A mensagem na tela ainda ecoava na minha mente quando o dia amanheceu.
As palavras trocadas na noite anterior haviam deixado o ar pesado, carregado de uma expectativa que a tecnologia não conseguia mais conter. O acordo estava feito, os limites traçados, e a promessa de um encontro presencial deixou de ser apenas texto para se tornar inevitável.
No final da tarde, a mensagem de Teddy finalmente chegou: “Estou na praça perto da sua casa. Vem agora.”
Caminhei até o local com o coração acelerado.
A praça estava calma, envolta pelas sombras das árvores ao pôr do sol. À distância, eu o vi sentado em um dos bancos de madeira, observando minha aproximação com um olhar firme, calmo e absolutamente dominante. Não houve cumprimentos formais, nem sorrisos de cortesia. A atmosfera entre nós era pura tensão acumulada.
Teddy se levantou lentamente quando me aproximei. Ele deu um passo à frente, diminuindo o espaço até que eu pudesse sentir o calor de sua presença. Sem dizer uma palavra, ele segurou suavemente meu queixo, erguendo meu rosto para alinhar nossos olhares. O controle que ele exercia era palpável, e minha hesitação desapareceu no instante em que nossos olhos se cruzaram.
Ali, sob a proteção discreta das árvores e longe da vista de qualquer pedestre, a urgência reprimida durante semanas tomou conta do momento. O reencontro trouxe à tona toda a intensidade prometida na noite anterior—um jogo de domínio, entregas implícitas e o cumprimento silencioso de cada comando.
Ajoelhei-me aos pés dele, sem hesitar e sem emitir um único som. Ergui o olhar, mantendo meus olhos fixos nos dele com uma intensidade absoluta, selando o acordo que havia começado através de uma tela e terminado, finalmente, no mundo real. Com seu cacete já rígido, ele permitiu que eu o toca-se.
Assim fiz, agarrei com desejo seu pau, o lambi por toda extensão...Sugava suas bolas deixando-o todo babado. Ver, meu senhor, me encarando com frieza, me deixava ainda mais possuída de tesão. Tomei a liberdade de pegar em sua mão e guiá-la até meus cabelos... Ele prontamente me corrigiu, dando um tapa firme no meu rosto.
Continuei engolindo aquele cacete delicioso, gemendo com ele dentro da minha boca, sentindo pulsar na minha língua. Ansiosa para que ele me fodesse ali, como uma cadela de rua... Minha buceta estava pingando, ensopada...Esperando o momento do meu dono me tomar para si. Pedi então, tomada pelo tesão, em alto e bom tom: “ME COME AGORA, POR FAVAOR”.
Teddy então me empurrou, me afastando dele.
- Se recomponha. Ele disse.
Eu ainda sentia o peso daquele olhar quando percebi que havia ido longe demais.
Teddy não precisou levantar a voz. Bastou um pequeno gesto para que eu entendesse que, naquele instante, ele esperava que eu obedecesse.
E eu obedeci.
Não porque tivesse perdido minha vontade, mas porque havia alguma coisa naquele silêncio que me fazia querer descobrir o que aconteceria depois.
Ele se aproximou apenas o suficiente para que eu pudesse ouvir sua voz baixa.
— Você veio até aqui por ordem minha.
Assenti.
— Então não esqueça disso. Tudo é como eu quiser. Até sua respiração é minha.
Aquelas palavras me atingiram de um jeito inesperado. Até então, eu havia imaginado que poder significava mandar. Naquele momento, percebi que talvez significasse justamente o contrário: saber exatamente até onde ir sem precisar ultrapassar nenhum limite.
Teddy deu um passo para trás.
— Levante-se, Luiza.
Eu me levantei.
Ele sustentou meu olhar por alguns segundos e depois apontou para o caminho que saía da praça.
— Agora você vai embora.
Meu coração disparou.
— Agora? Mas...
— Agora. Você já teve o que merecia por hoje.
Pela primeira vez naquela noite, ele sorriu.
Fiquei parada por alguns segundos, tentando entender aquele jogo. Eu esperava uma ordem, uma promessa, alguma explicação. Em vez disso, ele havia me devolvido uma frustração.
Caminhei alguns passos e olhei para trás.
Ele continuava ali, imóvel, observando.
E foi naquele instante que compreendi: talvez o verdadeiro poder daquela noite não estivesse nas ordens que ele dava.
Estivesse no fato de que, mesmo depois de ser mandada embora, uma parte de mim já estava pensando em voltar.