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Do Rodeio ao UBER black

Um conto erótico de Jus
Categoria: Heterossexual
Contém 650 palavras
Data: 10/08/2026 15:57:01

Oi, meus amores! Tô de volta com uma história saindo do forno, quente e sem filtro nenhum.

Quem me conhece sabe: interior de SP é o meu parquinho. Amo uma festa do peão, a fumaça no ar e aquele clima provocante que só esquenta. No último fim de semana teve o rodeio da cidade. Às nove da noite já estávamos no ponto, copo na mão e esperando o Uber. O carro encostou e entramos bebendo vodka com energético. O motorista reclamou, mas resolvemos na hora: viramos tudo de uma vez só, descendo rasgando pra acender o fogo de vez.

Chegando lá, aquele mar de gente, um aperto gostoso de corpo roçando em corpo. Fomos direto pro camarote encontrar a turma. Bebida liberada, o calor estalando na pele e o clima ficando cada vez mais pesado — do jeito que eu gosto.

Lá pras duas e pouco da manhã, o som bateu no peito e o show começou. Ficamos colados na grade, e aí veio a brincadeira: meu marido não parava quieto, saindo toda hora pra ir ao banheiro ou buscar drink. Bastava ele virar as costas pra eu sentir aquela encaixada firme e sem cerimônia por trás na multidão. Aquela encostada padrão de rodeio que arrepia até a alma.

Quando o show acabou, a bateria dele já tinha ido pro saco — estava super alegre, quase caindo. A saída estava o caos, aquele cancela-cancela de aplicativo, até que chamei um Uber Black. O carro chegou, entramos e, em menos de dois minutos, meu esposo colocou o cinto e simplesmente apagou do meu lado.

O trajeto até em casa era de uns 30 minutos. Fui conversando com o motorista, um senhor de uns 55 anos, bem ajeitado, simpático e atencioso. Ele perguntava do meu marido apagado e, do nada, o tonto resmungou no sono: "Vai pra frente se quiser conversar...". Achei estranho, mas passei pro banco do passageiro.

Ali do lado dele, senti o clima mudar. O olhar dele entregava tudo e a conversa foi ficando descaradamente picante, minha saia estava quase na cintura. Eu estava no ápice do tesão por causa da bebida, do calor e daquelas encostadas do show, e já sabia que em casa não teria nada além de ronco. Resolvi dar corda. Ponto morto, mão no câmbio encostando no meu joelho, e do joelho subindo pra dentro da minha saia. Nesses cinco minutos de provocação, não aguentei: meti a mão na calça dele, senti ele duro, desabotoei tudo e caí de boca sem nem pensar. Eu estava faminta. Me dediquei de verdade até receber uma gozada deliciosa e quente. Limpei tudo com calma e fechei a calça social dele como se nada tivesse acontecido.

Chegando na minha casa, pedi ajuda pra tirar meu esposo do carro, já que ele nem parava em pé. Fomos aos trancos e barrancos e o deixamos no sofá da sala. Fui até a porta agradecer o Sr. Walter, e ele me puxou pra um beijo de tiraria o fôlego. Me esquivei de leve, fazendo cena só pra ver se o finado no sofá reagia. Nada.

Acompanhei o Walter até o carro. Quando ele ia ligar o motor, não resisti: abri a porta e entrei pra dar uma volta. Ele engatou a marcha e eu já levantei a saia, montando nele ali mesmo enquanto ele dirigia devagar pelas ruas desertas da madrugada. O tesão era tanto que pedi pra ele encostar. Desci do carro e mandei aquele convite irresistível de quatro no banco de trás.

Que homem, que experiência! Ele metia com classe, bem fundo, me fazendo gozar forte. Transamos duas vezes ali, sem pressa. O dia já estava amanhecendo quando ele me deixou na porta de casa. Entrei na ponta dos pés, me deitei no chão da sala mesmo, ao lado daquele coro de ronco, feliz, leve e lavada. Dormi feito um anjo até as 10h, sem um pingo de estresse e completamente satisfeita.

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