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O macho da Minha Esposa.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Gay
Contém 2463 palavras
Data: 11/08/2026 02:20:59

O Amante da Minha Esposa: O Desejo Que Cruzou Gerações

Início: Como Tudo Começou

1. Meu nome é Felipe, tenho 50 anos, moro em Porto Alegre, numa casa grande e confortável num bairro bem localizado da cidade. Sou casado há mais de vinte anos com a Letícia, uma mulher de 48 anos, linda, cheia de vida, um corpo que ainda faz qualquer um parar para olhar, e uma personalidade que sempre foi muito à frente do seu tempo. Desde o começo do nosso casamento, a nossa relação sempre foi baseada no amor, na amizade e, acima de tudo, numa confiança absoluta um no outro. Nunca tivemos ciúmes bobos, nem regras rígidas, sempre entendemos que o desejo é algo natural, e que se houver respeito e cumplicidade, tudo pode ser compartilhado.

2. A Letícia sempre foi uma mulher fogosa, liberal, daquelas que na rua se comporta como uma dama, mas que dentro de quatro paredes se transforma na maior puta que existe, cheia de vontades, de fantasias, de sede de prazer. Com o passar dos anos, nós dois começamos a explorar coisas novas, saímos da rotina, e foi assim que ela conheceu o Raul, um advogado de 45 anos, separado, homem bonito, bem-sucedido, forte, dono de um corpo definido e de uma presença masculina que impõe respeito e desejo. Ele se tornou o amante oficial da minha esposa, e o melhor de tudo: eu conhecia, aprovava e, na verdade, adorava ver tudo o que acontecia entre eles.

3. Raul era uma presença constante na nossa vida. Era comum ele vir até a nossa casa em Porto Alegre, nós três conversarmos, bebermos, comermos juntos, como grandes amigos, antes que ele e a Letícia fossem para o quarto. Eu já tinha participado de algumas brincadeiras com eles, já tinha assistido, já tinha tocado, já tinha sentido um pouco do clima que existia, e confesso que só de ver o Raul, eu já sentia um desejo escondido crescendo dentro de mim, uma curiosidade de saber o que a minha mulher tanto elogiava, o que fazia ela ficar tão louca de prazer. Ele era grande, forte, bem-dotado, e eu sempre pensava em como seria tê-lo mais perto, não apenas como espectador.

4. Nosso filho, o Gilberto, tem 26 anos, é recém-casado com uma moça muito querida, e mora também aqui em Porto Alegre, não muito longe da nossa casa. Ele sempre foi um rapaz tranquilo, educado, bonito, puxou à mãe no jeito alegre e a mim na estrutura física: um rapaz alto, corpo forte, ombros largos, pele macia, um bumbum grande e arredondado que sempre chamou atenção, embora ele nunca tivesse dado muita bola para isso. Ele é casado há poucos meses, e até então, para mim e para todos, ele era apenas o nosso filho, o rapaz correto, o filho exemplar. Mas naquela noite, tudo iria mudar.

5. Tudo começou num fim de semana de calor, daqueles típicos do verão de Porto Alegre, onde o ar fica parado e o clima fica pesado. A Letícia tinha viajado cedo para a casa da mãe dela, no interior do estado, e já tinha combinado que só voltaria no domingo à noite. Eu fiquei em casa sozinho, aproveitando para descansar, quando por volta das 19h a campainha tocou. Quando abri a porta, lá estava o Raul, com uma garrafa de vinho na mão, sorrindo daquele jeito seguro dele, pronto para mais uma noite com a minha esposa. A cara dele foi um desapontamento quando eu expliquei que ela tinha viajado e não iria voltar tão cedo.

6. — Nossa, Felipe, que azar o meu! Vim todo preparado, arrumei a agenda, deixei tudo para cá vir, e ela não está... — ele disse, encostando na porta, claramente frustrado. Mas logo em seguida, ele sorriu de novo, aquele sorriso malicioso que eu conhecia bem. — Mas não vou jogar a viagem fora, nem o vinho, nem o tempo que eu separei. Se você deixar, fico um pouco com você, nós bebemos, conversamos... afinal, somos amigos, não somos?

