A amiga da minha mulher de anos — Parte 5
Passou um tempo e comecei a testar se ela deixaria eu gozar na boca dela. Queria fazer ela tomar tudo, engolir e gostar, então arquitetei uns planos e os pus em prática. Ela adorava bar e jogar snooker; ela até jogava bem, porém eu sabia que era melhor. Fomos, minha esposa, a amiga dela safada e outras pessoas, comigo ao bar beber, jogar snooker e cantar no karaokê. Eu tinha mesa em casa, mas no bar eu poderia botar meu plano em prática.
Então, uma vez no bar, com a bebida subindo à cabeça e minha esposa entretida no karaokê, me surgiu a oportunidade de jogar com ela. A chamei, ajeitei para jogar e falei de canto para ela:
— Vamos apostar?
Ela respondeu:
— Sim, valendo o quê?
Eu falei que o ganhador poderia pedir o que quisesse, e ela aceitou meio curiosa, porque nós já fazíamos praticamente tudo. Então, o jogo começou e eu passava por ela e falava que meu pedido iria ser bom, mas não sabia se ela iria gostar. Notei que ela aliviou o jogo de propósito por vontade de saber de que se tratava meu pedido. Enfim, ganhei, cheguei no ouvido dela e disse:
— Eu quero te comer e gozar na tua boca!
Ela sorriu e falou:
— Tudo bem.
Então me convidou para jogar mais duas vezes, e eu ganhei, kkkk.
Passada aquela noite, eu falei para ela outro dia:
— Tu me deve, hein!
Ela respondeu:
— Sim, vou pagar!
Passados alguns dias, eu louco de tesão, com saudades e querendo pôr minha porra dentro dela, mas desta vez pela boca. Nesta altura do campeonato, ela não morava mais conosco, e sim com um namoradinho bem novinho dela, de 20 anos. Mas, mesmo assim, ela honraria com suas obrigações sobre a nossa aposta. Então, chamei ela e combinei de buscar ela ao meio-dia e meia, no seu horário de intervalo, na casa que o namorado alugava, e falei que ia levar ela de carro à lagoa próxima. Nessa época, não havia ninguém aos arredores da lagoa, e tinha uma mata bem fechada perto, então preparei tudo, levei até gel e pretendia ir no pelo mesmo.
Peguei ela no local combinado e a levei. Ela estava com um vestido e sem calcinha, só para provocar. Cinco minutos era o trajeto, e ninguém poderia nos ver, e assim foi. Chegando lá, estacionamos o carro e fingi ir até a lagoa, dei uma olhada ao redor e emburaquei mato adentro. Já puxei ela e comecei a beijar sua boca e seu pescoço. A essa altura, achei que ela tinha esquecido o acordo da aposta e não toquei no assunto. Já com a mão na buceta dela, que já estava molhada, botei uma toalha no chão; ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau, e ela fazia isso muito bem. Ela gemia enquanto chupava, e eu fazendo caras e bocas. De propósito, fiquei três dias sem gozar e nem transar; a mamadeira estava cheia, eu pretendia encher a boca dela de leite. Puxei ela, virei de quatro e botei na buceta inundada dela.
Ela deu um gemido meio alto:
— Aaaainnn! Hum! Ai, ai!
Eu metia com força até o talo, batia na bunda dela, agarrei o cabelo e puxei. Ela gemia mais e mais, olhava para mim e falava:
— Ai, que gostoso!
Eu disse, aproveitando o momento, que ela ia pagar nossa aposta. Ela, gemendo, falou que sim. Então falei que ia gozar na boca dela, e ela concordou gemendo, falou que sim e que eu poderia gozar onde eu quiser.
Então peguei o tubo de gel e passei no cuzinho dela, e tive a ideia de botar esse tubo que tinha quase um formato de pau, mas muito grosso, cerca de cinco vezes a grossura do meu pau — isso que meu pau é bem grosso. Botei um dedo enquanto metia na buceta, e depois fui botando dois, três, assim por diante. Ela gemia:
— Ain, ain, ahh, ahh, hu, humm, huuum, huuui, huu, hui, ahh!
E eu tirei meus dedos e botei o tubo de gel grosso no cu dela, e vi o cu dela receber cada centímetro e não acreditei. O meti até certo ponto com medo de ele entrar tudo e não conseguir tirar. Ela adorou, ficou falando coisas enquanto gemia:
— Ah, mete isso, tá gostoso, me fode, meu cu!
Eu perguntei se tava bom, e ela disse:
— Siiimm! Aiaiaia, mais, mais!
