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Entrando na pica dos primos gêmeos em Iguaba Grande

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 4865 palavras
Data: 11/08/2026 15:51:19
Última revisão: 16/08/2026 17:04:09

Quando a HB20 estacionou na frente do casarão de praia e Aloízio apertou a buzina, o portão de madeira abriu e duas pessoas saíram de lá, um homem e uma mulher.

- Madá, quanto tempo! Seu cabelo tá maravilhoso, adorei o corte. – Norma foi a primeira a receber os parentes do marido.

- Jura, querida? Tentei deixar crescer, mas o calor acaba comigo. Detesto. – Madalena abraçou a concunhada e uma beijou o rosto da outra.

Norma tinha 39 anos, era uma mulher da pele negra, cabelo trançado e armado em coque, adornado com pedras e argolas. Ela era gerente de hotel, trabalhava de madrugada e era casada com o irmão do Aloízio, o homem que a família foi visitar em Iguaba.

- Meu irmão, até que enfim chegou. Porra, que demora do caralho! – Vitório veio logo atrás da esposa, abriu os brações e quase tirou Aloízio do chão na hora de abraça-lo.

- Demorei, mas cheguei. Paramo pra comer na rua, meu irmão, a estrada foi longa. E pegamos engarrafamento também.

Vitório era marido da Norma e irmão do padrasto do Candinho, portanto cunhado da Madalena e tio do Bruno. Por que não tio do Cândido também? Agora que a família tava reunida, todo mundo entrou no mesmo barco da parentada, não é verdade? É assim que funciona, com eles não seria diferente.

- Que bom que chegaram. – Vitório abraçou Bruno e Candinho, seus sobrinhos. – E esses dois aqui, tão preparados pra entrar na porrada?

- Eu vou te amassar, padrinho, tô boladão de treino. – Terrier sorriu, estalou os dedos das mãos e mostrou os dentes afiados. – Mas Candinho não, o negócio dele é tirar foto. Esse aí é uma moça, tio.

- Moça? – o tiozão não entendeu.

- É implicância deles, irmão, liga não. Candinho prefere fotografia do que se meter com luta, deixa a briga só pro Terrier que é melhor. – Aloízio explicou. – Ele tá falando contigo, Candinho, cumprimenta teu tio.

O novinho distraído se perdeu nas lentes da câmera e tava fotografando um molecão lavando carro no outro lado da rua. Era um rapaz novo que nem ele, mas da pele bronzeada de sol, corpo definido, tanquinho talhado e descidinhas afiadas, trajando apenas short molinho da Nike, sem cueca por baixo, e as dobras sugerindo um piruzão enorme conforme ele se mexia.

- Candinho, fala com teu tio. – a mãe insistiu.

Só então ele virou a câmera pra frente, na cara do marido da Norma, e visualizou Vitório pessoalmente pela primeira vez.

O tio tinha 39 anos e era um trintão-quase-quarentão. Branco, forte, musculoso, com shape armado, carcaça de lutador profissional e tipo físico de quem treinava há anos com afinco.

Sabe quando você olha pro cara e percebe a densidade muscular no corpo dele logo de imediato? Vitório era assim. Queixo quadrático, com barbicha escura e sem bigode, pernas hiper peludas, peitoral malhadão e alguns pelos no meio, além de ser dono de pés graúdos e veiúdos, que mais pareciam pranchas.

Seu ombro tatuado e o visual geral lembravam o personagem Kratos, do God of War. Ele trabalhava como professor de educação física em colégio público e era treinador de judô dos moleques da comunidade em Iguaba, o que explica seu físico exaltado.

- Tudo beleza, meu rapaz? – Vitório esticou a mão e Candinho retribuiu tirando foto do tio. – Opa, foto minha? Valeu. Desse jeito vou me achar modelo, teheheh.

- Calma que eu vou chamar os meninos pra ajudar com as malas. Ô GILSON, VEM AQUI VER TUA TIA E TEUS PRIMOS! – Norma gritou.