7. — Claro que pode, Raul! A casa é sua, sempre foi — respondi na hora, abrindo espaço para ele entrar. Eu confiava nele como se fosse da família, e para ser sincero, só de tê-lo ali, sozinhos, eu já sentia um frio na barriga, uma ansiedade que eu não sabia explicar direito. Fomos para a cozinha, pegamos copos, abrimos o vinho, e logo a conversa começou a rolar solta. Falamos de trabalho, de viagens, de assuntos diversos, mas pouco a pouco, o papo foi mudando, ficando mais baixo, mais íntimo, entrando naquilo que realmente nos unia: o sexo, o desejo, as nossas vontades.

8. Falamos muito da Letícia, de como ela era na cama, das coisas que eles faziam, do quanto ele gostava dela, e cada detalhe que ele contava me deixava mais excitado, mais ligado. Raul, que sempre foi muito aberto, começou a me olhar de um jeito diferente, um olhar que deslizava do meu rosto para o meu corpo, parava nos meus braços, na minha barriga, e demorava um pouco mais na minha calça. Eu percebia tudo, e ao invés de me sentir incomodado, eu sentia o meu corpo responder, sentia um calor subir, percebia que o clima entre nós dois estava ficando tão quente quanto o tempo lá fora.

9. Quando já estávamos na segunda garrafa, ele se espreguiçou, levantou a camiseta sem querer, mostrando a barriga definida, e disse: — Nossa, Felipe, que calor danado que está aqui dentro, e olha que eu nem estou com roupa pesada... — e sem cerimônia nenhuma, ele levantou, tirou a camisa, jogou longe, e logo em seguida abaixou a calça, ficando apenas de cueca, marcando um volume enorme, impressionante, que eu já conhecia de ver ele com a minha mulher, mas que agora, ali, tão perto, me fazia tremer todo.

10. Eu estava completamente extasiado com a desenvoltura dele, com a forma como ele se sentia à vontade na minha casa, comigo. Não pensei duas vezes, deixei a vergonha de lado, levantei também, cheguei perto dele, e sem dizer nada, eu me aproximei, segurei o seu rosto com as duas mãos e lhe dei um beijo na boca, um beijo forte, molhado, cheio de desejo. Ele não hesitou nem um segundo, retribuiu com tudo, me agarrou pela cintura com tanta força e volúpia que eu senti o meu pau dar sinal de vida imediatamente, duro, pulsando, querendo sair da calça. Naquele momento, já não existia mais amante da minha esposa, nem nada: existiam apenas dois homens cheios de desejo, prontos para se entregar.

A Chegada do Gilberto e a Nova Fantasia

Fomos direto para o quarto, sem parar de nos beijar, de nos tocar, as roupas caindo pelo caminho. Ele me empurrou devagar até a cama, me virou de costas, me abraçou forte, senti o corpo grande e quente dele colado no meu, e principalmente, senti o seu pau enorme, duro como uma pedra, pressionado contra a minha bunda, se esfregando devagar, me fazendo gemer alto. Era exatamente o que a Letícia sempre me falava, o que ela tanto elogiava, e agora eu estava ali, sentindo tudo aquilo na pele, curioso, louco para provar, para saber como era.

Eu não resisti, me virei para ele, ajoelhei na frente da sua perna grossa, abaixei a sua cueca e deixei aparecer o que ele tinha de melhor: um pau imenso, grosso, comprido, cheio de nervos, cabeça grande, brilhando de vontade. Abri bem a boca e caí de boca naquela vara, comecei a chupar devagar, com vontade, como se fosse o mais delicioso dos sorvetes, sentindo o gosto forte de homem, a textura grossa, o tamanho que parecia não caber dentro de mim. Era a primeira vez que eu chupava um pau de verdade, embora eu já tivesse tido experiências de comer o cu de outros homens, mas nada se comparava à sensação de ter o Raul todo na minha boca.

