Eu estava sentada na beira da piscina, as pernas balançando na água morna, quando ela começou a reclamar do meu irmão. O desgraçado tinha bebido até cair e agora roncava na espreguiçadeira, boca aberta, completamente morto. Ela estava frustrada, a voz embargada de cerveja e tesão reprimido. Eu olhei pra ele, depois pra ela. A saia molhada colada nas coxas, o peito subindo e descendo rápido, os olhos brilhando de vontade.
Mordei o lábio e me aproximei.
— Ele não vai acordar tão cedo… — falei baixo, a voz saindo rouca. — E você tá toda molhada só de falar nisso, né?
A mão dela tremeu quando eu deslizei os dedos pela coxa dela, subindo devagar por baixo da saia. A calcinha já estava encharcada. Eu apertei bem no meio e senti o calor dela na ponta dos dedos. Os olhos dela se arregalaram, mas ela não se afastou. Pelo contrário: abriu um pouco mais as pernas.
— Você tá falando sério?
Sorri. Puxei ela pra mim e sussurrei no ouvido:
— Deita pra trás… e deixa eu te mostrar o que eu faço quando o meu irmão não tá olhando.
Ela obedeceu. Eu me ajoelhei na água rasa entre as pernas dela, puxei a saia pra cima e desviei a calcinha. A buceta dela estava inchada, rosada, escorrendo. Passei a língua de baixo pra cima, abrindo os lábios, e chupei o clitóris com força. O gemido dela saiu abafado. Enfiei dois dedos de uma vez e comecei a foder enquanto lambia, sentindo as paredes apertarem em volta dos meus dedos. O gosto dela era salgado e doce, misturado com o cloro da água. Eu chupava com fome, olhando pra cima de vez em quando, vendo o rosto dela contorcido de prazer, o irmão roncando a poucos metros.
Quando ela gozou, as coxas tremeram contra a minha cabeça e o líquido escorreu quente na minha língua. Eu continuei chupando até ela empurrar minha cabeça, sensível demais. Subi o corpo, beijei a boca dela e fiz ela provar o próprio gosto. Ela respondeu com fome, a língua enroscando na minha.
— Agora é sua vez — ela sussurrou, a voz rouca.
Eu me sentei na borda. Ela puxou meu short e a calcinha de uma vez e enterrou o rosto entre minhas pernas. A língua dela era quente, insistente. Chupou meu clitóris enquanto metia os dedos, e eu segurei o cabelo dela com força, empurrando contra a boca. Gozei rápido, as pernas apertando a cabeça dela, o corpo inteiro estremecendo.
Mas eu ainda não tinha terminado.
Puxei ela de volta pra água rasa. Virei o corpo dela de frente pro meu e abri as minhas coxas, encaixando uma perna por cima da dela. Aproximei as bucetas até os lábios se tocarem, quentes e molhados. Comecei a me mover, esfregando devagar no começo, sentindo o clitóris dela roçar no meu. O atrito era direto, quente, escorregadio. Aumentei o ritmo, apertando as coxas, empurrando com mais força. O barulho molhado das duas bucetas se encontrando ecoava baixo junto com a água batendo. Eu segurava a cintura dela com as duas mãos, puxando pra mais perto, esfregando mais fundo, mais rápido. O clitóris dela latejava contra o meu a cada movimento. Ela gemeu alto, a cabeça jogada pra trás, e eu aproveitei pra morder o pescoço dela enquanto continuava o atrito.
— Mais forte… — ela pediu, a voz quebrada.
Eu obedeci. As coxas tremiam de esforço, o suor escorrendo junto com a água. Eu esfregava com vontade, sentindo o orgasmo subir quente desde o meio das pernas. Quando gozei, apertei ainda mais, o corpo travando contra o dela, o líquido das duas se misturando. Ela gozou logo em seguida, as unhas cravando nas minhas costas, o gemido abafado no meu ombro.
Ainda ofegantes, eu a virei de costas, colei o peito nas costas dela e enfiei os dedos de novo, fodendo enquanto a outra mão apertava o peito dela por baixo do top. Ela empurrava a bunda contra mim, pedindo mais. Eu metia os dedos fundo, curvando, enquanto beijava o pescoço suado dela e olhava de relance pro meu irmão ainda roncando, alheio a tudo.
Fiz ela gozar mais uma vez assim, os dedos encharcados, o corpo dela mole e tremente na minha frente. Depois a puxei pra um beijo lento, sujo, e sussurrei no ouvido:
— Da próxima vez a gente faz com ele acordado… ou não.
Ela riu baixo, o peito ainda arfando, e não se afastou. A mão dela ainda descansava entre minhas pernas, os dedos brincando de leve com a buceta latejante.
Naquela noite a água da piscina ficou mais quente, o cheiro de sexo se misturou ao de cloro, e o ronco do meu irmão foi a trilha sonora perfeita pro que a gente fez.