Pra surpresa do Cândido, eis que o molecão do outro lado da rua largou a mangueira, abandonou o carro que estava lavando e veio na direção da HB20 cumprimentar a família recém chegada de viagem.

Gilson era o filho mais novo da Norma e do Vitório, sobrinho do Aloízio e, obviamente, primo do Bruno e do Candinho. Moreno de sol, cabelo disfarçado e pintado de loiro, cavanhaque loiro também, e tatuagem tomando todo o braço esquerdo.

A blusa do Flamengo jogada no ombro pontudo, boné pra trás, correntes no pescoço e chinelos Kenner nos pés, com o short caindo na cintura e uma linha de pentelhos aparecendo pra quem quisesse ver.

- Coé, família. Tranquilidade, geral na paz? – Gilson falou com sotaque carioca carregado de gírias.

- Sobe esse short, Gil. E vê se veste uma cueca, cadê a educação que eu te dei? – a mãe deu esporro assim que viu.

- Ah, sai fora! Duvido, pô. Mó calorão do caralho, coroa. Heheheh. – Gil encheu a mão na pica e danou a coçar.

- GG, JÁ MANDEI DESCER! – Norma gritou.

Nesse momento, a porta da sala do casarão abriu, Gerson apareceu e desceu as escadas pra se reunir à família na calçada. Pra surpresa ainda maior do Candinho, ele era a xerox perfeita do Gilson.

Quando a natureza quer esculachar, manda logo dois pra escrachar a porra toda.

- Finalmente cê apareceu, tio Aloízio. Meu pai não parou de falar de vocês. Behehe.

Gerson, vulgo GG, era o irmão gêmeo mais velho do Gilson. Também tinha 18, lógico, era moreno bronze de Iguaba, igualmente loiro e do cabelo disfarçado, mas com topete na frente, sendo essa uma das poucas diferenças dele pro irmão. Até o cavanhaque pintado era idêntico, mas suas tatuagens fechavam o braço direito.

GG trajava regata escura, relógio de pulso, bermuda jeans e chinelos. E, diferente do irmão gêmeo pegador, saiu de casa acompanhado da namoradinha roqueira. Ele não tinha a postura marrenta e o jeito solto do Gil, mas, tirando a roupa de marca e o estilo meio playboy, a aparência era a mesma, uma similaridade que deixou Candinho perdido enquanto ajudava a carregar as malas.

Era quinta-feira à tarde e começo de feriadão quando a parentada finalmente se reuniu no gramado do casarão em Iguaba: Aloízio e seu irmão, Vitório, se meteram a acender a churrasqueira; Bruno Terrier, Gerson e a namorada roqueira tomavam vodca e conversavam à beira da piscina; Madalena e Norma engataram um papo sobre a lua de mel improvisada da mãe do Candinho e, entre risadas e saudades, foram buscar vinho na cozinha.

Cândido, impressionado com o visual bonito, clássico e chamativo da casa de praia, se muniu da câmera e fez o que apreciava: registrou o mundo através das lentes, imprimindo muito de sua perspectiva em cada retrato.

Qualquer pessoa que visse aquelas fotos daria um mergulho nos olhos do loirinho e entenderia o que ele tanto observava, entre paisagens da estrada, homens rústicos descarregando caminhões e um lava-jato meio marrento lavando carro na calçada.

- Esse moleque é estranho. Ele não fala nada, só fica quieto o tempo todo? – atirado como era, Gilson foi o primeiro a comentar, e fez isso na frente de todo mundo.

- Candinho? Não, ele fala sim... – Bruno virou pro lado e observou o irmão postiço.

- É o quê, mudo? Qual a explicação, Terrier? – Gil deu a volta ao redor do Candinho e o tratou como um objeto exótico na parede do museu.

- Candinho só fala quando é extremamente necessário, a psicóloga conversou comigo. Fora isso, ele passa a maior parte do tempo prestando atenção no ambiente e tirando foto dos lugares. Coisa de artista, né, meu filhão de mamãe? – Madalena voltou da cozinha e abraçou o filhote.

