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Dando para o amante na cama do corno (By Ju Corretora)

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Um conto erótico de Ju Corretora
Categoria: Heterossexual
Contém 1576 palavras
Data: 01/08/2026 16:39:03

Oi pessoal, dando continuidade ao segundo relato, quando cheguei em casa o Edu estava louco de tesão, queria me comer, mas eu mal tinha forças para relatar o que tinha acontecido. Tinha passado uma manhã inteira transando. Eu nem sei quantas vezes eu gozei, e o Paulo gozou 3 vezes naquela manhã, coisa que o Edu nunca tinha feito, nem quando éramos recém-casados.

A pegada do Paulo era algo que eu pensei que só existia nesses filmes pornográficos que, aliás, depois que eu descobri o fetiche do Edu, eu também comecei a apreciar, principalmente de mulheres casadas com negros. Nossa, e cada negão que eu fico me perguntando se eu aguento um pinto daquele tamanho dentro de mim.

Mas, voltando ao Edu, contei tudo para ele e, quando falei que eu tinha chupado o pau do Paulo, ele não acreditou. Achou que eu estava inventando história, já que, nas poucas vezes que eu tentei chupar ele, eu fazia cara de nojo e, para piorar as coisas, ainda recebi uma gozada na boca. O Edu achou que eu estava inventando, mas aproveitei para provocá-lo e falei que, a partir daquele dia, todas as vezes que eu transasse com o Paulo ou algum homem que me fizesse gozar daquele jeito, eu iria chupá-lo em retribuição ao prazer que havia me proporcionado. Era nítido que o Edu estava assustado com a proporção que aquilo estava tomando, mas, ao mesmo tempo, ele estava morrendo de tesão.

A verdade é que, após todos esses anos de namoro e casamento, embora eu amasse demais o Edu, eu nunca tinha sido comida daquele jeito e estava descobrindo a minha sexualidade aos 40 anos. Estava adorando cada nova descoberta e percebi o tempo que perdi em não me dar a chance de experimentar novas experiências devido a pudores religiosos que meio que atrapalharam minha vida sexual.

Como já comentei aqui, tudo mudou depois da minha transa com o Paulo. Em pouco mais de 1 mês, minha confiança foi às alturas. Me sentia mais bonita, sexy e desejada. Comecei a reparar nos olhares de clientes, colegas de trabalho e até de estranhos. Ganhei confiança para vestir roupas mais sensuais, sem vulgaridade. Passei a ser mais sensual nas minhas abordagens com homens e percebi o quanto isso me trazia prazer e benefícios.

O Edu não estava acreditando na mulher que estou me tornando e falou que achava que eu estava exagerando nos relatos com o Paulo, que talvez a pegada dele nem fosse tudo isso, mas, pelo fato de ser novidade, eu estava empolgada.

Foi aí que eu, de forma atrevida, lancei um desafio:

Está duvidando? Que tal assistir um dia?

Edu: Você está doida. Nunca que vou assistir. Não quero que o Paulo saiba de jeito nenhum que eu sei. Isso vai acabar com a nossa amizade e até com o seu novo esqueminha.

Eu: Então para de duvidar e apenas aceita.

Edu: Não estou duvidando, apenas acho que não é tudo isso.

Foi então que tive uma ideia completamente maluca. Decidi que iria gravar uma transa minha com o Paulo para o Edu assistir. Embora a ideia fosse meio maluca, era bem fácil de executar. Na imobiliária onde trabalho tem algumas câmeras daquelas semiprofissionais, daquelas que youtubers usam para produzir conteúdo. Nós também usamos para gravar imóveis, lançamentos e até conteúdo para redes sociais (inclusive eu já apareci em diversos vídeos da imobiliária no Instagram, divulgando imóveis e lançamentos. Quem sabe algum de vocês já não me viu em algum desses vídeos). Mas, como não sei se o Paulo iria querer, teria que ser um plano bem elaborado e em um local onde eu pudesse esconder as câmeras em locais estratégicos para escondê-las e também para pegar bons ângulos. Mas onde eu poderia fazer isso? Foi então que tive uma ideia que até me assustou. Como eu podia pensar em uma coisa dessas?

