PARTE FINAL DESSA PARTE, FICOU UM POUCO GRANDE.
O comando de Artur pegou Isabela de surpresa.
— Se é isso que o meu marido quer... quem sou eu para desobedecer? — sussurrou ela, com a voz carregada de sensualidade.
Sem hesitar, Isabela deu um passo em direção ao centro do quarto, ficando exatamente no espaço entre a poltrona de Artur e a cadeira de Rafael. Os seus dedos deslizaram pelas laterais do shortinho amarelo, empurrando o tecido leve pelas coxas torneadas até que ele caísse suavemente no chão de madeira.
Rafael, impulsionado por um reflexo incontrolável, virou a cadeira giratória na direção dela. Artur sentiu seu pau endurecer de vez por baixo de sua calça jeans . Isabela estava agora de pé, mesmo à sua frente, vestindo apenas a blusa rosa e uma calcinha preta, minúscula e de renda fina.
Mantendo os olhos azuis cravados nos olhos de Rafael, Isabela cruzou os braços e segurou a barra da camisa rosa. Com um movimento lento, ela puxou a blusa para cima, despindo e revelando por completo o seus seios . Ela soltou a camisa, deixando-a cair sobre o shortinho, permanecendo totalmente exposta, vestindo apenas aquela peça íntima preta e fina. Rafael ficou boquiaberto com os peitos de Isa , eram brancos e rosados com um pequena marquinha de biquine. Depois dessa visão ele não teve outra saída e começou a alisar seu pai pela calça que pelo volume Isa percebeu ser bem grande.
Artur, da sua posição, assistia à cena. Ver a sua esposa tirar a roupa daquela maneira para o seu amigo, expondo a nudez que antes era exclusiva dele, provocou-lhe uma descarga de adrenalina tão violenta que as suas mãos tremeram. Era a humilhação máxima e, ao mesmo tempo, o ápice do prazer proibido que tinham planeado, ou só o início
Isabela deu um passo em frente, encurtando a distância até Rafael, até que as suas coxas quase roçassem nos joelhos dele. Ela inclinou-se ligeiramente, apoiando as mãos nos braços da cadeira do técnico, encurralando-o com o seu corpo nu.
— Olha bem para mim, Rafael — propôs ela, com a voz macia, mas firme como um comando. — O computador não tem problema nenhum. A proposta é simples: o Artur vai ficar ali, sentado na poltrona, a assistir a tudo em silêncio filmando com seu telefone, e tu vais fazer comigo exatamente o que aquela pasta secreta descreve, mas queremos discrição ou nunca mais você me verá na vida. O que me diz?
Sem desviar os olhos dos de Isabela, Rafael tira o cinto das suas calças, desabotoa a calça e a desce até as coxas, expondo um pau duro como pedra, moreno, com veias grossas, que devia medir uns 19 centimetros.
Isabela, que até aquele momento mostrava-se segura, ao ver de perto a real dimensão do homem que tinha convidado para o seu quarto, o seu sorriso predatório desapareceu por um instante. Um misto de medo genuíno e ansiedade extrema percorreu-lhe a espinha; era maior do que ela esperava e mais grosso, pensou se sentira dor ao invés de prazer ou um misto de reações.
No canto do quarto, Artur assistia a tudo de olhos arregalados, A visão do pau de Rafael exposto daquela forma diante da sua esposa foi a humilhação física definitiva. Ver que tamanho e a espessura do amigo ela maior que o dele deu um medo, e o desejo estampado no rosto de Isabela, causou em Artur uma descarga de adrenalina.
Rafael deu um leve impulso na cadeira giratória para a frente, diminuindo a distância, e segurou firmemente seu pau, ele começou a se masturbar olhando para o rosto de Isabela.
— Eu aceito os termos... — disse Rafael, com a voz agora completamente grave, firme e sem qualquer rastro do nervosismo anterior. — Eu poderia ficar aqui o dia todo me masturbando olhando seu corpo lindo.
- Eu quero que você me coma na frente do meu marido. ( Isabela suplicou ).
Com as mãos grandes e firmes, Rafael segurou Isabela pela cintura. Num movimento decidido, ele girou o corpo dela, virando-a de costas para si e de frente para a poltrona onde Artur assistia a tudo. Isabela soltou um suspiro curto e por um momento olhou para Artur.
Rafael inclinou-se para a frente. Com gestos lentos, mas desprovidos de qualquer hesitação, ele segurou as laterais da calcinha pequena e fina de renda preta. Deslizou o tecido suavemente pelas coxas torneadas dela, despindo-a da última peça de roupa e deixando-a completamente nua diante do olhar fixo do marido. A calcinha caiu silenciosamente no chão, juntando-se ao shortinho amarelo e à camisa rosa.
