Meu coração batia forte, o medo de ser visto em casa era grande, mas o medo de ver o que eu desconfiava era maior.
Fiquei escondido na cozinha tentando ouvir alguma coisa, e não havia barulho algum.
Então fui até a sala com cuidado e como não tinha ninguém subi para o segundo andar.
Todas as portas estavam fechadas, não tinha como saber onde eles estavam e a chance de eu ser visto era muito grande.
Eu estava quase desistindo e voltando quando ouvi um barulho no banheiro do corredor.
Chegando perto da porta, ouvi a voz doce da minha irmã.
Pai, chega pro lado vou entrar também!
Minha respiração ficou errática, meu coração batia estranhamente, minha boca secou na hora e minha mão tremia um pouco...
Ela disse o que? Vai entrar também?!
Eu não conseguia acreditar no que ouvi!
Não conseguia acreditar que minha irmã estava dentro do banheiro com meu pai!
Enquanto eu continuava paralisado ali, ouvi um gritinho da minha irmã. Aiiii!
Eu sentia um nó se formando na minha garganta, tudo que eu conseguia imaginar era meu pai puxando minha irmã para dentro e ela dando aquele gritinho de susto.
Meu pai riu e disse: Só tenho 10 minutos!
Um silêncio se seguiu onde eu só ouvia o barulho do chuveiro e dos meus batimentos, até que ouvi um estalo sensual e imaginei que fosse um beijo bem pegado.
Isso não poderia estar acontecendo! Amanda não faria esse tipo de coisa, não com o nosso pai!
~Ahnmmmmmm
Ouvi um gemido longo, doce e sensual da minha irmã e senti o nó na minha garganta aumentando.
Depois de alguns segundos de silêncio...
~Ohhhh
Meu pai gemeu e falou algo que eu não consegui entender.
~Ahm
Mas logo depois minha irmã deu um gemidinho curto e doce.
Por que ela está fazendo isso com ele?
Desde quando eles tomam banho juntos? Desde quando eles fazem esse tipo de coisa?
~Ohhhhhhhhhh!
Meu pai deu um gemido mais alto e comecei a ouvir um...
Ploc! Ploc! Ploc!
Meu coração errático! Minha garganta com um nó!
Minha mão estava fraca e minha boca estava seca!
Mas o pior de tudo era ouvir os gemidos do meu pai enquanto o som de 'Ploc' ficava ainda mais rápido.
~Ahnnnnm
Amanda gemia suavemente entre os sons de 'Ploc' que só aumentavam.
Eu apertei meu pau que estava quase explodindo de tão duro!
Por que eu estou tão excitado com isso?
Como eu posso ficar excitado sabendo que minha irmã amada, está dando para o nosso pai!
Não acredito que minha irmã está fazendo isso! Não pode ser!
Apesar de tudo isso, aqui estou me masturbando outra vez, pensando nos dois!
Não acredito que meu pai está comendo a própria filha! Como ele pode fazer isso com ela?!
Estou morrendo de medo de ser pego pelos dois, ao mesmo tempo com um ciúmes da minha irmã!
Meu pai fez um som alto de... ~OHHHHHHHHHHH! Caralhoo!
E logo depois ouvi o gemido longo e suave da minha irmã. ~Ahnnnnnnnnnnnnm! Que gostoso!
Minha irmã, gozou no pau do próprio pai!
Tudo que eu conseguia imaginar era meu pai tirando lentamente o pau de dentro da minha irmã depois de ter gozado profundamente dentro dela.
O gemido delicioso da minha irmã, fazia eu sentir muito tesão!
Tenho uma reunião agora! – Disse meu pai!
Ouvi barulho de beijo e assim que ouvi um barulho mais perto da porta tive que sair 'correndo' sem fazer barulho.
Como o chuveiro ainda estava ligado, quase dei mole.
Peguei a outra coxa de frango que deixei na cozinha e joguei para Thor antes deu sair correndo!
Escondido na rua, esperei meu pai sair de casa!
Enquanto esperava meu corpo continuava estranho...
Meu pau estava muito duro! Mas o nó na garganta começou a me dar vontade de chorar!
Quase 10 minutos depois meu pai saiu! Com a mesma roupa social e de cabelo molhado!
Quando cheguei no curso eu estava passando mal, mas o meu pau continuava duro, quase explodindo!
Que droga! Mais essa ainda! Era só o que faltava!
No banheiro do curso comecei a me masturbar furiosamente pela primeira vez, pensando em como minha irmã mais velha estava transando com o nosso pai.
Eu subia minha mão até a ponta da cabeça e descia com força até a base, era a punheta mais forte, rápida e apertada que eu tinha batido na vida!
Eu ficava imaginando ela nua, com as mãos na parede, enquanto ele a estocava por trás com toda força!
Fiquei curioso, imaginando meu pai, segurando em seu quadril delicado e marretando com toda fúria até as pernas dela, fraquejarem.
