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O Segundo Presente no Banco da D20

Um conto erótico de empresario paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 973 palavras
Data: 11/08/2026 15:38:23

O Presente Atrás da Escola já ficou para trás, mas o fio continua.

Você já conhece o começo da minha história. Sou de pele parda. Tenho cerca de 1,80 m, 96 kg, frequento academia, pratico esportes. Não me considero pauzudo: uns 15/16 cm, grosso e cabeçudo, sem veias aparentes, uma espécie de pau gordo, digamos.

Hoje tenho quase 50, bem-sucedido, e resolvi contar as anedotas sexuais de quando jovem.

Vou trazer aqui as histórias dos meus 18 anos, quando tudo começou.

Naquela época eu era pobre. Estudava o curso técnico em contabilidade de manhã (ensino médio + técnico durava quatro anos). À tarde trabalhava como estagiário na contabilidade da prefeitura. À noite dava aulas particulares de matemática e inglês. Sempre fui nerd: gostava de computadores, matemática e inglês.

Com cursinhos aprendi a usar planilhas e a programar em Visual Basic e COBOL (quem é das antigas lembra).Na prefeitura eu trabalhava junto ao secretário da contabilidade, Um tiozão de uns 75 anos ou mais, gordo, que ocupava uma sala com sofás Chesterfield, estante de livros e uma mesa larga que lembrava a do Poderoso Chefão.

Ele realemente parecia um pouco o Poderoso Chefão: fumava charuto e a sala fedia a nicotina e fumo.

Dentro da sala dele havia uma sub-sala com o único computador daquela prefeitura.

Quase tudo ainda era manual, falamos do início dos anos 90. Eu passava horas mergulhado naquele computador, fazendo planilhas e lançamentos para adiantar o serviço.

Minha única experiência sexual até então tinha sido aquele boquete em cima da mesa atrás da escola rural, com a Samanta. Foi bom… mas só isso.

Passaram-se alguns meses. Certa tarde eu estava no computador, na sala anexa. Não tinha ninguém para atender com aulas particulares, então me estendi além das 17h, horário em que a prefeitura fechava. Eu tinha amizade com os vigias, que me deixavam entrar e sair a qualquer hora.

Naquele dia feliz eu tinha acabado de receber a habilitação pelos correios. Estava radiante.

Perto das 18h resolvi ir embora. Ficava sempre fechado dentro da sala do computador, tinha bom relacionamento com o secretário, mas o cheiro do charuto me incomodava.

Achei que estava sozinho no prédio deserto. Quando abri a porta, me deparei com a cena.

O velho estava na cadeira e uma moça fazia um belo boquete nele. O pau dele era considerável, acredito que maior que o meu. Como abri a porta de repente, estraguei o clima.

O velho não sabia o que fazer; a moça muito menos.

No mesmo instante chegou o vigia todo esbaforido:

- Sr. Carpelette, sua esposa está tentando entrar na prefeitura!

O desespero tomou conta de todos.

Disse ao vigia para deixá-la entrar. Peguei a moça, coloquei ela na minha saleta, abri uns livros contábeis na mesa e fingimos estar trabalhando.

A dona Carpeletta chegou dando bronca no velho. Ele disse que “se perdeu na hora”. Ela justificou que ele tinha marcado o jantar de bodas para comemorar os anos de casamento. Arrastou-o dizendo que não tinha tempo a perder.

Antes de sair, ele me entregou a chave da D20 dele, zerinha, e falou no meu ouvido:

- Filho, leva ela para onde ela quiser ir e depois você deixa a camionete na minha casa.Esse foi um dia de sorte.

Esperei até escutar que ele e a esposa tinham saído de carro.

Abri a porta. Lá estava ela: cabelos curtos, vestido tubinho, seios médios, uns 20 a 25 anos, não muito mais velha que eu.

Retocava a maquiagem. Olhou para mim, revirou os olhos e disse:

-Que dia, hein, rapaz!Mostrei as chaves da camionete e falei que a levaria para onde quisesse.Subimos.

Eu todo orgulhoso, uma moça aparentável ao meu lado, um ícone dos anos 90.

Dei partida, liguei o rádio e saí. Perguntei para onde ela ia.

Ela respondeu que a um bar no subúrbio, o pessoal aqui da cidade conhecia como a zona do baixo meretrício. Ou seja: ela era puta. Meu pau começou a se animar.Fui pelo caminho mais longo, dei umas voltas pela cidade. Estava bafando.

Depois que deixamos o centro, perguntei quanto era o programa. Não lembro o valor exato, mas, apesar de eu ganhar meu suado dinheirinho, ela pediu um preço bem caro.

Continuamos em silêncio.

Quando chegamos perto da zona, ela se sentou mais perto de mim (naquela época as camionetes tinham bancos inteiriços) e começou a passar a mão no meu pau.

Eu não conseguia me concentrar na estrada kkkkkk.

Na frente do local ela pediu para desligar o motor. Obedeci.

Ela tirou meu pau para fora e abocanhou com a maior destreza do mundo.

Era um boquete bem melhor que o da Samanta estilo pro-fi-ssi-o-nal.

Enquanto ela trabalhava no meu mastro, puxei um pouco o vestido dela para cima e comecei a passar a mão na bunda. Escorreguei pela buceta, tava sem calcinha.

Era a primeira vez que tocava em uma, e estava molhadinha.

Fiquei ali, meio sem saber o que fazer um semi-virgem, agora no boquete número 2.

Como ela gemia alto, acabei ficando nervoso e gozei sem aviso.

Ela engoliu, se limpou e disse:

-Meu nome é Pérola Ferraz. Se você quiser mais, você sabe onde me encontrar.

Devolvi a camionete na casa do velho e fui feliz pra casa.

Em outras oportunidades o velho passou a confiar em mim e eu ia sempre levar e buscar putas para ele, assim ele conseguia dar uns perdidos na mulher.

Foi assim que alguém me deu a segunda chupada e o mais perto que eu cheguei de uma buceta até então.

Pérola ficou naquela noite, no banco da D20, com o cheiro de sexo misturado ao de diesel e charuto.

Samanta era o primeiro presente atrás da escola.

Pérola foi o segundo, no banco de uma camionete emprestada, no caminho da zona.

E eu, aos 18 anos, ainda aprendendo.

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Comentários

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Legal seu conto, imaginei os seios dela...

Dá uma olhada no meu primeiro conto e comenta o que achou!!

Abraços

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