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AS AVENTURAS DE DANIEL – Henrique tentando fugir de rola, Daniel e sua descoberta, Yohan descobrindo seu lado michê (EPISÓDIO 28)

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Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 2291 palavras
Data: 01/08/2026 20:43:07
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Olá leitores.

Voltando com a história do Daniel, e seus amigos.

Ponto de vista do HENRIQUE:

Acordei às cinco da manhã com o peito queimando de ressaca moral. Não era só o álcool do vinho importado da noite anterior; era o choque químico de ter dado o rabo pro Will — o namorado maromba da minha própria esposa. Olhei de lado na cama do hotel: o garoto de vinte e cinco anos dormia pelado, com a bunda durinha de academia virada pra mim.

Levantei, calcei o tênis e fui pra academia do hotel. Corri duas horas seguidas na esteira, tentando queimar na esteira os flashes daquela tora do Will rasgando a minha próstata. O suor encharcou a minha camiseta de treino. Não adiantou nada. Cada passada na esteira fazia o meu cuzinho piscar, lembrando da dor e do tesão.

Voltei pro quarto por volta das sete. Tomei um banho frio, vesti apenas uma cueca box cinza e me deitei na cama, de costas pro Will. O colchão balançou e o rato de academia despertou.

ele virou o corpo, colando aquele peito sarado e frio nas minhas costas, me fazendo de conchinha.

— Onde você estava, Henrique? Senti o calor do teu corpo entrando na cama...

— Fui correr na esteira — respondi, sem olhar pra trás.

— Quer enganar quem?, Eu sei que você foi tentar esquecer que virou o meu puto ontem à noite... — ele debochou, a voz rouca de sono.

Senti o pau dele de dezenove centímetros começar a inflar nas minhas nádegas. Ele enfiou a mão por dentro da minha cueca, apertando a minha bunda com força. O meu caralho respondeu no mesmo segundo, pulando duro pro teto.

— Quer comer o meu rabo de novo, seu puto? — provoquei.

— Isso é um convite?

O Will me girou na cama, me deixando de frente pra ele. O hálito matinal dele, quente, sem escovar os dentes, bateu direto no meu rosto. Tentei me virar:

— Vai escovar essa boca, Will... depois a gente conversa.

— Vou escovar porra nenhuma! — ele segurou a minha nuca com dedos de ferro, forçando o rosto dele colado no meu.

— Abre essa boca e sente o meu hálito de macho que acabou de acordar!

Aquela pegada bruta, sem frescura, me deu um tesão doentio. Esquece a higiene; o cheiro de homem dormido atiçou o meu lado mais vadio. Puxei a cabeça dele e colamos as bocas num beijo babado, trocando saliva e hálito quente.

O Will passou o lubrificante na tora dele, me virou de ladinho na cama e empurrou o quadril. A cabeça do pau dele abriu o meu cuzinho de uma vez só.

— AHHH! CARALHO, WILL! DEVAGAR, PORRA! — gritei contra o travesseiro.

— Devagar é o caralho! Me amarro nesse teu rabo apertado... Que privilégio abrir o cu do chefe da agência! — ele rosnava no meu ouvido, socando a tora fundo.

Ele me colocou de quatro na cama. Eu rebolava o quadril no ritmo das estocadas dele, enquanto batia uma punheta rápida no meu pau. Depois, ele me virou de frango assado, esmagando o corpo dele contra o meu. Nossas peles suadas grudavam, o barulho da carne batendo ecoando pelo quarto do hotel: VRACO, VRACO, VRACO.

— Você fode bem pra caralho, Will... vai ter que me dar essa rola mais vezes — ofeguei, arranhando as costas dele.

— Vou te fazer visita no teu quarto toda noite pra encher esse teu rabo de porra! — ele urrou.

O Will deu mais dez bombadas violentas, puxou a pica do meu rabo no segundo final e começou a bater uma punheta em cima da minha boca. Ele soltou um urro e disparou jatos de porra quente na minha língua. Engoli tudo.

Ponto de vista do DANIEL:

A luz da manhã de Campos do Jordão entrava pelas frestas da cortina do quarto. Escutei batidas na porta. Levantei enrolado no lençol, com a barba por fazer e o corpo trincado moído da foda da noite anterior.

Abri a porta. Era o Jhon, o loiro gostoso da piscina, já arrumado de terno para as conferências do dia.

— Bom dia. Vim ver se você já tá de pé — ele sorriu. — Entra aí. Vou só lavar o rosto e pegar meu crachá — respondi.

Caminhei até a mesa de centro para pegar a minha credencial VIP. Olhei para a credencial do Jhon que estava ao lado: Jhonatan Mesquita Rech.

Travei no lugar. Olhei para o cartão, depois olhei para o loiro de terno.

