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A Professora e o Aluno de 60 anos parte 04

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1235 palavras
Data: 11/08/2026 03:03:04

Helena não dormiu direito naquela noite.

Toda vez que fechava os olhos, via o pau grosso e negro de Marcelo latejando na mão dele, os jatos densos caindo no chão da sala enquanto ela ficava de costas, empinada, a saia erguida. Acordava ofegante, a calcinha molhada, o coração disparado de vergonha e tesão. Ao lado, Ricardo dormia tranquilo, o braço jogado sobre a cintura dela, inocente demais para imaginar o que a esposa tinha permitido.

De manhã, no espelho do banheiro, Helena se olhou nua. As coxas grossas, a bunda alta e pesada, os seios ainda firmes. Passou a mão lenta pelo próprio corpo e sentiu nojo de si mesma. E ao mesmo tempo… desejo. Um desejo sujo, quente, que não diminuía.

Na escola, ela tentou se manter profissional. Evitou olhar para Marcelo. Deu a aula com a voz firme, o corpo tenso. Mas ele estava lá, sentado na primeira carteira, o olhar calmo e seguro, como quem já sabia que tinha ganhado terreno.

No final da aula normal, quando os outros alunos saíram, Marcelo não se mexeu. Helena fingiu organizar papéis na mesa até não aguentar mais o silêncio.

— Seu Marcelo, a aula acabou.

— Eu sei. Mas a gente precisa conversar sobre ontem.

Helena engoliu em seco. O peito apertou.

— Não tem o que conversar. Foi um erro. Um erro grave. Não pode se repetir.

Marcelo se levantou devagar. O volume na calça já estava marcado. Ele caminhou até a porta, trancou por dentro e voltou até a mesa dela. Parou do outro lado, as mãos grandes apoiadas na madeira.

— A senhora empinou pra mim. Deixou eu gozar olhando esse rabão. Agora quer fingir que não aconteceu?

— Eu estava… confusa. Foi fraqueza. Não vai acontecer de novo.

Ele sorriu de canto, sem humor.

— Então por que a senhora tá com a respiração acelerada? Por que as pernas estão tremendo? Eu posso sentir o cheiro da senhora daqui. A senhora tá molhada de novo.

Helena sentiu o rosto queimar. Quis negar, mas a umidade entre as pernas traía qualquer mentira. Marcelo contornou a mesa. Parou atrás dela. O calor do corpo dele chegou primeiro. Depois a voz baixa, bem perto do ouvido:

— Eu não vou forçar nada. Mas eu quero que a senhora seja honesta pelo menos uma vez. A senhora gozou ontem à noite pensando em mim, não foi?

O silêncio foi a resposta. Helena baixou a cabeça. Uma lágrima de vergonha escorreu.

Marcelo passou a mão grande pela lateral da coxa dela, por cima da saia. Subiu devagar até o quadril. Apertou a carne macia com força.

— Essa bunda… eu sonhei a noite inteira com ela. Quero chupar. Quero morder. Quero abrir no meio e enfiar a língua até a senhora gozar no meu rosto. Depois quero te foder devagar, bem fundo, até a senhora esquecer o nome do marido.

Helena soltou um gemido abafado. As pernas cederam. Ela se apoiou na mesa com as duas mãos. Marcelo continuou falando, a boca quase encostando na orelha dela:

— Eu sei que a senhora ama ele. Eu sei que a senhora se sente suja. Mas o corpo da senhora não mente. Ele tá pedindo pau. E não é o pauzinho do seu marido. É o meu.

A mão dele subiu pela saia e apertou a bunda por cima do tecido. Depois deslizou para baixo, pegando a barra e levantando devagar. A calcinha clara apareceu, já transparente no meio. Marcelo soltou um gemido baixo.

— Olha isso… encharcada. Só de eu falar.

Ele passou o dedo grosso por cima da calcinha, no meio dos lábios molhados. Helena estremeceu inteira. O quadril se moveu sozinho, empurrando contra o dedo.

— Seu Marcelo… para… eu não posso…

— Pode. Só dessa vez. Deixa eu te tocar.

