Fora de temporada, temos o litoral do Paraná, bem tranquilo . E lá estava eu novamente, no meu dia de folga. Terça-feira, começo de noite. Casa arrumada e eu já havia tomado meu banho relaxante e fiz minha limpeza bem profundamente .
Estava ansioso, pois queria provar algumas coisas novas que havia comprado. Nada demais, apenas uma meia calça rendada e claro, uma bota cano alto, bico fino. Algo que sempre tive vontade de usar. E que agora, estava ali , pronta para ser usada. Entro no bate papo e logo tenho conversa em andamento .
Eder se mostrou bem interessado em um encontro.
- ONDE VAMOS?
- Que acha de ir na areia da praia? Lá tem uns lugares bem tranquilo e podemos nos encontrar? Trocamos zap e conversamos um pouco mais.
Eram quase dez da noite, praia vazia e o clima bem agradável. Típico veranico . Paro meu carro no Balneário monções. Escuto o barulho das ondas e resolvo descer.
De Bota bico fino, meia arrastão, calcinha fio e claro, uma mini saia vermelha, claro, com um top e um leve corta vento, Caminho até a faixa de areia e vejo a imensidão da areia. Ao Longe apenas um semblante de alguém que caminhava.
Fico ali, sorrindo e me divertindo com a situação inédita. Resolvo ir até a guarita dos guarda-vidas, a poucos metros de onde estava. Lá, Abro o celular e tiro algumas fotos. Posiciono na areia e faço algumas poses elegantes e sexy. Depois sento na parte frontal e reparo que minhas coxas ficaram bem atraentes com a meia e bota. Confesso que mesmo vaidoso, me sentia orgulhoso do belo par de coxas que tenho e agora estavam balançando no ar, pois o piso da casinha dos bombeiros era elevado e ficavam a um metro e meio da areia.
Tiro do cooler uma cerveja e abro. Talvez a cerveja mais gostosa que tenha tomado nos últimos meses. Sem pressa. Sem pressão.
O semblante antes avistado longe, agora estava bem perto. Meus olhos já haviam se acostumado ao breu e então eu conseguia enxergar mais nítido. Era um rapaz. E acho que ele também notou minha presença ali .
Passou por mim, olhou, e seguiu a frente. Mas logo parou e voltou a me fitar. Não provoquei. Apenas acompanhei seu caminhar.
Seguiu mais uns metros para frente. Novamente Parou.
Dessa vez voltou. E rumou para onde eu estava.
- Tem uma cerveja pra mim?
- SIM. PODE CHEGAR. Era o que tínhamos combinado. Eder estava ali, na minha frente e eu na frente dele . Sentou também e de onde estávamos tínhamos toda a orla para observar. Ninguém mais .
Nossa conversa foi tranquila e animada.
Logo ele se levantou e parou bem a minha frente, baixou o calção e colocou uma rola de pentelho curto bem a minha frente.
- Foi para isso que vim. Então, vamos .
-SIM. Falei já me aproximando da rola e de boca aberta, comecei um boquete. Lambi a ponta, beijei a cabecinha e abri a boca. Fui até o fundo, até as bolas. Várias vezes. E fiz isso muitas e muitas outras vezes.
Talvez o momento me fez sentir bem mais tranquilo.
As vezes, abria os olhos e olhava para a praia. Nada. Ninguém ali. Apenas luzes dos navios e som das ondas quebrando a poucos metros de nós .
Voltei a chupar. As vezes, fechava bem a boca e fazia a fricção ser bem intensa.
- Delicia. Isso, chupa mais.
E quem era eu pra negar a esse pedido?? kkk. Chupava mais forte e mais intenso. As vezes, tomava um bom gole de cerveja e voltava com alguma na boca a chupar o cacete. Era quando ele gemia mais alto.
Ele segurava minha cabeça quando eu afundava seu pau na boca. Engasgava e ele soltava. Parecia que tinha tara por me fazer engasgar naquele narco de carne quente.
O boquete estava bem longo. Então, ele começou a socar mais rápido e mais fundo..
- Vou gozar.. Começou a falar alto. Vou gozaaaaarrrrrrr..
E gozou forte, bem no fundo de minha garganta. O leite grossa e quente encheu minha boca. Segurou minha cabeça no pau até sentir que havia espirrado toda a porra pronta. E eu apenas curti o momento. E chupei ainda mais até deixar o pau limpinho.
Ele então se sentou ao meu lado e pegou outra cerveja. Meia hora de papo inteligente e se mostrou mais animado.
Levantei de onde estava, me apoiei na parede, de costa para ele e o mar.
Ele veio por trás, levantou minha saia e baixou um pouco minha meia e calcinha rosa que usava. Encapou o cacete com a camisinha que lhe dei e então, apontou a cabeça da rola, já dura, na porta do meu rabo, já quente e úmido.
- AIIIII... DEVAGAR.. gritei sem medo de ser ouvido por outros.
- Calma, vou te fuder gostoso. E socou um pouco mais.
Entre gemidos e rebolados, tentativas e mais tentativas, logo o cacete se aninhou em meu cu. E então, eu apenas rebolava e gemia.
Abaixei ainda mais o tronco do corpo, fazendo minha bunda se erguer mais e ele me segurou pelas ancas e afundou tudo.
- Ohhh delicia de rabo. Gritava e batia em minha bunda.
- FODEEEEEera o que eu repetia.
No ritmo de nossa foda, Eder e eu aproveitamos cada instante. E muitos minutos depois de sexo intenso, forte e prazerosos, ele tirou o pau , sacou a camisinha e sem pedir permissão, apontou a cabeça preste a gozar no centro do meu cu e afundou.
E bem no fundo, depositou uma nova carga de porra. Gozava enquanto socava e gemia. Eu apenas rebolava e me apoiava na parede da barraca.
Eder esperou o pau amolecer dentro de mim e foi tirando bem devagar. Com isso, a porra ficou lá. Não vazou. Puxou a calcinha forçando ela pra cima. Com isso, o fio enterrou na bunda. Ajeitei então a meia calça, baixei a mini saia e me virei. Sentados ali, permanecemos o tempo de mais uma cerveja.
Era quase meia noite quando ele agradeceu o encontro e pulou na areia.
- Hora de ir embora. Até outro dia.
Seguiu pelo mesmo caminho que veio enquanto eu observa sob o luar, o caminhar daquele cara que veio, tomou minha cerveja, encheu minha boca de porra e depois ainda me comeu gostoso. Deixou apenas se perfume de homem marcado em minha pele e seu leite dentro de meu rabo. Apenas sorri. E ali fiquei mais uns 20 minutos até voltar caminhando para o carro e seguir para minha casa. feliz e gozado.
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