— Esse teu sobrenome... Rech... eu também tenho esse sobrenome, Jhon.

ele deu uma risada baixa, ajeitando a gravata:

— É o sobrenome da família da minha mãe. Descendentes de alemães do Sul. Mas eu não tenho contato com quase ninguém daquele lado.

— Engraçado... eu também sou descendente de alemães por parte de mãe — brinquei, mas um arrepio gelado começou a subir pela minha espinha.

— Qual é o nome completo da tua mãe, Jhon?

— Maria. Maria Freitas Rech.

O meu coração deu um baque no peito. A minha boca secou na hora.

— Peraí... Maria Freitas Rech? Essa é a minha tia, cara! A irmã mais nova da minha mãe que se mudou pra Santa Catarina quando eu era criança!

O Jhon congelou. A cor sumiu do rosto dele, os olhos azuis arregalados encarando a minha fisionomia:

— Não... não é possível... Ela é a minha mãe. — Puta que pariu... nós somos primos de primeiro grau!

Ficamos estáticos no meio do quarto do hotel, o silêncio pesando como uma tonelada. A imagem de eu ter chupado a axila dele, de ter sentido ele gozar sem tocar na pica e de ter arrombado a bunda dele na camisinha na noite anterior veio como uma bomba na minha cabeça.

O Jhon deu um passo à frente, um sorriso cínico e de puro choque surgindo nos lábios dele:

— Caralho... eu não tô acreditando que eu levei rola do meu próprio primo no primeiro dia de evento...

Avancei nele, dei dois passos e selei as minhas mãos grandes nas duas bochechas da bunda dele por cima da calça de terno, colando os nossos corpos:

— E que primo gostoso do caralho... Como é que eu ia imaginar que essa bunda tinha o meu próprio sangue?

Puxei a nuca dele e colamos as bocas num beijo violento, de língua, com o gosto proibido do incesto queimando nas nossas garganta.

— A gente tá atrasado pra palestra, sabia? — o Jhon sussurrou entre os meus lábios, arranhando o meu peitoral.

— Foda-se a palestra, primo. A gente se resolve no próximo intervalo.

Ponto de vista do ALAN:

Depois de quitar a dívida do Murilo com o chefe da facção do interior e selar um acordo de trégua, eu dei a liberdade pro meu ex voltar pra cidade dele. A despedida foi um beijo de adeus no box do banheiro, com ele me fuzilando de porra por dentro e me deixando sozinho em casa. O ciclo do passado estava finalmente encerrado.

Para movimentar a minha residência e gerar caixa no sigilo, organizei uma festa privada na piscina para o pessoal da boate e membros selecionados do submundo. Foi lá que o meu segurança, o Carlos, me apresentou o filho dele: Edu.

Trinta anos, um metro e oitenta, pele bronzeada de sol, físico de academia trincado e o braço direito inteiramente coberto por tatuagens pretas. O moleque exalava uma masculinidade rústica que me fez tremer na base no primeiro aperto de mão.

Contratei o Edu para fazer a manutenção e a limpeza da piscina da minha casa. No dia seguinte, fui para a varanda do segundo andar e fiquei observando o moleque trabalhar sob o sol das oito da manhã. Ele estava sem camisa, vestindo apenas um short de moletom cinza baixo, o suor brilhando no peitoral largo e nas tatuagens. No mamilo esquerdo, ele ostentava um piercing de prata que atiçava o meu lado mais carnal.

À tarde, quando fui para o carro para fazer uma entrega de envelopes de dinheiro e cotas de ecstasy, chamei o Edu para ir comigo de carona para servir de escolta.

Ele sentou no banco do carona, com a regata preta colada no peito e o cheiro de suor gostoso invadindo o veículo. Começamos a conversar sobre relacionamentos e o papo tomou um rumo direto.

— Você é hétero, Edu? — perguntei, de olho no trânsito.

— Sem rótulos, chefe... gosto do que é bom — ele respondeu, com uma voz grave, dando um sorriso de canto.

— Na verdade, outro dia comi o recepcionista da tua concessionária atrás do balcão depois do expediente.

— Puta que pariu... que safado — rir, ajustando o cinto.

— E você sabia que o Daniel já me arrebentou naquela mesma sala?

O Edu olhou para mim, os olhos brilhando de tesão: — Caralho... eu vi vocês saindo da sala aquele dia. O cheiro de porra e suor dava pra sentir de longe. Fiquei doido pra ver essa tua bunda de urso levando rola.

A minha braguilha pulou na hora. A minha pica de vinte centímetros ficou dura feito pedra por baixo da calça social.

— Porra, Edu... só de falar sobre isso eu já tô estourando a cueca — confessei.

— Nem me fale, chefe... hoje saí de casa sem bater uma.

— Quer bater uma comigo agora? Eu encosto o carro ali na praça deserta.