Ele era grande, muito bem-dotado, e eu tinha dificuldade de abocanhar tudo de uma vez, de tão grosso que era, exatamente o motivo pelo qual ele sempre fazia a alegria da minha mulher. Enquanto eu tentava engolir cada centímetro daquela rola, sentindo a garganta arranhar de tanto prazer, Raul me agarrou pelos cabelos, guiava a minha cabeça, e ao mesmo tempo deslizou para trás, abriu bem as minhas nádegas e enfiou a língua úmida e quente bem no meio, no meu cu, me fazendo ir na lua e voltar num segundo só. A língua dele era uma delícia, mexia lá dentro, explorava, me fazia tremer todo, me deixava louco de tesão.

— Me fode, Raul... por favor, me fode gostoso... — eu pedia, entre gemidos, completamente entregue.

Ele parou um instante, olhou bem nos meus olhos, sorriu malicioso e disse: — Sabe, Felipe... eu sempre desejei muito um dia poder te enrabar, sempre tive essa vontade guardada, mas achava que isso nunca fosse acontecer, achava que você nunca iria querer. Que bom ver que eu estava errado.

— O meu cu ainda é virgem, sabia? Nunca ninguém entrou aqui... talvez não aguente o seu pauzão todo dentro de mim... — eu disse, com medo, mas ao mesmo tempo com uma vontade enorme de sentir tudo.

Ele foi até a bolsa que ele tinha trazido, pegou lubrificante e camisinhas, passou bastante óleo no meu rabo todo, nas mãos, no seu próprio pau, e me ajudou a sentar bem devagar em cima dele. Eu fui descendo, sentindo cada milímetro entrando, abrindo tudo, esticando, até que engoli toda aquela rola até o talo, sem sobrar nada para fora. Doeu um pouco, claro, mas era uma dor gostosa, uma dor de prazer, de estar sendo possuído por aquele homem enorme.

Eu estava sentado, com a vara toda atolada no meu rabo, me acostumando com o tamanho, sentindo ele pulsar lá dentro, quando de repente ouvimos a porta da frente abrindo e batendo forte. Nós dois olhamos assustados um para o outro, e ouvimos a voz do meu filho, o Gilberto, gritando da sala:

— Pai? O senhor está em casa? Esqueci os meus documentos aqui, vim só pegar rapidinho!

Eu gelei na hora. Nós dois nus, ele todo enfiado dentro de mim, o quarto todo bagunçado, o clima todo de sexo. Raul foi rápido, tirou devagar de dentro de mim, pegou um lençol e jogou em cima de nós, mas deixou a porta entreaberta, de propósito, eu percebi no olhar dele.

O Gilberto caminhou pelo corredor, parou na porta do quarto, e quando olhou para dentro, paralisou. Ele viu tudo: eu nu, o Raul nu, o clima pesado, tudo explicado sem precisar de palavra nenhuma. Eu fiquei sem graça, prestes a me cobrir, prestes a pedir desculpas, mas o que eu vi nos olhos do meu filho não foi vergonha, nem nojo, nem raiva. Era desejo. Os olhos dele estavam arregalados, brilhando, vidrados especialmente no Raul, naquele corpo grande, naquele pau enorme que ainda estava duro, escorregadio de lubrificante.

Gilberto sempre foi muito bonito, o rapaz que todo mundo olha, com aquele corpo forte, bumbum grande e arredondado, coxas grossas, pele macia. Ele ficou parado ali, calado, e eu percebi que ele mesmo estava duro dentro da calça jeans que vestia. Raul, com a maior cara de pau do mundo, não se cobriu, apenas sorriu e chamou ele com a mão:

— Vem cá, Gilberto... não precisa ficar aí parado olhando. Seu pai já está curtindo tudo o que eu tenho para dar, e olha... eu ainda tenho muita energia, muita vontade de foder. Você não quer provar também? Não quer saber como é?

