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O Presente Atrás da Escola

Um conto erótico de empresario paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 916 palavras
Data: 10/08/2026 18:07:48

Eu tinha acabado de completar 18 anos. Sempre fui tímido. Pau médio, mas, apesar de ser pardo, ele era bem negro. Naquela noite fui a um showmício.

No interior, naquela época nós anos 90, era a diversão da cidade: show patrocinado por candidato, Chitãozinho & Xororó tocando alto, discurso no meio, gente dançando e se esbarrando.

Foi lá que conheci a Samanta. Moça bonita, 19 anos, falsa magra, corpo gostoso. Conversamos enquanto o show rolava. Conversa vai, conversa vem, e ela se esfregava em mim ao som de CHX. Eu estava vislumbrado.

Sorte grande. Ela.me pediu as horas, Já era quase 22h30. Ela precisava estar em casa no máximo às 23h30. O pai era bravo. Morava na área rural, uns 6 ou 7 km dali. Eu não tinha carro, não tinha ido de bike. Mesmo assim topei acompanhar ela até o sítio.Saímos da cidade.

O som do show e do discurso do candidato ainda ecoava atrás de nós. Estrada de chão escura. De mãos dadas.

As mãos foram ficando bobas: passava na bunda, passava nos seios. Ela deixava.Quando chegamos perto do sítio, ela disse que era melhor eu não ir até a porta. O pai não gostava de ver ela com rapazes.

Do outro lado da rodovia tinha um ponto de ônibus e, atrás dele, uma escola rural. Fomos para trás da escola. Havia uma pequena área e uma mesa.Olhei no relógio: 23h10.

Ela disse que ia me dar um presente pela companhia.

Sentei ela na mesa da escola. A madeira estava fria e meio suja de giz, mas naquela hora ninguém ligava.

Levantei a blusa dela e mamei aqueles peitos. Não eram enormes, mas eram macios, quentes, e o mamilo endureceu na minha boca rapidinho.

Eu chupava como se fosse a última mamadeira da vida.

Meu pau já estava tão duro que doía dentro da calça.Samanta desceu a mão, apertou o volume e riu baixinho:

— Caralho, tá prestes a rasgar a calça, hein…Eu abri o zíper com uma dificuldade cômica (minha mão tremia e atrapalhava), ela puxou a cueca pra baixo e… ploft.

O pau negro médio saltou pra fora, quase batendo nela no queixo. Eu fiquei vermelho até a orelha. Ela olhou, deu uma risadinha curta e falou:

— Nossa… é mais escuro que o resto de você. Bonitinho.Antes que eu pudesse inventar alguma desculpa esquisita, ela abaixou a cabeça e enfiou na boca.

Primeiro boquete da minha vida.No começo foi meio estranho pra mim. Ela engolia fundo, chupava a cabeça e subia e descia devagar, fazendo barulhinho molhado.

Eu ficava com a mão no ombro dela, sem saber se apertava ou se só segurava. Meu joelho tremia tanto que a mesa rangia.

Em algum momento eu soltei um “porra… vou gozar” alto demais e ela parou, tirou a boca e falou rindo:

— Calma, menino. O pai mora logo ali, hein.

Aí voltou com mais vontade. Começou a usar a mão também, subindo e descendo enquanto a língua rodava na cabeça. Eu sentia a saliva escorrendo, o cheiro de sexo misturado com o cheiro de terra da estrada. Em menos de dois minutos eu já estava no limite.

Tentei avisar:— Samanta… eu vou…Ela não tirou. Só acelerou um pouco mais.

Gozei. Forte. Farto.

Tanto que algumas gotas escaparam pelo canto da boca dela e escorreram no queixo.

Ela engoliu o que conseguiu, tossiu levemente e riu de novo, limpando a boca com as costas da mão:

— Caralho, você goza que nem uma fonte. Aviso antes da próxima vez, tá (uau ia ter uma próxima???)?

Eu estava com as pernas bambas, apoiado na mesa, respirando como se tivesse corrido uma maratona.

O pau ainda latejava, brilhando de saliva e porra. Ela se levantou, ajeitou a blusa, me deu um beijo rápido (com o gosto da minha porra ainda na boca) e perguntou as horas.23h25.

— Tenho que ir. Meu pai vai me matar.

Me beijou de novo, mais rápido, e sumiu na escuridão em direção ao sítio.

Eu fiquei ali mais uns trinta segundos, olhando pro pau ainda semi-duro, rindo sozinho de nervoso.

“Porra… meu primeiro boquete foi atrás de uma escola rural, em cima de uma mesa suja de giz, com medo do pai dela aparecer.”

Aí escutei a luz da casa acender e a voz grossa perguntando se ela estava com alguém.

Não pensei duas vezes.

Puxei a calça, nem abotoei direito, e saí correndo em sentido contrário como se o capeta estivesse atrás de mim.

Nunca corri tanto na vida.

Cheguei em casa ofegante, com o coração batendo na garganta… e sorrindo feito idiota.

Nunca mais vi a Samanta.

Nem no outro showmício, nem na cidade, nem em lugar nenhum. Sumiu.

Como se aquela noite tivesse sido um sonho molhado que o interior inventou só pra mim.

Mas ela nunca saiu da minha cabeça.Até hoje, de vez em quando, quando estou sozinho e a mão começa a andar sozinha, a imagem volta nítida: ela sentada naquela mesa, blusa levantada, boca quente em volta do meu pau negro, rindo baixinho quando eu gozei demais e quase engasguei ela.

O gosto da minha porra no beijo de despedida.

O cheiro de terra e de sexo misturado. O medo delicioso do pai aparecer a qualquer segundo.Bati muita punheta depois daquele dia pensando nisso.

E, sinceramente… ainda bato.

Samanta ficou pra sempre naquele canto escuro atrás da escola rural.

Eu nunca mais a vi.

Mas ela continua aqui, nos meus pensamentos, toda vez que a mão desce.

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Comentários

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Delícia levantar a blusa de uma mulher e ver os peitos né?

Eu fiz um conto recentemente, dá uma lida e comenta o que achou. Abraços.

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