Eu cheguei em Araçoiaba no sábado de manhã. Cidade pequena da Zona da Mata Norte de Pernambuco, daquelas que o centro cabe num quarteirão e o resto é casa baixa, cerca de arame e mato. Eu estava fazendo um trabalho social numa comunidade carente perto dali, mas o final de semana era meu. E eu já tinha marcado com ela. Clica em meu nome, para ver todos meus viddeos e fottos picantes. desde 2008 té hoje.
Ela se chama Juliana. Vinte e quatro anos, casada, marido motorista de van que fazia plantão o fim de semana inteiro. Eu tinha conhecido ela por acaso numa ida anterior. Conversa fiada, um sorriso a mais, um elogio na bunda quando ela se abaixou pra pegar uma sacola. Nada demais no começo. Só fui plantando.
Sábado de manhã mandei mensagem:
— Tô na cidade. Seu marido ainda tá de plantão?
Ela respondeu rápido:
— Tá. Vai até segunda de manhã.
— Então me encontra. Quero te mostrar umas coisas.
Ela demorou dez minutos pra responder. Depois veio:
— Que tipo de coisa?
Eu não mandei foto ainda. Só falei:
— Coisas que eu gosto de registrar. Mulheres comuns. Bundas reais. Cheiro de mulher que trabalha, que sua, que vive. Não é modelo. É gente de verdade.
Ela ficou em silêncio por um tempo. Depois:
— Você é esquisito, né?
— Sou. Mas você ficou curiosa. Senão não tinha respondido.
A gente ficou trocando mensagem o dia inteiro. Eu fui soltando aos poucos. Falei que gostava de cheirar bunda. Que gostava de lamber suor. Que às vezes pedia pra mulher cagar na minha frente. Ela respondeu com “nojo”, “que absurdo”, “você é maluco”. Mas não parou de responder. Cada “nojo” vinha junto com uma pergunta.
No fim da tarde eu mandei um trecho de um conto meu. Bem sujo. Ela leu e mandou:
— Isso é real ou você inventa?
— É real. Eu registro.
— E as mulheres topam?
— Algumas topam. Outras pedem dinheiro. Outras só ficam curiosas e depois somem.
Ela ficou um tempão digitando. Depois mandou:
— Quanto você pagaria pra eu fazer isso?
Eu sorri sozinho no quarto do hotel.
— Duzentos reais. E eu gravo só pra mim. Não posto com seu rosto se você não quiser.
Ela demorou quase meia hora. Eu já achava que tinha perdido. Aí veio a mensagem:
— Onde?
Eu indiquei um trecho de mata perto da cidade, um lugar que eu já tinha visto antes. Distante o suficiente pra ninguém aparecer, mas não tão longe que ela ficasse com medo. Combinamos de nos encontrar no domingo de manhã, nove horas.
No domingo eu cheguei primeiro. Estacionei o carro na estrada de terra e entrei a pé uns trezentos metros. O mato estava seco, folhas de bananeira e capim no chão, sol filtrando pelas árvores. Cheiro de terra quente e de folha molhada de orvalho. Pássaros cantando sem parar.
Ela chegou atrasada quinze minutos. Veio de chinelo, short jeans curto e uma blusinha rosa clara com estampa de florzinha. O cabelo longo, com luzes, preso num rabo frouxo. Quando me viu, parou a uns metros.
— Ainda tô achando que você é maluco — ela falou.
— Pode ser. Mas você veio.
Ela riu nervoso e olhou em volta.
— Aqui ninguém passa?
— Ninguém.
Ficamos em silêncio um pouco. Eu me aproximei devagar. Ela não recuou. Parei na frente dela e falei baixo:
— Posso cheirar?
Ela olhou pra mim como se eu tivesse falado a coisa mais absurda do mundo. Mas não disse não. Eu dei a volta nela, ajoelhei atrás e aproximei o rosto da bunda. O short estava justo. Eu puxei o tecido pro lado e enfiei o nariz na fenda. O cheiro subiu forte: suor de manhã, pele quente, um pouco de cheiro de sabonete barato e por baixo o cheiro natural dela. Eu respirei fundo várias vezes.
— Porra… — eu murmurei. — Que cheiro bom.
Ela ficou parada, a respiração um pouco mais rápida.
— Você é doente — ela falou, mas a voz saiu sem força.
Eu passei a língua por cima da calcinha, bem no meio da fenda. O tecido já estava um pouco úmido. Lambei de novo, mais devagar. Ela soltou um som baixo na garganta.
— Tira o short — eu pedi.
Ela demorou, mas tirou. Ficou só de blusinha e calcinha. Eu puxei a calcinha pro lado e enfiei a cara de verdade. A bunda era grande, macia, de mulher que come bem e não malha. O cheiro agora era puro. Eu lambei a fenda inteira, de baixo pra cima, bem devagar. A língua passou no cu e ela se arrepiou.
— Tá fedendo — ela falou, quase sem ar.
— Tá delicioso.
Eu continuei. Lambei o suor que escorria entre as nádegas. Lambei o cu fechado. Empurrei a língua com força tentando entrar. Ela gemeu baixo e afastou um pouco o corpo, mas não saiu de perto.
