Passamos um dia maravilhoso no hotel. Fizemos amor quase que o tempo todo, com breves momentos de conversa e pausa para as refeições. Queria que meu mundo se resumisse aquilo. Acordar e vê-la dormindo nua em meus bracos, aquele cheiro delicioso de frutas vermelhas que, mesmo depois de horas, ainda estava em seu corpo. Ela se aninhava no meu peito e dormia como um anjo. E toda vez que ela ela queria ir embora, eu a agarrava e quase automaticamente já estávamos excitados e nós comendo de novo. Em um desses momentos, ela estava deitada sobre mim e eu acariciava seus cabelos enquanto ela me olhava e pra ou outra, beijava meu peito. Eu juro... Eu ainda achava que era um sonho. Aquele corpo maravilhoso sobre o meu. Meu pau começou a dar sinal de vida de novo. Quando ela sentiu ele se enfiar entre as coxas, fez cara de surpresa e deu um tapa no meu peito enquanto ria.
-- Nando, para!!! - Ela ria mas uma de suas mãos acariciavam meu membro com carinho. – isso tudo é vontade?
-- um pouco... É tesao, por tem em cima de mim a mulher mais gostosa que já vi – ela revirou os olhos em uma cara divertida – é admiração por poder apreciar essa beleza incrível completamente desnuda – ela sorria bem boba – muito... Mas muito amor, represado por anos e, o mais importante... – dizia esfregando a cabeça em sua entradinhaE ela já se acomodando enquanto entrava – muito atraso pra tirar dos dias em que me acabei no prazer solitário pensando em você!!
Com esse fim e ágil como um gato, girei sobre o corpo dela, arrancando um gritinho em meio a uma risada e a deixando presa na cama entre meus braços. A gente se encarava e eu via tanta coisa não dita tantos sentimentos represados, que tinha certeza que era apenas reflexo dos meus. Eu rocava a entrada e ela arfava.
-- vem, meu menino... Eu quero você dentro de mim. .. – ela dizia e corava. Confesso que isso me surpreendeu. Bia parecia bastante reservada quanto ao dirty talk. Apesar disso sorri porque de alguma forma eu me sentia igual.
-- não... – sussurrava enquanto roçava meus labios nos seus – eu já fui seu menino.
Ela sorriu e mordeu o lábio sentindo a cabeça penetrá-la. Ela já tava do meu molde depois de uma marotana e não havia problemas para entrar porem continuava muito apertada e era uma delícia. Fui empurrando devagar, Segurando a cintura dela. Sentia seu bafo quente quando ela arfava e gemia a cada vez que eu tocava o mais fundo que podia.
-- me chame pelo que eu sou seu e eu te dou algo especial. – sussurrei enquanto mordia seu pescoço e ficava passando a chapeleta entre os lábios e roçando seu clitoris inchados.
Ela olhou curiosa mas um pouco tímida e mordeu o lábio. Como minha mulher era sexy. Quando ela fez isso, fiz com quem sentisse meu pau pulsando e arfou novamente.
-- vem, Nando. Faz amor comigo, meu príncipe. – ela rebolava tentando fazer meu pau entrar.
-- não... Eu sempre fui seu príncipe encantado. Sempre – e dei um beijinho em seus lábios – mas não. Vou tentar te ajudar... – a olhei com um sorriso sacana e travesso.
Até esse momento, eu nunca tinha acelerado ou feito com força com ela. Queria que ela dissesse que sou o homem dela e pensando nisso lembrei do que ela falou que viu. Eu nunca fiz amor com Brenda. Eu ia dar pra ela um pouco do que ela viu. Prendi as duas mãos dela com uma minha e voltei a beijá-la. Dessa vez não era calmo e sensual. Era faminto. Era urgente. Era fogo. Com a outra mão, apertei a cintura dela e então fiz e, putaquipariu! No momento que escutei aquele gemido, eu soube que faria aquilo mais vezes. Quando ela se distraiu com meu beijo, enfiei meu pau de uma vez. Com força. Até o fundo. Ela desgrudou da minha boca, gemendo e arfando.
-- Nando, o que foi isso?! – dizia enquanto arfava.
-- o que?! Isso?! – puxei e enterrei com a mesma força e o mesmo ritmo, sorrindo pra minha amada enquanto ela se desfazia nas minhas mãos.
Seus olhos quase reviraram e senti seu corpo se tremendo inteiro. O gemido alto e longo vindo do fundo do seu âmago. Seu corpo tremia e suava. Ela parecia que ia entrar em colapso.
-- nan... Nando, para... Eu... Eu-ahhh... Eu não vou conseguir me controlar, seu filho da puta!! – a última parte ela disse entre os dentes. E com isso ela soltou meu melhor, sorriso.
-- então... – uma – se – duas – solta!!! – três.
