Às vezes, ficamos muito tempo distantes de uma pessoa, a tal ponto que nos esquecemos, de certa forma, o que somos um para o outro.
Dizem que quanto mais gratos somos pelo que recebemos, mais nos é dado. Se depender da minha experiência recente com as mulheres, posso dizer que se trata da mais pura verdade.
Desde o dia em que minha história com a Megera se transformou em namoro, eu, como homem, me senti grato e realizado. Eu tinha uma namorada linda, que era a pessoa com a qual eu já me habituara, antes mesmo de desejá-la como mulher, a compartilhar minha vida. Nosso sexo foi maravilhoso desde a primeira trepada, porque Ana Clara já nasceu safada, ela só não sabia.
Muitas das coisas que acabei experimentando se deveram a ela. Eu só tenho que, cuidadosamente, colocar limites em sua imaginação. Não para cercear sua liberdade, por ciúmes ou coisa assim, mas para protegê-la. Tudo isso posto, eu a amo do jeito que ela é.
Só que parece que alguém decidiu que uma mulher maravilhosa não é suficiente para mim. Então, esse alguém, que deve ser Deus ou algum de seus agentes infiltrados em minha vida, decidiu que eu teria que ter três. Eu tenho um carinho e um tesão muito grande pela Cínthia. É o tipo de pessoa que quando está por perto faz tudo parecer mais bonito. Posso até dizer que sou apaixonado pela minha mulatinha com carinha de anjo e corpo de deusa, como diz a Megera.
Com a Ayanna, porém, tem um algo maior, que eu não sei explicar. Estar com ela me causa a impressão de que o melhor lugar para estar é ali. Eu acho que é o que chamamos de afinidade. Não senti terrivelmente sua falta durante o período de um ano em que estivemos afastados. Era só uma saudade gostosa e uma certeza do reencontro, mesmo que não fosse tão breve quanto eu gostaria.
Quando nos reencontramos, no entanto, aquele sentimento de felicidade veio forte. Não sei se consigo me expressar adequadamente. São muitas paixões simultaneamente para um homem só, mas eu acho que a palavra é essa: felicidade. A presença da Ay me deixa feliz. O outro ponto é que, mesmo que a Cínthia seja aquele monumento ao desejo e um convite explícito à devassidão, com a Ay dá choque.
Sabe aquela coisa de química? Aquele beijo na varanda foi como um reencontro com o que nós somos um para o outro. Logo nossas respirações estavam pesadas. O Gabriel com as mãos na coxa da Megera, que estava sentada em seu colo, era uma cena com a qual eu perdera a afinidade. Não vou dizer que não rolou ciúme, mas o velho tesão de ver os dois chegou com tudo.
Lá atrás, um ano antes, pouco antes de retornarmos a Feira, as interações entre eles já não me causavam nem uma coisa, nem outra. Depois de um ano, porém, a mente meio que desacostumou. O ciúme virou combustível, o tesão de corno – acho que é assim que o pessoal chama – pôs fogo na gasolina. E estar com a Ay nos meus braços, aquela deusa, cujo contato provocava choques em todo o meu corpo, era o que faltava para ser consumido por um incêndio.
Quando paramos aquele beijo demorado, que durou uma eternidade, já não havia mais Gabriel e Megera ali. Ay, com seu jeito Ay de ser, me puxou pelo braço e me arrastou para o quarto.
- Porra, Demônio, você não sabe como eu estava com saudade disso, de sentir o seu corpo, seu cheiro. Que tesão da porra, caralho!
Sem responder, joguei-a na cama, levantei sua saia até a cintura, puxei sua calcinha pernas abaixo, abaixei minha própria bermuda e minha cueca e, com urgência, me sentei na beira da cama e a puxei para o meu colo, de frente para mim, enlaçando minha cintura com as pernas.
Ay soltou um gemido demorado enquanto meu pau deslizava para dentro daquela buceta amada, toda molhadinha e oferecida para mim.
