Parte 6.
Conforme eu fui me aproximando dentro d´água, vi que a Lisiane estava segurando com as duas mãos no pescoço forte do Sandino, e de frente, meio montada a cavalo na cintura dele. Eu não sabia se ele já tinha metido o pau nela pois dentro da água não dava para ver. Os dois se beijavam e gemiam de prazer. Eu estava de pau muito duro, de ver aquilo e já conseguia ouvir os gemidos dos dois. A Lisiane me viu chegar e perguntou:
— Está gostando de ver, amor? Deu tesão de me ver aqui com o Sandino em plena praia?
— Quem olhar vai ver que vocês estão fodendo dentro d´água. – Eu disse.
O Sandino respondeu:
— Ainda não estamos fodendo, só sarrando, na brincadeira. É difícil meter dentro do mar.
— O pau dele é muito grosso, amor, não entra. Bem que eu tentei. – Disse a Lisiane.
— Estou ensinando essa putinha a perder a vergonha de foder na praia. – Falou o Sandino.
Caralho, só de ouvir aquilo, meu coração parecia que ia ter uma pane. A Lisiane estava totalmente submissa e aceitando tudo que o Sandino propunha. O espírito exibicionista dela estava liberado. Na praia, diante de pessoas que podiam ver, muitas passavam pela areia, bastava olhar e veriam o que estava acontecendo. E eu ali, assistindo aquilo, com um tesão e um estado de tensão incrível.
Poucos segundos depois a Lisiane começou a se agitar, forçando mais os movimentos de meter, dizendo:
— Esfrega, esfrega essa pica grossa, que eu estou quase gozando!
Vi que ela se retesou e esticou o corpo pra trás, empinando seus lindos seios de mamilos pontudos, e depois de dois segundos, trêmula, abraçou o Sandino e gemeu:
— Ahhh, que delícia! Que tesão que me deu isso!
Eles se beijaram, ficaram abraçados por quase um minuto, e depois se soltaram. O Sandino veio ajudando a Lisiane a vir em minha direção, e ao chegarem perto, a Lis me viu de pau duro esticando meu short, e falou:
— Ficou cheio de tesão, né amor? Vendo sua esposa virar putinha safada ao ar livre?
Exclamei:
— Caralho, você está mesmo sob o comando do Sandino. O que ele quiser, você faz.
Era uma forma discreta de reclamar, mas sem ser incisivo. Ela respondeu:
— Foi o que combinamos amor. Eu serei a putinha dele, e você o corno, cúmplice de tudo. Mas eu acho que você está gostando, tanto quando eu, não está?
Evitando criar discussão, eu disse:
— Desde que não extrapolem os limites, tá tudo certo.
Fomos saindo da água, eu ainda não estava de todo relaxado, meu pau ainda estava meia bomba, e o do Sandino também. Só que ele estava nu, como ela também. A rola dele era de chamar a atenção.
Conforme fomos saindo da água, vimos que estava passando um grupo de pessoas, três casais de meia idade, andando na beira da água. A Lisiane me deu a mão e deu a outra mão para o Sandino, e fomos saindo os três, eles dois pelados, diante dos olhares. Os casais nos viram e não ficaram encarando, mas deu para perceber que notaram que estávamos juntos numa cumplicidade amigável de um triângulo e não era difícil deduzir quem era o macho alfa e quem era o corno. Confesso que era a primeira vez que eu assumia involuntariamente a sensação de ser corno adiante de outras pessoas, e sem entender muito bem, fiquei excitado, por ter passado por aquilo. A Lisiane, acho que sabendo o que eu pensava, falou:
— Viu amor? Não é tão difícil ser o corninho, da esposa safada. Basta relaxar que você se acostuma. Eu estou adorando esse jogo excitante com meu macho alfa.
O pior de tudo é que mesmo eu estando meio tenso, com receio da Lisiane extrapolar o limite que eu acharia razoável, eu estava num estado de excitação enorme, a situação era inusitada, e meu pau duro, dentro do calção fino de tactel, vibrava e movia o tecido. Era visível. O tecido de médio caimento com textura lisa e superfície levemente acetinada, por ser composto de microfibras de poliéster, possui baixíssima absorção de água, o que garante secagem muito rápida.
— Não estou ainda preparado para todas essas emoções. – Falei, tentando dar um toque para que ela entendesse que deveria ir com calma.
