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O Reprodutor Público (PARTE 1)

Um conto erótico de Rick Melo
Categoria: Heterossexual
Contém 1497 palavras
Data: 10/08/2026 17:11:36

Num tempo em que o planeta estava superpovoado, o governo passou a controlar a reprodução dos habitantes. Mas não era um controle baseado apenas no número de pessoas. Era principalmente um controle das características que o governo achava importante passar para as próximas gerações.

Sara e Diego estavam casados há 2 anos, e sonhavam em ter filhos. Mas para isso, precisariam da autorização do governo. Eles foram então até a sede do Ministério de Reprodução Humana para a entrevista que definiria se o pedido seria ou não aceito.

Cada um recebeu uma ficha para preencher com seus dados detalhados. Esses dados englobavam desde os documentos básicos de identificação, exames de saúde, condição financeira e até as características físicas dos candidatos a reproduzir. Algumas dessas características seriam aferidas por funcionários do próprio governo.

Sara foi até uma sala onde uma funcionária chamada Jane fez todas as medições importantes do seu corpo. Sara era uma bela mulher de cabelos escuros abaixo dos ombros e 1,70m de altura. As medições também indicaram que Sara tinha 75cm de cintura, 105cm de busto, 110cm de quadril e 65cm na circunferência das coxas. Quando seus dados foram analisados, Jane considerou Sara totalmente apta para reprodução.

Alguns minutos depois, Diego foi chamado para realizar também sua triagem. Ele era um homem saudável de 1,77m de altura. A mesma funcionária mediu seu peitoral, sua cintura, seu quadril e a circunferência do bíceps. Até aí tudo bem. Diego estava confiante que tudo daria certo. Mas de repente a confiança foi abalada. Jane mandou que ele tirasse o short e a cueca que estava usando, pois ela precisaria medir o comprimento do pênis dele.

— O que?? Como assim?? — Ele perguntou assustado, já que não sabia que haveria esse tipo de análise.

— É isso mesmo que o senhor ouviu. O governo não aceita homens reprodutores que não atinjam o comprimento mínimo de 12cm do pênis flácido e 20cm do pênis ereto — disse Jane com semblante sério.

— Mas... por que isso??

— O governo quer garantir que as futuras gerações tenham características superiores. Simples assim.

Ela então pegou a fita métrica, olhou nos olhos dele e perguntou:

— Então... o senhor vai querer desistir do processo ou ainda vai tentar ser um reprodutor autorizado?

Diego engoliu em seco e respondeu com voz tímida:

— Sim... eu... eu vou tentar.

— Então tira a roupa logo, que tem muita gente esperando.

Diego tirou a roupa muito envergonhado e a funcionária sentou-se numa cadeira bem em frente a ele. Com luvas nas mãos, ela segurou o pinto flácido dele e deu um rápido puxão que o fez gritar.

— AAAHH!!! Isso dói. Por que...?

— Você não ia querer que eu medisse essa coisinha murcha do jeito que ela estava, ia?? — Ela perguntou encarando-o.

Diego virou o rosto super envergonhado e não respondeu. Ela então falou:

— Eu tô tentando te ajudar, não reclama.

Ao colocar a fita métrica, até o próprio Diego se surpreendeu ao ver que seu pinto media apenas 5cm flácido. Jane deu um sorrisinho de canto de boca e balançou a cabeça negativamente em silêncio. Diego ficou nervoso, e perguntou:

— Pela sua experiência, tem algum jeito de...?

A funcionária deu outro sorrisinho discreto e respondeu:

— Olha... essa coisinha tem que crescer muito durante a ereção pra eu pensar no seu caso. Se não... você não passa.

Sem perder tempo, ela mandou que Diego provocasse uma ereção para que ela medisse. Ele, nervoso e todo envergonhado, ficou segurando o pinto mole sem fazer quase nada. Ela, sem paciência, mandou que ele soltasse o membro e logo em seguida agarrou-o punhetando vigorosamente.

— Eu não tenho o dia todo, senhor Diego.

Ele ficou boquiaberto com a ousadia da funcionária. Além disso, com ela ali sentada à sua frente, ele não conseguia parar de olhar para o balanço dos seios fartos dela, que estavam aparentes no decote da farda governamental, uma blusa marrom de botões, que ela deixava abertos até quase a metade dos seios. Os braços fortes trabalharam bem na punheta e Diego não demorou para ficar com o pau rígido latejante apontando em direção a ela.

— Vejamos. — Ela disse, tomando novamente a fita métrica.

Suando frio, Diego observava calado a medição até que Jane disse com desprezo:

— Nossa! Só 11cm??? E você ainda quer reproduzir?? Lamento, vou indeferir.