- Puta merda, Ay, sua buceta continua deliciosa. Você toda. Linda e deliciosa. Um ano separados e eu ainda te amo como no dia em que nos despedimos.
- Eu te amo mais, seu filho da puta. Mais que antes. Eu te quero mais do que eu queria. Aaaahhhhh, meu pai, que porra de pau é esse que tu tem, seu baiano da porra?
- É um pau que fica maior quando você está por perto.
- Você tem muito tesão em mim, meu dono?
- Tenho, muito, intenso, descomunal.
- Ai, André, não fala assim. Eu vou gozar, caralho.
- Eu sou seu dono?
- Meu dono, sempre será. Eu te amo, porraaaa aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiii, caralho. Porraaaaaa, dois minutos sentada nessa pica e eu já tô... aaaaahnnnn, Demônio!
- Goza para mim minha putinha devassa carioca!
- Ai, André, sou sua putinha. Caaaaraaaalhoooo!
Ay tremia e cravava as unhas em minhas costas, enquanto suas paredes vaginais mastigavam meu pau. Nossos suores se misturavam e eu sentia seus líquidos deslizando pelas minhas bolas.
- No cu, Demônio, eu quero no cu. E eu quero agora. Quero tudo que eu não tive durante um ano, que você deu só para a Megera e a Cínthia.
- Ciúmes, é? – provoquei.
- Só um pouco. Tem lubrificante?
- Tenho na mochila. Fica de quatro para mim e espera feito uma cadela.
- Sim senhor, meu dono.
Ay obedeceu e se colocou de quatro na cama. A criatura fica linda quando está com tesão. Por sorte, ou não, dessa vez ela não estava com vontade de me bater.
Peguei o frasco e passei a trabalhar seus dois buracos com a língua e com os dedos, fazendo Ay soluçar de tanto tesão. Depois de lamber muito aquele cuzinho delicioso, me concentrei em lubrificá-lo, enquanto três dedos atiçavam as paredes da sua buceta, fazendo Ay rebolar desesperadamente e gemer alto.
- Vai dar esse cu safado pra mim, vai?
- Fode meu cu safado.
- Gosta de ser minha vadia, piranha, vagabunda? – provoquei, para fazer com que enlouquecesse de vez.
- Aaaaii, porra! Xinga mais, caraaaaalhoooooo!
Dei-lhe dois tapas fortes na bunda. Ay rosnou feito uma fera, de tento tesão.
- Relaxa essa porra desse cu, piranha! Não te ensinaram a dar o cu na zona que você trabalhava ante de conhecer o Gabriel, porra?
A reação de Ay foi soltar um grito que, imagino, Gabriel e Ana devem ter ouvido de onde quer que estivessem. Era delicioso conhecer os pontos fracos da Ay e deixá-la do jeito que ela estava.
- Fode o cu dessa piranha, pelo amor de Deus!
A cabeça já estava dentro e ela própria já empurrava a bunda para trás para ajudar meu pau a entrar. Não demorou e já estava tudo enterrado.
- Está gostando de sentir meu pau todo enterrado dentro desse rabo safado, vadiazinha de zona, que gosta de dar o cu?
Ay já não conseguia mais responder. Não tinha mais força nem para urrar ou gritar, só gemia baixinho cada vez que eu socava no fundo daquela bunda linda. Aliás, o Gabriel estava impressionado com o rabo da Megera, mas Ay de quatro não era o tipo de visão que se podia oferecer a pessoas com restrições médicas. Que coisa linda do caralho, meu Deus!
Não dava mais para segurar muito o orgasmo.
- Vou gozar Ay, não aguento mais.
- Goza na sua mulher, seu gostoso – reagiu Ay com a voz alterada de tesão.
Estoquei curto e fundo, desferindo tapas na bunda e segurando firme minha mulher pela cintura. Ay, sentindo minha aflição, meu pau latejando dentro do seu cu, anunciando uma inundação de porra, se descontrolou, tendo uma sessão de tremedeiras mais intensa, esfregando o grelo com a mãozinha. Eu explodi num gozo barulhento, soltando uma sequência de urros, enquanto Ay gemia e se tremia desesperada.