- É, ele é meio bobo. Eu mesmo sou padrasto do moleque e nunca ouvi a voz dele, tu acredita? – Aloízio cruzou os braços e riu.

- Tadinho. Muito bobinho ele... É bobinho, sim... – Terrier tirou o novinho de baixo a cima, lembrou da vinda do posto de combustível e falou com certo sarcasmo.

Cândido então sacou a câmera, mirou no rosto dele e tirou duas fotos seguidas, o que fez Brunão fechar as mãos, de raiva... Mas ele não reagiu.

Na sequência, ele, o primo Gerson e a namorada saíram pra dar uma volta na orla da praia, enquanto Norma, Madalena, Aloízio e Vitório sentaram pra comer churrasco e pôr a vida em dia na mesa da cozinha. Candinho sentou à sombra da varandinha pra observar o cenário e captar os melhores ângulos, máquina na mão esquerda e a caipirinha na direita.

- Olha só... Não fala, mas bebe. Tu é dos meus. – Gilson entrou pelo portão carregando cadeiras de praia, ambas as mãos ocupadas.

Na mesma hora, Cândido saiu de onde tava e se prontificou de ajudar o primo postiço, e assim eles foram e voltaram no carro duas ou três vezes, buscando as cadeiras e levando pra varanda.

Numa dessas viagens, Gil se atrapalhou com o peso das cadeiras, o short fininho escorregou na cintura e os pentelhos apareceram, pra infelicidade do Candinho. Ele chegou a olhar pro lado pra ver se dava tempo de pegar a câmera e registrar o momento, mas foi rápido, Gilson logo soltou as cadeiras na varanda e tratou de suspender o calção.

Quando fez isso, a dobra da frente cedeu ao peso do pauzão solto, o caralho fez volume e modificou drasticamente a silhueta do quadril, e outra vez Candinho engoliu a seco.

- Te falar um bagulho? Quando eu te vi hoje cedo pensei que tu fosse uma mina. Papo reto. Hehehe.

O fotógrafo pôs a mão na boca e começou a rir com aquela revelação.

- Ih, a lá. Não fala, mas dá risada, né? Hehehe. Te fiz rir, mano, já tá valendo. – Gil apertou o short e coçou o saco na cara de pau. – Valeu pela moral com as cadeiras. Tamo junto.

O molecote esticou a mão e esperou Candinho retribuir, a mesma mão que coçou as bolas. O novinho não hesitou, devolveu o aperto e sorriu com o canto da boca, só que Gilson aproveitou a nova intimidade pra tomar o copo de caipirinha e dar bons goles.

- Porra, tá no ponto. Geladinha, delicinha. Salvou, mano. Teheheh. – o gêmeo mais novo bebeu, devolveu o copo a Candinho e foi na direção da piscina.

Gilson mergulhou de cabeça no lado esquerdo, saiu do lado direito e a água pesada fez sua melanina reluzir em puro bronze debaixo do sol de Iguaba. Num segundo ele estava apoiando as mãos pra debruçar na beira da piscina, no segundo seguinte Cândido já havia feito três registros daquele momento impecável.

Na hora de projetar o corpo pra fora, Gil subiu, a água fez o calção descer e expôs completamente o púbis cheio de pelos. Não durou tanto, só o suficiente pra ficar marcado na memória do Candinho e na da máquina fotográfica também. O primo postiço subiu o short folgado às pressas, parou na frente do loiro e não escondeu a pica estampada no pano molhado.

- Aí... Se quiser, pode ficar lá no meu quarto hoje. Tem ar condicionado, tá ligado? Não marquei de panhar nenhuma piranha, tá liberado. Hehehe. – o convite veio acompanhado de uma beliscada indiscreta no piruzão e do sorriso canino do Gilson.

Cândido concordou, assentindo com a cabeça. Depois mostrou o polegar, como forma de agradecimento.

- Aqui uma mão lava a outra, pegou a visão? Tu fortaleceu nas cadeiras, vou fortalecer no quarto. É nós?

