Tava eu, meu marido e minha cunhada curtindo a área de lazer de casa. Churrasco no fogo, cerveja gelada, música alta e a piscina azul piscando sob as luzes. A noite tava quente, o ar pesado de fumaça de carne e perfume barato misturado com cloro. Eu tinha bebido o suficiente pra ficar mole, rindo fácil, e excitada pra caralho.
Depois de umas horas dançando, comendo e provocando ele, só queria uma coisa: finalizar o dia transando gostoso com meu marido. Queria ele me jogando na cama, me abrindo, me fodendo até eu gritar. Mas o filho da puta bebeu demais. Ficou mole, a voz enrolada, e acabou capotando numa espreguiçadeira na beira da piscina, boca aberta, ronco baixo, completamente morto pro mundo.
Fiquei com raiva. Frustrada pra porra. O corpo ainda latejava, as pernas quentes, a calcinha úmida só de pensar no que a gente ia fazer. Agora só restávamos eu e a minha cunhada. Conversando. Embebedadas. As pernas balançando na água rasa.
Eu desabafei. Falei baixo, quase rindo de nervoso:
— Tô puta. Queria tanto transar agora… e ele dormiu. Olha o estado dele.
Ela virou o rosto devagar. Olhou pro irmão caído na espreguiçadeira, depois voltou o olhar pra mim. Os olhos dela mudaram. Ficaram mais escuros, mais pesados. Ela mordeu o lábio inferior, devagar, e deu aquele sorrisinho torto que eu nunca tinha visto nela.
— Ele não vai acordar tão cedo… — falou baixo, a voz rouca de cerveja. — E você tá toda molhada só de falar nisso, né?
O silêncio ficou denso. A música ainda tocava ao fundo, mas parecia distante. Eu senti o peito apertar. Ela se aproximou um pouco mais na água, a coxa dela roçando a minha por baixo da superfície.
— Eu posso te ajudar… se você quiser. — A mão dela subiu devagar pela minha perna, dedos frios da água contrastando com a pele quente. — Ninguém precisa saber. Ele tá morto. E eu tô vendo o jeito que você tá olhando pra mim agora.
Eu deveria ter recuado. Deveria ter rido e mudado de assunto. Mas a frustração, a bebida e aquele olhar malicioso dela fizeram algo virar dentro de mim. Eu engoli em seco, o coração batendo forte demais.
— Você tá falando sério? — perguntei, a voz saindo mais baixa do que eu pretendia.
Ela só sorriu de novo, se aproximou até quase colar o peito no meu e falou bem no meu ouvido:
— Deita pra trás… e deixa eu te mostrar o que eu faço quando o meu irmão não tá olhando.
A mão dela apertou mais firme entre minhas pernas e eu soltei um gemido baixo, quase um soluço. Meu marido roncou alto do outro lado da piscina, o som grosseiro contrastando com o silêncio tenso entre a gente. Ela sorriu contra meu pescoço e mordeu de leve a pele ali.
— Calma… ele não vai acordar. Agora abre as pernas pra mim.
Eu obedeço. As coxas se abriram sozinhas na água rasa. A cunhada se ajoelhou na frente de mim, a água batendo na cintura dela, e puxou minha saia pra cima até a cintura. Os dedos dela engancharam na lateral da calcinha e puxaram pra o lado, deixando minha buceta exposta, inchada e escorrendo. O ar da noite bateu quente na pele molhada e eu estremeci.
Ela não perguntou mais nada. Abaixou a cabeça e passou a língua bem no meio, devagar, de baixo pra cima, abrindo meus lábios com a ponta. Eu travei a respiração. A língua dela era quente, úmida, e sabia exatamente onde apertar. Ela chupou meu clitóris com força, puxando, soltando, chupando de novo, enquanto dois dedos entravam fundo de uma vez só.
— Porra… — gemí, a voz saindo embargada. Minha mão foi parar no cabelo dela, apertando. — Assim… continua assim…
Ela gemeu contra minha buceta, o som vibrando em mim. Os dedos fodiam com ritmo, curvando dentro, batendo no ponto que fazia minha barriga tremer. A língua dela não parava: lambeu, chupou, mordeu de leve o clitóris inchado. Eu estava encharcada, a água da piscina misturada com meu próprio gozo escorrendo pelas coxas.
