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Comi a faxineira e a filha dela depois da faxina

Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2427 palavras
Data: 10/08/2026 17:16:37

Olá leitoras e leitores! Não é que tive uma oportunidade rara? Segue o relato de como comi Nena e Naty juntasApós o inverno severo e úmido, toda a casa mofou. Principalmente devido aos quase dois meses em que permaneci no Nordeste aproveitando mar, calor e sol enquanto a cidade congelava. Com o apartamento fechado o mofo fez a festa. Liguei para dona Nena, expliquei a situação e falei que pagaria R$ 1.000,00 para ela vir dar uma geral, lavar roupas de cama, limpar de cima abaixo o lugar. A parede verde do banheiro me dava nojo.

Dona Nena me respondeu um dia depois, e falou que tinha algumas faxinas pela frente, e que só poderia me ajudar daqui a quinze dias. Não dava, simplesmente. Pedi se Natália poderia vir, e ela falou que a filha estava estudando à noite, mas que também tinha faxinas agendadas. Desesperado, joguei a toalha, mandei um áudio com a oferta irrecusável:

"Dona Nena, pelo amor de Deus, me ajuda! Pago dois mil pra vocês virem aqui no sábado! E eu ainda ajudo na limpeza! Tá impossível ficar aqui!"

Minutos depois recebo a resposta:

"Certo, Júnior, eu e Natália vamos reorganizar a agenda e estaremos aí no sábado. Vamos chegar aí 6:30 da manhã!"

"Combinado! Agradecido desde já".

No sábado acordei pouco depois das 5:00. Tomei meu café reforçado e tirei tudo dos armários da cozinha e do guarda-roupa. Tirei as roupas de cama, toalhas e coloquei na máquina para bater. Quando elas chegaram a máquina estava terminando.

— Bom dia, Júnior - disse dona Nena.

— Bom diaaa - cumprimentou-me Natália.

— Bom dia, gente. Obrigado por virem. Olhem isso, como está.

— É, realmente, está em estado de calamidade! - falou Nena, observando o tom esverdeado e sentindo o cheiro do mofo.

Elas foram para o meu quarto e trocaram de roupa. Saíram cada uma com seu short de lycra e camiseta leve, embora estivesse levemente frio. A atividade física logo traria calor. Eu vestia uma bermuda folgada e uma camiseta de algodão.

Dedicamo-nos a esfregar o mofo das paredes, afastando os móveis. Um trabalho que ninguém merece. Esfregamos metade do apartamento, enquanto as roupas lavavam na máquina. Parecia que um furacão tinha passado pelo imóvel. O tempo voou e chegou o horário do almoço.

— Gente! Vamos almoçar! Vamos lá no Caseirinho, na praça.

Descemos do jeito em que estávamos. O sol já estava quente, temperatura próxima de 28 graus, agradável. Almoçamos fartamente, enquanto jogávamos conversa fora.

— Júnior, impossível esquecer o dia da minha faxina aqui. O término foi agradável, me traz boa lembrança - disse Nena, com um sorriso.

— É, né mãe, eu também, adorei ter trabalhado para ele - Natália sorriu maliciosamente para a mãe.

— Vocês contam essas coisas uma para a outra?

— Claro, mãe e filha não têm segredos! - respondeu Nena, com um olhar de cumplicidade.

Elas estavam sentadas uma de frente para a outra e eu não pude deixar de sorrir e pensar no final da faxina de hoje. Comemos a sobremesa e retornamos ao apartamento. A tarde não foi de menos serviço, e parece ter passado mais rápido ainda, pois quando terminamos já estava quase completamente escuro. Olhei o relógio: 17:50.

— Acabamos! Nem acredito!!! - falou Nena, jogando-se no sofá da sala.

— Nossa, mãe, quanto trabalho! - disse Natália, se jogando ao lado da mãe.

Eu me sentei sobre o braço do sofá, ao lado de Nena. Dei um beijo carinhoso em sua cabeça suada e fiz um afago.

— Querem ir para o banho? Vou pegar as toalhas, já estão secas - ainda bem que eu tinha secadora!

Elas tiraram a roupa ali mesmo, afinal já não tinham o que esconder. Eu, ensandecido, tirei as minhas ali também, pau em riste.

— Nossa, o que é isso! - falou Nena.

