Me chame de Silihom. Não desejo falar meu nome de verdade nesses contos; é uma junção do meu nome com meu último nome. Vou contar uma história que aconteceu de verdade, e tem pouco tempo, até.
Tenho 26 anos e namoro a Bruna, de 25 anos. Uma preta do cabelo cacheado bem cheio, peitos grandes, uma bunda grande no tamanho perfeito, faz academia e tem uma cintura e abdômen definidos, pernas grossas... uma delícia de mulher. Namoramos há 3 anos e moramos juntos há 1 ano. Nossa relação é saudável, podemos sair com nossos amigos de boa e sem ciúmes nenhum, temos confiança um no outro — mais ou menos. Eu suspeito que ela já tenha me traído outra vez; peguei umas mensagens e fotos no celular dela e a confrontei. Ela se fez de desentendida e, depois disso, não aconteceu mais nada do tipo, ou ela escondeu bem.
Nessa vez, ela foi sair com algumas amigas para um bar, e eu ia ficar em casa por não estar muito animado para sair. Ela já estava pronta e me mostrou a roupa: usava uma blusa preta meio transparente, que mostrava o sutiã que também era preto, uma saia muito curta — muito curta mesmo, que dava para ver a metade da bunda dela —, uma maquiagem mais trabalhada que o normal e o cabelo bem volumoso, perfeito. Eu falei para ela:
— Você vai sair com essa saia?
Ela me respondeu:
— O que tem? Vou apenas ver minhas amigas — me disse com um sorriso no rosto, bem cara de safada.
— Você sabe que não resisto ver você com essa saia! — disse me aproximando e pegando na sua cintura para dar um beijo.
Dei um beijo nela bem babado e passei a mão pela coxa dela, sentindo sua virilha. Afastei um pouco a calcinha e toquei seu clitóris, mas parei logo em seguida, deixando-a com vontade para mais tarde. Ela me respondeu:
— Eu já estou atrasada, só que me espera com esse pau bem duro! — e me deu outro beijo se despedindo.
Eu não gostei muito de ela sair com aquela saia, mas não tinha muito o que fazer, ela ia do mesmo jeito. Confesso que fiquei com ciúmes. Já que ela ia para um bar com as amigas, eu não ia ficar para trás: abri um vinho e pedi uma pizza para mim.
Já era mais de 1 da manhã quando ela voltou. Voltou bêbada no tanto certo, que conseguia se lembrar de tudo, mas estava feliz e com uma cara de safada que me faz apaixonar mais ainda. Eu estava no sofá da sala, e ela ficou na minha frente e levantou a saia. Ela estava sem calcinha e bem molhada. Olhou-me e disse:
— Me chupa!
Não pensei duas vezes. Me ajoelhei, beijei sua coxa e fui subindo até dar uma linguada em sua buceta. Estava com um gosto diferente do normal. Fiquei procurando esse gosto na minha mente, e parecia com gosto de camisinha. Ela estava encharcada e com gosto de camisinha... ela tinha me traído. Eu parei de chupar e perguntei por que ela estava com aquele gosto. Ela só me respondeu:
— Eu fui uma garota má essa noite e preciso de uma lição.
Ela estava tentando fazer ser uma fantasia ali? Eu não entendi e perguntei de novo, senão não ia ter nada. Ela me falou que um cara tinha chegado nela e que se parecia comigo: cabelo cacheado, olhos castanho-claros, algumas tatuagens e um corpo definido. Ela se sentiu atraída, conversou com ele, desenrolou e acabou dando para ele no banheiro do bar, mas falou que deu com camisinha porque não queria porra de outro na sua buceta.
Eu fiquei sem reação, mas com tesão. Eu não havia experimentado essa fantasia nem nada, mas já pensei em ter um relacionamento aberto, porque já me interessei por outras mulheres e só fiz com uma — posso contar essa história depois.
Eu só conseguia enxergá-la mais gostosa ainda, e respondi:
— Você realmente foi uma menina muito má essa noite...
Coloquei-a de quatro e comecei a bater na bunda dela. Bati bastante até deixar vermelha e ela gemer alto só dando tapa nela. Ela ainda estava de roupa, nem precisei me esforçar para tirar. Com ela de quatro ainda, tirei meu pau para fora e comecei a comer a buceta dela sem dó, continuando a dar vários tapas nela e chamando-a de puta. Ela só sabia gemer e falar que era uma puta mesmo. Sua buceta estava tão molhada — devia ser do outro que ela tinha dado —, mas eu só pensava em como ela estava gostosa.
Depois fiz ela deitar de frente para mim e a comi enquanto estimulava o clitóris dela, fazendo-a gozar uma vez. Eu batia na cara dela, enforcava e puxava o cabelo dela, fazendo-a de puta de verdade. Não demorou muito para eu gozar: joguei toda a porra na cara dela. Eu continuava com tesão e voltei a foder a buceta dela, fazendo-a gozar mais uma, duas vezes seguidas.
Fiz ela ficar em pé e fui por trás dela. Comi-a enquanto segurava seus braços, enquanto ela gemia loucamente e sem conseguir ficar em pé direito. Eu acabei gozando dentro dela. Quando finalizei dentro, puxei o cabelo dela e falei:
— Se fizer de novo, vai ser pior.
Ela deu um sorriso. Eu sentei no sofá e a via com o rosto todo gozado e a porra escorrendo pelas suas pernas. Ela falou que, da próxima vez, eu estarei junto, porque quer nós dois dentro dela. Me beijou e foi tomar banho.
Essa história foi real, e até hoje lembro desse dia e fico muito excitado lembrando de tudo. Queremos marcar com esse cara com quem ela ficou para sermos nós três. Vamos ver o que pode desenrolar. Qualquer coisa, eu volto e escrevo outro conto. Me chamem para conversar, rsrs.