Algumas pessoas pediram, então vou continuar a história do massagista.
Eu tive a experiência com a massagem e foi suficiente inicialmente para sanar minha curiosidade. Fui vivendo minha vida normalmente: rotina de trabalho, um ou outro date, atividade física, amigos, enfim. Alguns meses depois, comecei a ficar estressado com o trabalho e o meu número de encontros caiu. Quando eu saía com algum cara, acabava não rolando sexo, seja porque eu não sentia tesão de verdade ou porque ele não sentia por mim. O que é normal, acontece com todo mundo.
Quando meu estresse aumentava, eu normalmente queria transar para aliviar. Infelizmente, a punheta não tem o mesmo efeito; para mim, sexo a dois traz um nível de orgasmo muito maior do que a prática solo, logo, sexo é um orgasmo elevado. Fui ficando impaciente e com tesão demais. Geralmente, quando isso acontecia, eu tinha duas saídas: Grindr ou ir a uma sauna — Chilli e Wild Thermas já me salvaram muitas vezes. O problema dessa vez é que eu estava relativamente cansado, com a mente esgotada, e não queria caçar ninguém; queria mais um delivery mesmo.
Foi aí que pensei: a massagem da outra vez me fez gozar e ainda ganhei pica, vai ser isso também hoje. Liguei para o local por volta do meio-dia e consegui agendar para as 20h. Às 18h parei de trabalhar, tomei um banho para ficar limpinho e cheiroso, peguei o carro e fui até lá. Marquei com o mesmo cara, o Sérgio, e já estava ansioso para sentir a piroca dele acariciando minha próstata de novo.
Como na primeira vez eu não sabia se ele tinha me comido por vontade própria ou se fazia parte do pacote, acabei não perguntando. Fiquei com medo de não ser algo permitido e acabar colocando-o em perigo, e meu cansaço mental da época não ajudou a ter a audácia de perguntar. Então, fui só com a cara e a coragem, rezando para que meu cuzinho sentisse aquele pau gostoso entrando de novo.
Estacionei o carro, subi e toquei a campainha. A recepção me liberou e pediu que eu esperasse um pouco. Logo o Sérgio apareceu, abriu um sorriso e me disse para acompanhá-lo. Óbvio que ele não lembrou de mim; deve ter atendido tantos clientes e vivido tantas coisas que, claro, não guardaria meu rosto. Não me considero especial a ponto de ele lembrar de me comer.
Ele perguntou se eu gostaria de tomar um banho e eu disse que não precisava, que já tinha me preparado em casa e estava pronto para a massagem. Ele pediu para eu tirar a roupa. Comecei a me despir e, quando parei um instante de cueca, ele disse que eu poderia tirá-la também. Ele também foi se despindo por completo e já vi aquele membro lindo, ainda mole; a vontade que tive foi de abocanhar e mamar ali mesmo, mas me contive.
Ele me pediu para deitar de bruços e, exatamente como da vez passada, começou a massagear meu pé esquerdo, subiu para a panturrilha e passou para a coxa. Mas algo foi diferente dessa vez: ele subiu para a minha bunda e fechou com gosto nela. Massageou, amassou, apertou, abriu e então foi ao meu pé direito, mas não ficou muito ali. Apertou um pouco meu pé, mas começou a passar o pau nele. Aproveitei e soltei um gemido mais forte. Ele não demorou e caiu de boca no meu cu. Colocou a língua bem fundo, e eu me acabei de gemer. Lambia, enfiava a língua, começou a enfiar o dedo, batia na minha bunda e eu gemia igual a uma putinha.
Ele me manteve deitado e subiu até próximo da minha cabeça. Colocou o polegar no meu queixo, abriu minha boca delicadamente, enfiou o pau dentro e começou a foder. Meteu bastante; várias vezes me engasguei, mas ele não parou, foi enfiando mais e mais até que meu pau babou, ficou completamente molhado. Então ele falou: agora com você. Mamei a piroca dele, ia fundo e eu me engasgava mais ainda.
Foi assim por um tempo, até que ele me colocou de quatro, passou camisinha, gel e enfiou até o talo dentro de mim. Soltei um grito alto e ele só falou: isso, putão, geme gostoso. Ele ia metendo enquanto me segurava pela cintura, fazia aquele barulho de pele batendo, e dizia o quanto minha bunda era gostosa. Me puxava para trás a ponto de eu sentir o saco e os pelos dele roçando na minha pele.
Depois, ele deitou de costas e eu fiquei montado por cima. Fiz a única coisa que poderia fazer naquele momento: rebolar e quicar naquele pau gostoso. Então ele me parou, girou para ficar de frente, segurou minha cintura e começou a meter com força. Eu tremia, gemia e batia uma punheta para mim mesmo.
Mais alguns minutos e eu gemi mais alto, começando a gozar na barriga dele. Ele continuou metendo forte por um tempo, até que deu uma estocada mais intensa que as outras, como se tentasse ir mais fundo, fez isso quatro vezes e soltou um gemido forte e viril. Percebi que ele gozou também e, depois disso, relaxamos.
Ficamos uns minutos deitados voltando à vida, depois tomamos banho juntos, conversamos mais um pouco, nos vestimos e nos despedimos. Foi a última vez que o vi e que o contratei. Foi muito, muito bom, mas nunca mais aconteceu. A memória, porém, permanece vivíssima.
Espero que tenham gostado e, talvez, gozado. Essas foram as duas histórias reais com o massagista Sérgio.