Olá leitores.
Voltando com a história do Daniel, e seus amigos.
Ponto de vista do HENRIQUE:
Acordei às cinco da manhã com o peito queimando de ressaca moral. Não era só o álcool do vinho importado da noite anterior; era o choque químico de ter dado o rabo pro Will — o namorado maromba da minha própria esposa. Olhei de lado na cama do hotel: o garoto de vinte e cinco anos dormia pelado, com a bunda durinha de academia virada pra mim.
Levantei, calcei o tênis e fui pra academia do hotel. Corri duas horas seguidas na esteira, tentando queimar na esteira os flashes daquela tora do Will rasgando a minha próstata. O suor encharcou a minha camiseta de treino. Não adiantou nada. Cada passada na esteira fazia o meu cuzinho piscar, lembrando da dor e do tesão.
Voltei pro quarto por volta das sete. Tomei um banho frio, vesti apenas uma cueca box cinza e me deitei na cama, de costas pro Will. O colchão balançou e o rato de academia despertou.
ele virou o corpo, colando aquele peito sarado e frio nas minhas costas, me fazendo de conchinha.
— Onde você estava, Henrique? Senti o calor do teu corpo entrando na cama...
— Fui correr na esteira — respondi, sem olhar pra trás.
— Quer enganar quem?, Eu sei que você foi tentar esquecer que virou o meu puto ontem à noite... — ele debochou, a voz rouca de sono.
Senti o pau dele de dezenove centímetros começar a inflar nas minhas nádegas. Ele enfiou a mão por dentro da minha cueca, apertando a minha bunda com força. O meu caralho respondeu no mesmo segundo, pulando duro pro teto.
— Quer comer o meu rabo de novo, seu puto? — provoquei.
— Isso é um convite?
O Will me girou na cama, me deixando de frente pra ele. O hálito matinal dele, quente, sem escovar os dentes, bateu direto no meu rosto. Tentei me virar:
— Vai escovar essa boca, Will... depois a gente conversa.
— Vou escovar porra nenhuma! — ele segurou a minha nuca com dedos de ferro, forçando o rosto dele colado no meu.
— Abre essa boca e sente o meu hálito de macho que acabou de acordar!
Aquela pegada bruta, sem frescura, me deu um tesão doentio. Esquece a higiene; o cheiro de homem dormido atiçou o meu lado mais vadio. Puxei a cabeça dele e colamos as bocas num beijo babado, trocando saliva e hálito quente.
O Will passou o lubrificante na tora dele, me virou de ladinho na cama e empurrou o quadril. A cabeça do pau dele abriu o meu cuzinho de uma vez só.
— AHHH! CARALHO, WILL! DEVAGAR, PORRA! — gritei contra o travesseiro.
— Devagar é o caralho! Me amarro nesse teu rabo apertado... Que privilégio abrir o cu do chefe da agência! — ele rosnava no meu ouvido, socando a tora fundo.
Ele me colocou de quatro na cama. Eu rebolava o quadril no ritmo das estocadas dele, enquanto batia uma punheta rápida no meu pau. Depois, ele me virou de frango assado, esmagando o corpo dele contra o meu. Nossas peles suadas grudavam, o barulho da carne batendo ecoando pelo quarto do hotel: VRACO, VRACO, VRACO.
— Você fode bem pra caralho, Will... vai ter que me dar essa rola mais vezes — ofeguei, arranhando as costas dele.
— Vou te fazer visita no teu quarto toda noite pra encher esse teu rabo de porra! — ele urrou.
O Will deu mais dez bombadas violentas, puxou a pica do meu rabo no segundo final e começou a bater uma punheta em cima da minha boca. Ele soltou um urro e disparou jatos de porra quente na minha língua. Engoli tudo.
Ponto de vista do DANIEL:
A luz da manhã de Campos do Jordão entrava pelas frestas da cortina do quarto. Escutei batidas na porta. Levantei enrolado no lençol, com a barba por fazer e o corpo trincado moído da foda da noite anterior.
Abri a porta. Era o Jhon, o loiro gostoso da piscina, já arrumado de terno para as conferências do dia.
— Bom dia. Vim ver se você já tá de pé — ele sorriu. — Entra aí. Vou só lavar o rosto e pegar meu crachá — respondi.
Caminhei até a mesa de centro para pegar a minha credencial VIP. Olhei para a credencial do Jhon que estava ao lado: Jhonatan Mesquita Rech.
Travei no lugar. Olhei para o cartão, depois olhei para o loiro de terno.
— Esse teu sobrenome... Rech... eu também tenho esse sobrenome, Jhon.
ele deu uma risada baixa, ajeitando a gravata:
— É o sobrenome da família da minha mãe. Descendentes de alemães do Sul. Mas eu não tenho contato com quase ninguém daquele lado.