Foram o número de pirocadas fortes e até o fundo da mulher que eu amava pra que ela quebrasse. A pose se desfez e eu, depois de uma noite regada a amor, a foderia com tudo que tinha. Ela se soltou das minhas mãos. Ela agarrou meu rosto com força e olhou no fundo dos meus olhos. Agora era diferente. O seu olhar, antes tão cheio de amor, agora transbordava desejo.
-- ME FODE, NANDO!!! ME FODE MEU MACHO GOSTOSO!! ACABA COMIGOOOAAAHHH!! – depois da ordem dada olhando em meus olhos, finalmente me chamando de macho dela, eu me descontrolei e a fodi com tudo que tinha.
Ela cravou as unhas nas minhas costas e mordia meu peito. Eu apertava sua coxa com tanta força que sabia que ficaria marcado. Fodia os em um ritmo alucinante e ela gemia entre mordidas.
-- EU VOU GOZAR, NANDOOOO!!! CARALHOOOO!! FDP GOSTOSO!!!!!! – E explodiu.
Até aquele momento, eu nunca tinha visto o que vi. O corpo da minha madrinha tinha espasmos fortes e ela gozava jatos que molharam nos dois. Eu naome aguentei e dei uma última estocada fundo, derramando toda minha porra dentro dela, o que pareceu dar novo fôlego ao orgasmo já bizarramente forte. Ficamos fora do ar ate que aquilo acabou. Ela rolou por cima de mim e ficou deitada no meu peito, beijando o de tinha deixado as mordidas.
-- você é um safado!! Eu queria deixar isso pra outra oportunidade mas voceforcou a barra... – e riu.
-- você me chamou de “seu macho gostoso”. Se tivesse dito antes, talvez eu não tivesse feito nada...
-- ah, era isso? Você queria que eu dissesse que você é o meu homem, meu macho gostoso... Era isso?! – disse debochando de mim. Amava aquela risada afinada.
-- eu te amo, bia. Ontem, hoje e sempre.
Ela riu e me beijou. Não esperei declaração. Ela já o tinha feito de muitas formas diferentes naquele dia. Passamos uma manhã deliciosa mas era chegada a hora de encarar o mundo real. Saímos do hotel e a primeira coisa que fiz, foi entrelaçar meus dedos nos dela. Ela me olhou feliz com aquele gesto e agarrou meu braço, me acompanhando pela rua. É engraçado pensar que ela já havia feito aquilo milhares de vezes mas dessa vez, era completamente diferente.
-- precisamos contar pra tia Didi. Eu disse que ia dormir fora mas você também não voltou e suas coisas estão lá...
-- ela já sabe... Ela queria conversar com nós dois. – ela me disse de forma completamente blasé.
-- com assim? – fiquei olhando pra ela sem entender.
-- depois que gente fez a primeira vez eu liguei pra ela... Era ela no telefone... – relembrando meu rompante.
Minha reação foi só apertá-la contra mim enquanto aguardávamos o sinal fechar.
-- bia... Me desculpa por- - ela se virou nos meus braços e me puxou pra um beijo.
Ela me olhou nos olhos por longos minutos. O sinal abriu, fechou, abriu de novo... Eu não conseguia dizer o que ela pensava mas confesso que tive medo. Eu sei que sou mais jovem. Sei que vou acabar cometendo erros por pura inexperiência e maturidade e que isso era o esperado de mim. Mas... Olha pra minha namorada!! Uma mulher com uma bagagem absurda. Se eu quisesse mantê-la, eu precisava me ajustar, adequar algumas falhas. Eu ia começar a falar e ela interrompeu.
-- viva no seu tempo. Não no meu e nem por mim. Se deixar de fazer algo, se se privar de algo por minha causa, eu vou ficar muito chateada. Eu quero o meu Nando de sempre. A maturidade vai chegando de mansinho... Você não precisa apressá-la. E eu vou estar sempre aqui... Como estive com você a vida toda.
Eu sorri. Bobo. Entregue. Deus, como eu amo essa mulher. Eu vou errar e não há nada que eu diga ou fale que vai mudar isso. Mas ter alguém seguro pra lidar com isso faz uma diferença que não tava preparado pra lidar. Eu a beijei apaixonadamente. No meio da rua. Ela aceitou e riu. E fomos pra casa pra encarar a tia Didi.
Chegamos na casa dela e , como sempre, estava uma bagunça, como sempre cheirando a ervas bem específicas, como sempre sujas de tinta. E como sempre, aconchegante e relaxante. Ela tava sentada em puf com um macacão que revelava a lateral dos seios. O macacão era jeans e tava todo sujo de tinta. Os cabelos, mal amarrados eu um rabo de cavalo, tinham mechas pintadas de diferentes cores.
-- pensei que o casalzinho nunca mais ia sair do hotel... – disse com um riso debochado.
-- para, Drica... Eu te falei. Eu nunca tinha experimentado o que ele me deu. Já foi um milagre a gente querer sair do quarto... – dindinha ria jocosamente.