Eu olhei para o meu filho, vi a hesitação, vi o desejo lutando dentro dele, e também falei, com a voz ainda rouca de tanto prazer:

— É verdade, filho... o Raul é o homem que a sua mãe mais gosta, ele sabe fazer tudo muito bem. Se você quiser... se você tiver vontade... ninguém precisa saber, é nosso segredo. Nós três aqui, só nós.

Gilberto não precisou de mais nada. Ele fechou a porta atrás de si, trancou com a chave, e começou a tirar a roupa devagar, peça por peça, nos mostrando todo aquele corpo de homem jovem, bonito, cheio de vida. Quando ficou nu, eu pude ver tudo: o pau dele era grande, bonito, duro, e a bunda dele... nossa, a bunda era perfeita, grande, macia, arrebitada, muito mais bonita e convidativa até que a da própria mãe dele.

Raul ficou louco quando viu aquilo. Ele se levantou, foi até o Gilberto, passou a mão por todo o corpo do meu filho, apertou os seios, a barriga, e parou demoradamente na bunda, apertou com força, abriu bem as nádegas e olhou direto para o cu dele, pequeno, rosado, apertado, virgem.

— Nossa, Felipe... o seu filho é uma delícia, um pedaço de mau caminho, ainda melhor que você e melhor que a sua mulher... esse cuzinho aqui deve ser uma maravilha para foder... — ele disse, com a voz rouca de desejo.

Ele levou o Gilberto até a cama, deitou ele de barriga para baixo, empinou aquela bunda linda bem para cima, abriu tudo, passou muito lubrificante, primeiro nos dedos, foi entrando devagar, acostumando, preparando aquele cu virgem para receber o que vinha por aí. Gilberto gemia alto, enterrava o rosto no travesseiro, as mãos apertando os lençóis, todo arrepiado, sentindo pela primeira vez o toque de outro homem, e logo de um homem experiente, forte, como o Raul.

Eu me aproximei, fiquei de lado, olhando tudo de perto, vendo o meu filho, o meu próprio menino, todo nu, oferecido, pronto para ser possuído pelo mesmo homem que fodia a minha mulher e que tinha acabado de me foder. Raul posicionou-se atrás, encaixou a cabeça do pau enorme na entrada apertada do cu do Gilberto, e começou a empurrar bem devagar.

Gilberto gritou alto, misturando dor e prazer, arqueou o corpo todo, sentindo aquele tamanho todo invadindo o seu interior, abrindo tudo, esticando ao máximo. Raul parou, deixou ele respirar, se acostumar, e foi entrando mais um pouco, bem devagar, até que, com um empurrão mais forte, ele enfiou tudo, o pauzão inteiro, até o talo, dentro do cu do meu filho, que agora estava todo aberto, todo cheio, sendo preenchido por completo.

— Caralho... que delícia de cu... apertado, quente, macio... muito melhor do que eu imaginava... — Raul gemia, segurando a bunda do Gilberto com as duas mãos, apertando com força, marcando a pele branca com os dedos.

Começou devagar, saía um pouco, entrava fundo de novo, cada vez mais forte, cada vez mais rápido, cada vez mais fundo. O som era alto, o barulho de pele batendo na pele, os gemidos dos dois, a cama balançando forte, tudo misturado. Gilberto já não sentia mais dor, só prazer, muito prazer, ele empurrava a bunda para trás, encontrando cada estocada, pedindo mais, pedindo para ele ir mais forte, mais fund

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Comentários

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Normalmente evito textos grandes aqui mas noss ao seu está muito bem escrito e excitante demais! Já quero a continuação para ontem

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delicia de conto, contaram para a mulher depois? curtiria ver algumas ftos, sou um coroa na casa dos 6o anos, sou PAN e bem liberal, caso interessar me chame neste email: euamoavida2020@gmail.com

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