Depois de um tempo ela falou, a voz já diferente:
— Eu preciso cagar.
Eu levantei o rosto.
— Então caga.
Ela olhou pra trás, pro mato.
— Aqui mesmo?
— Aqui.
Ela ficou em silêncio alguns segundos. Depois puxou a calcinha até os joelhos, abriu as pernas e se abaixou um pouco, as mãos nos joelhos. O sol batia direto na bunda dela. Eu fiquei ajoelhado atrás, bem perto, o celular já gravando em modo discreto.
Ela fez força. O cu se abriu devagar. Primeiro saiu só um pedacinho escuro. Depois a merda começou a descer. Grossa, marrom-escura, brilhante de umidade. O cheiro subiu imediatamente, forte, ácido, quente. Eu respirei fundo de propósito. Os pássaros continuavam cantando. O vento mexia as folhas. E a merda ia saindo, enrolando, caindo no chão de folhas secas com um som mole.
Ela gemia baixo a cada esforço. A merda era longa. Saiu quase inteira numa só descida, pesada, fumegando um pouco no ar fresco da manhã. O cheiro estava tão forte que eu sentia no fundo da garganta. Eu aproximei mais o rosto. O calor que subia dela misturado com o cheiro me deixou duro pra caralho.
Quando terminou, um filete ainda escorria. Ela ficou ofegante, a bunda ainda aberta.
— Pronto — ela falou, a voz embargada. — Tá satisfeito, maluco?
Eu não respondi com palavra. Aproximei a boca e lambei o cu sujo. O gosto era forte, amargo, quente. Ela soltou um grito curto e tentou se afastar, mas eu segurei os quadris dela.
— Para! — ela falou. — Tá nojento!
Eu continuei lambendo. Limpei o que deu com a língua. O cu dela se contraía a cada passagem da língua. Depois eu cuspí na mão, passei no pau e encaixei a cabeça no buraco sujo.
— Não — ela falou, olhando pra trás. — Eu nunca dei a bunda. Para.
— Relaxa. Vai devagar.
Eu empurrei. O cu estava apertado pra caralho e ainda escorregadio de merda. A cabeça entrou com dificuldade. Ela gritou de verdade dessa vez.
— Ahhh porra! Tá doendo!
— Respirar. Empurra pra fora como se fosse cagar de novo.
Ela obedeceu sem querer. O cu abriu um pouco mais e eu fui entrando. Centímetro por centímetro. A merda que ainda restava ia sujando o meu pau, escorrendo pelas bolas. O cheiro estava absurdo. Eu meti até a metade e parei.
— Tá te arrombando? — eu perguntei.
— Tá… caralho, tá doendo pra porra…
Eu puxei quase pra fora e enfiei de novo, um pouco mais fundo. Ela gritou outra vez. As pernas dela tremiam. Eu segurei firme e comecei a meter com mais vontade. O pau entrava e saía sujo, melado, o barulho molhado e nojento. Ela peidou várias vezes em volta do pau. Cada peido fazia o cheiro aumentar.
— Me chama de lobo — eu pedi.
Ela estava ofegante, a testa suada, o cabelo grudado no rosto.
— Lobo… — ela falou baixo.
— Mais alto.
— Lobo! Porra, lobo, tá me arrombando!
Eu acelerei. As estocadas ficaram mais fortes. A bunda dela batia na minha barriga. A merda ia espalhando mais. Em um momento ela fez força de novo e cagou mais um pouco em cima do pau. Eu senti a textura quente escorrendo. Continuei metendo.
— Tô gozando — ela falou de repente, a voz quebrada. — Porra, tô gozando com pau no cu…
A mão dela desceu e começou a se tocar rápido. Eu meti mais fundo, mais forte. Ela gozou gritando, o cu apertando o pau com força, peidando sem parar. Eu não aguentei. Gozei dentro, fundo, o esperma misturando com a merda. Continuei metendo enquanto gozava, espalhando tudo.
Quando parei, o pau saiu sujo, brilhante, escorrendo uma mistura marrom e branca. O cu dela ficou aberto, pulsando, pingando. Ela estava de quatro no chão de folhas, ofegante, a blusinha suada, o cabelo bagunçado.
Eu limpei o pau com um pano que tinha levado e guardei o celular. Ela ainda não se mexia.
— Duzentos reais — eu falei, pegando as notas.
Ela pegou sem olhar pra mim. Depois puxou a calcinha e o short, ainda com o cu sujo.
— Você é doente de verdade — ela falou, a voz rouca.
— E você gozou com pau no cu sujo de merda.
Ela não respondeu. Só arrumou a roupa e começou a caminhar de volta na direção da estrada. Eu fiquei olhando ela ir. O cheiro ainda estava no ar. Os pássaros continuavam cantando.
Eu gravei tudo. O áudio, o vídeo, o cheiro que eu ainda sentia na memória. Mais uma casada comum do interior. Mais um registro.
No caminho de volta pra Recife eu já estava pensando na próxima.