— Engraçado... eu também sou descendente de alemães por parte de mãe — brinquei, mas um arrepio gelado começou a subir pela minha espinha.
— Qual é o nome completo da tua mãe, Jhon?
— Maria. Maria Freitas Rech.
O meu coração deu um baque no peito. A minha boca secou na hora.
— Peraí... Maria Freitas Rech? Essa é a minha tia, cara! A irmã mais nova da minha mãe que se mudou pra Santa Catarina quando eu era criança!
O Jhon congelou. A cor sumiu do rosto dele, os olhos azuis arregalados encarando a minha fisionomia:
— Não... não é possível... Ela é a minha mãe. — Puta que pariu... nós somos primos de primeiro grau!
Ficamos estáticos no meio do quarto do hotel, o silêncio pesando como uma tonelada. A imagem de eu ter chupado a axila dele, de ter sentido ele gozar sem tocar na pica e de ter arrombado a bunda dele na camisinha na noite anterior veio como uma bomba na minha cabeça.
O Jhon deu um passo à frente, um sorriso cínico e de puro choque surgindo nos lábios dele:
— Caralho... eu não tô acreditando que eu levei rola do meu próprio primo no primeiro dia de evento...
Avancei nele, dei dois passos e selei as minhas mãos grandes nas duas bochechas da bunda dele por cima da calça de terno, colando os nossos corpos:
— E que primo gostoso do caralho... Como é que eu ia imaginar que essa bunda tinha o meu próprio sangue?
Puxei a nuca dele e colamos as bocas num beijo violento, de língua, com o gosto proibido do incesto queimando nas nossas garganta.
— A gente tá atrasado pra palestra, sabia? — o Jhon sussurrou entre os meus lábios, arranhando o meu peitoral.
— Foda-se a palestra, primo. A gente se resolve no próximo intervalo.
Ponto de vista do ALAN:
Depois de quitar a dívida do Murilo com o chefe da facção do interior e selar um acordo de trégua, eu dei a liberdade pro meu ex voltar pra cidade dele. A despedida foi um beijo de adeus no box do banheiro, com ele me fuzilando de porra por dentro e me deixando sozinho em casa. O ciclo do passado estava finalmente encerrado.
Para movimentar a minha residência e gerar caixa no sigilo, organizei uma festa privada na piscina para o pessoal da boate e membros selecionados do submundo. Foi lá que o meu segurança, o Carlos, me apresentou o filho dele: Edu.
Trinta anos, um metro e oitenta, pele bronzeada de sol, físico de academia trincado e o braço direito inteiramente coberto por tatuagens pretas. O moleque exalava uma masculinidade rústica que me fez tremer na base no primeiro aperto de mão.
Contratei o Edu para fazer a manutenção e a limpeza da piscina da minha casa. No dia seguinte, fui para a varanda do segundo andar e fiquei observando o moleque trabalhar sob o sol das oito da manhã. Ele estava sem camisa, vestindo apenas um short de moletom cinza baixo, o suor brilhando no peitoral largo e nas tatuagens. No mamilo esquerdo, ele ostentava um piercing de prata que atiçava o meu lado mais carnal.
À tarde, quando fui para o carro para fazer uma entrega de envelopes de dinheiro e cotas de ecstasy, chamei o Edu para ir comigo de carona para servir de escolta.
Ele sentou no banco do carona, com a regata preta colada no peito e o cheiro de suor gostoso invadindo o veículo. Começamos a conversar sobre relacionamentos e o papo tomou um rumo direto.
— Você é hétero, Edu? — perguntei, de olho no trânsito.
— Sem rótulos, chefe... gosto do que é bom — ele respondeu, com uma voz grave, dando um sorriso de canto.
— Na verdade, outro dia comi o recepcionista da tua concessionária atrás do balcão depois do expediente.
— Puta que pariu... que safado — rir, ajustando o cinto.
— E você sabia que o Daniel já me arrebentou naquela mesma sala?
O Edu olhou para mim, os olhos brilhando de tesão: — Caralho... eu vi vocês saindo da sala aquele dia. O cheiro de porra e suor dava pra sentir de longe. Fiquei doido pra ver essa tua bunda de urso levando rola.
A minha braguilha pulou na hora. A minha pica de vinte centímetros ficou dura feito pedra por baixo da calça social.
— Porra, Edu... só de falar sobre isso eu já tô estourando a cueca — confessei.
— Nem me fale, chefe... hoje saí de casa sem bater uma.
— Quer bater uma comigo agora? Eu encosto o carro ali na praça deserta.
