Quando era mais novo era doido com a mãe de um amigo meu. Dona Nice! Só de lembrar ja fico excitado. Dona Nice era uma mulher de 40 anos, 1,70m, meio magra, peitos medios, mas uma bunda enorme. Ela era esposa troféu do marido então vivia na academia e fazia dietas. Não era sarada, magrinha nem nada, mas também não era gorda. Era uma gostosa! Isso sim. Branquinha, pintava o cabelo de loiro e era bem curtinho, aqueles tipo Joãosinho, bem elegante pra ela que sempre se vestia bem. Ja falei da bunda dela? Enorme, uma delicia de bunda.
Dona Nice era mãe do meu amigo da escola, Gabriel, casada com o sr Paulo, um representante de vendas que a vida era escritório e viagens. Gabriel sempre se queixava da falta do seu pai. Imagino o quanto isso impactou a vida dele. Mas eu tava interessado mesmo era na gostosa da mãe dele.
Quase todo final de semana íamos para a casa de alguém do nosso grupo, era um trio, eu, Gabriel e Artur. Mas na maioria das vezes íamos na casa de Gabriel, que era o mais rico, morava em uma cobertura e tinha um playstation 3, novidade da época. Sua mãe gostava da gente la, já que seu pai viajava direto, acho que ela achava que cobríamos a ausência do sr Paulo na vida do Gabriel. Mas eu queria era cobrir a ausência do sr Paulo na vida dela.
Eu não era o único que tinha esses olhos pra dona Nice, Artur também era doido com ela, a gente falava disso direto, de quantas punhetas a gente batia pra ela e até zoávamos o Gabriel por ter a mãe tão linda assim. Mas não pegávamos pesado com medo dele nunca mais chamar a gente pra casa dele. De vez em quando tirávamos fotos escondido da bunda dela, principalmente quando usava aqueles shortinhos de pijama tipo baby doll. Mandávamos um pro outro com os primeiros smartphones da Samsung que chegaram no Brasil.
Dona Nice sempre foi muito liberal, gostava de tomar um vinho e não ligava da gente tomar um pouquinho também, quando o sr Paulo não estava em casa. Eu sabia que o Gabriel tinha problemas com bebida e que bebia direto sem os pais dele saber.
Teve um final de semana que fomos pra casa do Gabriel e estávamos jogando o novo Call of Duty modo Zombies. Enquanto jogavamos escutamos dona Nice brigando com o sr Paulo, algo sobre ele estar sempre ausente e até ouvi ela falar algo de achar que só pode ser uma amante. Gabriel ficou todo sem graça, mas fingimos que nem estávamos ouvindo e concentramos no jogo. O sr Paulo chamou Gabriel pra se despedir porque ja estava saindo para o aeroporto.
Logo dona Nice ja estava nos chamando pra jantar. Descemos e la estava ela ja com uma taça de vinho branco na mão, usando seu delicioso pijama de cetim e um robe por cima. Tudo bem elegante e lindo naquele corpão dela. Acho que ela perdeu a noção de que os amigos do filho dela não eram mais crianças e já comiam ela com os olhos o tempo todo. Por mim estava ótimo que ela continuasse pensando assim. Estavamos comendo e ela bebendo taça atrás de taça. Tudo isso enquanto reclamava do marido. Não demorou muito pro Artur pedir uma taça tambem e ela nos servir. Gabriel entrou de cara no vinho, deve ter puxado o alcoolismo da mãe. Artur me mandou uma mensagem falando pra eu encontrar ele na cozinha. Ele levantou pra pegar mais comida e eu fui atrás fingindo que tambem queria.
- Mano! Hoje é nossa chance! Eu não to acreditando. - Disse Artur.
- Do que vc ta falando cara?
- Vamos embebedar a dona Nice e o Gabriel hoje. Quando o Gabriel apagar, a gente desce e vem ver a dona Nice apagada, toda pra nós.
- Caramba velho! Vc é um gênio!!! - Ja falei apertando meu pau.
- Pra vc não apagar também, bebe pouco, finge que está bebendo e sempre oferece de completar a taça deles com mais vinho.
- Pode deixar! Hoje é nossa noite.
Voltamos pra mesa e seguimos nosso plano. Conversamos mais com ela, falando que nossos pais são bem babacas com nossas mães e o tempo todo completando a taça dela e do Gabriel com mais vinho. Gabriel xingava o pai e bebia, a mãe dele fazia o mesmo. Nisso já tínhamos aberto 4 garrafas de vinho. Mas eu e o Artur só bebemos uma taça e meia, mais ou menos. Quando acabamos de jantar, dona Nice falou que ia deitar, pegou mais uma garrafa de vinho e foi para o seu quarto.
- Juízo garotos! - Disse ela enquanto ia para o quarto já cambaleando.
- Sempre dona Nice! - Disse Artur já com a maldade no olhar.
- Bora mais de Zombies? - Eu falei chamando os meninos para jogar.
-Bora! - Disse Artur e Gabriel.