Minhas pernas estavam bambas. Se eu fosse depender do meu pau amolecer, teria dormido com o pau atolado no cu da minha gata. Só tirei porque estava com tara de beijá-la. Deitados lado a lado, trocamos um beijo demorado e carinhoso.
- Que delícia que foi isso – falou Ay, depois de uns três ou quatro minutos durante os quais permanecemos em silêncio.
- É muito bom fazer amor com você.
- Ainda tá de pau duro?
- Para você ver o que faz comigo.
Eu sei que terminamos a noite os quatro na mesma cama, eu e Gabriel sendo cavalgados pelas duas potrancas, que se revezavam, fazendo rodízio de pau. Eu já nem lembro mais dentro de qual das duas gozei, porque o sono já me consumira, que eu já nem sabia mais quem é que estava em cima de mim, embora estivesse gostoso.
Acho que fui o primeiro a acordar. A Megera estava com aquela bunda maravilhosa virada para mim, completamente nua. Não aguentei e esfreguei meu pau duro em sua bunda, fazendo-a se mexer e empurrar o rabo carnudo e redondo para traz. Acariciei suas pernas, sua cintura e seu abdômen. Minha futura esposa respondeu com um gemidinho.
- Que gostoooso. Come a bucetinha da Megera, amor – resmungou.
O desejo da deusa era uma ordem. Encaixei o pau na sua entradinha, que já estava molhada. Aliás, quando que aquela criatura não estava molhada?
Ana Clara gemia baixinho enquanto eu introduzia meu pau lentamente em sua bucetinha sagrada, para ela curtir bem a penetração. Ela adorava isso de manhã.
- Aaaeeeeen, amor, que gostooosoo – choramingou.
Acelerei e aprofundei um pouco mais as estocadas.
- Amor, me pega de bruços. Eu quero com força.
Obedeci, coloquei-a de bruços e comecei a socar com vontade. Ana Clara mordeu o travesseiro e apertou o lençol com as mãos, tentando não fazer muito barulho. Naquela posição, minha perna tocava na de Ay, que estava meio de lado, meio de bruços. Gabriel, estava deitado de lado, na outra ponta da cama, com o braço sobre suas costas.
A visão de Ay era desconcertante e comer a Megera daquele jeito era muito gostoso. Acabei socando com tanta vontade, que os gemidos da Megera passaram do tom. Até o ruído de sua respiração, e da minha, já seria suficiente para acordar todo mundo, fora o balanço da cama.
Não aguentei segurar o gozo por muito tempo. A excitação da Ana Clara me contagiava.
- Vou gozar, gatinha, não aguento mais – avisei e já descarreguei com vontade no fundo da sua buceta, amassando as carnes deliciosas da sua bunda com meu corpo, deitando-me sobre ela e cheirando sua nuca e seu pescoço.
Ainda continuei socando para prolongar seu prazer e me pareceu que emendou um orgasmo no outro já de manhã.
- Começaram cedo – brincou Gabriel, já desperto.
Ele se deliciava com a cena. Ay não sabia se resmungava, acordava ou continuava dormindo.
- Amorzinho, vamos levantar? Vai dar meio-dia - avisou Gabriel.
Foi o suficiente para Ay dar meio que um pulo da cama.
- Todo mundo para fora da caminha para aproveitarmos o domingo – proclamou nossa eterna grande líder.
Meia hora depois, estávamos terminando o café da manhã.
- O que nós vamos fazer hoje? – conclamou Gabriel.
- Suruba! – respondeu a Megera com cara de tarada ninfomaníaca.
Todos olhamos para ela curiosos.
- O que foi, gente? Falei alguma besteira? – reagiu, com cara de surpresa.
- Não, minha princesinha, serzinho mais perfeito que eu já vi. Sou obrigada a concordar com você. Ontem ainda não deu para matar a saudade, então vamos matar bastante hoje – reagiu Ay.