Mais envergonhado, Diego ainda tentou argumentar algo, mas ela não quis ouvir. Nem respondeu. Apenas pegou a ficha dele juntamente com o carimbo de INDEFERIDO e levantou o braço para golpear o papel. Diego, porém, se lançou na frente dela segurando a mão em que estava o carimbo. Surpresa com a reação acintosa, ela o advertiu:

— O senhor está ficando louco? Não sabe que desacato a agente governamental é crime?

E dizendo isso, ela agarrou com a outra mão os testículos de Diego e apertou com firmeza fazendo-o gemer e perder as forças:

— Minhas bolas!!! — Ele disse com voz espremida, e com os joelhos curvando até cair no chão em posição fetal.

Jane, então, abriu a porta da sala e chamou Sara. Ao ver Diego despido no chão, Sara se assustou, correu até ele, abaixou-se e perguntou o que havia acontecido. Diego ainda não conseguia responder, mas Jane disse:

— Ele me desacatou e eu tive que me defender.

— Mas o que você fez? — Sara perguntou tentando entender o motivo do marido estar daquela forma.

— Eu fiz o que sempre faço quando homens idiotas e mal dotados tentam me impedir de fazer o meu trabalho. Eu o acertei bem nas partes masculinas, aquelas que mais doem.

Dizendo isso, Jane carimbou a ficha de Diego indeferindo o pedido. Diego estava oficialmente proibido de reproduzir. Sara enquanto isso ajudava o marido a se levantar e em seguida se sentar. Ela então recebeu o documento e questionou:

— Mas por que ele não pode reproduzir?

— É só ler no final da folha — A funcionária respondeu seca.

— “Comprimento fálico insuficiente”?! Mas... o que isso significa?

— Bom... pra deixar bem claro: seu marido tem o pinto muito pequeno pra os padrões que o governo quer.

— Mas... isso é um absurdo! Meu marido tem um pinto... ahn... normal de um homem adulto. — Sara tentou argumentar.

— Quando a senhora conhecer um reprodutor público, eu tenho certeza que vai mudar de ideia. — Jane respondeu olhando bem nos olhos de Sara.

Recuperado das dores e já novamente vestido, Diego questionou:

— Como assim, reprodutor público?!

Jane inspirou fundo fazendo os seios quase estourarem o botão da blusa e logo em seguida soltou o ar de vez para responder:

— O reprodutor público é a única chance que vocês têm de gerarem filhos. Se vocês quiserem, um funcionário do governo pode ter relações com a Sara e gerar um filho nela, que será registrado como se fosse de vocês dois.

— Você está dizendo que o governo vai mandar um cara comer minha mulher pra ela ter um filho?! — Diego questionou alterando o tom de voz.

— Se você prefere entender assim... — Jane respondeu mantendo o tom.

Diego se levantou exaltado e quis partir pra cima da funcionária de novo, mas ela, sentada como estava, fez um movimento rápido com a perna acertando um chute seco e certeiro nas bolas de Diego, que caiu de joelhos no chão segurando os testículos e gemendo de dor.

— Já se esqueceu do que lhe aconteceu agora a pouco, senhor Diego? — Perguntou Jane. — Entenda que eu sei muito bem como me defender de homens como você, mas da próxima vez vou chamar o policial para levá-lo preso.

— Diego!! — Sara exclamou se levantando para novamente o ajudar a se levantar. Ela o colocou mais uma vez na cadeira e pediu que ele se acalmasse.

Assim, Jane disse que daria 5 minutos pra eles decidirem se usariam ou não um reprodutor público. Disse isso e se afastou deixando-os conversar.

A conversa foi rápida mas intensa. Diego não queria aceitar, mas foi convencido por Sara de que essa seria a única forma deles realizarem o sonho de ser pais. Então, eles chamaram Jane e comunicaram a decisão de usar o reprodutor público.

Ao analisar os dados de Sara, Jane percebeu que ela estava exatamente em sua semana mais fértil do ciclo e perguntou se ela queria aproveitar que havia um reprodutor disponível. Era o “dia de sorte” deles.

— Mas já?! — Surpreendeu-se Diego.

— Sim. No lugar de vocês eu aproveitaria. Não é todo dia que se tem um reprodutor disponível exatamente no período fértil. Vão querer?

— Sim! Vamos sim. — Sara se antecipou antes que Diego colocasse alguma dificuldade.

Diego ficou com cara de poucos amigos, mas não tinha o que fazer. Jane foi chamar o reprodutor e, em poucos minutos, ele estava ali diante deles. Era um homem bonito, de pele bronzeada, mais alto e forte do que Diego. Sara não conseguiu disfarçar completamente sua admiração quando o viu chegar. Mordiscou o lábio inferior umas duas ou três vezes e se conteve ao ouvir Jane dizer:

— Esse é o reprodutor César. Ele vai ajudar vocês. Me sigam!

E assim, todos se encaminharam para a ala das câmaras de reprodução.

Continua...

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