Entre a Estrada e o Desejo
A estrada parecia não ter fim.
O sol começava a descer no horizonte, tingindo o céu de tons alaranjados enquanto Rael dirigia em silêncio, com uma das mãos no volante e a outra apoiada perto do câmbio. Ao lado dele, Mariana observava a paisagem pela janela, distraída, enquanto uma música tocava baixinho.
Ela usava um short jeans curto e um top preto, simples, mas que chamava a atenção de Rael sempre que ele desviava discretamente os olhos para ela.
Mariana percebeu.
— Está olhando o quê? — perguntou, sorrindo.
Rael soltou uma risada.
— Você sabe muito bem.
— Não sei, não.
— Sabe sim.
Ela virou o rosto para ele e sustentou o olhar por alguns segundos.
— Então fala.
Rael respirou fundo, como se estivesse tomando coragem.
— Mariana... quero fazer uma proposta.
Ela arqueou uma sobrancelha.
— Que proposta?
Ele diminuiu a velocidade e olhou para a estrada à frente.
— Vamos parar um pouco?
— Aqui?
— Aqui.
Alguns metros depois, Rael encontrou um lugar seguro para estacionar. Desligou o carro e ficou alguns segundos em silêncio.
Mariana o observava, curiosa.
— E agora?
Rael abriu a porta.
— Agora você vem comigo.
Ela sorriu e desceu do carro.
O vento daquela tarde passou pelos dois, trazendo o cheiro da vegetação ao redor. Por alguns instantes, nenhum dos dois disse nada.
Rael se aproximou.
Mariana não recuou.
Ele colocou as mãos na cintura dela e perguntou, quase num sussurro:
— Posso fazer o que eu quero?
Ela respondeu apenas com um sorriso.
Foi o suficiente.
Rael a puxou para perto e os dois se beijaram.
Primeiro, devagar.
Depois, com toda a intensidade que haviam guardado durante horas de viagem.
Mariana passou os braços pelo pescoço dele, aproximando-se ainda mais. Rael acariciou sua cintura, enquanto ela sorria entre um beijo e outro.
Quando se afastaram por um instante, ficaram com os rostos próximos, respirando profundamente.
— Você não sabe há quanto tempo eu queria fazer isso — Rael confessou.
Mariana passou os dedos pelo rosto dele.
— Talvez eu soubesse e quisesse também.
— E ficou me provocando durante a viagem?
— Talvez.
Ele sorriu.
— Perigosa.
— E você gosta.
Rael a beijou novamente.
Dessa vez, Mariana fechou os olhos e simplesmente se entregou ao momento. O mundo parecia ter desaparecido. Não havia estrada, viagem, relógio ou destino.
Só os dois.
Quando finalmente se afastaram, Mariana encostou a testa na dele.
— Acho que nossa viagem acabou de ficar muito mais interessante.
Rael sorriu.
— Ainda temos muitos quilômetros pela frente.
— Então é melhor voltar para o carro.
Ela começou a caminhar, mas antes de entrar, virou-se para ele.
— Só uma coisa.
— O quê?
Mariana sorriu daquele jeito que fazia Rael perder completamente a concentração.
— Não pense que vai ficar apenas esse beijo.
Ela entrou no carro.
Rael ficou parado por alguns segundos, sorrindo.
— Essa viagem vai ser longa...
Rael entrou novamente no carro ainda sorrindo.
Mariana estava olhando pela janela, mas o sorriso no canto da boca entregava que ela estava tão mexida quanto ele.
— Está feliz? — Rael perguntou, ligando o carro.
— Muito.
— Só isso?
Ela virou o rosto lentamente para ele.
— Quer que eu fale o motivo?
— Quero.
Mariana se aproximou um pouco e falou baixinho:
— Porque finalmente você parou de fingir que não estava louco de tesão assim como eu.
Rael riu.
— E você estava esperando o quê?
— Que tivesse coragem.
— Então você estava me testando?
— Talvez.
Ele balançou a cabeça, divertido.
— Você ainda vai acabar comigo.
— Já começou.
O carro voltou para a estrada.
Durante alguns minutos, os dois permaneceram em silêncio. Mas era um silêncio diferente. Havia uma tensão gostosa dentro daquele carro, como se o beijo tivesse mudado alguma coisa entre eles.
Rael estendeu a mão e segurou a de Mariana.
Ela entrelaçou os dedos nos dele.
— Sabe o que eu estava pensando? — ela perguntou.
— O quê?
— Que a gente deveria esquecer o destino por algumas horas.
Rael olhou rapidamente para ela.
— E fazer o quê?
Mariana sorriu.
— Descobrir para onde essa estrada vai levar a gente.
— Isso parece perigoso.
— Eu gosto de perigo.
Rael apertou suavemente a mão dela.
— Então estamos no mesmo problema.
Naquele instante, entre uma estrada desconhecida e uma aventura estava começando e talvez fosse o começo de algo que nenhum dos dois teria coragem de esquecer.
A estrada serpenteava entre as montanhas, e a cada curva a paisagem ficava mais bela e selvagem. Rael parou o carro quando avistou uma trilha que parecia levar ao coração da serra — e quando ele olhou para Mariana, ela já sorria, com aquele brilho nos olhos que ele amava: queria explorar, queria descobrir, queria viver tudo ao lado dele.
Eles caminharam lado a lado, ouvindo só o som dos passos nas pedras e o vento batendo nas árvores. Mariana andava à frente, o short jeans curto realçando a beleza das suas coxas, o top preto marcando cada curva do seu corpo, deixando seus seios firmes e empinados à mostra. Rael não conseguia tirar os olhos dela: ali, entre a natureza, ela parecia ainda mais forte, livre e desejada.