E então ele tendo o prazer que eu tanto almejava, com minha deliciosa irmã rabuda!
Caralhooo!
Em 3 minutos eu gozei no chão! Meu pau continuava duro, que nem uma barra de ferro e eu continuei me masturbando com força, tudo que eu queria lembrar eram os gemidos suaves e deliciosos da minha irmã.
Principalmente o primeiro gemido que parecia ter sido no momento em que meu pai a penetrou pela primeira vez.
Gozei a segunda vez e saiu ainda mais porra do que na primeira, meu pau ficou meia bomba!
Mas o nó na minha garganta ainda não tinha desaparecido, meu coração continuava batendo acelerado, mas a vontade de me masturbar era ainda maior.
Eu não conseguia parar de me masturbar... Continuei me masturbando com o pau meia bomba e assim que ele endureceu completamente gozei pela terceira vez.
Quando levantei do vazo minhas pernas estavam fracas, meio bambas e o chão todo gozado.
Passei o restante do dia no cursinho completamente desfocado.
Na volta, caminhei lentamente, sem saber como olhar pra minha irmã.
O que eu deveria fazer? Deveria acabar com essa situação?
Eu que geralmente chego em casa 17h, cheguei 17:40h.
Demorou pra caramba!
Disse minha irmã assim que entrei em casa.
Eu dei um sorriso sem graça ao olha-la.
Parece que ela não notou nada de estranho na minha expressão!
Se apressa Lipe, até você terminar de tomar banho só vai dar pra gente assistir 1 episódio!
Ok! ok! Murmurei.
Vai, se apressa!
Disse ela gentilmente! Me empurrando para subir as escadas!
Tomei meu banho em 10 minutos!
Mas, antes de descer, bati mais uma em homenagem a minha irmã rabuda, me lembrando de seus gemidos sensuais e dos barulhos de corpos se chocando.
Desci, ela estava terminando de preparar a pipoca.
Olhei para minha irmã que estava agindo normalmente! sorrindo docemente como sempre, falando com sua voz delicada e terna sem nem sinal de que havia feito algo impensável com o próprio pai mais cedo.
Enquanto olhava minha irmã, senti o nó se formando na minha garganta novamente.
Quando nos sentamos na sala, ela percebeu que eu estava estranho. Você está triste? Perguntou me olhando. Aconteceu alguma coisa?
Não! Respondi.
Ela continuou me olhando e eu desviei o olhar, sem saber como deveria encarar minha irmã que sempre agia de forma doce e delicada, mas que mais cedo estava gemendo sem pudor no pau do nosso próprio pai.
Vem cá! Disse ela sentando no sofá e batendo no assento ao lado dela.
Eu me sentei lá e ela disse. Deita, apoia a cabeça no meu colo!
Quando apoiei meu rosto nas pernas dela, percebi que ela estava usando um shortinho muito curto, já que eu estava com o rosto diretamente em sua pele.
Ela começou a fazer um cafuné em mim enquanto a gente assistia o episódio. Minha mente estava mais caótica do que antes... O que eu deveria fazer?
Respirando fundo eu senti o cheiro da minha irmã entrando pelo meu nariz.
Imediatamente meu pau começou a ficar duro, eu ignorei completamente a série e só consegui pensar em como a pele da minha irmã é macia e cheirosa, bem como o som doce do gemido que ela estava fazendo mais cedo.
Ela acariciava minha cabeça com as unhas me deixando todo arrepiado, meu pau pulsava de tão duro enquanto eu apreciava o carinho da minha irmã lembrando dos seus gemidos de prazer.
20 minutos depois meu pai chegou.
Boa noite! Disse ele olhando pra gente.
Eu não respondi, continuei quieto assistindo o episódio.
Boa noite! Minha irmã respondeu sorrindo sem se levantar.
Não sei por que, mas esse pequeno gesto dela de continuar fazendo carinho em mim ao invés de se levantar me deixou... Feliz?
É, mas, não durou muito tempo, pois 15 minutos depois meu pai desceu de banho tomado, parou atrás de nós e... Ficou observando Amanda se interagir comigo.
Bem... Não tenho certeza... Mas pelo tempo que ficou... Tudo indica que sim, pois senti a presença dele, mas não me virei.
No entanto, Amanda fez um gesto quase imperceptível com sinal positivo e deu um sorrisinho.
Então, meu pai foi pra cozinha.
Levanta um pouquinho, Lipe! Disse Amanda.
Preciso de um copo d'água.
Quando ouvi ela dizer isso, meu coração foi na garganta.
Eu me sentei e quando ela se levantou, por estarmos muito próximos, eu consegui ver completamente o formato maravilhoso que a bunda da minha irmã ficava naquele shortinho curto de lycra.
Estávamos tão próximo que eu até conseguia ver o formato da buceta dela por trás, e estava tão marcado... Que eu não pude deixar de pensar, que minha irmã pode, não estar usando calcinha!