Isabela apoiou as mãos na mesa do computador, curvando o corpo para a frente oferecendo sua bunda para Rafael.
Rafael olhou a bunda de Rafaela, pode perceber uma marca de biquine gigantesca pressupondo que Isa usava biquines conservadores.
Aproximando-se ainda mais, abriu sua bunda para ter acesso ao cu rosado e virgem de Isa, ele começou a dar beijos lentos e úmidos em seu cuzinho.
Na poltrona do canto, Artur permanecia imóvel, com os olhos cravados na cena. Ver a sua esposa de costas, totalmente despida, a receber os beijos íntimos do seu amigo forte e robusto era a consumação exata da fantasia de corno que tinham planejado. A humilhação visual de ver o contraste entre o tamanho de Rafael e a submissão de Isabela provocava nele um turbilhão de sensações, ele começou a se masturbar por cima da calça.
— Rafael... — sussurrou ela, com a voz trêmula, jogando a cabeça ligeiramente para trás enquanto sentia a língua de Rafael tentando entrar eu seu cu virgem— Isso Rafael lambe meu cu, beija minha bunda, enfia essa lingua molhada no meu cuzinho.
O medo que sentira ao ver o tamanho do pênis do Rafael desaparecera. Ela procurou o olhar de Artur, precisando que ele testemunhasse a sua perda de controle.
— Artur... olha para isto.. — Olha o que o teu amigo está fazendo, você não vai fazer nada ? Vai deixar ele me devorar ?
Na poltrona, Artur engoliu em seco era a humilhação mais profunda e excitante que ele alguma vez poderia ter experimentado.
Artur, que até então permanecia imóvel na poltrona, puxou o telefone e desbloqueou o telefone com os dedos ainda trêmulos. Abriu o aplicativo da câmara e selecionou o modo de vídeo. Ao levantar o aparelho, alinhando a lente na direção dos corpos nus à sua frente, a sua postura mudou. A vergonha deu lugar a uma confiança teatral e obsessiva. Ele assumiu o comando técnico da situação, comportando-se exatamente como um diretor de um filme adulto.
— Isso, Isabela. Continua falando. Não para — ordenou Artur, com a voz baixa, mas firme e focada, enquanto dava um leve zoom digital para enquadrar a boca de Rafael lambendo toda a bunda da esposa— Olha bem para a câmara, Isa. Mostra ao Rafael como tu fica quando um homem de verdade te segura assim.
Rafael fez uma breve pausa, com os lábios ainda colados à pele da bunda de Isabela. Ele olhou sobre o ombro, os olhos fixando-se em Artur e na lente do telefone que apontava na sua direção. Longe de recuar pelo constrangimento, o registo visual pareceu validar ainda mais a sua posição de domínio. Ele soltou um sorriso curto e pesado, apertando a carne de Isabela com mais força.
— Ouviu seu marido, Isabela? — murmurou Rafael, Ele quer ver tudo em alta definição.
— Exatamente, Rafael. Não tenha pena dessa vagabunda — incentivou Artur de trás da câmara, movimentando-se ligeiramente na poltrona para conseguir um ângulo melhor da calcinha preta caída no chão e da nudez total da esposa. — Puxa-a mais. Quero que o filme mostre o contraste perfeito entre suas peles.
Isabela soltou mais um gemido, apertando os olhos enquanto a câmara do marido registava cada detalhe do seu tremor físico e da sua submissão. O jogo tinha atingido a sua escala mais explícita e cinematográfica.
Rafael aceitou de imediato o comando do "diretor". Com um movimento bruto e determinado, ele puxou o quadril de Isabela para trás, forçando-a a inclinar-se ainda mais sobre a mesa do computador. Ele afastou o teclado com o braço, abrindo espaço na bancada de madeira, e empurrou as costas dela para baixo.
Isabela ajustou-se à nova posição, Com o rosto próximo da superfície da mesa, ela sentiu o peso do olhar de Artur através da lente, capturando cada detalhe da sua hesitação e da sua entrega ao momento.
Artur aproximou-se com o telemóvel, focando no olhar de Isabela para captar a verdade por trás daquela encenação.
— Olha para lente Isabela — pediu Artur, num tom baixo. — Diz o que esta pensando.
Isabela virou o rosto para a câmara. Os seus olhos brilhavam. Artur deu um zoom direto no rosto de Isabela.
— É intenso — começou ela, a voz ligeiramente instável. — ele esta agora lambendo a minha buceta, esta enfiando um ou dois dedos, mas o meu desejo maior e chupar o pau dele, quero sentir aquilo na minha boca pra depois sentir na minha bucetinha.