— Já esqueceu, Nena? Tá na hora de lembrar! - provoquei, esfregando o pau nela, enquanto a abraçava e a beijava. Aquela coroa era quente demais!

Nossos corpos molhados, salgados, cheiro de mulher e de homem misturado. Coloquei a mão em sua buceta suada e enterrei dois dedos, arrancando um gemido.

— Ah, sua putinha, já está toda molhada de tesão!

— O dia todo lembrando de nós, você queria o quê?

— E você, Naty? Deixa eu ver essa buceta aí!

— Tá igual a de mamãe, pingando de tesão!

O cheiro de sexo pairava no ar. Eu empurrei Nena para o sofá, de forma urgente. Ela se jogou, abrindo as pernas. Eu me agachei e sorvi seus peitos, enquanto a dedilhava com técnica. Ela gemeu e fechou as pernas, gozando. Natália estava ao lado dela. Eu a beijei.

— Fica de quatro, Nena, vou te comer aqui mesmo! Quero esse corpo de mulher gostosa, cheirando a sexo, cheiro de mulher de verdade!

Ela se ajeitou no sofá, ficando de quatro, com a bunda empinada. Eu enterrei meu membro rígido contra sua carne macia, rosada. Ela gemeu gostoso. Naty se aproximou e ficamos nos beijando enquanto eu fodia a mãe dela. Aquilo me deu muito tesão!

Naty me empurou, fazendo com que eu saísse da mãe dela. Sem que eu pudesse reagir ela se sentou no sofá, me puxou e iniciou um boquete molhado, sentindo o sabor da buceta da mãe, que melara todo o meu pau suado. Urrei de tanto prazer!

— Para, Naty! Não quero gozar!!

— Então vamos para o banho!

— Aproveita e empina esse rabo malhado pra mim, quero comer você enquanto sua mãe me beija!

Naty empinou o rabo, ajoelhada sobre o sofá. Nena ficou ao meu lado, apertando minha bunda, enquanto nos beijávamos e eu fodia a buceta gostosa de sua filha. Mais apertada que a da mãe! Eu não tinha tempo para comentários, pois Nena sugava minha língua, explorava minha boca com intensidade. Dei um tapa leve na bunda de Naty, indicando que a diversão tinha terminado, por ora.

— Vamos para o banho, minhas mulheres gostosas! Não... antes quero dar uma chupada em vocês. Deitem no sofá.

Depois de tê-las comido, o sabor de suor já estava misturado aos nossos fluidos. Chupei primeiro Nena, enquanto Naty observava a mãe. Nena tinha um sabor característico de mulher madura, suada, com gosto de fluidos lubrificantes. Uma delícia de mulher. Caprichei no entorno da buceta e a penetrei com a língua. Explorei o início da caverna e depois me dediquei ao clitóris, fazendo-a gemer alto.

— Caralho! Que gostoso!! - gritou Nena.

Adentrei com dois dedos e fiz o já conhecido "vem cá", enquanto chupava seu grelo entumecido, levando-a ao paraíso na Terra. Essa mulher se contorcia de prazer em minhas mãos e boca.

— PARA! PAAARAAAA! PUTA QUE PARIU!! - e gozou forte, tremendo toda.

Deixei-a totalmente relaxada e passei para a bucetinha da Naty, que já estava ensopada só de ver a cena.

— Se a mamãe gozou gostoso, a filha vai passar pela mesma experiência - falei. Cheirei aquela buceta, sentindo o aroma de novinha, aroma de hormônios sexuais à flor da pele, junto ao suor e mel do sexo recente. Chupei-a com vontade, explorando seu grelo e fazendo o "vem cá" com dois dedos. Deixei-a doida de tesão. Ela se contorcia no sofá e a mãe observava, com fome de sexo. Nena se movimentou e começou a massagear os peitos da filha, enquanto Naty gozava forte sob a manipulação de minha mão e boca.

— GOZEI!! AH, QUE DELÍCIA!!

— Vamos, meninas, vamos tomar banho.

