamilo já rígido. Juliana arqueava o tronco, coxas afastadas, uma mão mergulhada entre as pernas de Adriane, os dedos deslizando com facilidade pelo centro encharcado da outra.

— Você está escorrendo… — murmurou Juliana, voz rouca. — Desde que começamos a falar sobre isso no grupo, não conseguia tirar da cabeça.

Adriane soltou um riso baixo, quase nervoso.

— Eu também. Toda vez que te via nas reuniões de família… do outro lado da mesa… imaginava exatamente isso. Sua boca. Seu aroma. Como seria abrir essas coxas.

Beijaram-se de novo, profundo, línguas entrelaçadas, saliva compartilhada. O beijo se prolongou. Marcelo sentiu o próprio membro endurecer dentro da calça, o tecido tensionando. Não se moveu. Observou.

As mãos exploraram com mais ousadia. Adriane desceu, chupou um mamilo de Juliana com força, depois o outro, enquanto dois dedos avançavam pelo interior da concunhada. O som úmido intensificou-se. Juliana gemeu baixo, unhas riscando as costas de Adriane.

— Mais fundo… assim… porra, Adriane…

Adriane obedeceu. Os dedos entravam e saíam em ritmo constante, o polegar pressionando o ponto sensível inchado. Juliana rebolava contra a mão, seios oscilando. Depois foi a vez de Juliana retribuir. Empurrou Adriane para trás no sofá, ajoelhou-se entre as coxas abertas e enterrou o rosto ali. A língua larga e lenta percorreu toda a reentrância, de baixo para cima, depois concentrou-se no núcleo sensível, sugando, circundando. Adriane prendeu a respiração, uma mão nos cabelos de Juliana, a outra apertando o próprio seio.

Marcelo permaneceu ali por longo tempo. Observou cada detalhe: o modo como o sexo de Adriane se contraía quando a língua de Juliana avançava; o brilho da umidade escorrendo pelas nádegas de Juliana quando ela se reclinava; o aroma adocicado e denso que já preenchia o ambiente; os gemidos abafados, as frases sujas ditas baixinho, o suor deslizando entre os seios, o ruído molhado de boca e dedos.

Mudaram de posição várias vezes. Chuparam-se mutuamente em 69, gemendo uma no centro da outra. Esfregaram-se de frente, seios colados, intimidades se tocando. Até que, por fim, Adriane deitou de lado, ergueu uma perna e encaixou seu sexo no de Juliana. As duas passaram a se atritar com força, núcleos sensíveis um contra o outro, o movimento lento e escorregadio, o atrito produzindo um som úmido e constante. Os quadris moviam-se em sincronia, mãos apertando coxas e nádegas, rostos próximos, respirando uma na boca da outra.

— Assim… porra, continua… — gemeu Juliana. — Sinto você toda encharcada esfregando na minha…

— Eu também… estou quase… não para…

Foi nesse instante que Marcelo saiu da sombra.

Os passos fizeram as duas imobilizarem-se. Adriane foi a primeira a virar o rosto. Os olhos se abriram. Juliana ainda tinha a perna erguida, o sexo colado ao da outra, o peito subindo e descendo rápido.

Silêncio.

Marcelo ficou a poucos metros, a ereção claramente marcada na calça.

— Eu… cheguei mais cedo — disse, voz baixa e controlada. — As portas estavam abertas. Eu ouvi.

Adriane engoliu em seco. Não se cobriu. Juliana também não. Continuavam encaixadas uma na outra.

— Quanto tempo você está aí? — perguntou Adriane, voz um pouco trêmula, mas sem vergonha real.

— Tempo suficiente. Vi quase tudo desde o início.

Juliana passou a língua pelos lábios.

— E agora? Vai embora? Vai contar pra sua esposa… e pro meu marido?

Marcelo balançou a cabeça devagar.

— Não. Não vou contar. Mas também não consigo simplesmente sair. Vocês duas… porra. Vocês são lindas juntas.

Houve um longo momento de olhar. Adriane foi a primeira a se mover. Desencaixou-se de Juliana com cuidado, sentou-se no sofá e abriu um pouco as coxas, o centro brilhando, inchado, encharcado.

— Então o que você quer, Marcelo? — perguntou, direta. — Porque a gente não ia parar. E agora que você viu… talvez a gente não queira parar.

Juliana sentou-se ao lado, uma mão ainda na coxa de Adriane, dedos acariciando a pele úmida.