Ficamos, então, eu e Gabriel nos olhando com cara de “será que elas estão falando sério”.
- Então, gente? Eu proponho passarmos o dia em casa mesmo, bebendo, comendo churrasco e fodendo muito.
- E ainda tem futebol para ver na TV mais tarde – emendou Gabriel.
- Futebol, Gabriel? Fala sério! – reagiu Ay.
- Eu deixo você chupar o meu pau enquanto a gente vê o jogo.
- Ah não, amor, eu que quero chupar seu pau. A Ay já chupa todo dia. Vai chupar o do Demônio – protestou a Megera.
- Tá bom, bruaca, gostei da ideia. É sempre bom variar um pouco de vez em quando, não é amor? – reagiu Ay, se dirigindo à Megera e a Gabriel.
- Certeza absoluta de que essas duas não são certas do juízo, brother. É a primeira vez que eu vejo boquete planejado com quatro horas de antecedência – brinquei.
- Vamos lá embaixo comprar mais cerveja, então, namorado?
- Vamos, namorado. Suruba sem cerveja não rola.
- Mas não é para vocês ficarem na rua, seus putos, que não tem cerveja na geladeira – avisou Ay.
Assim foi feito. Dessa vez, compramos a cerveja e voltamos ao convívio das nossas deusas. Eu e Gabriel estávamos de bermuda e sem camisa. Quanto às mulheres, Ay estava com um daqueles vestidinhos de algodão super curtos, preso por alcinhas aos ombros. A Megera estava vestindo uma camiseta regata comprida minha, que mal cobria aquele rabo maravilhoso, deixando suas popinhas expostas quando se movimentava.
Gabriel começou a colocar carne na churrasqueira, enquanto eu cuidava da cerveja, enchendo os copos e recarregando. Não demorou para a sacanagem começar.
- Como foi a trepada com o Demônio ontem, Ay?
- Cheia de saudade, me fez gozar feito uma puta de zona. Ainda comeu meu cuzinho me xingando de tudo quanto era nome.
- Que delícia! Queria ter visto isso – reagiu a Megera.
- E você com o Gabriel? – provocou Ay.
- Meu amorzinho churrasqueiro me fez ver estrelinhas com seu espeto. Fez minha bunda de parque de diversões, mas não comeu meu cuzinho. Ficou me devendo, gato! – respondeu a Megera, transferindo a provocação para o Gabriel.
Meu pau já estava duro àquela hora.
- Não seja por isso, sua biscateira baiana. Vou arregaçar esse rabo carnudo mais tarde – reagiu Gabriel, entrando na pilha.
- Vocês já estão me deixando de pau duro com essa conversa – protestei.
- Deixa eu ver? – interveio Ay com cara de safada, já puxando minha bermuda para baixo e liberando meu pau, que saltou para fora já todo pimpão.
Ay se ajoelhou entre minhas pernas – estávamos na varanda, eu sentado na cadeira – e já foi logo engolindo meu pau, sem cerimônia.
- Que delícia esse caralhão todo para mim – provocou Ay, tirando meu pau da boca e abocanhando novamente, ora chupando, ora lambendo.
A Megera se ajoelhou na frente do Gabriel, que estava de pé, terminando de colocar uma porção de carne na churrasqueira. Desabotoou sua permuda e colocou seu pau também já duro para fora.
Estava muito excitante ver minha Megera ajoelhada, mamando o pau do Gabriel, enquanto eu dava uma golada na cerveja, Ay se esbaldando no meu pau, fazendo coisas deliciosas.
- Puta que o pariu, Gabriel, isso é o paraíso, namorado! – desabafei.
- Está uma delícia fazer churrasco com uma piranha gostosa abocanhando meu espeto – brincou Gabriel, deixando Ana Clara nitidamente mais excitada.
- É para isso que as piranhas servem. Para chupar o pau dos seus donos, não é amor?