— Você é a coisa mais linda que já vi — disse ele, alcançando-a e puxando-a pela mão.
Mariana virou-se para ele, e seus olhos brilharam ainda mais. Antes que pudesse responder, ouviram o som: a água caindo, forte e suave ao mesmo tempo. Ao atravessarem uma última fileira de árvores, encontraram-na: uma cachoeira cristalina, que despencava sobre pedras lisas, formando uma piscina natural cercada de verde.
Sem dizer nada, eles se aproximaram. O ar ali era fresco, mas o desejo entre eles já esquentava o sangue. Rael tocou o rosto dela, depois desceu os dedos pelo pescoço, passando pelo decote do top preto, sentindo o calor da sua pele. Mariana apertou os dedos no tecido da camiseta dele, puxando-o para mais perto, até que seus corpos se tocassem por inteiro.
— Não consigo ficar longe de você — sussurrou ele, beijando o canto da sua boca. — Nem por um segundo.
Os beijos começaram devagar, mas logo ganharam força, cheios de todo o amor e tesão que vinham guardando. Rael apertou-a contra si, sentindo o quanto ela reagia ao seu toque: os seios dela se pressionando contra o peito dele, o jeito que ela suspirava baixinho, o modo como as pernas dela tremiam quando ele deslizou a mão pela coxa, por baixo da barra do short jeans.
Mariana o tocou também, sentindo como o corpo dele reagia ao seu, todo entregue, todo fogo por ela. A água da cachoeira parecia cantar ao fundo, como se aplaudisse a paixão que os consumia. Ali, entre as montanhas, longe de tudo e de todos, não havia vergonha, nem medo — só a certeza de que cada toque era uma promessa, cada suspiro uma confissão, cada desejo a prova de que eles nasceram para ser um do outro.
Enquanto eles se beijavam e se tocavam, o calor daquele momento crescia ainda mais. Rael tira a blusa de Mariana deixando os seus seios completamente expostos. Ele começa a chupar seios, deixando seus mamilos todos duros, Mariana começa soltar gemidos de tesão.
Nesse momento Rael começa a tocar Marina por cima do short, enquanto chupava os seios dela ele começa a desabotoar seu short, deixando-a completamente nua.
Ele senta ela numa pedra, deixando-a completamente vulnerável, abre as pernas dela e com os dedos toca sua buceta. Sua buceta estava toda molha, Rael desce e começa a chupar, devora ela todinha como se fosse acabar o mundo, mas era o tesão que falava muito alta no seu corpo.
Ele a faz gozar pela primeira vez, ela goza na boca dele, deixando que ele sente o sabor dela, ao ver isso Rael a coloca de quatro em cima da pedra, deixando aquela bunda enorme toda a mostra para ele. Ele vai até ela e começa a chupar seu cuzinho todo arreganhado para ele. Rael não aguenta e tira seu short, o tesão está muito, que seu pau parece estourar dentro da bermuda.
Mariana pede para ele pegar uma coisa que estava em sua bolsa, Ele vai até a bolsa dela e tira de dentro um vibrador, ela pede para que ele coloque em seu cuzinho. Virando para ele, ela fala
- Nunca dei meu cuzinho para ninguém, vou deixar você colocar esse vibrador dentro de mim.
Rael começa colocando o vibrador bem devagarinho dentro daquele cuzinho apertado, nesse momento Mariana solta um grito de prazer e começa a gozar de novo. Rael deixa o vibrador todo enterrado dentro dela, chega na frente dela e pede para que Mariana chupe seu pau todo duro.
Mariana começa chupando pelas bolas e vem subindo até chegar no topo do seu pau, ela o deixa completamente molhado. Ela pede para que ele te fode com muita força, ele se senta na pedra, puxa Mariana pela cintura e começa a colocar seu pau dentro da buceta apertada dela.
Depois que entra tudo, ela começa a pular igual uma cavala no pau dele, toda vez que o pau entra tudo dentro dela, ela solta um gemido de prazer. Rael diz para ela que ele iria fazer ela ser sua putinha naquele momento.
Ao ouvir isso e com o pau entrando e saindo de sua buceta Mariana goza de novo e novo, ela já esta quase sem força, mas ainda tem folego para mais. Rael leva ela para debaixo da água da cachoeira e ali começa a fuder ela de novo. Os pássaros param de cantar, quando eles se voltam um para o outro e vê que a noite acabara de cair. Mas pra eles ainda o tesão os consome. Rael volta com a Mariana para a pedra, coloca ela de 4 e começa a fuder o cuzinho dela que ainda estava com o vibrador, ele fode tanto ela que ela goza de novo. Mas nesse momento ela não consegue segurar o tesão e solta um grito que deixa Rael ainda mais duro.
Rael começa a colocar seu pau dentro de dela, enquanto ele começa a bombear não aguenta tanto o tesão e diz pra Mariana que vai gozar, ela pede para tomar seu leite, ele tira o pau de dentro dela e coloca na sua boca, quando ela começa a chupar ele, ele solta um gemido bem forte e começa a gozar dentro da boca dela, ela como uma puta gostosa que é, toma tudinho o leite dele.
Eles já estavam exaustos, quando vai tomar mais um banho de cachoeira para poder limpar o corpo de todo aquele tesão. Voltando para o carro, parra então assim voltar a viagem Mariana diz:
- Isso aqui foi só o começo, ainda quero mais, mas quero ser fudida dentro do carro no meio do acostamento.
Mas isso fica para a próxima história.