A família terminava de almoçar na mesa da cozinha, Candinho subiu pro quarto indicado por Gil e colocou a mochila de viagem em cima da cama. Ao virar pra sair, notou os doze molas da Reebok e as meias encardidas largadas no chão, viu que estava sozinho e se sentiu confiante o bastante pra passar a mão e cheirar o orvalho bruto que aflorava dos pés do Gilson.

Era uma mistura de madeira e terra molhada que o deixou aguado, quase faltou espaço pra tanta saliva na boca. A reação não foi só por causa dos meiões, também foi pelo visual do quarto em si, verdadeiro quarto de molecão marrento.

Cuecas amareladas jogadas na cama bagunçada, resquício de jatos brancos no canto do espelho, um monte de papel higiênico grudado na lixeira, lubrificante em cima da escrivaninha e aquele cheirão pesado da chulezada do primo, como se Gilson já não fosse largado e solto o suficiente.

Por falar nele, o pivetão chegou de surpresa e Cândido teve que disfarçar pra esconder as meias no bolso da bermuda, senão teria sido pego no flagra cheirando elas. Seu nariz ainda tava quente e vermelho quando Gil entrou, fechou a porta, arriou o short e ficou peladão, assim de repente.

- Foi mal, vou só trocar de roupa rapidão. – com naturalidade, o flamenguista jogou a mangueira pra rolo, exibiu o tamanho do pescoço da girafa e vestiu um calção seco, repetindo a mania de não usar cueca.

Candinho ferveu de nervoso, por não poder fazer nada. Deu vontade de fingir e tirar foto sem Gilson ver, mas poderia acabar mal, então ele se controlou. De qualquer forma, o estrago já tava feito. A imagem da trolha do gêmeo marrento não saiu mais da memória fotográfica, nem mesmo quando Gil se vestiu.

- Vou ali pegar um negocinho pra fumar. Já volto aí, explana pra ninguém não. – o lava-jato pôs o dedo na boca e pediu segredo, depois saiu.

Madalena chamou pra almoçar, Cândido desceu com o notebook nos braços e sentou na mesa da cozinha, perto dos parentes.

- Vou com Aloízio e teus tios lá na praia, filho. Vamo com a gente?

Ele mostrou a câmera, pegou o cabo USB e ela entendeu logo.

- Caramba, quanta foto você tirou? – a mãe ficou impressionada. – Tudo bem, pode ficar em casa fazendo suas coisas. Mas mais tarde você vai sair, escutou? Tem que enturmar, Candinho. Aproveita que tá em Iguaba.

O garotão fez que sim com a cabeça.

- E outra, vê se não exagera na caipirinha. Da outra vez você passou da cota, esqueceu?

Cândido não falou nada, como de costume, mas bufou e revirou os olhos, em claro sinal de descontentamento. Madalena riu e saiu com o restante da família, restando apenas ele no casarão.

Ele aproveitou o silêncio pra transferir as fotos da câmera, preparou uma jarra de caipirinha e ficou meia hora sozinho, concentrado na tarefa. Até que a porta da sala abriu e Gilson entrou devagar, com seus olhos vermelhos entregando o que ele foi fazer na rua.

- Fala, meu fechamento. Tem alguém em casa?

Candinho fez que não.

- Só tá tu?

Agora ele fez que sim.

- Nice. Dei um dois com os moleque na praia, tô no grau já. Agora vou ali gastar a ondinha pra ficar suave, tehehehe. – até a risada do marrento ficou arrastada e lenta, meio pastosa. – Ô, tu tá perdendo a linha na caipirinha, cuzão. Dá um pouco disso aqui.

Chapado e de cabeça feita, Gil encheu o copo, subiu as escadas e se mandou pro quarto, fechou a porta. O álcool fez efeito na mente, Cândido percebeu que estavam a sós em casa e dessa vez não conseguiu frear a curiosidade, teve que bisbilhotar na porta do quarto pra ver como o primo gastava a onda.

E o que ele viu fez o queixo cair...