Ana Clara balançou a cabeça afirmativamente com o pau do Gabriel na boca. Ay suspirou com meu pau na boca. Não aguentei mais de tesão, levantei Ay, coloquei-a sentada no sofá da sala e puxei sua calcinha. Minha gata soltou um gemido sentido só de antever o que viria. Sem cerimônia, morrendo de tesão, mergulhei meu rosto entre suas pernas e dei várias lambidas em sequência do cu ao grelo, arreganhando suas pernas com as mãos, fazendo com que desse uma sequência de gritinhos de aflição.
Ataquei o interior de sua buceta com dois dedos e castiguei seu grelo, lambendo e chupando, fazendo Ay rebolar desesperada na minha boca. Fustiguei sua bucetinha com os dedos, fazendo Ay gozar aos gritos. Uma mão me puxou e me tirou do meio de suas pernas. Era a Megera, que tomou meu lugar e se pôs a cheirar e lamber a buceta da Ay, que fechou os olhos e jogou a cabeça para trás com seu grande amor torturando sua bucetinha linda e cheirosa. Fiz Ana Clara ficar de quatro, com o rabão virado para mim, puxei a calcinha da minha futura esposa para o lado e ataquei sua bucetinha com a língua.
Que chá de buceta gostoso da porra. A Megera já estava toda ensopada. Puxei sua calcinha para baixo e enterrei o pau na sua buceta com vontade, fazendo-a gemer dentro da buceta da Ay e jogar a bunda para trás com selvageria.
O clima tinha esquentado mesmo. Gabriel só observava a orgia da varanda com o a bermuda aberta. Propositalmente, eu acelerei as estocadas e meti fundo na Megera, até minha namorada estremecer e gozar quase aos berros, cheirando e mordendo as coxas deliciosas da Ay, que fazia carinha de êxtase. Não demorei e gozei um litro de porra na bucetinha da minha gata.
Tirei o pau ainda duro e sua bucetinha ficou escorrendo meu leite. Fiz sinal para Gabriel para que trocasse comigo. Fui tomar conta do churrasco. Gabriel foi até o quarto e, quando voltou, encontrou as duas se beijando apaixonadamente, suas bocas se devorando. Quando Gabriel chegou, trazendo o frasco de lubrificante, Ay se levantou e foi para o quarto.
- É no cu que você quer cachorra? – falou Gabriel para a Megera, colocando-a de quatro no chão, com o tronco apoiado no sofá.
- Quero, eu quero levar seu pau no meu cu. Dá o pau do meu dono pra mim – respondeu Ana Clara transtornada de tesão.
Gabriel lambuzou o pau e os dedos, os quais foi introduzindo no cu da Megera, enquanto bolinava seu grelo sensível com a outra mão. Não demorou e já estava empurrando a trolha no rabo da minha mulher, que pedia para ir devagar, mas para não parar.
Para minha surpresa, Ay apareceu com um volume embaixo do vestido. Quando levantou a barra, estava com um pau preso pela cinta.
Temi pelo que ela pensava fazer com aquilo, mas Ay foi na direção do Gabriel e lhe deu um beijo na boca. Combinaram algo e vi Gabriel puxar Ana Clara até se sentar com ela no seu colo, o pau atolado no seu rego. Ay foi pela frente e beijou a boca da Megera, que estava enlouquecendo sendo bolinada nos seios por Gabriel, enquanto Ay lhe beijava e explorava sua buceta com os dedos. Depois se ajeitou e começou a colocar aquele pau na bucetinha da minha gata, que fazia cara de dor, mas eu sabia que ela não se entregaria e aceitaria a dupla penetração, nem que fosse chorando.
Ay foi devagar, com carinho. Ana Clara rebolava de olhos fechados no pau de Gabriel, enquanto o pau da Ay entrava até a metade em sua buceta. Eu, que tinha acabado de gozar, já estava de pau duro novamente, mas alguém tinha que cuidar da carne. De sacanagem, enquanto os três fodiam naquele emaranhado de corpos, levei o copo de cerveja do Gabriel, que ficou comendo o cu da Megera e bebendo, enquanto, com a mão livre, bolinava seus seios lindos, que desafiavam a gravidade.