— Eu sempre achei você atraente — confessou Juliana, olhando para ele. — Mas isso… muda tudo. Se a gente fizer qualquer coisa agora, não tem volta. Você entende?

Marcelo assentiu. O peito subia e descia. O membro doía de tão rígido.

— Entendo. E eu quero. Mas só se vocês duas quiserem de verdade. Sem pressão. Sem arrependimento depois.

Adriane olhou para Juliana. Juliana devolveu o olhar. Algo passou entre elas — uma confirmação silenciosa. Depois Adriane levantou-se, caminhou até Marcelo e parou bem à sua frente. Sem dizer nada, pegou a mão dele e colocou entre as próprias pernas. Os dedos encontraram o calor, a umidade absurda, os lábios túmidos.

— Sente? — sussurrou. — Isso é o quanto eu quero. E ela também.

Juliana aproximou-se por trás de Adriane, abraçou-a pela cintura com braços firmes, o corpo inteiro colado às costas suadas da cunhada mais velha. Os seios generosos de Juliana pressionavam as costas de Adriane. Beijou o ombro nu com a boca aberta, a língua quente deslizando pela pele salina, depois subiu até o pescoço, mordiscando de leve a carne macia abaixo da orelha. Enquanto fazia isso, uma mão desceu pela barriga de Adriane e encontrou a mão de Marcelo ainda entre as pernas dela. Os dedos de Juliana se entrelaçaram aos dele, guiando-os, apertando-os contra o sexo escorregadio de Adriane, forçando dois dedos a avançarem mais fundo. O calor interno era intenso; o tecido se comprimiu imediatamente ao redor dos dedos.

Juliana ergueu o olhar por cima do ombro de Adriane e fitou Marcelo nos olhos. A voz saiu baixa, rouca, carregada de desejo e de uma clareza quase cruel:

— A gente conversou sobre isso antes. Muitas vezes. Sobre fantasias sujas. Sobre você. Sobre o risco de tudo isso explodir. Sobre como seria sentir esse volume grosso abrindo a gente enquanto a outra assiste… ou participa. Sobre o quanto a gente gozaria sabendo que é proibido. E agora você está aqui, duro, com os dedos dentro dela, sentindo o quanto ela está encharcada por causa disso. Então não tem meio-termo. Ou você entra de verdade — tira essa roupa, fode a gente direito, libera dentro de nós, deixa a gente gozar em você — ou vira as costas agora, sai pela mesma porta e a gente finge que isso nunca aconteceu. Mas se ficar… não tem volta. A gente vai te usar. E você vai nos usar. Até o fim.

O silêncio seguinte foi denso, preenchido apenas pela respiração dos três e pelo leve ruído úmido dos dedos ainda se movendo dentro de Adriane. Marcelo sentiu o polegar de Juliana pressionar o núcleo sensível da cunhada enquanto seus próprios dedos continuavam a entrar e sair. Adriane gemeu baixo, a cabeça caindo para trás contra o ombro de Juliana, os quadris empurrando contra as mãos juntas.

Marcelo retirou a mão do sexo de Adriane com lentidão, os dedos brilhando de umidade. Olhou para as duas — a irmã mais velha da esposa e a esposa do irmão dela — completamente nuas, suadas, bocas entreabertas, olhos escuros de desejo. Então puxou a camisa pela cabeça e a jogou no chão. O peito largo subia e descia. Depois abriu o cinto, o botão, o zíper. Empurrou a calça e a cueca juntas para baixo.

O membro saiu pesado, rígido como pedra, veias proeminentes ao longo do comprimento grosso, a extremidade inchada e já reluzente com um fio espesso de fluido antecipado que escorria pela glande e descia devagar pela pele quente. Era maior, mais volumoso e mais marcado do que as duas tinham projetado em todas as fantasias.

Adriane baixou o olhar e o ar travou na garganta. Os olhos se dilataram. Um gemido baixo, quase involuntário, escapou dos lábios. Engoliu em seco, a língua percorrendo devagar o lábio inferior, como se já experimentasse o sabor. O peito acelerou. Uma mão subiu instintivamente até o próprio seio e apertou o mamilo duro, dedos cravando na carne enquanto os olhos permaneciam presos àquele volume.