Se, mole, a rola do molecote já era grande, dura era puro esculacho. O próprio Gilson, dono do caralho, não conseguia manusear a peça com 100% de maestria, de tão grande.

Ele tava sentado na frente do computador, de pernas abertas e o calção arriado nas canelas, a mão calibrando um punhetão galudo enquanto o pornô rolava na tela. Seus dedos não fechavam em volta da piroca, o mindinho ficou levantado durante a bronha e, a cada vai e vem, o prepúcio deslizava na glande babada e vermelha.

Gil mordia a blusa pra mantê-la levantada, cuspiu na cabecinha e começou a fazer aquele “SQUICK, SQUICK, SQUICK” escorregadio, como se estivesse polindo a ponta da pica. Só faltou bater o pezinho no chão, tipo vira-lata quando tá muito excitado.

Embora sentado, o instinto reprodutor masculino falou mais alto, o quadril afiado engatou pra frente e o molecão sem querer fez aquele movimento automático de carcar, tentando meter contra a própria mão. As bolas saltaram e foi aí que eles se viram, um na porta e o outro na cadeira do computador.

- CANDINHO?! – Gilson se assustou e vestiu o short na mesma hora.

O branquinho tirou a cara da fresta, a porta abriu e eles ficaram cara a cara, tendo apenas o cacete duro do lava-jato no meio do caminho. Por mais que tentasse esconder a ereção, Gil tinha uma tora entre as pernas e não teve ângulo certo pra disfarçar o tamanho da giromba tortona no calção.

- Porra, cuzão, me assustou. A casa ainda tá vazia?

Candinho fez sinal de positivo.

- Então entra aí, chega mais. – o primo o puxou pelo braço e bateu a porta.

Um pivetão sentou na cadeira e tornou a esticar as pernas pra ver o vídeo pornô, o outro sentou na cama e fingiu que não sabia o que tava acontecendo. Aquela maresia de chulé amadeirado no ar, Cândido vidrado no volumão estourando o short e Gilson dando pequenas apertadas no caralho, viajando na brisa da erva.

- Me amarro em gastar a onda vendo puta, não vou mentir. Ó como essa peituda engole a pica do cara, mano, bagulho doido. – Gil não se aguentou, arriou o calção de novo e tornou a encerar o cacete, pro desespero do Candinho.

O novinho ficou indócil, aflito pra pôr a mão, mas sem poder. Ele olhava pra envergadura e se controlava pra não lamber os beiços na cara dura, porque a vontade era de ajoelhar e cair de boca sem nem perguntar se podia. Uma glande pequena, vermelha, e uma madeira marrom feito aquela mereciam o polimento certo de uma língua macia.

- Ó como eu fico, mano. – o marrento segurou na base do brinquedo, apertou e espremeu até a ponta, extraindo muitas teias de babão grosso e transparente.

A pré-porra pingou no pé, Gilson viu a melecada que fez e também viu outra coisa: o olhar viciado do loiro em direção ao seu pau. Ele então tirou os olhos da tela do computador, observou Cândido e deixou a tensão sexual falar por si.

- Fala tu... Quer dizer, esqueço que tu não fala. Mas dá o papo... – Gil olhou pra pica entre os dedos, olhou pro Candinho e ergueu apenas uma sobrancelha. – Curte?

O garotão concordou uma vez.

- Sabe guardar segredo?

Cândido concordou outra vez.

- Então põe a mão. Eu deixo. – Gilson puxou a cadeira pra perto da cama, abriu bem as coxas e levou a mão do primo direto à piroca.

Era tudo que Candinho queria. Assim que segurou na base do trabuco, mais e mais teias de baba começaram a vazar, ele lambuzou a mão e não viu outra saída, a não ser lamber e experimentar o sabor terroso do Gil. O lava-jato engrossou o aço e aumentou de tamanho quando viu isso.

- Tu é viado, é? Curte tomar leite?

Dessa vez Cândido não respondeu, ligeiramente acuado. Ele até tirou a mão da caceta, porém Gilson insistiu, puxou ela de novo e mostrou como queria ser masturbado.