Com Ay, que se equilibrava com as mãos, eu dava cerveja na boquinha. Ana Clara, nem que eu tentasse, só gemia desesperada, dizendo que ia morrer. Terminou tremendo feito uma batedeira elétrica, dando rosnados assustadores. Se a gente não soubesse que era de prazer, daria até medo. Aquele movimento da Megera venceu Gabriel, que, mesmo sem conseguir se mexer, acabou gozando com os olhos marejados de tanto prazer de ter o pau todo enterrado no cu de Ana Clara, enquanto Ay continuava socando em sua amada, prolongando aquele prazer que parecia descomunal, pois meu amor chegava a chorar de soluçar, os peitos subindo e descendo, a respiração pesada, entrecortada, quase como se lhe faltasse ar.
Quando os três se desengataram, a carne já estava cortada e servida. Ay e Gabriel se recompuseram, enquanto Ana Clara ficou praticamente desmaiada no sofá, completamente nua.
- Vem comer, amor – chamei, já tomando seu corpo ainda meio molengo em meus braços.
- Vocês acabaram comigo, amor.
- Você não queria suruba, gatinha? – provoquei.
- Vou querer mais depois – respondeu com a voz mole.
- É uma safada ninfomaníaca mesmo.
Nossas duas prendas nem se deram mais ao trabalho de colocar suas calcinhas. Ficaram as duas sem. Ana Clara só vestiu a camisetinha.
- Caralho, Megera, que cu é esse? Foi uma das melhores gozadas da minha vida – provocou Gabriel.
- Meu cu agradece a deferência – reagiu minha mulher ainda com cara de acabada, mais sem renunciar aquele sarcasmo gostoso dela.
- Megerinha aguentou três paus – provocou Ay.
- Quase me mataram, seus psicopatas. Tô até dolorida.
A tarde mal começara e nós já havíamos até feito uma vítima com nossa tara insaciável, mas com as duas sem calcinha, aquilo não ia prestar por muito tempo. O cheiro de sexo estava no ar, provocativo e convidativo. Mesmo assim, conseguimos ficar por cerca de duas horas só conversando, bebendo, beliscando carne e ouvindo música. Ao final das quais, a Megera já estava toda assanhada novamente, trocando vários beijinhos de língua com a Ay, que fazia carinho em sua bucetinha e seu cuzinho castigados de tanto levar pau.
- Também quero comer você com aquele pênis – disparou.
- Vai comer meu cuzinho também? – provocou Ay.
- Quero tudo que é meu de direito.
- Vai aguentar os três, Ay? – provoquei.
- Para, Demônio, porra. Minha buceta já está escorrendo, olha só...
Tentamos assistir ao futebol na TV, mas a tarefa era quase impossível. As putinhas, para provocar tiraram a roupa, ficando completamente nuas, desfilando pela casa de um lado para o outro, ora se pegando, ora nos provocando, sentando em nossos colos, se esfregando e colocando nossos paus para fora para bater punheta e chupar. No intervalo do jogo, peguei Ay, a coloquei sentada em meu colo e a fodi, mandando-a rebolar. Gabriel fez o mesmo com Ana Clara. Ficaram as duas ninfomaníacas, completamente nuas, lado a lado, rebolando, quicando e gemendo em nossos colos. Aquilo estava tão excitante, que acabamos todos gozando antes do início do segundo tempo.
Parcialmente saciadas, foram para o banheiro tomar banho e não voltaram antes do final do jogo. Só de imaginar o que estavam aprontando naquele banheiro, depois no quarto, meu pau já voltou a se manifestar. Se nossa rotina ia ser aquela durante um mês, eu temia ter que voltar para Feira de ambulância, mas mesmo aquele domingo estava longe de terminar.
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