— Meu Deus… — sussurrou, voz rouca e embargada. — É… imenso. Olha o tamanho dessa extremidade. E essas veias proeminentes…

Juliana, ainda colada às costas de Adriane, também desceu o olhar. Os olhos abriram-se largos. A boca ficou entreaberta. Um calor súbito desceu direto para o centro, que latejou com força. Mordeu o lábio inferior quase até doer e soltou um suspiro trêmulo. A mão que ainda estava na barriga de Adriane deslizou mais abaixo, sem conseguir se conter, e apertou a própria coxa.

— Porra… — murmurou Juliana, voz embargada, quase um gemido. — É ainda mais volumoso do que eu projetava… Olha como está rígido. E esse fluido antecipado escorrendo… Quero sentir isso na língua. Quero sentir isso me abrindo.

Adriane não conseguia desviar o olhar. Continuava fixa no membro de Marcelo como hipnotizada, respiração irregular, coxas se comprimindo uma contra a outra. Uma gota de umidade deslizou pela parte interna da coxa e desceu lentamente.

— Nunca vi um tão… — a voz falhou. Engoliu de novo. — Vai doer. Vai me distender toda. E eu quero exatamente isso.

Juliana passou a língua pelos lábios, ainda encarando a extremidade reluzente.

— Eu também. Quero ver ele desaparecendo dentro de você. Quero ver seu sexo engolindo esse volume grosso. E depois quero ele em mim.

Ficaram ali por alguns segundos longos, nuas, suadas, ofegantes, simplesmente absorvendo a visão daquela ereção pesada e real, não mais fantasia. O desejo no ar tornou-se ainda mais denso.

Adriane foi a primeira a ajoelhar-se. Os joelhos tocaram o chão de madeira. Aproximou-se do membro como quem se aproxima de algo sagrado e proibido ao mesmo tempo. Segurou a base com as duas mãos, sentindo o calor e a rigidez sob a pele quente. Passou a língua inteira pela glande, lenta, recolhendo o fluido antecipado; o sabor mineral e intenso explodiu na boca. Depois abriu os lábios e engoliu apenas a extremidade, sugando com força, a língua girando em círculos por baixo. O gemido abafado que saiu da garganta vibrou no membro de Marcelo. Desceu mais, centímetro a centímetro, a boca distendendo-se, saliva já escorrendo pelos cantos dos lábios, até a cabeça tocar o fundo da garganta. Segurou ali, engasgando de leve, olhos marejados, antes de subir de novo, deixando um fio grosso de saliva ligando a boca ao falo.

Juliana ajoelhou-se ao lado. Não esperou. Enquanto Adriane sugava a extremidade, Juliana inclinou o rosto e passou a língua larga pelas bolas pesadas, chupando uma, depois a outra, sentindo o aroma forte de macho acumulado. Depois subiu, lambendo todo o comprimento enquanto Adriane o engolia. As duas línguas se encontraram no meio. Beijaram-se com o membro entre as bocas, saliva e fluido antecipado se misturando, línguas enrolando-se uma na outra e no falo ao mesmo tempo. O som era obsceno: sucções úmidas, engasgos baixos, o estalo da saliva.

Marcelo segurou gentilmente os cabelos das duas, uma mão em cada cabeça, sem forçar, apenas sentindo o calor das bocas, a textura das línguas, o modo como se revezavam. Quando Adriane engolia fundo, Juliana lambia as bolas e a base. Quando Juliana tomava o membro quase até engasgar, Adriane chupava as bolas e passava a língua pela virilha. Beijavam-se de novo em torno do falo, dividindo-o, lambendo juntas a extremidade inchada até ele tremer.

— Devagar… — pediu ele, voz rouca, quase um rosnado. — Porra, devagar. Quero durar. Quero foder as duas direito. Quero sentir cada uma de vocês alcançar o clímax no meu membro antes de eu liberar.

Levaram-no de volta ao sofá. Juliana deitou de costas primeiro, coxas abertas largas, joelhos dobrados, o sexo exposto, lábios túmidos e reluzentes de tanto se atritar antes. O núcleo sensível estava vermelho e rígido, pulsando. Marcelo posicionou-se entre as coxas. Segurou o membro pela base e deslizou a extremidade grossa pela reentrância inteira, de baixo para cima, esfregando devagar, molhando-se no mel denso que escorria dela. Subiu e desceu várias vezes; o atrito quente e escorregadio produzia um som úmido delicioso. Cada vez que a glande passava pelo ponto sensível, Juliana soltava um gemido curto e os quadris se erguiam sozinhos.