Fomos, enfim, para o banho. O jato de água quente nos massageava. Elas me colocaram entre si, fazendo uma dança sexual silenciosa. Naty pegou em meu pau e aproximou-o da buceta da mãe. Nena virou-se de costas, enquanto Naty segava meu membro rígido e o direcionava para a porta do prazer. Enterrei gostoso, enquanto Naty me beijava, alisando meu peito. A sensação era indescritível, mas, devido à posição incômoda, retirei meu pau e desliguei a ducha. Nos secamos e fomos para a cama. A janela aberta deixava entrar um vento levemente frio.

Eu me deitei na cama e Naty se deitou sobre mim, deslizando seu corpo úmido sobre o meu. A mãe observava, ao lado.

— Mãe, queria esse homem só pra mim!

— Mas vai ter que dividir comigo, filha!

Naty sentou sobre minha masculinidade ereta. Fazia movimentos lentos, saboreando cada momento. A mãe, não resistindo, ajoelhou-se sobre mim, com as pernas ao lado de minha cabeça, posicionando a buceta para que eu a chupasse. Enquanto Naty consumia meu membro rígido eu satisfazia sua mãe. Nena gemia baixinho. A posição não me deixava ver o que acontecia, mas escutei um beijo. Mãe e filha se beijando! Aquilo acendeu mais ainda o tesão. O cheiro de sexo contaminava o ambiente.

— Desce, Naty, desce que eu quero sentir o pau desse macho. Dá sua buceta pra ele chupar! Enfia essa buceta na cara dele!

Ela fez o que a mãe pediu, trocando de posição com ela. A buceta de Naty parece que era mais saborosa. Cada mulher carrega seu próprio sabor, como um mesmo prato preparado por mãos diferentes, mantendo a essência, mas mudando o tempero!

Naty gozou, enchendo minha boca com seu mel, fazendo-me dar uma leve engasgada. Eu tossi.

— Tudo bem aí, meu garanhão?

— Sim, Naty, eu me engasguei com seu mel, não estava esperando uma gozada tão farta.

Nena parou de rebolar. Eu levantei e pedi para que Naty se deitasse ao pé da cama, para comê-la. Ela se deitou, eu me posicionei e introduzi meu pau. Movimentava-me lentamente, esperando que aquilo não tivesse fim.

— Nena! Venha, deixa a Naty te chupar. Enquanto isso você chupa ela. Vai!

Nena ficou parada. Chupar a própria filha? Talvez não fosse correto, seria talvez um incesto.

— Vem, mãe. Deixa isso mais gostoso do que já tá!

Nena deixou os preconceitos e vieses morais de canto e fez o que pedimos. Ajeitou-se sobre Naty e posicionou a buceta de modo que a filha pudesse lhe dar prazer. Enquanto isso, olhou a buceta da filha sendo arrombada por meu pau grosso. Ela colocou a língua perto da entrada da filha, tocando meu pau no entra e sai. Então tocou a buceta da filha e começou a chupá-la lentamente. Naty gemia alto, tamanho prazer estávamos lhe proporcionando. Nena gritou:

— Caralho, filha! Que boca boa que você tem!

— Sua buceta que é gostosa, mãe - falou Naty, ofegante. Meu saco batia na entrada de sua buceta e eu já estava com vontade de gozar.

— Vem, Nena. Troca com Naty.

Elas trocaram. Passei a comer a Nena com gosto, enquanto Naty massageava a entrada da buceta dela com dois dedos e tentava chupá-la. Era belo ver mãe e filha se entregando ao prazer entre si! Nena gozou, liberando muito lubrificante natural. Eu parei de penetrá-la e pedi para ela virar de lado, abrindo sua perna. Com a perna levantada, pedi para Naty chupá-la na buceta. Nena gemeu, e eu, de surpresa, chupei gostoso o seu cu. Ela retesou os músculos mas logo relaxou sob nossa ação, que lhe causava prazer. Anel molhado e relaxado, peguei o tubo de lubrificante na mesinha, besuntei meu pau molhado de mel e aproximei-me, fazendo sinal para Naty intensificar com os dedos o prazer na buceta da mãe.

Naty enterrou os dedos, fazendo o "vem cá" na mãe, que gritou e gozou. Nesse momento encostei a cabeça do pau na entrada traseira e pressionei de leve. Nena não recuou como da primeira vez. Entendi que a entrada poderia ser usada e pressionei, fazendo com que a cabeça entrasse com certa facilidade. Ela gemeu forte. Naty observava a mãe ser enrabada. Coloquei tudo de uma vez, deixando parado para ela acostumar com a sensação. As pernas encolhidas, de lado, facilitariam a penetração. Comecei o vai e vem e Nena arfava de leve. Aumentei o ritmo e Nena começou a sentir prazer. Abri suas pernas e massageei seu clitóris.