Helena não respondeu. Não empurrou a mão embora. Marcelo interpretou o silêncio como permissão. Puxou a calcinha de lado. O ar frio da sala bateu na buceta quente e molhada. Ele passou o dedo no meio, colhendo o líquido viscoso, e depois levou o dedo à própria boca.

— Doce pra caralho… igual eu imaginei.

Helena soluçou de vergonha e prazer. Marcelo a virou de frente para ele. Abaizou a calça e a cueca de uma vez. O pau saltou para fora, duro, grosso, a cabeça escura já brilhando. Era ainda maior de perto. Helena olhou e não conseguiu desviar. O peito subia e descia rápido.

— Segura — ele ordenou, baixo.

Ela hesitou só um segundo. Depois estendeu a mão. Os dedos brancos e delicados quase não conseguiam fechar em volta da grossura. Marcelo soltou um gemido rouco quando ela apertou.

— Isso… mexe. Devagar.

Helena começou a masturbá-lo. A mão subia e descia com dificuldade por causa do tamanho. A pele era quente, as veias saltavam sob os dedos. Marcelo segurava a cintura dela com as duas mãos, olhando fixamente para o rosto dela.

— Olha pra mim enquanto faz. Quero ver essa cara de casada chupando pau com a mão.

Helena ergueu os olhos. Estava corada, os lábios entreabertos, a respiração ofegante. A culpa ainda queimava, mas o tesão era mais forte. Ela acelerou o movimento. Marcelo gemeu mais alto.

— Eu quero gozar na sua mão. Quero que a senhora sinta a quantidade. Depois a senhora vai embora pra casa e vai deitar do lado do marido com a mão cheirando a porra de outro homem.

Helena soltou um gemido abafado. As pernas tremiam. Marcelo colocou a mão por cima da dela e acelerou o ritmo, forçando um movimento mais forte e rápido. O pau latejava. A cabeça inchava.

— Tô gozando… segura firme…

O primeiro jato saiu grosso e quente, espirrando na mão e no pulso de Helena. Depois veio outro, e mais outro. Marcelo gozou muito, o esperma denso e branco escorrendo pelos dedos dela e caindo no chão. Ele respirou pesado, ainda segurando a mão dela em volta do pau pulsante.

Quando terminou, puxou a calcinha de Helena de lado de novo e esfregou a cabeça molhada do pau no meio da buceta dela, só esfregando, sem enfiar. Helena quase caiu. O clitóris latejava.

— Da próxima vez eu enfio — murmurou ele, a voz rouca. — Inteiro.

Helena soltou o pau com a mão tremendo. O esperma escorria pelos dedos. Ela olhou para a própria mão suja e sentiu o estômago revirar de culpa. Rapidamente pegou um papel, limpou o que pôde e puxou a saia para baixo.

— Isso… isso não pode continuar — disse, a voz quebrada. — Eu sou casada. Eu tenho uma filha.

Marcelo guardou o pau ainda semi-duro e ajeitou a calça.

— Eu sei. E mesmo assim a senhora acabou de me bater uma punheta até eu gozar. A senhora já passou do ponto de voltar atrás, professora.

Helena não respondeu. Pegou a bolsa e saiu da sala com as pernas bambas, a mão ainda cheirando a esperma, a calcinha encharcada e a mente em frangalhos.

No carro, ela chorou. Chorou de vergonha, de tesão, de medo de si mesma. Quando chegou em casa, Ricardo a beijou na porta e perguntou como tinha sido o dia. Helena sorriu com dificuldade e mentiu:

— Normal… só cansativo.

À noite, quando o marido dormiu, ela foi ao banheiro de novo. Sentou no chão frio, as pernas abertas, e se masturbou com a mão que ainda tinha o cheiro fraco de Marcelo. Gozou mordia o braço para não gritar, as lágrimas escorrendo misturadas com o prazer.

E pela primeira vez admitiu, baixinho, só para si mesma:

“Eu quero mais.”

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Comentários

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Espetacular a tensão sexual misturada com culpa impressa nesse conto. Digno de todas as estrelas.

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Que delícia de conto.

Minha esposa é professora imagino um coroa com tesao nela desse jeito. Fico logo de pau duro.

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