Só então alinhou a extremidade na entrada e começou a avançar. Entrou devagar, centímetro a centímetro. A cabeça grossa abriu os lábios, depois o corpo do membro forçou caminho, distendendo o tecido quente e encharcado. Juliana gemeu alto, boca aberta, olhos fechados, unhas cravadas no couro do sofá. Ele sentiu o aperto intenso, o calor interno, as contrações involuntárias que tentavam sugar-lhe mais fundo. Ficou parado lá dentro por longos segundos, completamente enterrado, respirando fundo pelo nariz, controlando o impulso brutal de avançar com força até o limite dela.

— Porra… você está tão fechada… e tão encharcada… — rosnou, voz embargada. — Sinto você pulsando em torno do meu membro.

— Mexe… — pediu Juliana, voz falhando. — Mas devagar. Quero sentir cada veia. Quero sentir você me distendendo por inteiro.

Ele começou a avançar. Movimentos longos e profundos, saindo quase até a extremidade — sentindo o tecido tentar retê-lo — e entrando de novo até o fundo, as bolas tocando de leve as nádegas dela. O som úmido preencheu a sala: o ruído molhado de membro entrando e saindo de sexo encharcado, misturado aos gemidos de Juliana. Adriane ajoelhou-se ao lado da cabeça dela, inclinou-se e beijou a boca aberta da concunhada enquanto Marcelo avançava. As línguas se encontraram, sujas, urgentes. Depois Adriane desceu. Chupou um seio de Juliana, depois o outro, língua girando nos mamilos duros, dentes arranhando de leve. Uma mão desceu entre as próprias pernas e começou a esfregar-se com dois dedos, o núcleo já inchado e sensível, a umidade pingando no sofá.

Marcelo controlava a respiração com disciplina feroz. Cada vez que sentia o clímax se aproximar — aquele formigamento na base da espinha, a tensão nas bolas —, diminuía o ritmo, parava completamente enterrado dentro de Juliana, beijava a boca dela com força, ou puxava Adriane pelo cabelo e beijava a boca dela profundamente, sentindo o gosto do sexo da outra ainda na língua. Só quando o impulso passava voltava a avançar.

Depois de longos minutos fodendo Juliana com aquela cadência profunda e controlada, retirou o membro. Ele saiu reluzente, grosso, coberto do mel transparente e espesso dela, uma linha fina escorrendo pela glande. Virou-se para Adriane. Ela já sabia. Ficou de quatro no sofá, nádegas erguidas, costas arqueadas, o sexo inchado e escorrendo entre as coxas. Marcelo posicionou-se atrás. Abriu as nádegas macias com as duas mãos, expôs completamente a entrada rosada e brilhante, e avançou de uma só vez até o fundo. Adriane gritou baixo, a cabeça caindo para frente, dedos fechando-se no sofá. Era volumoso demais; ela sentiu cada centímetro forçando caminho, distendendo-a, preenchendo-a até doer de forma deliciosa.

Ele avançou com mais força agora. Segurava a cintura dela com as duas mãos, dedos cravados na carne macia, e batia as nádegas dela contra o próprio quadril a cada investida. O som era obsceno: pele molhada encontrando pele, o ruído úmido e rítmico de membro fundo dentro de sexo. Juliana posicionou-se abaixo de Adriane, deitou de costas entre as pernas dela e ergueu o rosto. A língua larga encontrou o núcleo sensível de Adriane e começou a lamber com vontade enquanto Marcelo avançava. Cada vez que ele ia fundo, o sexo de Adriane se abria um pouco mais contra a boca de Juliana. O sabor era intenso, mineral, doce, misturado ao aroma forte de sexo.

O ritmo intensificou-se. O suor escorria pelas costas de Marcelo, pelo peito, descia entre os seios das duas mulheres. Os gemidos misturavam-se num coro baixo e sujo. Marcelo sentia a diferença absurda entre as duas: o modo como Adriane apertava mais forte quando ele ia fundo, o tecido se comprimindo em torno dele como se quisesse arrancar a liberação; o modo como Juliana gemia mais alto e aberto quando ele esfregava o núcleo sensível dela com o polegar enquanto avançava.