- Assim, devagar. Fica com medo não, pode confiar em mim. Curte tomar o leitinho?

Agora sim Candinho concordou, sem a desconfiança de antes.

- Saquei. Tira o meu, então. Será que consegue? Vem cá, xô ver se tu é bom nisso. – o marrento ficou de pé e apontou o mastro pro rosto do outro.

Sua intenção inicial era ganhar mão amiga e não ter que malhar o braço pra dar uma gozada, mas Candinho se jogou com tudo na oportunidade, ajoelhou no chão do quarto e engoliu metade da piroca numa única bocada, faminto no gêmeo mais novo.

- FFFF! CARALHO, NEGUIM!

Os lábios sedosos escorregaram no talo da jeba e, surpreso, Gilson quase recuou, mas a sensação do veludo macio e babado agasalhando a pica do começo ao fim foi arrebatadora demais, não deu pra escapar. O boquete das minas da comunidade não eram tão quentinhos assim, ele não resistiu.

- SSSS! Pior que tua boca é mó enganação, mano. Pequena por fora, nem parece que cabe meu piru todo dentro, ó. – Gil se entregou ao oral e forçou a cintura pra frente, pra ver até onde Cândido aguentava engolir.

Candinho engasgou e sentiu a garganta arranhar, mas botou o conhecimento prático em jogo, lembrou que encarou girombas maiores no banheiro do posto e foi engolindo cada pedaço da piroca, centímetro por centímetro. Só quando o nariz afundou na virilha peluda do moreno é que ele parou, engasgado na vara e sentindo as inchadas grosseiras que ela dava.

- Esse sabe o que faz, papo reto. AAARFF! – Gilson chegou a esticar o corpo, tamanha a descarga de prazer.

Os dedos dos pés tremerem e abriram, Cândido viu as gotas de babão que caíram neles e desceu pra lamber, deixou o marrento satisfeito com a obediência natural e espontânea. Até a marreta, apontada pra direita, pulou sozinha no ar pra agradecer pela atenção.

Em questão de poucos minutos, o loirinho já tava de beiços vermelhos, aumentados de tamanho e lambuzados no orvalho da pica, sua boca tomada pelo tempero característico do Gil. As mãos apertando as coxas definidas do flamenguista, o queixo tomando boladas lentas e muita saliva pingando no chão, foi um boquete babado.

- AAARSS! Tu é bom de boca mesmo, hein? Porra... Tava escondendo o talento o tempo todo, hehehe. – a passagem das amídalas ao redor da cabeça fez a glande inflar na goela apertada.

A mulher do vídeo pornô parou de mamar, virou de quatro e abriu as nádegas pro ator comer a xerequinha dela, foi quando Gilson manjou as coxas do Candinho, analisou mais ou menos o tamanho do lombo dele e fez as contas mentalmente. Ele queria dar o próximo passo, e demonstrou isso aplicando o primeiro tapa na raba.

- Para um pouco, vira esse rabo aqui. Caralho, que bunda linda. Lisinha, ó. – Gil desceu o short do Candinho, alisou a pele clara da nádega dele e deu aquele sorrisão típico de lobo mau. – Tá piscando pra mim, mano, olha só. Quer sentar nessa pica, não quer? Tô vendo que quer.

Cândido olhou de volta pro sem vergonha e sentiu uma mistura de vergonha e desejo, quase implorando com o olhar. Ele levantou um pouco o quadril involuntariamente, arrebitou o corpo e ofereceu o rabo sem falar, cena que fez o cacete engrossar na boca e derramar mais seiva bruta.

- Tá pensando que eu não te como, Candinho? Comigo não tem essa não, taco-lhe pau. Teheheh. – na hora que Gilson esticou a mão e preparou a dedada certeira no cuzinho, o portão do casarão abriu e alguém chegou.

- Gil? – berrou Gerson lá de baixo.

- Oi! Tô no quarto. – Gil subiu o short e tentou acalmar o bichão antes do irmão chegar na escada.