- Seu desejo é uma ordem minha rainha. ( Rafael se levando e leva seu pau perto do rosto de Isabela ).
- É isso que você quer ? Pode chupar a vontade, sinta ele na sua boca, mas quero que seu marido filme tudo de perto para não perder nenhum detalhe.
Isabela se posicionou, amarrou seu cabelo, pegou o pau de Artur com sua mãozinha que mal dava pra pegar.
- Nossa, isso é grande mesmo, Artur, vem aqui filma eu lambendo a cabeça, olha que cabeça linda e grande.
Isabela deu uma lambida, olhou pra Artur que sorriu, depois ela olhou pra a lente do celular de Artur que registrava aquele momento épico.
Isabela abocanhou meio sem jeito, faltava-lhe jeito de manusear um daquele tamanho, e Rafael vendo sua dificuldade resolver agir.
- Isa, olha pra mim, abre bem a boca, o máximo que puder.
Artur resolveu intervir- Isso amor, faz o que ele manda, se não não vai caber.
Isa obedeceu, Artur então começou a introduzir aos poucos seu pau pela boca de Isa. Um de seus olhos começou a lacrimejar começando a sair um rio fino de baba pelo canto de sua boca, demonstrando seu esforço, mais de 1/3 tinha entrando em sua boquinha .
Então o diretor marido deu uma ordem.
- Olha pra câmera, deixa eu captar esses olhos lacrimejados e esse queixo babado, você está linda.
Isa tentou sorrir com os comentários do marido.
Rafael fez um pequeno esforço a mais, fazendo Isa dar uma golfada se afastando de Rafael.
- Nossa, não dá , é gostoso mas é muito grande, mas vou tentar engolir mais.
Isa falou isso limpando a baba que escorria de seu queixo com o ante braço fazendo os dois homens rirem.
- Amor, agora quero que você chupe as bolas do Rafael, precisamos filmar isso. ( Artur de uma nova ordem ).
Isa começou a lamber o saco de Rafael, esfregava as bolas pelo seu rosto o deixando todo babado.
Artur com sua câmera na mão ditava o ritmo da cena, até que num impulso, pediu que os dois se beijassem deixando Isa espantado por Artur pedir algo tão íntimo.
Rafael segurou o queixo de Isabela com firmeza, puxando o rosto dela suavemente na sua direção. Sem qualquer hesitação, os dois se beijaram. A proximidade física e a entrega mútua traduziam a intensidade do momento, enquanto o som da respiração e estalos molhados eram ouvidos.
Artur, mantendo-se firme na sua posição de “diretor”, aproximou o telefone a escassos centímetros dos rostos. O visor captava a umidade dos lábios
— Isso... fiquem exatamente assim — comandou Artur por trás da câmara, com a voz baixa e focada, ajustando o foco manual para garantir a máxima nitidez do registo. — Quero um beijo intenso, daqueles longos e molhados, mostrando bem a língua de vocês. Deixem que a lente veja suas línguas, quero muita saliva escorrendo pelo canto de suas bocas.. Quero o detalhe perfeito para o vídeo.
— Agora, olhem para aqui — ordenou Artur, movimentando ligeiramente o telefone para o lado. — Olhem os dois diretamente para a lente da câmara enquanto se beijam. Quero que quem assista perceba que vocês sabem exatamente que estão sendo gravados.
Isabela abriu os olhos azuis lentamente, fixando-os diretamente na lente de adrenalina e exibicionismo. Rafael, sem interromper o contato úmido e firme dos lábios, também desviou os olhos para o visor. Aquelas ordens de Artur deixava o casal ainda mais selvagem, os beijos começaram a acelerar, Rafael já não só beijava ele lambia toda a face da esposa.
— Abre a boca, Isabela — repetiu Artur, com a voz baixa, fria e desprovida de qualquer hesitação, assumindo uma autoridade que nenhum dos dois esperava do marido habitualmente passivo. — Rafael, cospe na boca dela. Quero que a câmara registre isso.
Isabela, olhou para a lente e depois para o marido. A humilhação daquele comando era novidade.
Lentamente, ela obedeceu, abrindo a boca e entregando-se ao papel de submissão .
Rafael olhou de relance para Artur , medindo o peso daquela ordem. Um sorriso predatório apareceu em seu rosto. Ele inclinou-se ligeiramente sobre o rosto de Isabela, a pegou pelos cabelos , ela abriu mais a boca e Rafael descarregou um cuspe .
Uma parte pegou nos lábios superiores de Isa fazendo escorrer por tudo sua boca.
