Eu contei da vez que a Brunia me traiu, e agora vim contar da vez que eu traí ela. Eu não sei até hoje como ela descobriu dessa vez, mas ela deu um troco e eu só aceitei. Ela sabe que fui meio infiel em outro relacionamento, mas com ela eu tentava fazer diferente, porque ela era uma mulher incrível e eu a amava muito, mas dessa vez foi diferente…
Aconteceu quando ainda morávamos com os pais; tínhamos 1 ano de namoro, eu acho. Lembram que eu contei de quando peguei no celular dela uma conversa com outro homem e nudes deles? Então, foi nesse dia. Eu estava na casa dela e peguei o celular porque tinha visto uma notificação meio suspeita. Quando vi, era desse cara; ele tinha respondido a uma mensagem dela em que ela pedia para não mandar nada porque eu estaria lá. Li algumas conversas deles e vi que trocavam fotos, vídeos e mensagens bem picantes. Fiquei bravo quando li tudo e fui confrontá-la. Ela me falou que era um colega de outro estado, que as mensagens eram antigas, e tentou desviar do assunto. Fiquei bravo com ela e decidi ir embora.
No caminho de volta, passei em uma distribuidora de um conhecido meu e comprei uma cerveja. Sentei em uma mesa e fiquei bebendo e pensando no que tinha acontecido. A distribuidora ficava perto da minha casa, então sempre passavam pessoas conhecidas por ali. Numa dessas, passa uma menina que morava na minha rua. Ela era muito branca, tinha cabelos ruivos, uma bunda enorme e peitos médios — era uma cavalona. Estava usando um short jeans bem curto e um top mostrando a barriga e o piercing no umbigo. Minha mãe era amiga da mãe dela, e eu já tinha conversado com ela algumas vezes, sem segundas intenções. Ela me viu, eu a chamei para sentar comigo e fomos conversando, até que contei o que a Brunia tinha feito comigo. Ela ficou chocada, porque achava a Brunia super gente boa e não imaginava isso dela.
Então ela começou a ficar estranha, a falar que sempre me achou atraente, mas nunca tinha dito nada porque eu namorava. Ela deu a ideia de dar um troco nela. Fiquei surpreendido, mas gostei da ideia e falei que a Brunia não poderia saber de nada. Ela disse que estava de boa e que não contaria para ninguém.
Saímos dali no meu carro e fomos para um lago que tem aqui na cidade. É um lugar bem parado por ser uma área residencial nova, cheia de lotes vagos. No caminho, ela foi passando a mão na minha perna e me provocando, chegando perto do meu ouvido e dando beijos leves no meu pescoço. Estacionei o carro atrás de uma árvore que ficava perto de um monte de mato, tranquei as portas, passei a mão pelo cabelo dela e a puxei, dando um beijo na boca. Ela respondeu beijando de volta e passando a mão pelo meu pescoço e cabelo. Coloquei-a no meu colo, no banco do motorista, e fui beijando, descendo para o pescoço e abaixando o top dela para beijar aquele peito rosinha.
Meu pau já estava quase rasgando a calça, e ela ficava se esfregando em mim enquanto nos beijávamos. Depois fomos para o banco de trás; tirei o short e a calcinha dela, o que me revelou aquela bucetinha com os pelinhos bem pequenos, crescendo, como se tivesse raspado há uns três dias. Eu caí de boca nela, coloquei dois dedos dentro e fiquei com a língua no clítoris. Queria tê-la feito gozar, mas ela queria que eu meitasse logo. Como eu estava sem camisinha, ela falou que não tinha problema porque tomava pílula. Nem pensei muito: coloquei meu pau naquela buceta toda melada e comecei a meter e a beijá-la, enquanto masturbava o clítoris dela, fazendo-a gozar uma vez.
Ninguém passava naquela rua, então abri a porta do carro, coloquei-a em pé contra o veículo e comecei a meter por trás. Ela tinha um gemido tão gostoso que fico arrepiado só de lembrar. Eu puxava o cabelo dela e batia na bunda, que ficava vermelha muito fácil por ela ser muito branca. Ficamos nessa por um bom tempo até gozarmos quase sincronizados: ela gozou e custou a ficar em pé, e eu gozei logo em seguida, mas na boca dela, porque não queria arriscar engravidá-la.
Aquele sexo foi tão gostoso que ela quis chupar meu pau mesmo depois de já ter gozado. E chupou muito bem, como se já tivesse feito muitas vezes para chegar naquele nível. Ela mandou muito bem, e eu gozei de novo na boca dela. Eu gravei esse boquete e às vezes me masturbo vendo o vídeo, lembrando daquela boca quente. Depois, conversamos por um tempo, sem roupa mesmo, até ver que estava muito tarde. Deixei-a em casa e fui para a minha. Só lembro de chegar, tirar a roupa, deitar e dormir.
No outro dia, conversei com a Brunia. Ela falou que tinha bloqueado o cara e que isso não aconteceria de novo. Eu só fingi que nada tinha acontecido e a perdoei. Depois disso, ainda troquei algumas fotos com a ruiva, mas ficou só por isso mesmo.
Espero que tenham gostado dessa história. Essa foi a única vez que traí a Brunia, mas, depois do que ela fez — que contei no último conto —, penso em mandar mensagem para a ruiva de novo.
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