GG abriu a porta do quarto, viu o irmão jogando no computador e em seguida encarou Candinho, sentado na cama. À primeira vista, realmente pareceu que um tava vendo o outro jogar, mas o gêmeo playboy percebeu os olhos vermelhos do gêmeo marrento, cruzou os braços e deu um riso sonso, sorriso de quem conhecia o irmão maconheiro que tinha.

- Tava gastando a onda, viciado?

- Tava mesmo, mano, tu me conhece. E vocês?

- O pai e a mãe tão na praia com tio Aloízio e Madá. Eu e Terrier vamo bater altinha com os moleque, cê vem? Tamo esperando. – Gerson chamou.

- Tá, vou dar um pulo lá. Mas não devo demorar. – Gilson cruzou as pernas e disfarçou a ereção.

O irmão mais velho deu uma última olhada pro Candinho... Se adiantou e saiu.

- Eu vou, mas volto pra nós terminar essa parada, ouviu? – Gil avisou e também se mandou.

Pela segunda vez, restou apenas o loiro caladão sozinho no casarão... Por pouco tempo. Quinze minutos depois, a porta do quarto abriu e Gilson retornou suado da altinha, agora sem a regata do Flamengo e sem as correntes, trajado na bermuda jeans e o boné pra trás. Até seus olhos, que antes estavam pequenos e vermelhos da brisa, voltaram ao normal.

- Tô de volta, mano. E aí, vamo voltar de onde nós parou? Mas tem que ser jogo rápido, daqui a pouco o pessoal tá voltando. Bora?

A memória fotográfica fez seu trabalho e Cândido entendeu tudo. Ele ficou de joelhos novamente, abriu a boca e o primo arregalou os olhos antes de descer o zíper e botar o rolão grosso de fora. Gilson deu duas pauladas na língua aberta, empurrou a tromba semi flácida e cruzou o céu da boca do Candinho numa só tacada, deslizando pra garganta sem premeditar.

- SSSS! Ah, agora saquei... Foi isso, pô. – Gil gemeu.

O paladar salgado deu banho nas papilas do Cândido, ainda mais que o moreno tava ensopado da altinha, exalando cheirão e envolto na maresia da praia. O gosto ficou meio cítrico na medida em que o boquete avançou, a marreta cresceu mais que antes e entortou bruscamente pra esquerda, demandando espaço e profundidade.

- Entendi... FFFF! Boquinha gostosa, Candinho. Me deixou de pau duro em pouco tempo, cê é enjoado nesse lance de chupar rola. Hehehe. Engole, vai? – a mão do lava-jato fez pressão na nuca e obrigou Candinho a atolar no caralho.

A viagem na glote tirou Gilson de órbita, ele debruçou na ponta dos chinelos e armou o corpo pra estancar livremente na goela. Fez isso sorridente, satisfeito por ter encontrado alguém capaz de amolar sua espada sem fazer cara feia.

A cintura logo pegou pressão, avançou no rosto do Candinho e o som dos engasgos tomou o quarto, mas Gil queria mais. Ele cansou de brincar de bola gato. Nem a mamada que ganhou no saco liso e suado foi suficiente pra contê-lo.

- Vem, fica de quatro aqui pra mim. – ele deu dois tapas na beira da cama, arriou a bermuda nos joelhos e preparou a chibata pra cantar.

Obediente, Cândido tirou o short, empinou o rabo na posição mandada e abriu bem a bunda, ainda piscou o cuzinho pra levar pica. Não teve leite certo que parasse Gilson, pelo contrário, ele entrou com facilidade e ficou zonzo com a maciez proporcionada pelo arraste da piroca lá dentro.

- AAARGH, CARALHO! Foi isso, porra! Isso que é comer cu de viado, é!? Heheheh! – o molecote se empolgou e não quis esperar, já foi tirando, botando, bombando.