Não demorou nem duas horas pro nosso plano entrar em jogo. Toda vez que dormíamos na casa do Gabriel, colocávamos os colchões na sala de TV do andar de cima, onde jogávamos e dormíamos. O Gabriel apagou enquanto jogávamos, esperamos um pouquinho pra conferir se ele dormiu mesmo e descemos. Era mais ou menos meia noite.
- Puta que pariu mano! Eu não to acreditando que ta dando certo. - Disse Artur pra mim.
- Eu também não mano. Meu sonho vai se realizar.
- Agora faz silencio e vamos de boa.
- Ja pensou o que vc vai fazer com ela?
- Cara, eu to doido pra pegar naquele bundão dela. Mas temos que tomar cuidado pra não acordar ela viu?
- Pode deixar!
Descemos silenciosamente. Estava tudo apagado, mas dava pra ver uma luz vindo do quarto da dona Nice, ouvimos barulho de TV e o ronco dela, até alto, mas aquele ronco de gente que bebeu pra caramba. Olhamos pra dentro do quarto e deu pra ver ela estirada na cama, iluminada pela luz da TV, a garrafa de vinho estava na mesinha do lado da cama, com só um restinho de vinho. A gostosa tinha bebido pra caramba!
Ela ja tinha tirado o robe e estava com seu pijaminha de cetim cinza todo desarrumado, estava deitada de lado, nem tinha entrado nas cobertas e parte do short tinha subido, sua banda esquerda tava todo de fora, realçando aquele bundão dela, brilhava como a lua cheia. Que delicia! Eu e Artur ja nos olhamos e nem acreditávamos no que estávamos vendo. Chegamos mais perto e eu atravessei a cama, vendo ela do outro lado me surpreendi mais ainda, o top do pijama estava bagunçado e uma teta dela tinha saído pra fora mostrando o seu biquinho rosa. Não consigo esquecer essa imagem. Chamei Artur pra ver e ele ficou de cara. Naquele momento estávamos totalmente de pau duro.
- Cara, eu não to aguentando, vou ter que comer a dona Nice! - Artur me disse cochichando.
- Toma cuidado mano! Se ela acordar a gente ta fudido.
- Eu tenho que filmar isso!
- Ta bom, mas não esquece de me mandar.
Artur começou a gravar enquanto passava a mão bem de leve pela coxa e ia subindo pra bunda de dona Nice, ficou um tempão acariciando sua bunda de leve e me falando o quanto estava durinha e quente. Eu fui e comecei a passar também enquanto ele filmava. Ela ainda roncava bem alto e nem parecia estar sentindo. Artur deu a volta e foi filmar o peito dela que estava pra fora e tentar tirar o outro também.
Enquanto eu passava a mão naquele bundão vi a coisa mais bonita da minha vida. Dona Nice estava sem calcinha e deu pra ver seu cuzinho e seu bucetão. Eu chamei Artur pra ver ele também ficou sem acreditar. Empurrei levemente a perna dela pra ter espaço pra ver a buceta dela, rosinha, igual seus biquinhos, mas com alguns pelinhos castanhos, cor natural dela. Abri um pouco a buceta dela igual via nos pornôs na época e acariciei sua buceta deliciosamente, dava pra sentir aquele molhado bem gostoso. Enquanto tava passando o dedo ela parou de roncar e meu coração quase parou. Mas aí ela começou a soltar um gemidinho típico de quem está sonhando. Olhei pro Artur com medo.
- Relaxa mano! O tanto que ela bebeu, não vai nem perceber. - Disse ele me passando confiança. - Continua que vou ver o que dá pra fazer do outro lado.
Continuei mexendo na sua bunda e buceta. Decidi que ia bater uma punheta ali mesmo, ja estava quase gozando. Pus a mão dentro da cueca e comecei a bater uma pegando naquele bundão. Era uma e enorme, com certeza a característica que ela era mais conhecida, bunduda. Era bem macia, mas quando afundava a mão dava pra ver que era durinha, bunda de quem treinava. Sentia ela bem quentinha e lisinha, com um pouquinho de pelos mais perto da pélvis. Sua coxa também enorme, cheguei perto e dei um beijo nas suas coxas e outro na sua bucetona. Fiquei com medo de chupar e ela acordar.
Olhei pra frente e o Artur estava ajoelhado em cima da cama com o pinto pra fora filmando enquanto passava a mão nos peitos de dona Nice e decidiu que ia ser legal passar o pinto na cara dela. Ele abriu a boca dela levemente e começou a passar o pinto na boquinha dela.
Eu tinha gozado e não tava nem acreditando no que estava acontecendo. Gozei litros dentro da cueca. Tudo isso ao sol do gemidinho gostoso da dona Nice que de vem em quando dava uma mexida. Olhei pro Artur pra falar que gozei e escuto:
- Que isso? Amor? - Vindo de dona Nice com uma voz embargada de sono.
Galera, eu vou deixar o restante pra um proximo conto. Mas ja te adianto que rolou mais putaria naquela noite e em outras por vir. Espero que tenham gostado e estou com medo desse conto ser derrubado. Tomara que não. Me contem o que acharam.