Juras de amor.
Caro leitor! Esse conto envolve o desabafo de um segredo. Por favor! Guarde-o para você.
Durante o ocorrido da tormenta, eu tinha 21 e estava na faculdade, cursando engenharia automotiva. Podem me chamar de Clecio, eu sou o filho mais velho de um casal de empresários!
Meu pai, Luiz 160cm de altura, negro e muito conhecido na nossa cidade.
Minha mãe, Andreia 155cm, branca e cabelos loiros naturais e olhos claros do corpo cheinho. Tudo nela é cheinha. Uma bunda grande e gordinha.
Eu tenho duas irmãs mais nova, Lucia e Ingrid. A Lucia é 4 anos mais nova do que eu, Ingrid é a mais nova. Também 4 anos de diferença.
As duas são cópias da mamãe, mas o cabelo é um pouco ondulado.
Eu nasci bem branco, olhos castanhos, cabelo encaracolado, ombros largos com 175cm de altura. Na época, estava magro e meu pênis é o famoso pão rosa.
Minha mãe tem alguns comercios, e funcionam na base do improviso. Dentro de casa e na loja...
Mas sempre afim de vencer na vida! Meu pai trabalha para o governo e vive viajando. Já chegou a passar quase 1 ano fora. Onde botou o casamento em risco.
Nossa renda foi aumentando, então tivemos companhia de colaboradores em casa.
Uma noviça, morena da cor do pecado, cabelo enrolado, parecido com o meu, olhos negros e corpo cheinho. Uma bunda grande e tudo firme.
Cidade pequena, nao tinha muita oportunidade, então mamae decidiu ajudá-la.
Ela é mais velha do que eu, na época ja tinha 28.
Treinava durante quase a semana inteira! Na academia improvisada da cidade que era de acordo com a base salarial daqui. 600 reais por mês.
Meu pai, nunca tinha visto ela. Foi a primeira vez quando chegou de viagem e a viu lavando o banheiro social.
A cumprimentou a perguntou quem ela era. Perguntou se eu tinha botado minha namorada para lavar o banheiro.
Ela sorriu e disse que nao, que ela trabalhava aqui.
Meu pai a cumprimentou e seguiu ao quarto, onde encontrou minha mãe passando a roupa dela para trabalhar na loja no dia seguinte.
Os dois conversaram amenidades e logo em seguida meu pai comentou sobre a menina na casa.
Minha mae disse que ela estava um bom tempo desempregada. Foi procurar vaga na loja e minha mae só precisava de uma ajuda somente em casa.
Minhas irmãs estudavam e depois fazia cursinhos depois da aula.
Só chegavam entre as 19h ou 21h dependendo do tempo de materia do dia.
Eu ia para outra cidade, todo dia, acordava as 04:30 para chegar as 8h até terminar meu curso.
Chegava entre 15h e 16:30h . Tudo dependia do transporte improvisado que era pago pelos pais. Tem a opção da prefeitura. Mas ela só sairia do campus da universidade só 17h da tarde e voltaria com outra turma de aluno. Para o turno da noite.
-Guardem esses horários.
Meu pai, quando ficava sem viajar, ele passava seu tempo jogando com amigos no computador, nao posso falar qual era o jogo, mas posso dizer que era de FPS.
Um jogo bem antigo, a comunidade é pequena e poderia ser reconhecido.
Minha mãe passa a manhã na loja, a tarde vai para casa, para sua outra empreitada, começando outra jornada.
Como chego no máximo 17h com transito na br. As vezes ajudo nos afazeres e passo tempo com sua maravilhosa companhia.
Conversamos sobre tudo, menos relacionamento, sexo, religião e política.
Não costumamos falar sobre meu pai, afinal, ele é muito ausente. E desde essa época relatada, já não existia consumação do seu casamento.
Para os outros da rua, meu pai era incrível. Dentro de casa, não sabíamos quem ele era. Depois da chegada da colaboradora. Tudo mudou dentro de casa, com aquela morena que chamava nossa atenção. Meu pai tornou até a sorrir mais, dava muita atenção para ela. E é claro, eu também, eu não tinha tanto interesse nela, eu gostava muito da minha mae e de suas regras. Então respeitei mais a moça, me contendo e segurando para nao avançar.
Fora de casa, eu tinha uma ficante, que se tornou namorada logo um tempo depois! Foi com ela que fiz todo tipo de sacanagem a dois. Peguei muita experiência e uma intimidade assustadora.
Meu perfil de comportamento é mais calado, observo bastante, antes de falar qualquer coisa, examino o ambiente completamente.
Notei que a nossa colaboradora, eu tenho que chamar ela de alguma coisa.
Vou tornar seu nome nesse relato de "Viviane". Essa moça, sempre bem educada nos seus primeiros meses no começo de 2019, tinha um comportamento de loba, também percebi que ela me observava bastante, além da sua educação, ela pesquisava os meus gostos. Sabia o que eu gostava de fazer e de conversar... ela pesquisou muito, até me pediu para seguir em todas as redes sociais. Obviamente, comecei a pensar. "Ela quer alguma coisa". Maliciei e com razão.
Eu também jogo o mesmo jogo que meu pai, temos times distintos. Mas jogamos juntos também.
Ela começou a se interessar como a gente podia jogar melhor, assistia em seu tempo livre e nos observava.
Mesmo namorando, eu gostava do tempo em que ela passava dentro do meu quarto.
E como os pais dela foram morar longe da cidade. Era complicado, ir e voltar todo dia, então ela passou a dormir com minhas irmãs!
Meu pai logo iria viajar, na sexta-feira ele iria para capital pegar um voo. Durante a quarta-feira, fiquei acordado fazendo um trabalho de desenvolvimento de um motor de baixa combustão.
Foi quando escutei movimentação durante a madrugada.
Minha mãe raramente saia de madrugada pela casa, e quando saia, abria todos os quartos sem pedir licença.
Logo estranhei, achei que ela iria aparecer para me dar boa noite ou algum lanche. Mas não, escutei o trinco da porta do quintal fechar. E fiquei quieto tentando descobrir o que era.
Mas voltei as atividades, uns 30 minutos depois, escuto a trinca abrir novamente. Escutei passos pesados passar pelo corredor e entrar no quarto da minha mãe.
Mais algum tempo depois, a trinca da porta do quintal, novamente seu barulho. E 2 minutos depois. Escuto o chuveiro do quarto do lado das meninas ligar.
Só lembro desse acontecido nesse dia.
Na sexta-feira meu pai viajou, e em casa eu cheguei 16h. A Viviane, sorria atoa. Conversava leve com a minha mãe!
Logo estranhei, com a minha mãe, ela sempre foi mais comportada, retraída. Mas naquele dia, tudo estava diferente, notei malícia no seu comportamento, vi maldade. Juro para vocês.
Continua...