Encostei o SUV sob a sombra de uma árvore numa travessa sem movimento. Baixei o zíper da minha calça, libertando o meu caralho de urso, já babando pré-gozo. O Edu puxou o short de moletom para baixo, revelando uma tora espetacular de vinte e um centímetros, grossa, veiosa e com a cabeça rosada.
— Que pica maravilhosa, Edu... — passei a mão no pau dele, sentindo o calor da pele.
— Mão gostosa da porra, Alan... — ele gemeu baixo, fechando os olhos.
O Edu agarrou o meu pau e começamos uma punheta dupla frenética dentro do carro fechado. O ar-condicionado não dava conta do calor dos nossos corpos. Ele babava na própria mão e usava a saliva para lubrificar o meu pau. Eu olhava para aquele maromba tatuado de trinta anos gemendo ao meu lado e acelerava o ritmo.
O Edu deu um espasmo no corpo, os músculos do braço travando:
— VOU GOZAR, CHEFE! — ele urrou.
ele disparou jatos violentos de porra branca e espessa que sujaram o carpete e o painel do carro. No mesmo segundo, estimulado pela porra dele, eu soltei um grito grave e descarreguei vários jatos de porra que voaram direto no para-brisa interno.
Ficamos arfando no carro, os dois com os paus de fora, limpando a sujeira com lenços de papel antes de seguir viagem.
Ponto de vista do YOHAN:
Enquanto a convenção em Campos do Jordão caminhava para o fim, eu recebi um contato executivo através da indicação do Igor. Um empresário chamado Diego — cinquenta anos, bilionário do setor imobiliário, corpo malhado de academia e com uma aura de aristocrata arrogante.
Ele me contratou para uma consultoria privada de marketing para a empresa dele. Encontramo-nos num restaurante de luxo nos Jardins, em São Paulo. Após eu dar as diretrizes da campanha, ele puxou o celular e fez um Pix de cinco mil reais na minha conta como sinal.
Em seguida, o cinquentão se inclinou na mesa, com um olhar sádico:
— Tenho um trabalho extra que só pode ser resolvido na suíte da minha cobertura, Yohan. Se você estiver disposto... te pago o dobro.
Fiz uma cena de indignado, ajeitando a gola da camisa:
— Você tá me confundindo com garoto de programa, Diego? Eu sou um profissional executivo. ele recuou na hora, pedindo desculpas:
— Perdão... o Igor me falou tão bem do teu porte e do teu trabalho que eu me empolguei. Não quis te ofender.
Percebi que a minha pose de difícil tinha funcionado. Abri os dois primeiros botões da minha camisa, deixando o meu peitoral de definido exposto, e fiz a minha jogada:
— Mas se for para ir até a tua cobertura tomar um whisky e ver o que acontece... um agrado financeiro depois não faz mal a ninguém.
Ele sorriu, entendeu o recado e fomos no carro importado dele direto para o edifício de luxo nos Jardins.
A cobertura era um espetáculo de milhões. Assim que ele me serviu a dose de whisky, assumi a postura de alfa dominador. Avancei no pescoço do executivo, cheirando o perfume caro dele e fazendo ele estremecer inteiro.
— Fica de joelhos e chupa o meu pau agora, Diego — ordenei, com a voz fria.
O bilionário não hesitou. Ele ajoelhou-se no tapete persa, abriu a minha calça e abocanhou a minha tora até o fundo da garganta, engasgando de tesão enquanto eu socava a pica na boca dele.
Fomos para a cama King Size da suíte. Deitei o cinquentão de quatro, passei a camisinha com lubrificante e enterrei o meu pau no cuzinho dele. O rabo dele era acostumado a levar rola; o meu caralho deslizou sem resistência.
— AHHH! CARALHO, YOHAN! QUE PICA GOSTOSA! SOCA COM VONTADE! — ele gritava, escandaloso, o corpo malhado tremendo inteiro.
Subi na cama, deitei de costas e ordenei que ele sentasse no meu pau. O executivo começou a quicar com uma velocidade insana, as nalgas dele batendo nas minhas coxas com força: TAPA! TAPA! TAPA! O suor dele pingava no meu peitoral.
— VOU GOZAR! VOU JORRAR TUDO! — ele urrou.
O Diego tinha feito reposição hormonal recente; a testosterona dele estava no topo. Quando ele gozou, disparou uma quantidade monstruosa de porra — parecia um litro de sêmen — que lavou o meu abdômen e o meu rosto. O aperto do cu dele me fez disparar no mesmo instante, enchendo a camisinha.
Tomei um banho rápido no banheiro de mármore, me vesti e chamei um Uber. O bilionário me ofereceu a carona, mas mantive a distância profissional de quem acabou de foder o cliente por uma nota preta.
Entre doze mil reais na conta e um cu rasgado na cobertura, a minha carreira executiva estava só começando.