Levantei o quadril, empurrando contra a boca dela. Ela segurou minha bunda com as duas mãos, puxando pra mais perto, engolindo tudo. Os olhos dela subiram e me encararam enquanto chupava, o olhar malicioso, quase triunfante. Eu não conseguia desviar. O irmão dela roncava a poucos metros e eu estava sendo comida pela irmã dele.
— Vai gozar pra mim — ela murmurou, a boca molhada, os lábios brilhando. — Quero sentir você escorrendo na minha cara.
Os dedos entraram mais fundo, três agora, esticando. A língua apertou meu clitóris em círculos rápidos e eu senti o orgasmo subir quente, pesado, inevitável. Minha barriga contraiu, as pernas tremeram na água e eu gozei forte, gemendo entre os dentes, a mão apertando o cabelo dela com força. O corpo inteiro estremecia enquanto ela continuava chupando, bebendo tudo, sem parar até eu ficar mole e sensível demais.
Quando finalmente soltei o cabelo dela, ela subiu o corpo molhado contra o meu. A boca dela chegou na minha e me beijou fundo, sujo, me fazendo provar o gosto da minha própria buceta na língua dela. Eu respondi ao beijo com fome, chupando a língua dela, as mãos descendo pela costas molhadas até apertar a bunda dela por baixo do short.
— Agora é sua vez — sussurrei, a voz rouca.
Empurrei ela pra sentar na borda da piscina. Puxei o short e a calcinha dela de uma vez, descendo pelas pernas. A buceta dela estava raspada, molhada, os lábios inchados. Eu me ajoelhei entre as coxas abertas dela e lamei de cima a baixo, devagar, sentindo o gosto salgado e quente. Ela soltou um gemido baixo, a mão no meu cabelo, puxando.
Chupei o clitóris dela com a mesma fome que ela tinha me chupado. Dois dedos entraram fácil, ela estava encharcada. Fodi com os dedos enquanto chupava, ouvindo os gemidos dela ficarem mais altos, mais desesperados. O marido continuava roncando, alheio a tudo. Eu meti a língua dentro dela, chupando, lambendo, ouvindo o barulho molhado da boca na buceta dela.
— Mais forte… assim… — ela pediu, a voz quebrada.
Acelerei. Os dedos entravam e saíam rápido, o polegar esfregando o clitóris. Ela gozou em poucos minutos, as coxas apertando minha cabeça, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo e abafado saindo da garganta dela. O gozo escorreu na minha língua e eu chupei tudo, devagar, até ela empurrar minha cabeça pra longe, sensível demais.
Subi de novo e beijei a boca dela. O beijo agora era mais lento, mais sujo, os corpos colados, molhados, quentes. As mãos dela desceram e apertaram minha bunda, os dedos entrando de novo entre minhas pernas, brincando com a buceta ainda latejando.
— A gente não terminou — ela murmurou contra minha boca. — Ainda tem muito o que fazer essa noite.
Eu olhei de relance pro meu marido dormindo, a boca aberta, completamente fora. Depois voltei o olhar pra ela e sorri, o peito ainda arfando.
— Então continua.
Ela me puxou de volta pra água rasa, virou meu corpo de costas e me fez apoiar as mãos na borda da piscina. O corpo dela colou atrás do meu. Os dedos entraram de novo, agora por trás, enquanto a outra mão subia e apertava meu peito por baixo do top. Eu empurrei a bunda contra ela, pedindo mais.
A noite continuou assim: os corpos se enroscando na beira da piscina, gemidos abafados, a água batendo, o cheiro de sexo e cloro misturados. Ela me comeu com a boca de novo, depois me fez ajoelhar e chupar os peitos dela enquanto metia os dedos fundo. Eu gozei mais duas vezes, as pernas fraquejando, a voz quase sumindo de tanto morder o próprio braço pra não gritar.
Quando finalmente paramos, os dois corpos estavam mole, molhados, saturados. Ela me beijou mais uma vez, lenta, e sussurrou no meu ouvido:
— Da próxima vez a gente faz com ele acordado… ou não.
Eu só ri, baixa, o coração ainda disparado, e olhei de novo pro meu marido roncando. A culpa vinha depois. Naquela hora, só existia a boca dela no meu pescoço e a mão ainda descansando entre minhas pernas.