Voltou para Juliana. Retirou o membro de Adriane — ainda rígido, reluzente, escorrendo — e deitou Juliana de lado. Ergueu a perna de cima dela, abriu-a completamente, e entrou de novo naquele ângulo profundo. Dessa vez usou o polegar no núcleo sensível dela com precisão: circulava, pressionava, esfregava em ritmo constante enquanto as investidas longas e firmes não cessavam. Juliana começou a tremer. As coxas estremeciam. A respiração falhou.

— Não para… não para… porra, Marcelo, eu vou gozar… eu vou gozar no seu membro…

Ele manteve o ritmo firme, profundo, o polegar constante, sem piedade. Juliana gritou. O corpo inteiro se contraiu. O sexo apertou o membro dele em espasmos fortes, rítmicos, encharcados, uma onda atrás da outra. Ele sentiu cada compressão, cada aperto, o mel escorrendo ainda mais, molhando as bolas. Continuou avançando devagar, profundo, enquanto ela alcançava o clímax, prolongando cada espasmo, sentindo o tecido sugar-lhe.

Quando ela amoleceu, ofegante, o corpo mole e suado, virou-se novamente para Adriane. Juliana, ainda tremendo, com as pernas fracas, posicionou-se entre as coxas de Adriane. Enterrou o rosto no sexo da cunhada mais velha e começou a chupar com vontade — língua larga, sugando o núcleo sensível, lambendo a entrada, engolindo tudo — enquanto Marcelo se posicionava atrás de Adriane de novo e avançava fundo. A combinação foi demais. O membro grosso abrindo Adriane por trás e a boca quente e molhada de Juliana no núcleo dela. Adriane gozou gritando, o corpo sacudindo, o sexo apertando o membro de Marcelo em contrações violentas enquanto a língua de Juliana não parava, forçando o orgasmo a se estender, a tornar-se quase doloroso de tão intenso.

Marcelo sentiu que não aguentava mais. As bolas estavam pesadas, doloridas, o formigamento subindo pela espinha sem controle. Retirou o membro de Adriane, ainda pulsando, coberto do clímax e da umidade das duas. Ajoelhou-se na frente de Adriane, que ainda ofegava, rosto corado, boca entreaberta. Olhou nos olhos dela.

— Abre a boca.

Adriane obedeceu. Abriu a boca larga, a língua para fora. Ele introduziu o membro e liberou. Jatos quentes, espessos, pesados, enchendo a língua e a garganta dela. Um, dois, três jatos fortes. Adriane engoliu parte, mas reteve o resto na boca, bochechas cheias, o fluido branco escorrendo pelo canto dos lábios. Quando ele retirou o membro, ainda semi-rígido e sensível, ela virou-se imediatamente para Juliana. Puxou o rosto da concunhada com as duas mãos e beijou a boca aberta. A língua de Adriane empurrou o sêmen quente para dentro da boca de Juliana. As duas beijaram-se longamente, profundamente, a língua de uma passando o fluido grosso e mineral para a outra, engolindo juntas, lambendo os lábios uma da outra, dividindo cada gota até não restar nada além do sabor residual e da saliva misturada.

Depois disso, os três ficaram ali, suados, ofegantes, corpos colados no sofá amplo. Ninguém falou por um tempo longo. Só a respiração pesada, o aroma denso de sexo, suor e liberação preenchendo a sala, o som distante dos pássaros lá fora.

Juliana foi a primeira a quebrar o silêncio, voz rouca, quase irreconhecível:

— Isso… realmente aconteceu.

Adriane passou a mão pelo peito suado de Marcelo, dedos traçando as linhas dos músculos, depois desceu até a coxa de Juliana, apertando a carne macia ainda trêmula.

— E agora a gente decide o que fazer com isso. Mas… eu não me arrependo. Nem um segundo.

Marcelo olhou para as duas — a cunhada e a concunhada —, ainda com o membro semi-rígido, o corpo inteiro marcado pelo esforço de se conter por tanto tempo, o peso do que tinham acabado de fazer assentando sobre os três.

— Eu também não.

Ficaram ali mais um pouco, corpos se tocando, pernas entrelaçadas, mãos ainda explorando de leve a pele suada uma da outra. O aroma de sexo ainda forte no ar. O sol da tarde começando a baixar, pintando a sala de dourado. O que viria depois — as conversas difíceis, o segredo compartilhado, as possíveis consequências — ficaria para outro momento. Naquele instante, só existia o suor escorrendo entre os corpos, o sabor ainda residual da liberação na boca das duas, e o silêncio carregado, denso e íntimo entre os três.

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