E eu lá, no meio da sala, de dedos entrelaçados com ela mas gelado. Só ali eu me dei conta real do que estava pra acontecer. Tia Didi era fácil. Ela sempre foi livre e sempre teve uma cabeça completamente aberta, dizendo que o importante era só ter alguém que fosse seu parceiro e que você admirasse, coisa que era notório no relacionamento dela... E no nosso também. Mas a nossa história e a nossa diferença poderia ser um problema. Bia pareceu notar meu nervosismo e se apertou mais em mim, agarrando meu braço e sussurrando.
-- o que foi, amor? Do que você tá com medo? – ela sabia o que eu sentia. Ela me conhecia. Como eu também a conhecia.
Apesar da aparente calma, bia estava gesticulando mais que o normal e sua voz ficava levemente acima do tom. Eu a conhecia. E também a admirava. Olhei pra queles olhos lindos que me encarava e relaxei. Sorri, prendendo atrás da orelha uma mecha de seu cabelo que escapava. Eu não ia fugir e pra ter aqueles olhos sobre mim pelo resto da vida, eu percebi que estava disposto a encarar qualquer coisa.
-- eu a amo, tia Didi – disse enquanto olhava pra ela – inegavelmente, indubitavelmente. Desde sempre. Ela foi meu primeiro amor e será o último, porque não existe nenhum outro alguém que eu queira estar.
Durante toda a minha fala, não tirei os olhos dos olhos da bia. Ela sorria, boba e feliz. Nunca havia a havia visto tão feliz. Ela me deu um beijinho ali mesmo, na frente da tia Didi.
-- eeecaaa... Vão pra um quarto vocês dois!! – disse Adriana, nos arrancando um sorriso – eu fico muito feliz por vocês dois. Acho que isso tava pra acontecer a qualquer momento... Qualquer pessoa que visse vocês dois juntos por mais de alguns minutos veriam o quanto vocês são loucos um pelo outro... Mas agora que já parabenizei o casal – ela ainda ria – vamos ao problema: vocês precisam contar pra Vivian e não façam isso por telefone ou vídeo chamada.
Bia riu mas foi um riso nervoso.
-- Nando ainda tem uma viagem pra terminar... Depois a gente vê isso.
-- Bibi, quanto mais adiar isso, pior vai ser pra vocês. Eu conheço bem os dois. Esse garoto tá com a cabeça a milhão. Pensando que quer contar pra todo mundo mas só vai fazer isso quando você fizer. E você tá com medo do que as pessoas vão pensar de estar com um garotão e ainda mais seu afilhado... Vocês tão com medo da reação das outras pessoas quando só deviam ter medo de um não querer ficar com o outro... – tia Didi disse enquanto acendia seu cigarrinho. Ô mulherzinha certeira! Era a coisa que eu mais admirava nela. Ela sempre desnuda a alma com uma facilidade constrangedora. E ela estava certa sobre mim. Eu queria. Queria gritar do topo daquela torre escrota que ela era minha. Mas só quando ela se sentisse a vontade para tal. Ela me apertou e spude entorno e tremor.
-- ele ainda tem uns dias por aqui... Depois da viagem a gente vê como fica. Até lá, a gente vi vivendo e e curtindo. Ta bom assim pra você, Nando?
Em verdade, não estava. Não estava chateado ou agoniado, mas estava apreensivo pelo “a gente vê como fica”. Agora eu sabia que ela me queria tanto quanto eu queria a ela mas pressões sociais são terríveis e ela era doce demais pra que eu visse ela aguentando determinadas coisas por minha causa. Eu a amava tanto que pensar nisso me doia e um pensamento muito ruim passou pela minha cabeça. Eu não percebi mas a estava abraçando de forma possessiva. E enquanto elas conversavam, tia Didi ficou me olhando. Ainda conversamos por algumas horas. Tomamos vinho, comemos algumas besteiras, falamos da família até que elas dormiram. Aquele pensamento ia e vinha na minha cabeça e eu não conseguia relaxar. Deixei bia na cama e fui pra varanda da sala.
Eu estava aflito e, como disse minha tia, minha cabeça parecia acelerar cada vez mais. Eu via nós dois chegando no brasil minha mãe brigando com ela e desfazendo uma amizade de anos, pessoas que lhe eram queridas virando as costas, os comentários maldosos, ela perdendo trabalhos como atriz por fofoca, as reportagens vexatórias, ela machucada e ferida... Por mim. Eu não percebi mas estava hiperventilando. Quanto mais eu forçava minha mente a se aquietar, mais ela se perdia nesse redemoinhos de tragédia. Até que senti uma mão quente no meio das minhas costas, alisando como se eu ainda fosse uma criança.
-- respira, nenenzão... Respira... Se concentra na minha voz. Devagar... Respira... Expira... – tia Didi falava, enquanto olhava pra ela assustado e tentando controlar a respiração. Nunca tinha passado por isso.