— Naty, enfia dois dedos na buceta dela. Vamos fazer sua mãe surfar na onda do prazer!

A filha deu um beijo na boca da mãe, arrancando um olhar surpreso dela. Em seguida enterrou dois dedos, e Nena gemeu forte. Ela não aguentava mais. Intensificamos os movimentos e Nena gozou forte, ficando sem controle sobre a cama. Eu tirei meu pau de seu cu e fiquei observando-a gozar. Ela chegou a chorar, em um misto de felicidade e prazer.

— Sua vez garota. Vem dar o cuzinho, vem. Nena, deita com a cabeça aqui para mim. Naty, fica por cima da sua mãe. Ela vai te chupar enquanto eu te como.

Elas obedeceram. Enterrei de uma vez meu pau lubrificado no cuzinho da Naty e ela gritou, protestando.

— Ei, devagar seu puto!

— Desculpa! - disse. Tirei meu pau, beijei seu sua pele macia por um ou dois minutos, me redimindo. Ela puxou as bandas da bunda, sinalizando que podia retornar.

Bombei gostoso, lentamente, apreciando o buraco apertado. Ela tentava ir para frente e para trás, mas a mãe a segurava pela cintura, chupando sua buceta intensamente. Naty começou a tremer, sinal de que o gozo estava por vir. Eu acelerei as estocadas, minhas bolas batiam em sua pélvis, fazendo barulho.

— Vou gozar! Ai, PORRA!!!!! - e gozei fartamente dentro dela, que gozou junto, desabando sobre a mãe, enquanto tremia sem controle.

Tirei o meu pau do cu da Naty e dei pra Nena chupar. Ela sugou com sofreguidão aquele membro já semirrígido, com sabor de cu, de suor, de lubrificante e de carne, sabor de macho alfa!

Eu me deitei sobre a cama, entre elas. O vento fresco ajudava a secar nossos corpos molhados de suor e de sexo. Elas se viraram para mim, me abraçando e demos um beijo triplo demorado.

— Caralho, Júnior. Que foda foi essa! - falou Naty.

— Porra, dar o cu é bom pra caralho! - disse Nena — Você sabe comer uma mulher como deve ser!

— Obrigado, minhas garotas!

E nos demoramos em outro beijo triplo. Pau já mole, fomos para o banho, cansados da faxina e da atividade sexual maravilhosa que nossos corpos nos proporcionaram. Nos secamos e eu pedi um delivery de pizza.

Elas arrumaram a mesa, eu desci buscar as pizzas. Jantamos e tomamos um vinho para harmonizar.

— Nossa, esse vinho é meio forte- disse Naty, fazendo uma careta, repetida por Nena.

— É encorpado - comentei, rindo — Passou por barrica de carvalho. Pode beber sem medo, amanhã ninguém acorda com ressaca.

Elas apreciaram a bebida, e tivemos conversa agradável. Por fim lavamos a louça e levei-as em casa.

Que dia maravilhoso! Que prazer! Quanto orgasmo!

Fui me deitar, quarto cheirando a sexo. Sonhei que estávamos transando novamente, e foi maravilhoso.

No outro dia pela manhã lembrei que tinha esquecido de fazer o pagamento. Será que nossa aventura sexual tinha valido como pagamento?Não se esqueça de avaliar o texto, deixando comentários e estrelas. Obrigado!

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 49Seguidores: 24Seguindo: 1Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

Comentários

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Parabéns. Fechou a trilogia com chave de ouro. Não esqueça de pagar as moças. É regra: um rabinho ninguém despreza!

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Coitada da Natty , teve que ficar em segunda opção em tudo. O cara fazia doce pra comê-la, sempre escolhia a velha primeiro, até na hora de preparar o cuzinho já frouxa da velha ele chupou o rabo e da filha nem encostou de nojo. Que pena, ela teve que implorar pra ser comida. Espero que ela tenha experiencias melhores com o cara, que seja prioridade e não resto por pena.

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