O Sandino falou:
— No começo é assim mesmo, fica tenso, preocupado com o que vão pensar, achando que vai ser julgado, e diminuído, mas não acontece, e logo o tesão, e a excitação superam essa sensação de nervosismo.
Tentei relaxar. Lisiane pediu:
— Tira esse calção, corninho, fica pelado como estamos.
Acabei me livrando do calção. Ficamos ali sentados nas toalhas, tomando sol, e nem reparamos que um casal jovem se aproximava caminhando. Quando viram o Sandino, eles vieram diretamente para onde estávamos. Não deu tempo nem de avisar. Um rapaz de seus 34 anos e uma moça de uns 28 anos, já chegaram falando:
— Sandino, até que enfim, chegamos na praia, não vimos você trabalhando. Está de folga hoje?
Na mesma hora o Sandino se levantou, e cumprimentou.
— Olá, não sabia que estavam por aqui. Olha, estes são amigos recentes. O Gardel e a Lisiane.
Nós nos levantamos, pelados como estávamos. Ele apresentou o casal:
— Estes são o Linux, e a Miríade. Amigos que sempre vem para cá no verão.
Vendo que estávamos meio envergonhados por estarmos pelados ele logo falou:
— Não se preocupem que eles são naturistas também, e o Linux já é corninho da Mir, desde o ano passado. Já fizemos muita safadeza juntos.
Virando para eles falou:
— A Lisiane começou a virar putinha ontem, pela primeira vez, e o Gardel está começando a aprender a ser corno.
Pronto, já estava tudo escancarado. O que eu temia estava acontecendo. Podia sair do controle.
O casal nos cumprimentou com simpatia, e a Miríade deu dois beijos na Lisiane, em mim também, e tascou um beijo na boca do Sandino. Ela falou:
— Você sempre safado, né seu gostoso! Por isso que nunca vai embora daqui.
O Sandino riu e convidou-os para se sentarem conosco:
— Vamos, fiquem à vontade e se juntem a nós. Agora estamos em grupo de safados.
Na mesma hora a Miríade retirou a parte de cima do biquíni mostrando seios lindos, de tamanho médio para grande, mas bem firmes. Os mamilos eram castanhos escuros, bem salientes. A seguir ela despiu a tanguinha, exibindo uma boceta carnuda, também toda depilada, lisinha. Ela era uma morena de pele café com leite, cabelos castanhos meio avermelhados, e olhos cor de mel. Um corpo incrível, usava unhas pintadas de cor coral. Uma delícia, do naipe da Lisiane.
O Linux, era forte, não era magro, mas tinha um belo corpo e pernas grossas. Tinha cabelos castanhos escuros encaracolados, e olhos também castanhos e quando abaixou a sunga, vimos um pinto de tamanho razoável, perto dos 18 cm, bem grosso, eu calculei.
Sem saber o que dizer, enquanto eles se despiam, eu falei:
— Linux, assim como o programa operacional?
— Exatamente, meu pai era programador em 1991, quando lançaram o Linux, para computadores pessoais e eu nasci naquele ano. Por isso, me deu esse nome. Sempre tenho que explicar.
Demos risada. O Sandino falou:
— Pelo menos não trava, quando vê um corpo estranho entrando. Se fosse o carroção das janelas do Bill, não rodava fácil.
Demos mais gargalhadas, o clima se descontraiu.
Eles se sentaram, e como estávamos todos sem roupa, logo nos habituamos. Eu tentava não olhar muito para a Miríade com medo de ficar de pau duro. Mas, o Sandino, velho escolado logo disse:
— Se ficar de pau duro, por causa da gostosa da Miríade, pode ficar “sussa” que ela adora um macho de pau duro, e o corno do Linux acha ótimo.
Mais uma vez, nós demos risada.
Eu, para quebrar o gelo, abri a sacola térmica e ofereci umas latinhas de cerveja, e uns chips salgadinhos. Logo estávamos descontraídos, conversando, e eu reparava que o casal olhava com um jeito muito malicioso para nós, mas tentei manter a conversa fluindo naturalmente. A Miríade, mais saliente, perguntou para a Lisiane:
— Então, está gostando desse safado, do pau gostoso? O que achou?
Vi que a Lisiane me olhou para ver minha reação. Naquele momento, eu já estava começando a tacar o foda-se, o que seria um peido, para quem já está todo cagado? Eu disse:
— Não pensei que ela fosse tão safada! Me surpreendi. Virou uma putinha nos primeiros 15 minutos que viu a pica do Sandino.
