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B

Um conto erótico de T
Categoria: Heterossexual
Contém 1900 palavras
Data: 11/08/2026 23:56:06
Última revisão: 29/08/2026 18:07:11

Olá a todos, me identifico por T e já tenho alguns contos aqui no site, todos são verídicos, por este motivo, sempre me refiro as pessoas relacionadas utilizando somente as iniciais dos nomes delas. Este conto não será diferente, contarei sobre uma história da minha adolescência que vivi com uma prima mais velha de terceiro grau, vou chamá-la te B, por mais que nosso parentesco não seja exatamente próximo, a vida inteira sempre fomos muito próximos.

Durante uma parte da minha fase de jovem adulto, era muito comum que meus pais me deixassem passar a tarde na casa da B após o cursinho, já que eles estavam trabalhando, geralmente eu saia do cursinhoo e a perua já me deixava na casa dela direto, como ela era um pouquinho mais velha, meus pais preferiam que eu fosse pra lá do que eu ficasse sozinho em casa, assim, eu almoçava com B e passava a tarde por lá, menos chance de aprontar ou algo do gênero. Eu e B éramos muito próximos, mas ainda assim, não diria que tínhamos uma amizade, eu era bem mais novo e ela já tinha aquela idade onde começava a sair com as amigas para rolês e até arrumar uns namoradinhos rs.

Falando nisso, ela chegou a ter alguns namorados nessa época, mas tinha que ser no sigilo, os pais dela eram extremamente conservadores e não admitiam saber sobre o envolvimento dela com qualquer garoto. Como eu sempre passava a tarde lá, obviamente eu acabava ouvindo ela falando no celular sobre algum menino, ou as vezes até falando com o cara mesmo, sempre achei os namorados dela muito sortudos, pois a considerava muito linda, sempre me sentia intimidado quando a escutava falando sobre essas coisas, então nunca me intrometi e nem contei pra ninguém. Naquela época, B já estava naquela fase de querer mais independencia e ficar sozinha com o namorado.

Uma bela tarde, na casa de B, eu estava na sala assistindo televisão como de costume, e comecei a escutá-la ao telefone com alguma amiga, lembro que ela estava falando com tanto entusiasmo que fiquei curioso para saber o que era, e logo que pude, subi as escadas sem fazer muito barulho para poder escutar a conversa dela escondido, foi quando descobri que B havia arrumado um novo namorado, que chamarei de J.

É claro que os pais dela não faziam ideia, e muito menos aprovariam a situação, além de sermos relativamente novos, eles ainda reprovariam por saber que ele veio de uma família "menos afortunada e tradicional". Mesmo assim, B manteve o relacionamento em segredo, escondeu o namorado de toda a família, eu só soube porque frequentávamos o mesmo cursinho, então, como eu já saberia de qualquer forma, B não fez questão de esconder isso de mim, e nem de negar que estava namorando, até que um dia, depois da aula, quando fui passar a tarde na casa dela, depois do almoço a campainha toca e... lá estava ele, o namorado, bem na porta da casa dela, ela não me falou nada, não me deu nenhuma satisfação, só o deixou entrar, subiu para o quarto com ele, e por lá ficaram, até pouco antes do meus tios voltarem do trabalho, quando J saiu de lá às pressas.

Essa rotina começou a se tornar comum, e, sempre imaginava o que os dois tanto faziam juntos no quarto. Como era um pouco ingênuo, eu imaginava o que eles poderiam estar fazendo, mas nunca cheguei a me contestar muito sobre essa possibilidade, parte de mim ainda acreditava que B manteria a postura de "moça de família" e não estaria tendo relações com o namorado. Até que houve um dia que mudou tudo: as visitas de J já haviam virado rotina, eu mesmo já esta acostumado em vê-lo quase todo dia (geralmente de terça, quarta e quinta), porém, naquela terça-feira, fiquei sabendo por meio de uma fofoca no cursinho que os pais de B haviam descoberto sobre o namoro e que deram uma puta bronca nela, algo sobre moral e bons costumes, proibiram o relacionamento dos dois e a deixaram de castigo por tempo indefinido, disseram também que não havia cabimento algum de uma moça como ela namorar um rapaz tão distante da sua classe social como aquele, e que alguém assim não traria um bom futuro pra ela.

O semblante dela estava visivelmente abatido e, pela primeira vez em um longo tempo, soube que não contaríamos com a visita de J aquela tarde. B havia se trancado em casa desde que chegamos e não havia saido mais, nem pra fazer o almoço, então pensei "nossa, ela deve estar chorando no quarto, vou lá ver se está tudo bem", e foi aí que a minha visão sobre ela mudou completamente. Ao me aproximar do quarto, comecei a escutar alguns murmúrios, na hora, pensei que fosse do choro, então continuei me aproximando, vi que a porta estava entreaberta, então, tentando não ser invasivo, eu olhei pela fresta antes de entrar no quarto, e ao olhar, o meu queixo caiu, meu coração disparou, e pensei que fosse ter um ataque cardíaco.