Uma estocada mais atropelada e atrevida que a outra, a ponto do saco não demorar a bater na portinha do cu e amassar as bolas do Candinho no meio da socação. A jeba fez a curva, a glande dobrou no couro quente, o atrito escorregadio arrepiou a pele bronzeada e Gil quase perdeu o fôlego entre as botadas. Ele teve que parar pra respirar antes de prosseguir.

- Se deixar, me empolgo contigo! SSSS! Tesão, mano, cu bom de fuder. Assim que é bom, já tá meio larguinho. Andou liberando o toba, viado? Hehehe. Pra quem será que foi...

Ele puxou Candinho pelo cabelo loiro, deu aquela encoxada profunda pra amarrotar tudo lá dentro e o estalo da carne encheu as paredes do quarto, bem como os ouvidos. O próprio Cândido não soube onde encontrou forças pra suportar a empalada poderosa que Gilson deu. A cama arrastou no chão e as molas do colchão rangeram nessa hora.

- Ó COMO AGUENTA PAULADA! FFFF! Que isso, hein, priminho? Esse rabão caiu do céu, gosto muito. Vou te fuder o dia todo, cê vai ser minha mulinha. Tá decidido. Meu burrinho de carga, hehehe! Gosta no cu? – tapa na raba, puxão nos ombros e dá-lhe mais estalos das bolas ricocheteando na bunda.

Gil fudeu o cu do Candinho do mesmo jeito apressado e esfomeado com o qual devassava as bucetas das minas de Iguaba, socando a marreta no talo e sem deixar 1cm de pau pra fora. Mais um pouco e até as bolas acabariam entrando.

Numa dessas botadas frenéticas, ele tomou impulso e resolveu trepar nas costas do novinho, aí sim virou turbulência. O que era pra ser sexo anal virou montaria e dominação, com direito a cavalgada na bunda, trotes no olho do cu e coices. O lombo pegou fogo, a temperatura do quarto subiu, Candinho se agarrou à roupa de cama e amassou a pica cabeçuda com as piscadas do cuzinho.

- GOSTA QUANDO EU SOCO TUA BUCETA, MULINHA!? SSSS! Vou te usar, já era. Fingir que teu cu é xerequinha, te fazer de mina. Quer, viadinho?

Durante alguns minutos, foi o “PLEC, PLEC, PLEC” dos ovos cantando na garupa do Cândido que motivou a cintura do Gil, não a vontade de gozar. Mais do que simplesmente ejacular, ele fudeu pra ver as pregas vermelhinhas abrindo e fechando, devorando sua pica e soltando peidinhos por causa da pressão, tipo as cenas dos vídeos pornôs que tanto assistia quando fumava um.

- Vai virar o viado do primo? Virar frutinha no meu salame, Candinho? FFFF! Cê vai ser meu depósito, começando de já. – a tora ficou mais larga, as veias inflaram e o saco roncou na portinha do cu, as bolas reviraram lá dentro.

Justamente quando Gilson chegou perto do limite, a porta do quarto abriu de repente e o outro gêmeo entrou.

- AH, EU SABIA! Tu é muito infeliz, Gerson! Tá de sacanagem, babaca!? – ele já chegou no quarto gritando.

- Agora saquei o que ele viu em tu, Candinho. Heheheh.

- Tô falando contigo, Gerson, deixa de ser filho da puta! Fingiu que era eu, né? Pegou meu boné e se passou por mim, otário. – o verdadeiro Gil empurrou o irmão e...

Essa história se chama "LUA DE MEL EM IGUABA" e a continuação dela você acompanha no On Now: onnowplay*com/andmarvin/album/93661

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Comentários

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* Delííííícia! O conto pra mim começa quando Candinho fica sozinho. Imagina fiquei com inveja do Candinho dando pra um gêmeo. Quando der para os dois, inveja dobrada.

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Cara teus contos são muito bons, um dia eu tentarei comprar seu privicy pra ver a continuação. Vlw ai :)

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Foto de perfil genérica

O velho golpe de não contar o conto e pedir dinheiro. Conta pra gente no começo que você quer dinheiro. É mais honesto. Vc escreve bem. Alguns pagarão sem ser passados pra trás.

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