A Lisiane não esperava pela minha resposta, me olhou admirada, e em vez de responder a pergunta, falou:.
— Nossa, amor, falando assim, parece até que não conversamos antes, e não foi tudo combinado.
Eu dei risada, e falei:.
— Foi, sim, mas isso não muda o quanto você se mostrou animada de imediato, e oferecida. Pode assumir, ficou louca na pica do Sandino.
Senti que a Lisiane não gostou muito da minha forma solta e desbocada de falar. Ela olhou para a Miríade e disse:
— Ele sempre teve vontade de ser corno. Eu não queria, não sabia se ia dar certo. Nunca tive coragem, mas quando chegamos aqui, ninguém nos conhece, eu vi o Sandino, ele já veio me cantando desde que me viu, e eu fiquei interessada, falei com meu corninho, que aceitou. Ele ainda se sente meio enciumado, diante do meu novo macho, mas vai e acostumando.
O casal sorriu e a Miríade contou:
— Exatamente como aconteceu com a gente. O Lin, também vivia me provocando, a gente via vídeos de ménage, maridos cornos, dava vontade mas eu tinha medo, e ao chagar aqui, logo o Sandino apareceu. Também fiquei louca nesse puto.
— O maior fazedor de cornos desse lugar. – Disse o Linux.
Ele se virou para mim e comentou:
— No começo dá um frio na barriga, ver esse fodedor com essa pica enorme socando a mulher da gente. Mas o tesão dela superou tudo. Fiquei tarado de ver.
Pronto, eu estava aliviado, tinha encontrado um que sabia exatamente o que eu passei. Mas a Lisiane ainda estava meio mordida comigo, e falou:
— Até agora, esse corno sempre esteve muito tarado, me incentivando. Eu aproveitei, já que quer ser corno, vai ser corno pra valer.
O Sandino, tinha percebido que ela estava meio enciumada com a Miríade e abraçou a Lisiane e deu um beijo no pescoço dela, dizendo:
— Adorei essa putinha. Já veio safada de fábrica. Tirei a sorte grande. Nunca imaginei que neste verão eu ia ter duas tesudas para me atentar. Mas a dona do pedaço é a Lisiane.
A Miríade também tinha percebido que a Lisiane estava meio invocada, e disse:
— Agora é a sua vez, amiga. Pode aproveitar. Só me chama se você precisar de ajuda. Aí tem pica para mais de duas.
Acabamos dando risada e o clima se tornou leve novamente. O Sandino permaneceu abraçando e beijando a Lisiane que foi perdendo a timidez de retribuir na frente do casal.
Com isso, os nossos paus voltaram a se erguer, e o Sandino se levantou, fez a Lisiane ficar de pé e chamou o Linux:
— Vem aqui, corninho, vamos ali na água para eu apresentar direito a minha putinha safada. Aposto que a Mir não se importa.
O Linux se levantou e a Miríade disse:
— Pode ir, corninho, aproveita. Vou liberar você mas só porque o Sandino pediu.
O Linux chegou perto da Lisiane e o Sandino falou:
— Dá a mão para ele, putinha, vamos lá na água para você se soltar mais e conhecer outro macho bom de foda também.
Ela obedeceu e estendeu a mão para o Linux, e se viraram para ir ao mar. Ela deu uma olhada para trás, e falou:
— Juízo, corninho. Que essa gostosa da Miríade pode querer se aproveitar de você.
Eles deram risada, mas eu sabia que por dentro ela ainda estava meio mordida, e deu seu recado, disfarçado.
Ficamos, eu e a Miríade sentados na areia, vendo os três se afastarem para o mar, de mãos dadas. O Sandino já meteu a mão na bunda da minha esposa e segurou firme.
A Miríade falou:
— Ela vai demorar um pouco para perder o ciúme. Ficou um pouco insegura comigo. Mas o Sandino vai pilotar direitinho. Aprendemos muito com ele ano passado.
Meu pau estava duro, não tinha como disfarçar, e ela olhou, vendo aquilo, falou:
— Você não é de se dispensar não. Que macho mais gostoso. A safada não escolheu mal. Assim que ela liberar eu quero provar.
Na hora meu pau deu um salto, e eu não sabia o que dizer, nem o que fazer.
Continua na parte 7.
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