Artur ajustou o foco digital para captar a reação de Isabela, que fechou os olhos momentaneamente, processando o impacto físico e psicológico daquele gesto.
__ Não fecha a boca, olha pra câmera , assim, agora engole tudo, mostra que gostou.
Isa fez o mandado.
— Eu nunca pensei que tu tivesse coragem de me pedir uma coisa dessa. destruiu qualquer controle que eu achava que tinha e isso foi nojento. ( Isa falou ).
Ela desviou o olhar por um segundo para Rafael, que observava a sua reação com uma postura firme e um sorriso silencioso de pura posse, antes de voltar a focar a câmara do marido.
— É uma sensação avassaladora, Artur tu mostrou o quando quer isso, você é um pervertido e eu gosto disso.
No canto do quarto, Artur sentiu o triunfo das palavras da esposa, que validavam o ápice daquela fantasia.
— Agora quero comer sua esposa puta — ordenou Rafael, com a voz baixa e sem qualquer espaço para hesitação. — Quero que fique com as mãos espalmadas na mesa e os olhos fixos na lente do teu marido .
Isabela obedeceu imediatamente, tencionando os músculos das pernas e fixando o olhar diretamente no visor do telefone.
Rafael foi por trás de Isa e começou a introduzir seu pau em sua buceta. Isa gemia de prazer, por um momento desviou o olhar da camera e olhou diretamento nos olhos de Rafael.
— Não para, Rafael... — com a voz trêmula, __ Puxa o meu cabelo com força e bate na minha bunda, me deixe marcas, faz isso agora, enquanto o Artur filma tudo. Quero que fique registado.
Com uma das mãos Rafael segurou com firmeza a base do cabelo loiro de Isabela, puxando-o ligeiramente para trás para forçá-la a erguer o queixo e a manter o olhar fixo na câmara. Com a outra mão livre, desferiu um tapa firme e sonoro na carne exposta da sua bunda, liberando um estalo forte e deixando marcas na sua pele branca.
Artur, ajoelhado no chão , aproximou a lente para captar no visor, a imagem registava a reação física de Isabela, que arqueava o corpo sob o toque bruto de Rafael, soltando um gemido diretamente para a câmara.
__ Eu não aguento mais, preciso gozar, Isabela é muito gostosa, não da suportar tanto tempo assim. ( Artur gemia e falava ao mesmo tempo ).
__ Soca mais forte, quero gozar também, Isa começou a esfregar seu clitóris e o seu gozo veio a fazendo se estremecer.
Artur filmou toda e expressão de Isabela.
__ Agora quero que Rafael goze na cara da minha mulher, quero filmar essa cena.
__ Isa se posicionou no chão apoiada pelos calcanhares, abriu sua boca, Rafael não aguentando essa permissividade chegou perto e descarregou jatos de porra por todo seu rosto, ao todo 3 fortes jatadas que pegou na sua testa, bochechas e dentro da boca.
__ Agora quero que você de um tapa no rosto sujo de Isabela . ( Ordenou Artur ).
A ordem de Artur ecoou quebrou momentaneamente o ritmo da cena e introduzindo uma nova camada de intensidade física ao registro. Mantendo a lente do telefone firmemente focada nos dois, Artur ajustou o enquadramento para garantir que nenhuma reação se perdesse . Isabela não acreditava na ordem do marido, a porra de Rafael ainda escorria pela sua face branca, o semen da testa escorria para os olhos os deixando vermelhos.
Rafael mediu a instrução por um breve segundo, fixando os olhos em Isabel em seguido ergueu a mão e desferiu um tapa controlado, mas firme, na face de Isabela. O som do impacto estalou no ambiente silencioso do quarto. O rosto de Isabela virou-se ligeiramente para o lado com gesto. Os seus olhos azuis dilataram-se sob o impacto da adrenalina e do choque físico, enquanto uma mancha avermelhada de um desenho de dedos, começava a desenhar-se na sua pele clara misturada de semen.
__ Foi muito forte, me desculpe ( Rafael passou as mãos pelo rosto de Isa ).
__ Não senti dor física ,não se preocupe, eu no fundo adorei ( Isa respondeu ).
Artur, ajoelhado com o telefone, aproximou a lente para captar o contraste entre a marca vermelha no rosto de Isabela e o sêmen de Rafael.
