(continuação)
Tinha passado cerca de 2 meses, e tinha quase a certeza que o Mauro e a Lu não se tinham mais falado, pois eu ia espiando o celular dela, sempre que conseguia.
Num final de tarde, ele lhe mandou pelo WhatsApp um vídeo e de seguida apagou a msg e pediu desculpas, pois tinha enviado para a Lu errada.
Ela respondeu com uma carinha de vergonha.
- "Nossa apaguei tão rápido, deu para ver o vídeo?"
- Sim kkkk, fica mandando filme porno para as meninas? Que coisa feia"
- "Não é um filme porno, sou eu e ela, essa menina de máscara era ela. É um negócio nosso."
- Caramba Mauro, tou tentando entender como essa menina conseguiu engolir tudo isso.
- Você também faria vídeos assim?
- Nossa Mauro, você tá louco? Além de que sou amiga do seu melhor amigo.
- Sim, mas já transou comigo, lembra?
- Isso não volta a acontecer Mauro. Foi um erro.
Apesar dos ciúmes, pensando que a Lu tinha visto o pau do Mauro sendo chupado por essa menina, isso me excitou e rendeu boas transas nos dias seguintes.
Fiquei sabendo porque o Mauro não trabalhando, tinha sempre grana. Ele tinha uma página na net, onde tirava fotos a meninas, fazendo um book, e depois publicava.
Recebiam grana pelas subscrições e todas as semanas ia publicando mais fotos à medida que as subscrições aumentavam. As meninas para ganhar mais grana aceitavam fazer e publicar fotos mais ousadas e vídeos também.
Pouco tempo depois a mãe da Lu adoeceu e não podendo trabalhar, não tinham forma de pagar as despesas dos tratamentos, pois o pai tinha falecido quando ela era nova. A Lu chorava aos prantos, não sabendo como ajudar a mãe e sem como pagar a faculdade. Todos os sonhos que ela tinha estavam se desmorenando.
Foi aí que falei para ela no negócio do Mauro. Pensei que ela ia me xingar, mas foi fazendo perguntas, muitas perguntas.
Queria saber quanto as meninas recebiam, como eram as fotos, se usavam máscara para não serem reconhecidas.
Expliquei que eram fotos de semi nude, de costas mostrando a bunda, ou até sem calcinhas, cada menina decidia até onde queria ir, para ganhar mais grana.
A Lu decidiu falar com o Mauro.
Nessa altura eu já me tinha arrependido, de ter contado para ela o negócio do Mauro e morria de ciúme.
Passaram cerca de duas semanas e aí ele enviou msg para saber se nessa quarta à tarde ela podia ir a casa dela para uma sessão de fotos. Ela respondeu que sim e perguntou o que devia levar. Ele respondeu que podia ir vestida normalmente, só com uma lingerie bonita, só isso.
Nesse dia a Lu falou comigo e contou tudo, e falou que me amava. Óbvio que fiquei mais tranquilo.
Eu tinha uma cópia da chave da casa do Mauro e me aproveitei para os espiar.
O Mauro a tratava como uma princesa, sempre a elogiando e ela com sorriso bobo. Ela ia trocando de bikini no banheiro e usava máscara.
Nas quartas à tarde das semanas seguintes eles fizeram mais sessões de fotos, casa vez mais ousadas, e com ela usando fantasias diferentes, coelhinha safada, enfermeira gostosa, e por fim de mamãe Noel.
De mamãe Noel, ela estava com umas calcinhas vermelhas, micro saia da mesma cor que deixava meia bunda à vista e na parte de cima, um soutien apertado e super decotado.
Nessa sessão ele disse que tinham de fazer fotos mais ousadas, pois os assinantes estavam habituados na quarta sessão a videos com boquetes e ele temia perderem assinantes. Lógico que não pensava ir tão longe, mas tinha de ser mais ousado.
A Lu estava processando tudo, necessitava de continuar a receber a grana, mas não queria ceder aos avanços dele.
Nisso ele se despe ficando de cueca vermelha e com uma toca de papai Noel se encostando a ela, com a câmara automática funcionando, enquanto encochava na raba da Lu.
- É difícil ficar assim com você vestida desse jeito.
- Tínhamos combinado, ficar só tirando fotos, além de que sou namorada do seu melhor amigo, esqueceu?
- É por isso que me estou segurando, Lu. Mas, os meus assinantes estão esperando algo mais ousado, espero que não me leve a mal.
Nisto o Mauro tira a micro saia dela, a deixando com aquelas calcinhas enfiadas na raba e começa a alisar as coxas da Lu, até por fim, e aos poucos meter os dedos dentro das calcinhas dela, tocando no pequeno tufo de pentelhos, até tocar nos lábios vaginais dela, os percebendo inchados de tesão.
- Nossa Mauro não faz isso comigo.
- Só um pouco Lu. As fotos estão ficando ótimas.
Fiquei puto, vendo a Lu vestida como uma vagabunda, com a mão do meu amigo dentro das suas calcinhas.
- Mauro, para......., a gente não pode, pensa no Artur.
- Poxa Lu, deixa rolar, é só para gerar conteúdo, não vamos transar.
- Ai Mauro, não estou resistindo, temos de parar agora.
O Mauro continuava encoxando nela, beijando-a no pescoço e ela obviamente que estava acesa, até que sou supreendido.
- Tá bom Mauro, você me masturba e eu bato uma punheta para você, a gente goza e paramos por aqui, pois eu sou uma mulher comprometida.
Nisso o Mauro tira a cueca e ela agarra com a mão na sua enorme rola e começa a punhetá-lo devagar, enquanto a mão dele continua dentro das calcinhas da Lu, dedilhando a sua buceta.
A Lu estava super molhada e dava para ouvir o ploc ploc dos dedos dele dentro dela. O rosto da Lu vermelho e a expressão de puro prazer, não dava para enganar. A boca dele procurando a dela, as línguas se entrelaçam, como se fossem um casal.
De repente ele para de a beijar e avisa, que vai gozar e a Lu olha para trás, arregalando os olhos, e aí vê ele explodir num gozo atingindo a raba dela, o que durou um tempão, libertando tanta porra, como ela nunca tinha visto.
A Lu cheia de tesão se tocava, assistindo o gozo do Mauro, e acabou por gozar também.
A Lu se limpa e depois xaustos, sentam-se os dois no sofá.
- Nossa Mauro, o que a gente fez foi tão errado e tão gostoso ao mesmo tempo. Vou ter de contar ao Artur.
- Não faz isso Lu, você vai magoar o cara e acabar com nossa amizade.
Nessa noite a Lu deu uma desculpa aos pais e ficou dormindo em minha casa (eu moro sozinho). A Lu estava diferente, me abracou de forma intensa, enquanto eu segurava nas suas nádegas debaixo do vestido, ela alisava o meu pau, me tirando depois a bermuda se ajoelhou e me chupou cheia de tesão, me olhando com cara de puta.
Depois se colocou de joelhos no sofá e pediu para eu meter na sua buceta e eu meti com força, socando com raiva e ela sem qualquer pudor gemia alto e eu socava e batia naquela bundona, e em pouco tempo ela se arrepiou toda e comecou a gemer mais alto gozando, enquanto eu continuava socando com força.
E ela nada me contou, sobre o que se tinha passado nesse dia com o Mauro.