Encostei o SUV sob a sombra de uma árvore numa travessa sem movimento. Baixei o zíper da minha calça, libertando o meu caralho de urso, já babando pré-gozo. O Edu puxou o short de moletom para baixo, revelando uma tora espetacular de vinte e um centímetros, grossa, veiosa e com a cabeça rosada.

— Que pica maravilhosa, Edu... — passei a mão no pau dele, sentindo o calor da pele.

— Mão gostosa da porra, Alan... — ele gemeu baixo, fechando os olhos.

O Edu agarrou o meu pau e começamos uma punheta dupla frenética dentro do carro fechado. O ar-condicionado não dava conta do calor dos nossos corpos. Ele babava na própria mão e usava a saliva para lubrificar o meu pau. Eu olhava para aquele maromba tatuado de trinta anos gemendo ao meu lado e acelerava o ritmo.

O Edu deu um espasmo no corpo, os músculos do braço travando:

— VOU GOZAR, CHEFE! — ele urrou.

ele disparou jatos violentos de porra branca e espessa que sujaram o carpete e o painel do carro. No mesmo segundo, estimulado pela porra dele, eu soltei um grito grave e descarreguei vários jatos de porra que voaram direto no para-brisa interno.

Ficamos arfando no carro, os dois com os paus de fora, limpando a sujeira com lenços de papel antes de seguir viagem.

Ponto de vista do YOHAN:

Enquanto a convenção em Campos do Jordão caminhava para o fim, eu recebi um contato executivo através da indicação do Igor. Um empresário chamado Diego — cinquenta anos, bilionário do setor imobiliário, corpo malhado de academia e com uma aura de aristocrata arrogante.

Ele me contratou para uma consultoria privada de marketing para a empresa dele. Encontramo-nos num restaurante de luxo nos Jardins, em São Paulo. Após eu dar as diretrizes da campanha, ele puxou o celular e fez um Pix de cinco mil reais na minha conta como sinal.

Em seguida, o cinquentão se inclinou na mesa, com um olhar sádico:

— Tenho um trabalho extra que só pode ser resolvido na suíte da minha cobertura, Yohan. Se você estiver disposto... te pago o dobro.

Fiz uma cena de indignado, ajeitando a gola da camisa:

— Você tá me confundindo com garoto de programa, Diego? Eu sou um profissional executivo. ele recuou na hora, pedindo desculpas:

— Perdão... o Igor me falou tão bem do teu porte e do teu trabalho que eu me empolguei. Não quis te ofender.

Percebi que a minha pose de difícil tinha funcionado. Abri os dois primeiros botões da minha camisa, deixando o meu peitoral de definido exposto, e fiz a minha jogada:

— Mas se for para ir até a tua cobertura tomar um whisky e ver o que acontece... um agrado financeiro depois não faz mal a ninguém.

Ele sorriu, entendeu o recado e fomos no carro importado dele direto para o edifício de luxo nos Jardins.

A cobertura era um espetáculo de milhões. Assim que ele me serviu a dose de whisky, assumi a postura de alfa dominador. Avancei no pescoço do executivo, cheirando o perfume caro dele e fazendo ele estremecer inteiro.

— Fica de joelhos e chupa o meu pau agora, Diego — ordenei, com a voz fria.

O bilionário não hesitou. Ele ajoelhou-se no tapete persa, abriu a minha calça e abocanhou a minha tora até o fundo da garganta, engasgando de tesão enquanto eu socava a pica na boca dele.

Fomos para a cama King Size da suíte. Deitei o cinquentão de quatro, passei a camisinha com lubrificante e enterrei o meu pau no cuzinho dele. O rabo dele era acostumado a levar rola; o meu caralho deslizou sem resistência.

— AHHH! CARALHO, YOHAN! QUE PICA GOSTOSA! SOCA COM VONTADE! — ele gritava, escandaloso, o corpo malhado tremendo inteiro.

Subi na cama, deitei de costas e ordenei que ele sentasse no meu pau. O executivo começou a quicar com uma velocidade insana, as nalgas dele batendo nas minhas coxas com força: TAPA! TAPA! TAPA! O suor dele pingava no meu peitoral.

— VOU GOZAR! VOU JORRAR TUDO! — ele urrou.

O Diego tinha feito reposição hormonal recente; a testosterona dele estava no topo. Quando ele gozou, disparou uma quantidade monstruosa de porra — parecia um litro de sêmen — que lavou o meu abdômen e o meu rosto. O aperto do cu dele me fez disparar no mesmo instante, enchendo a camisinha.

Tomei um banho rápido no banheiro de mármore, me vesti e chamei um Uber. O bilionário me ofereceu a carona, mas mantive a distância profissional de quem acabou de foder o cliente por uma nota preta.

Entre doze mil reais na conta e um cu rasgado na cobertura, a minha carreira executiva estava só começando.

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