Ela ficou comigo até eu me acalmar. Minhas mãos doíam porque apertei o parapeito da varanda com força demais. Meu peito doía como se um cavalo tivesse pisoteado sobre ele mas eu estava mais calmo, controlado. Boa continuava dormindo e felizmente não viu meu papelão. Tia Didi sentou do meu lado e continuou alisando minhas costas com carinho até aquilo ceder. Eu adorava minhas tias. Todas elas. Mas, que elas nunca me escutem, tia Didi era diferenciada. Eu não era tão próximo dela quando da tia Duda ou da tia Ju mas nenhuma delas me conhecia tanto como tia Didi. Talvez nem bia me conhecesse tanto.
-- por que voce tá apavorado desse jeito, nenenzão? – disse agora alisando meus cabelos.
-- eu tô com medo, tia. Eu sempre quis ela mas nunca pé sei nas consequências! E se meus pais não gostarem e virarem as costas pra ela? O que as pessoas vão falar sobre ela? O que a mídia vai falar sobre ela? Tia, eu amo a bia... Pé sar que essas coisas vão machucá-la e a razão converge pra mim tá me fazendo pirar!!!
Eu falava sem respirar e de repente eu já tava hiperventilando de novo até que tia Didi puxou minha atenção pra ela e pós aquela mão quente no meu peito. Eu olhei pra mão dela e pro fundo daqueles olhos quentes, intensos e gentis.
-- Nando o que te fez se apaixonar pela boa?
A pergunta me pegou de surpresa mas a resposta era fácil.
-- tudo!! Ela é gentil, ela é inteligente, ela tem personalidade forte, posicionamento, é brigona... – eu ri e ela também.
-- a Bia brigona?! Nunca foi!! Eu nunca vi isso!!! – ela disse rindo debochada
-- mas é!!! Uma vez um idiota quis diminuir ela em um restaurante porque ela é atriz e bem... A bia é linda e gostosa... E ele quis fazer pouco do talento dela. Meu deus, tia Didi, eu tive que segurar ela junto com a minha mãe porque ela começou xingando o cara e terminou tacando prato e garrafa. E no dia seguinte um monte de reportagem fala do besteira sobre ela. Sabe qual foi a resposta dela quando os jornalistas perguntaram?
Tia Didi me olhava com um olhar terno e um sorriso no rosto.
-- o que ela disse?!
-- pelo menos esse idiota sabe que tenho talento de sobra pra veia dramática! Os jornalistas riram! E a reportagem que saiu em seguida foi em tom muito mais gostoso, muito mais divertido.
Rimos da conclusão da história e emendei outra.
-- teve uma época também que aqueles safados do congresso queriam aprovar uma lei aí contra os artistas... Pelo menos, foi o que ela me explicou na época... Tive que fazer muito chá pra ela se acalmar por isso! Quando os jornalistas perguntaram pra ela, ela derramou um monte de coisas só rê o projeto de lei que o jornalista ficou tonto... – eu o com a lembrança – a emissora ficou puta mas o público e a classe compraram a briga dela...
Eu não percebi mas sorria. Sorria por tomar ciência que estava junto dela em momentos importantes desde sempre e que me orgulhava de ser amado por uma mulher tao forte e tão doce.
-- então deixa eu ver se entendi... – disse tia Didi, sentando sobre as pernas no sofá com uma mão acariciando meus cBelos na nuca e a outra acariciando meu peito - ... Você tá com medo DESSA mulher se machucar? Dessa mulher mudar a opinião dela sobre vocês? É isso?
Quando tia Didi falava desse jeito eu parecia um idiota. E eu era. Fiquei envergonhado quando percebi que tava agindo como se a Bia fosse uma menininha indefesa. Antes de ser minha mulher, ela sempre fora Bia Aragão, atriz renomada, de personalidade forte e que muitos diretores diziam ser difícil de trabalhar(a maioria deles um bando de filho da puta assediadores), defensora dos direitos humanos, defensora da classe dos artistas. Uma mulher que não tinha medo de briga. E eu ali, apavorado que ela fosse pressionada e cedesse.
-- desculpa, tia Didi... Mas... Eu nunca senti isso por ninguém mais. Eu tentei me afastar, tentei gostar de outras pessoas mas sempre foi ela. E hoje eu a tenho e esses problemas me dão um medo danado de perdê-la... – eu disse já mais calmo.
-- então não perca! Usa esse medo pra ter força, pra lutar junto dela. Meu amor, não transforme uma escolha simples em algo complexo. Vocês se amam. Não vale a pena lutar por isso? – ela indagou.
-- e como vale! – eu respondi sorrindo.
Ficamos conversando mais um pouco e ela me contou a história dela. E que história! Pensando bem, uma mulher como tia Didi nunca teria uma história simples. Tinha que ser algo fantástico! Rsrs quando voltei pra cama, puxei boa pra mim em um abraço possessivo. Ela acordou brevemente, me beijou e se acomodou no meu peito. E eu apaguei.
