Morávamos em ambiente rural, sertão da Bahia, tínhamos um vizinho o Seu Roberto, Senhor já na casa dos 60 anos, 1,8m de altura, forte, certa vez sua esposa teve que viajar a São Paulo por problemas de saúde, deixando só, já que seus filhos já eram todos adultos, casados, morando longe.
O Seu Roberto pediu ao meu pai para que eu pudesse ajudar a buscar água na fonte para suprir suas necessidades, meu pai autorizou, eu fui a contragosto, eu tenho apenas 1,6m de altura, magro, tínhamos uma boa diferença de altura e força, íamos conversando.
Ele dizendo que estava se sentindo só, que já muito tempo sua esposa tinha negado a servir na cama, eu envergonhado apenas ouvindo suas história e vermelho de vergonha, fala da necessidade de homem, e quando chegamos ao açude, tirou a roupa completamente e entrou na água.
Dizendo estar calor, me convidou a fazer o mesmo, fiquei envergonhado, ele disse que estávamos sós, tirei, fiquei de cuecas, ele disse para tirar tudo, e de repente saiu um pouco da água exibindo sua pica totalmente ereta, era enorme, do tamanho do meu antebraço, calculo hoje uns 22cm, cabeçudo e fino.
Veio em minha direção e abaixou minha cueca, fiquei imóvel, tremendo, pegou minha mão e colocou sobre sua caceta, movendo para cima e para baixo, era quente como brasa, macia e dura, tentei me afastar, ele me disse que para eu me tornar homem de verdade tinha que ser fodido.
Fiquei com muito medo, mas ele foi conduzindo de forma que eu não conseguia desvencilhar, e naquele momento apesar do medo, vergonha, eu não conseguia parar de olhar aquele pau enorme, talvez umas três vezes maior que o meu.
Tirou sua mão da minha, mas minha mão continuou subindo e descendo, escondendo e expondo a cabeçorra, de repente foi empurrando minha cabeça de encontro a piroca até forçar entrada em minha boca, mal coube um terço fui engasgando, tossindo, babando.
Glock, glock, glock, duas bolas grandes penduradas, comecei a massagear, ele gemendo e forçando cada vez mais fundo, mais fundo, chegando a causar lágrimas, glock, glock, glock, chupei como se fosse uma mamadeira, cada vez que saía de minha boca parecia estar sangrando, vermelho brasa.
Ele gemeu forte, retirou de minha boca, manteve por uns instantes até relaxar um pouco, forçou novamente minha cabeça e permaneci mamando por uns três minutos, falou que iria me fazer virar homem, que iria me tirar o cabaço.
Me virou de costas, passou na minha bunda ainda virgem, pincelada para cima e para baixo, passando no rego e no cuzinho, era quente, muito quente e duro, até que segurou meus quadris e forçou entrada, meu pau ganhando vida própria, doía de tão duro, pulando.
Retirou do alvo, colocou entre minhas pernas, saía na frente e mesmo assim ainda ficava maior que meu pau, esfregando um no outro parecendo pai e filho, voltou ao alvo, doeu muito, mandou relaxar e assim o fiz, tremia, ofegava, quase não conseguindo ficar de pé.
Me segurou firme para não afastar, foi entrando, alargando, rompendo minha resistência, até sentir um flop, passou a cabeça, ele disse que agora seria apenas prazer, o pior já tinha passado, deu uma empurrada, mais uma, forçando caminho.
Até que estava totalmente no fundo, se me soltasse com certeza eu cairia, minhas pernas tremiam, meu coração aos pulos, foi movendo para frente e para trás, cada avanço parecia que entrava mais ao fundo, como se não tivesse totalmente atolada.
Retirou totalmente, senti que estava apoio avesso, pediu para não contrair, assim o fiz, numa estocada a cabeça passou e entrou totalmente, flop, plock, plock, plock, plock, urrando e metendo fundo, senti um pouco de náusea, frio no estômago e pela primeira vez gozei.
Quase desmaio, ele disse, agora é um homem de verdade, cada vez metendo com mais força, mais fundo, gemendo, plock, plock, plock, urrou e me segurando com força parecia querer entrar até as bolas, ficou assim, engatado até amolecer.
Saiu de dentro deslizando, senti um líquido escorrendo nas pernas, se vestiu, me vesti, e fomos com água para casa como se nada tivesse acontecido, sem uma palavra.
Essa foi minha primeira experiência sexual, hoje tenho 48 anos, ele continuou me fodendo até quando me mudei para cidade, ele já morreu...