Enquanto ela caminhava para a cozinha eu não conseguia desviar meus olhos do corpo dela, principalmente da sua bunda grande e maravilhosa que estava 'devorando' o short de lycra.
Enquanto ela estava na cozinha, eu só conseguia pensar no que eles estavam fazendo lá enquanto eu estava aqui na sala!
Já tinha passado mais de 4 minutos que ela estava lá e eu não conseguia mais ficar na sala esperando!
Com o coração acelerado e um nó na garganta, me levantei e caminhei lentamente em direção a cozinha.
Não sei por que, mas não fiz questão de ser silencioso, então eles com certeza perceberam que eu estava chegando, já que quando eu estava chegando perto, Amanda saiu.
Quando ela passou por mim, estava com o "pescoço e as orelhas vermelhas", seu shortinho de lycra estava ainda "mais cravado" dentro da sua bunda enorme e com certeza ela estava "sem calcinha", já que sua buceta estava muito mais marcada do que antes.
Ela andou com passos rápidos passando por mim, sem sequer ter a coragem de me olhar, ela apenas passou direto e conforme subia a escada puxou a lateral do short, tirando as partes que estavam atoladas dentro de sua bunda.
Entrei na cozinha com o coração errático e a boca seca. Enquanto enchia meu copo d'água, ouvi meu pai falando. Tudo bem filhão?
Tudo! Respondi seco, bebendo minha água enquanto o olhava.
Ele estava com o mesmo estilo de roupa de sempre, "short fino" e camisa de manga. Conforme ele saia da cozinha, notei o volume entre as pernas dele.
Com certeza ele estava tocando minha irmã na cozinha, sabendo que eu estava na sala!
Apertando meu pau que estava duro desde o momento em que senti o cheiro da minha irmã, subi, e toquei uma punheta frenética pensando no que meu pai estava fazendo com minha irmã na cozinha.
Ele estava passando os dedos na buceta dela?
Por que o shortinho da minha irmã estava todo atolado em sua buceta?
Será que ele passou o dedo com força entre a buceta da própria filha?
É por isso que a buceta da minha irmã estava ainda mais marcada?
Será que ela estava vermelha por ter levado um susto quando eu estava indo pra cozinha? Ou será que ela estava vermelha assim por que estava engolindo o pau do próprio pai enquanto o irmão mais novo estava na sala?
Ele apertou os peitinhos pequenos da minha irmã?
Ela estava gostando de fazer isso com ele?
Estava gostando de fazer isso com o próprio pai sabendo que o irmão estava na sala?
Fantasiando tudo isso acabei gozando em cima da minha própria barriga, e mesmo após gozar, continuei tocando uma freneticamente e gozei uma segunda vez.
Depois de me limpar eu apaguei e só acordei no dia seguinte, nem sequer jantei.
Fiquei a manhã toda ansioso na escola, louco para ir pra casa.
Na saída passei rapidinho no petshop e comprei um saco com ossos para o cachorro, desta forma ele ficaria mais tempo mastigando.
Quando cheguei em casa, minha irmã já estava lá.
Já chegou? Perguntei surpreso.
Não tive algumas aulas. Respondeu Amanda.
Enquanto subia para o segundo andar, pensei em como minha irmã estava linda.
Com uma leve maquiagem, cheirosa, calça legging preta e corpete branco que deixava sua barriga lisa a mostra, ela estava ainda mais bonita do que o normal.
E a única coisa que eu conseguia pensar era... Por que a buceta dela está tão marcada?
Ela está mesmo sem calcinha?
Enquanto tomava banho, toquei uma punheta pensando no motivo da minha irmã estar mais arrumada hoje, afinal, ela fica a tarde toda em casa.
Mas no fundo, eu sabia muito bem o motivo!
Durante todo o almoço eu olhava disfarçadamente para a buceta da minha irmã que estava muito marcada revelando um leve capô de fusca, e com certeza, ela não estava usando calcinha de novo!
Era difícil de acreditar que minha irmã, que sempre fala de forma doce e tem um jeito meigo anda sem calcinha em casa esperando nosso pai fode-la.
E mesmo estando com uma sensação estranha na garganta e me sentindo mal, meu pau estava muito duro!
Meu pai chegou em casa, cumprimentou a gente que estava almoçando na sala, e subiu. Mas apesar de estar de lado, eu vi sorriso que ele deu pra Amanda, e como ela o retribuiu com um sorriso doce.
Quando sai de casa, meu coração estava batendo erraticamente. Eu nem esperei fora de casa, eu sai pela porta da frente, passei pelo corredor lateral, joguei um osso para Thor e entrei na cozinha.
Olhei pra sala e vi minha irmã sentada no sofá olhando pro meu pai, que estava caminhando até a porta da frente...
Continua...
conto de in6
Por fazedor de cornos