Depois desse dia, eu decidi continuar minha viagem com ela. Fomos pra malta, pra Mônaco, pra praga, Oslo... Viajamos bastante e transamos ainda mais. Depois de desbloquear a devassa que ela escondia de mim, aproveitamos muuuuito cada cidade a ponto do fim da viagem estarmos mais magros e com nossos sexos completamente sensíveis. Vou contar pra vocês o que fizemos em Gozo pra vocês terem noção do que minha mulher... eu sempre sorrio que nem um pateta quando penso nessas palavras... é capaz de fazer comigo por pura maldade e tesao.
Uma coisa sobre eu e Bia que precisa ser dito é que ela participou de um projeto chamado brotinho, que era uma aula de natação em alto mar ministrado pelo corpo de bombeiros. Era um curso de salvamento e primeiros socorros, na verdade, mas ele acabava por te ensinar a nadar na praia, que é muuuuito diferente de nadar em uma piscina. Boa fez isso quando menina e me colocou pra fazer quando eu tinha idade. Então, não raramente, quando íamos a praia brincávamos até de corrida. Sempre gostamos de nadar de manhã porque a água tá mais morninha. Eu tive o cuidado de pesquisar antes e, quando estávamos lá pelas manhã, após o café em um hotel bem intimista onde o café da manhã era servido em um hall aberto e muito bem iluminado pelo sol, a puxei pra praia aos beijos e sorrisos. Fomos pra água mas tinha uma surpresa. Peguei uma bolsa impermeável e fui pra água.
-- ainda tem força nessas pernas pra uma corrida? – disse provocando.
-- tenho força pra muito mais que só uma corrida, garoto!! – disse rindo e disparando com braçadas longas na minha frente.
Como pode? Era linda mesmo na atividade mais simples. Seus braços cortavam a água com graciosidade, jogando gotículas que brilhavam e pareciam ressaltar o brilho dos seus cabelos. As pernas batiam dando impulso e revelando uma bunda linda dura, coberta apenas pelo biquíni preto fio dental. Comecei a nadar atrás dela e logo a alcancei nos agarramos um pouco naquele lugar paradisíaco e depois guiei ela pra onde queria. Era difícil chegar mas a vista valeu a pena.
Era um vale de pedras brancas onde as águas serpenteavam pelo vale mudando a coloração de um azul mais escuro pra um azul quase turquesa e no final do vale, uma praia de areia branca linda, isolada, privativa. Um paraiso escondido, vazio, somente pra nós dois.
Saímos da água cansados mas maravilhados com o local. Tirei alguns apetrechos da mochila e montei um pequeno guarda sol e tirei algumas garrafas com eletrólitos para repor as energias. Sentei na areia e fiquei a admirando maravilhada. Quando ela se deu conta que eu a olhava, veio em minha direção, sentando no meu colo de frente pra mim e enlacando meu pescoço.
-- que lugar lindo, Nando!!! Eu já havia vindo aqui mas nunca soube dessa praia... – dizia enquanto me dava beijinhos no rosto e ria.
-- não quero te compartilhar com ninguém hoje. Não quero olhos percorrendo as curvas da minha mulher! – falei o final com um pouco mais de ênfase. Ela riu, feliz.
-- sua? Quem disse que sou sua?! – sussurrava enquanto passava a mão o meu rosto e ria com malícia e desejo.
Ela rebolava em meu colo no meio da praia e meu pau logo deu sinal de vida, ficando esmagado e pressionando a buceta escondida e protegida pelos panos do short e do biquini. Agarrei a cintura dela de forma possessiva, puxando seu corpo mais pro meu e pressionando meu membro com força nela. Tanta força que ela chegou a arfar. Olhei no fundo dos olhos dela.
-- você. É. Minha. E de mais ninguém.
Ela sustentou olhar e me deu um beijo muito gostoso. Lento. Molhado. Sensual. Uma de suas mãos acariciavam minha nuca enquanto a outra estava pressionada contra meio peito. Minha lingua explorava a dela como quem já conhece os caminhos. Onde mesmorizou a força necessária pra arrancar um gemido, um suspiro. Ela para de repente ee encara com uma cara de sapeca.
-- então me faz sua mulher aqui. Me come no meio desse lugar lindo e me faz gozar gritando seu nome.
Gente se pegou em um beijo forte, cru. Meu braços envolviam sua cintura a puxando pra mim e para baixo, forçando sua buceta diretamente no meu pau, tendo só aquele paninho como impedimento.Mesmo molhados, nossos corpos ferviam. Aqueles peitos lindos e durinhos imprenssados contra o meu peito. Nossas linguas tinham tanta fome um do outro que o entrelaçar delas fazia um barulho deliciosamente pornografico. Uma de minhas mãos subiram desfazendo o no do sutien do biquíni. E quando nos separamos, fiz questão de empurra-la gentilmente para trás para que pudesse admirar aqueles montes brancos de picos rosados que tanto enchiam minha boca de água. E então mergulhei neles.