Então dei atenção para as minhas metidas, fazia isso com força e escutava o barulho da buceta super molhada dela no meio do mato, onde a qualquer momento alguém poderia aparecer. A essa altura, eu não dava importância para mais nada, só queria ouvir ela gozar, e então o orgasmo dela veio, ela gemeu se tremendo toda. Após isso, tirei o tubo grosso de gel, até pensei em comer o cu dela, mas não quis. Então ouvi ela falar:
— Bota no cu.
Mas não atendi, disse:
— Hoje não.
E segui metendo, quando senti meu pau encher, endurecer mais e meu gozo logo chegaria. Comecei a aumentar freneticamente o ritmo, falando que ia gozar na boca dela. Então falei:
— Tô gozando, vem aqui!
Ela se virou rapidinho e abriu a boca, e o leite veio quente e grosso. Dei três jatos direto na garganta dela, que gemia a cada golfada. Enchi a garganta e a boca dela de leite, foi muito gostoso.
Daí segurei ela pelo cabelo, me levantei, olhei no fundo dos olhos dela, esperei ela engolir tudo, dei um beijo na boca dela bem caloroso e de língua, a chamei de puta safada e agradeci; não tive coragem de perguntar se ela gostou. Nos ajeitamos e fomos para o carro para eu levar ela embora. Resolvi perguntar se ela tinha gostado, e ela falou:
— Até que é bom!
Foi música para os meus ouvidos, tendo em vista que ela me devia mais duas gozadas na boca. Ela me reclamou que eu não comi o cu dela, então eu prometi que iria na próxima. Fui deixá-la em casa, mas no caminho vi o novo namorado dela vindo de caminhão. Me deu a impressão de que ele me viu e virou a cara pro lado para fingir que não viu, kkk. Ele tinha essas manias de fingir não saber.
Larguei ela em casa, tasquei outro beijo e pensei num novo dia. Passados alguns dias, pensei em levar ela na casa em que eu comi ela, pois agora tinha até cama e colchão lá. Combinei alguns dias depois, mesmo horário, e neste dia estava chovendo, o que foi muito bom para nós. A busquei, a levei até a casa, entramos, já levei ela para o quarto, botei o colchão no chão, a deitei, beijei, chupei seus seios, e ela se contorcia quando eu beijava a boca dela e enfiava dois dedos dentro dela. Fiz ela gozar e a pus a sentar no meu pau; ela gemia e rebolava fazendo cara de satisfação. Virei ela, botei de quatro e falei que ia comer o cu dela.
Ela empinou bem, eu beijei o cu dela e enfiei a ponta da língua enquanto ela gemia. Meu pau já estava duro igual coco, então apontei, botei um gel e meti direto. Senti o cu dela abraçar meu pau e ela gemer quando cheguei no meu máximo de pau dentro do cu. A peguei pela cintura e metia, tirava e metia na buceta; fodia um pouco e depois trocava. Intercalava entre cu e buceta, mas já pensando em fazer ela pagar a dívida, na realidade a segunda de três gozadas na boca dela.
Notei ela gozar mais uma vez, mas desta vez dando o cu, e perguntei:
— Quer tomar leitinho na boca, puta safada, vagabunda gostosa!?
Ela respondeu:
— Siiim, queroooo! Ain, ain, ain, ahh, ahh, uuuui!
Então assim o fiz. Virei ela e botei na boca, saltou um pouco nos óculos, e ela abocanhou tudo, engolindo na hora. Ela se masturbou e, quando me chupava mais um pouco, agachada de joelhos, vi as pernas abertas e ela se tocando e gozando. Aquilo foi incrível.
Puxei ela de novo e resolvi fazer ela pagar ali mesmo a terceira vez. Botei só na buceta e falava:
— Quer mais, safada?
Ela:
— Sim, quero!
Já gemendo alto, o barulho do sexo estava alto e ela urrando e gemendo igual a uma fera no cio. Falei para ela dizer que queria leite na boca, e ela fez:
— Eu quero leite!
Falei para ela repetir. Ela disse:
— Eu quero leitinho na minha boquinha!
E repetiu:
— Quero que tu goze na minha boca! Goza na minha boca! Quero leite! Goza!
Então eu gozei com tudo. Puxei ela e larguei tudo dentro!
Ela foi fodida por um bom tempo; às vezes eu dava carinho, às vezes batia, e às vezes tudo junto. E assim foi mais uma das histórias minha e da amiga da minha esposa. Tem mais, porém vou deixar para outra hora a continuação...