Mal saberia explicar o que era aquela cena: B estava na cama, completamente nua, estava deitada de lado na cama, como em posição fetal, em suas mãos, dava pra ver que ela estava segurando o celular como se estivesse filmando algo, a mão do celular estava o apontando para a bunda, enquanto a outra mão estava segurando um desodorante rolon, que ela estava pincelando no cu. Eu fiquei em choque, meu coração acelerou e eu não sabia o que fazer naquele momento, apenas segui observando, quando comecei a escutar uma voz vinda do celular dela, foi quando entendi tudo: B estava em chamada de vídeo com seu namorado, enquanto ele dava instruções sobre o que ela deveria fazer:

- Abre esse cuzinho pra mim, vai

- Enfia o desodorante todo nesse rabinho

- Cospe nele, enfia tudo

- Vai cachorrinha, me implora pra te foder

O mais incrível de tudo, era ver B respondendo imediatamente aos seus comandos, gemendo e dizendo que queria a pica dele a qualquer custo. Cara, aquilo me quebrou, eu acho que o que restava da minha inocência e ingenuidade foi toda embora naquele momento, depois de alguns minutos em choque, eu comecei a sentir prazer em observar toda aquela cena, então decidi ficar por ali mesmo, olhei em volta só pra assegurar que estava seguro e continuei olhando a dinâmica de B com seu namorado. Eles continuaram naquela situação, onde ela fazia todas as vontades dele e ainda filmava, até que, em determinado momento, B chegou no clímax e eu a vi gozando, gemendo, tremendo, bem ali na minha frente, eu nunca tinha visto nada parecido, foi outro choque pra mim, mas o prazer estava falando mais alto, então apenas continuei observando e gostando de toda aquela situação. Após o clímax de B, eu pressenti que logo ela iria querer se limpar, tomar um banho, etc, foi era nítido que ela havia molhado a cama inteira, então eu tentei sair da porta o mais silenciosamente possível, e foi o que fiz.

Dias se passaram, eu novamente estava passando a tarde na casa dela, e nunca mais ouvi nenhuma novidade sobre o caso de B com J, pensei que eles estavam mantendo o namoro apenas virtualmente e que haviam seguido a vida, mas numa tarde de quinta-feira, aquilo mudou. A campainha toca, era J, ele foi até lá pra que eles pudessem transar escondidos, assim pensei eu, e realmente foi isso, mas, depois de descobrir o que estava rolando naquele quarto, eu comecei a ir até a porta, só pra escutar o que estava acontecendo, e aquilo me deixava muito excitado. Num desses dias, num extase de excitação, eu fui até o banheiro me masturbar depois de ouvir toda a bagunça deles, e isso se tornou relativamente comum no funcionamento daquela casa.

Bom, até aqui temos um funcionamento bem claro de tudo o que está rolando: B transava escondida com seu namorado enquanto os pais não estavam em casa, e eu, escutava tudo pela porta e depois me masturbava no banheiro pensando em tudo o que tinha escutado. Até que... num dia usual, eles acabaram não fechando a porta, deixando-a entreaberta, quando vi isso, meu coração disparou, fiquei com muita vontade de assistir, mas morri de medo deles conseguirem me ver pela fresta da porta. Fiquei muito tempo pensando, até decidir arriscar, olhei lá pra dentro e a cena me deu outro choque: B estava de quatro, com a bunda empinada, porém com a cabeça pra baixo apoiada na cama, seu namorado estava em pé em cima da cama enquanto pisava na cabeça dela e metia nela com uma força inacreditável.

Eu fiquei pasmo, imaginei que rolasse uma putaria mas não naquele nível, fiquei de pau duro na hora, uma mistura de tesão e medo, e fui correndo pro banheiro pra me masturbar pensando naquela cena. Chegando no banheiro, no cesto de roupas sujas, vi as meias que B tinha acabado de usar, olhando aquilo eu tive uma ideia: não, não vou me masturbar no banheiro, eu quero assistir a cena. Peguei as meias de B, voltei pra porta do quarto, e lá estavam eles, haviam mudado de posição: B estava de quatro, mas dessa vez J estava ajoelhado atrás dela, enquanto metia e puxava os cabelos dela. Dava pra ouvir cada estocada, e entre cada uma, um novo gemido da minha prima, que estava me deixando louco, a cena me deixou tão excitado que comecei a me masturbar ali mesmo, parado em frente a porta do quarto, enquanto cheirava uma meia dela e usava a outra como "camisinha" em volta do meu pau enquanto me masturbava.

Aquilo estava uma loucura, estava me masturbando freneticamente enquanto via minha prima sendo violentamente comida bem na minha frente, puta merda, era uma mistura de tesão, medo de ser pego, medo de meus tios chegarem, era tudo, e acho que isso só aumentou o prazer com a situação. Eles falavam algumas putarias e aquilo me deixava ainda mais louco, J a chamava de cachorra, vadia, cadela e tudo mais o que tivesse direito, enquanto ela pedia pau cada vez mais, eu estava me masturbando freneticamente já, estava quase gozando, quando acompanhei o momento onde aparentemente os dois gozaram juntos: nesse momento, ela começou a gemer cada vez mais alto, quando J, metendo muito forte, falou: "Era esse pau que você queria, vagabunda?" e ela respondeu: "Vai, seu mendigo do caralho, me da essa pica, vai, me fode", consegui ver a buceta de B esguichando, enquanto seu namorado metia tão forte que dava pra ouvir o barulho lá de fora do quarto. Vi as pernas de B tremendo, assim como as do namorado, e os dois cairam na cama de lado. Nesse momento, eu já estava a ponto de gozar também, porém, com medo de ser pego agora que as coisas tinham se acalmado, decidi terminar o serviço no banheiro, enquanto cheirava as meias da minha prima.

Depois desse dia, os encontros dos dois continuaram, mas eles nunca mais esqueceram a porta aberta e eu nunca mais me atrevi a bisbilhotar, apenas me masturbava sempre lembrando daquela cena que presenciei. Os meses e anos passaram e eles acabaram terminando o namoro, eu e B continuamos tendo uma boa relação, eu adoro a minha prima e desejo que ela tenha toda a felicidade do mundo.

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