Aquela pele branca macia, ainda úmida da água do mar se arrepiava ao sabor da minha respiração quente. Os bicos rosados tão duros que chegavam a vibrar. Soprei meu hálito quente diretamente neles arrancando um gemido baixo, um sorriso e uma mordida no lábios. Beijei seus colo com parcimônia e ia descendo como se tivéssemos todo tempo do mundo. Suas mãos se afundavam em meus cabelos molhados enquanto ela rebolava sutilmente, esfregando meu pau ainda mais. Dei a primeira lambida e um choque parecia ter percorrido o corpo da minha mulher. Ela arfou com aquela boca linda aberta e gemendo, manhosa. E comecei a chupa-lo. Minhas línguas se enroscavam molhadas e famintas nos mamilos de boa, parando apenas para alternar sucçoes ora mais forte, ora mais fracas e mordidas. Ela gemia e rebolava. Eu trocava de um seio para o outro e os mordia com um pouco mais de força propositalmente, deixando-a marcada, fazendo a gemer. A levantei e a fiz ficar de pé. Antes de tirar a parte debaixo do biquíni, admirei aquela mulher maravilhosa que parecia uma estátua grega. Seus cabelos molhados grudados pelo corpo, seus olhos, sua boca, seu sorriso. Tudo me desejando com tanta força que meu membro vibrava com tanta força que doía. Tirei a barte debaixo como se degustasse uma deliciosa comida e, meus amigos, fui presenteado com minha mulher tão melada que quando o biquíni desceu, aquele mel grosso e delicioso desceu junto com a calcinha. Ainda de joelhos na frente dela, não resisti e cai de boca naquela fruta madura.
Já estávamos juntos há quase um mês nesse ponto e eu nunca tinha transado tanto na vida! Muito mesmo ! E aprendi sobre o corpo dela. Aprendi que ela se encharcava quando mordia delicadamente e depois chupava o interior de suas coxas. Que ela gemia alto quando sentia meu nariz relando em seu grelo e depois soltando aquele ar quente. Que ela gozava alucinadamente quando eu fazia um barulho específico com os lábios e eles vibravam direto no clitoris. E eu fiz. Cada uma delas. Com fome, com vontade, com animalidade. Chupava e lambia qaquela buceta que sempre sonhei como se fosse o doce mais raro, e não me privava de enviar os dedos e levemente acariciar aquela parte minha interna que deixa toda mulher em ponto de bala. Bia tinha dificuldade em se manter de pé, mesmo uma das pernas já estando sobre meu ombro e ela se apoiando em minha cabeça enquanto gemia e rebolava em minha língua.
-- AHHH, CARALHOOOO!!! VOCÊ SABE EXATAMENTE ONDE MEXER!!! EU VOU ENLOUQUECEEEEEEEERRR!!
Seu corpo tensiionou para trás, suas mãos puxavam minha cabeça pro seu sexo com força, o rebolado perdeu ritmo mas ganhou tração , espremendo violentamente minha boca em seu sexo. E gozou. Lindamente, abundantemente, voraz mente. Aquele mel veio em tanta quantidade que eu não consegui sorver tudo e escoria pelo meu queixo, pescoço e peito. Ela continua a a rebolar enquanto eu apenas passava a língua de forma carinhosa, deixando que seu gozo perdurasse e não a castigando enquanto estava sensível. Quando ela se recuperou,parecia bêbada de desejo. Seus olhos brilhavam como jóias. Ela voou em cima de mim, engolindo minha língua em um beijo violento, deliciosamente desesperado, e inundado de tesão.
Não houve amor. Quando ela descolou a boca da minha, arrancou minha bermuda e caiu de boca no meu pau, me dando a melhor chupada que eu já tinha recebido dela até então. Primeiro ela chupou só a cabeça. Uma chupada forte que me fez arfar e tremer. Depois cuspiu na cabeca e começou a punhetar com as duas mãos. Devagar no começo ate que começou a lamber o cabresto e alternar lambidas, chupadas e mordidas. Eu já não tava me aguentando mais até que ela sacramentou meu destino.
-- goza, meu amor... Goza pra dindinha...
Veja bem. Até esse momento, eu nunca a havia chamado ela de dindinha durante o sexo. Ela era minha Bia. Nunca tinha a chamado de safado, puta e essas coisas e foi bem difícil até fazer mas esse dia... Vou ter isso na memória até o dia da minha morte.
Dindinha continuou me masturbando com um sorriso devasso no rosto. Depois lambeu os lábios olhando pro meu pau, abriu a boca e pois a língua pra fora, tocando a ponta da glande. E então soltou essa frase bombástica enquanto me olhava. Eu não gozei. Eu explodi! Jatos grossos de porra começaram a voar conforme eu urrava e tensionava tanto meu corpo que cheguei a ficar na ponta dos pés. O primeiro jato foi na língua, escorrendo e caindo o colo. O segundo foi direto no fundo da garganta. O terceiro e quarto foram no rosto. Outros dois atingiram seu pescoço e seios. E mais alguns menores que acertaram a barriga. Eu nunca tinha gozado assim. Me sentia completamente drenado.