Antes de Artur interromper em definitivo a gravação, Isabela manteve o olhar fixo na lente do telefone. Ela umedeceu os lábios e, com uma voz trémula que oscilava entre a exaustão física e o êxtase da entrega, fez a sua declaração final para o vídeo:
— Artur... foi excitante tomar um tapa do teu amigo no meu rosto — confessou ela, com os olhos azuis brilhando intensamente diante da câmara. — Foi uma sensação avassaladora de perda de controle. Saber que estava ali registrando cada detalhe, que a minha pele ficou marcada pela força do Rafael enquanto eu me submetia completamente à vontade de vocês os dois... Esta gravação vai ser o testemunho perfeito de como eu quebrei todas as minhas barreiras hoje.
Rafael, posicionado logo atrás dela, observava a confissão em silêncio.
Artur, mantendo o enquadramento perfeito, captou os últimos segundos da expressão de Isabela antes de desligar sua câmera.
Isabela finalmente se endireitou, o seu peito ainda subia e descia num ritmo frenético. Ela procurou o shortinho amarelo e a camisa rosa no chão, recolhendo os tecidos com uma pressa que traía a vulnerabilidade real que começava a esmagar a fantasia.
Ficou um silêncio constrangedor.
— Bem... — começou Rafael, limpando a garganta e forçando um meio sorriso enquanto se abaixava para recolher a sua maleta de ferramentas no chão. — Acho que não vou te vou cobrar por esta visita técnica, Artur. O serviço hoje... foi diferente do que combinamos na cozinha. O computador já não deve dar problemas de sistema tão cedo.
Isabela, que terminava de ajeitar as roupas com os dedos ainda sutilmente trémulos, olhou de relance para o técnico, mas ela manteve-se em silêncio, observando a postura de Rafael.
— Bom, eu vou andando — disse Rafael, olhando rapidamente nos olhos de Artur, num cumprimento silencioso.
Sem esperar por mais formalidades, Rafael pegou nas suas coisas e saiu.
O silêncio regressou à casa, mas agora era um vazio partilhado apenas pelo casal.
O som da porta da frente a fechar-se ecoou pelo corredor superior, deixando um vazio imediato no quarto de hóspedes.
Isabela terminou de ajeitar a camisa rosa sobre o shortinho amarelo, os dedos ainda sutilmente trêmulos. Ela caminhou lentamente até à cadeira giratória onde Rafael estivera sentado e deixou-se cair nela. Levou a mão direita ao rosto, tocando de leve na face que ainda exibia a marca avermelhada e quente do tapa que recebera.
Artur aproximou-se da mesa de trabalho, tirando o telefone do bolso. Ele olhou para o aparelho e depois para a esposa.
— E então? — perguntou Artur, com a voz baixa, — Como é que te sente?
Isabela ergueu os olhos azuis para ele. Havia uma mistura complexa de exaustão e uma satisfação sombria no seu olhar.
— Foi... muito mais real do que o que tínhamos planeado, Artur — confessou ela, soltando uma respiração longa. — Quando ele me virou de costas e tirou a calcinha, eu senti medo de verdade. Mas te ouvir dando as ordens de trás da câmara... pedir para ele cuspir, para me bater... Tu assumiu o controle de uma forma que eu nunca imaginei.
Artur engoliu em seco, sentindo o peito aquecer com a validação das suas ações. Ele sentou-se na borda da mesa, mesmo ao lado dela.
— Eu também nunca pensei que teria coragem de dizer aquilo — admitiu ele. — Mas ver o tamanho do pau do Rafael, ver a forma como ele te dominava física e verbalmente enquanto eu registava tudo... foi gostoso.
Isabela esticou a mão e colocou sobre o joelho de Artur, apertando-o de leve.
— Eu não quero voltar atrás — disse ela, com firmeza, embora a sua voz ainda guardasse o cansaço do êxtase recente. — Só quero que o Rafael não fale isso pra ninguém.
— Tu foi incrível, Isa — disse Artur, com a voz baixa, mas carregada de uma admiração genuína que fez os olhos dela brilharem. — sério. tu comportou-se como uma verdadeira atriz de filmes adultos. A forma como encarou a lente depois do tapa, a tua entrega às ordens do Rafael . Parecia que sabias exatamente o que o enquadramento pedia. Estou mesmo orgulhoso de você .
Isabela aproximou-se lentamente e colou os seus lábios aos de Artur num beijo profundo e demorado. Artur sentiu o cheiro e o gosto de outro homem nos lábios de Isa .
Isa se afastou e perguntou. __ Gostou do sabor dele ?
É... é uma sensação inacreditável, Isa — confessou Artur— Sentir o gosto do Rafael na tua boca... É um misto de um ciúme e excitação
Isabela sorriu, saboreando cada palavra de Artur. O impacto psicológico tinha sido exatamente o que ela pretendia criar ao selar o pacto daquela manhã.