Esse foi só o começo da manhã. Voltamos para o resort o fim da tarde. Ela cheia de marcas vermelhas que exibia com orgulho e sem pudor algum. Eu com o peito e costas completamente arranhados. Andávamos de mãos dados atraindo olhares. Eu nem tanto mas ela... Além disso tudo, sua pernas estavam notoriamente meladas e ela sussurrava vez ou outra no meu ouvido que a bucetinha tava tão cheia que estava transbordando. Eu não conhecia esse lado dela e quando descobri, me surpreendi pois não pensava que poderia amá-la ainda mais.
Apesar disso, que vocês saibam. Fuder a bia era gostoso demais mas fazer amor com ela era outro nível de prazer. Não vou me alongar sobre Juma, somente dizer que surpreendentemente, ganhei uma grande amiga. A ponto de sair no soco por causa dela e do meu primo mas isso não é minha história. Depois de um mês maravilhoso, voltamos.
Eu achei que nos despediriamos no aeroporto e, confesso pra vocês, já tava achando que o sonho havia acabado. Ela sentiu isso. Me conhecia mais do que minha própria mãe. As vezes mais que eu mesmo. Assim que saimos do portão, eu estava na frente com as caramilholas da minha cabeça quando ela entrelaçou nossos dedos e me olhou firme e decidida antes de respirar fundo e sorrir.
-- não quero mais esperar. Não quero mais ficar longe de você. Vamos pra casa e vou conversar com a Bia e o Nando vai ser é agora.
Eu abri um grande sorriso com aquelas palavras e pareceu que todas as dúvidas tinham derretido. Pegamos um Uber e fomos pra casa dos meus pais.
Era uma quinta feira mas já tava todo mundo por lá. Era véspera de um feriadão e lá era o centro dos encontros. O dia tava quente e todos estavam na área da piscina. Uma mesa com tio Felipe, meu pai e tio Marcos, possivelmente discutindo basquete ou alguma coisa do UFC. Usavam bermudas e blusões daqueles bem floridos e eu sempre achei isso engraçado. Tomavam chá mas era um chá ruim pra porra e quando tomei passei mal. As meninas estavam na piscina, com tia Duda em um colchão inflável em um biquíni rosa, com um copo de sangria na mão, tia Juh tava sentada na borda com os pés na água, e com um biquíni azul. Bebia sangria junto com tia duda.E por fim, minha mãe, linda como sempre, sentada na espreguiçadeira com o cabelo prezo em um coque e um biquíni preto. Já haviam se passado um mês e eu nunca tinha ficado tanto tempo assim longe deles, da minha família. Eu ainda tava curtindo essa felicidade quando senti o aperto na mão fria da bia. Olhei pra ela e, apesar do nervosismo, vi a resoluçãi em seus olhos. Dei um beijo em seus lábios para tranquilizá-la e senti seu corpo relaxando um pouco. Deixamos as malas na entrada e fomos pra piscina.
Quando eu empurrei o blindex que separava a sala da casa da areade lazer, todos olharam na minha direção. Eu só abri os braços e bradei.
-- FAMILIA, CHEGUEI!!!
Todos gritaram e vieram em minha direção. Até tia Duda, toda posuda no seu colchão inflável, virou e correu pra perto de nós me abraçar. Essa mulher era demais. Eu tinha um medo do cão dela. Mas nunca tive dúvidas de que ela me amava tanto quanto amava Andre e Amaya. Ela só era... Ela. As meninas se animaram quando bia apareceu também atrás de mim e se entregaram com ela. Meu pai foi o primeiro a chegar. Me deu um grande abraço e me olhou com esmero, me avaliando e sorriu.
-- você tá feliz... Encontrou algo na viagem? – se afastando pra tio Felipe vir me cumprimentar.
-- deixa o rapaz, Fernando... O que acontece em Vegas, fica em Vegas. Ou seja lá por o de ele passou! – disse enquanto me abraçava e sorria.
Depois, tio Marcus veio e me abraçou. Abraçar ele era igual abraçar um poste. Só que definido. O bicho parecia um tronco de jequitibá. Eu pensava que meu pai e meu tio eram grandes mas tio Marcus fazia eles parecerem pequenos. Acho que só o Casé era de tamanho parecido. Enfim, ele me abraçou e sussurrou só pra mim.
-- fiquei firme.
Ele sabia. Lógico que ele sabia. Tia Didi deve ter contado mas ele era discreto então sabia que a família ainda tava no escuro. Mal tio Marcus se afastou e vieram as meninas e me abraçaram, me beijaram, me beliscaram. E por último e mais importante, minha mãe. Cara, que saudade daquele abraço. Me deu um beijinho na bochecha e se afastou.
-- que coincidência vocês dois voltando juntos... – seus olhos travaram em algo que chamou sua atenção.
Minhas mãos e a de Bia estavam entrelaçadas de um jeito diferente. Ela já nos viu de mãos dadas em várias ocasiões mas não daquela forma. Um silêncio pairou sobre a área enquanto todos nós olhavam. Bia tomou a frente.
-- eu fui atrás dele. – ela respirou fundo – eu... Eu o amo, vivi. E não quero mais perder tempo fingindo que não por ele ser quem é. Eu o amo a mais tempo do que devo e tentei matar isso em mim. Deus sabe o quanto tentei... Mas não consegui. E quando ele foi embora... Foi a dor mais sentida que já tive. Então é isso. Estamos namorando, não vou desistir dele e se tiver que lutar, eu vou lutar.
Larguei sua mão e a abracei pelo pescoço em um claro sinal de proteção.
-- e eu a amo. Desde antes do que deveria. E ela nunca me deu chance e nem me iludiu até que tivesse a idade apropriada. Ela nasceu pra mim e eu pra ela e não vou deixar que nada mais a magoe. Nem mesmo eu.
Todos se olharam meio inquisitivos. Menos minha mãe, que tinha os olhos cravados em nós dois. O ar chegava a tá denso de tão pesado até que tia Juh soltou uma pérola que mesmo sem querer, arrancou risadas.
-- pelo menos isso explica o fascínio desse garoto por ruivas... Jesus, parecia um touro! Não podia ver vermelho que ficava doido.
Todos rimos menos minha mãe. Ela continuava nos olhando e meu pai se aproximou dela e sussurrou algo em seu ouvido.
-- pessoal, vocês podem esperar aqui fora só um instantinho?
Ela sequer deu chance de resposta. Passou por nós.mandando nos entrarmos e deixando a área da piscina para trás. Subimos e fomos direto pro meu quarto. Sentamos na cama enquanto mamãe andava de um lado para o outro.
-- queria dizer que não sabia mas seria mentira. Em algum lugar aqui dentro – colocou a mão no peito – eu sempre soube. Você o ama. Sempre o amou. E esse amor foi mudando as vistas de todo mundo... – minha mãe falava enquanto olhava pra bia. Suas mãos estavam sobre os joelhos e as pernas tremiam nervosamente – eu esperava mais comedimento seu bia. Esperava que pudesse manter nosso menino na linha, ensinar o que eu não sabia, guiá-lo nos momentos que eu falhasse...
Vi os olhos da Bia se encherem de lágrimas e sua respiração se alterar pesadamente. Minha mãe se virou pra mim.
-- você sabe o que está fazendo? Sabe o que fazer? Sabe o que vai enfrentar? Escolhas tem consequências, meu filho, e essa é uma que trará grandes consequências. Ela não é só uma mulher mais velha. Ela é sua madrinha. Te viu crescer. É famosa. Isso vai causar grandes transtornos aos dois.
Apertei a mão de Bia e quando ia começar a falar, ela começou.
-- você me conhece há anos, vivi. Eu vi você e Adriana vivendo amores sinceros e verdadeiros enquanto eu patinava pela vida com homens horríveis de várias formas. Eu via minhas amigas... Minhas irmãs!... E só queria ser feliz como vocês. Eu não percebi que na minha ânsia de achar alguém... – ela olhou pra mim e sorriu em meio as lágrimas – o meu príncipe estava do meu lado o tempo todo. Ele foi criado pelas melhores mulheres que conheço. E é facil se apaixonar por ele... Ele sempre foi meu parceiro, meu protetor... Eu só demorei a notar o que ele viu primeiro. Vivian, o que tô tentando dizer é que eu amo você, minha irmã, mas não vou recuar nenhum milímetro pra ficar com o Nandinho.
Elas se olharam por um longo período. Longo demais, acho. Até que minha mãe partiu pra cima dela com força e a abraçou. Um abraço apertado e caloroso que a pegou de surpresa e, quando se deu conta, a abraçava com a mesma força e chorava. Eu cresci com elas. E eu nunca vi mulheres mais inteligentes e mais parceiras. Minha mãe se afastou fazendo carinho nos cabelos de Bia.
-- minha amiga, eu nunca fui e nunca seria contra. Eu amo vocês dois mas eu preciso que vocês estejam preparados pro que possivelmente vão passar e principalmente, que vocês saibam que essa casa é um local seguro pra vocês. – minha mãe virou pra mim enquanto sorria e chorava – e você, mocinho, cuide bem da minha amiga. Com ela, vou te cobrar o dobro da responsabilidade!! – e me chamou pra um abraço.
Ficamos um tempo nos abraçando até que saímos do quarto e voltamos pra piscina onde todos esperavam apreensivos. Minha mãe passou por todos e foi abraçar meu pai e, quando todos nós olhavam, minha mulher me puxou e me beijou e todos riram e zombaram de nós pelo resto do que ouso dizer, um dos melhores dias da minha vida. Eu juro que não esperava que seria assim tão fácil mas minha família era foda demais e tudo que nos ofereceram foi um porto seguro e acolhimento. Nada essencialmente havia mudado e fomos muito felizes naquela tarde. O problema realmente aconteceu na semana seguinte ao nosso retorno.
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Acabou ficando maior do que eu esperava então terá mais um episódio.