Decidi gravar em casa. Poderia colocar uma câmera na sala e outra no quarto.

Durante a semana fui provocando o Paulo, falando que estava louca para dar para ele de novo e que queria vê-lo na sexta-feira pela manhã. O Paulo já tinha perdido totalmente o pudor comigo. Me chamava de sua putinha, safada gozadeira e coisas do tipo.

Na quinta-feira à tarde, ele me liga e me pergunta:

E aí, minha putinha, vamos nos ver em qual motel?

Quando eu falei para ele que seria em minha casa, ele ficou mudo.

Eu disse:

Está com medo?

Paulo:

Não. Medo, é que é muito perigoso. O Edu pode pegar, e aí já era.

Eu:

Claro que não. O Edu trabalha fora, não fica em casa durante o dia. Só chega em casa depois das 18:00.

Falei para ele que era uma fantasia que eu tinha de transar em nossa cama e que ele não iria se arrepender, que eu iria estar mais puta do que nunca.

Na sexta-feira acordei, me despedi do Edu com um beijo e ele me perguntou:

Não vai para a imobiliária hoje?

Falei que não, que tinha uma visita marcada às 10:00 e que iria direto de casa.

Me preparei como se fosse uma lua de mel. Coloquei um conjunto de lingerie nova, era vermelha, bem de puta, uma sandália de salto agulha, me maquiei e tomei um banho de perfume. Eu estava muito excitada.

Quando foi umas 09:30, o Paulo me telefona:

Estou na rua de trás da sua casa. Posso ir mesmo?

Falei:

Pode, sim.

Quando ele chegou até deu uma olhada na sala. Ele ficou transtornado com o que viu. Dei um beijo demorado nele, e ele falou:

Você está deliciosa, mas isso é loucura. Não vai dar merda, não?

Eu respondi meio que beijando ele e olhando para a câmera:

Fica tranquilo que o corno do Edu está trabalhando e eu precisava ser comida de forma decente dentro da minha casa e na minha cama. O Edu não sabe me comer como você me come.

Quando falei isso, parece que aquele homem virou um animal. Começou a me agarrar, baixou suas calças e nem tirou a camiseta. Antes dele fazer qualquer coisa, eu falei:

Me come daquele jeito que eu adoro.

Mal terminei de falar e já estava no colo dele, com minha calcinha de lado e ele desesperadamente me comendo.

Eu gritava, falava que o Edu nunca tinha me comido naquela posição. Ele bombou por uns 3 minutos. Pensei até que ele ia gozar, mas, para variar, quem gozou fui eu. O tesão era absurdo, o perfil, o ambiente, saber que o Edu iria assistir tudo depois me deixou louca.

Depois fomos para o quarto, tiramos o resto da roupa e transamos em várias posições, mas, quando eu cavalguei nele, eu ficava praticamente de frente para a câmera. Olhava, fazia caras e bocas, xingava o Edu de corno, que ele não me comia direito, gozei várias vezes na cavalgada

.Falava para o Paulo:

Você vai ser meu amante. Sempre que quiser poderá me comer.

Quando percebi que ele iria gozar, eu falei bem alto:

Paulo, quer gozar na minha boquinha de novo? O corno do Edu nunca gozou.

Ele ficou louco na hora que eu disse isso e, é claro, atendeu ao meu pedido. Eu ajoelhei e mal precisei chupá-lo. Aquela cabeça começou a inchar dentro da minha boca e o esperma invadiu minha boquinha e começou a jorrar e escorrer pelo meu rosto e peitos. Eu apenas segurava aquele pinto que me proporcionava tanto prazer. Curti cada momento olhando para o Paulo e, de vez em quando, olhava para a câmera. Após isso, tomamos um banho delicioso juntos e depois transamos novamente. O Paulo gozou dentro de mim. Quando terminamos, o Paulo foi se despedir de mim e falou:

O que deu hoje em você que estava mais tesuda que o normal?

Eu:

Nada, Paulo. Apenas curti demais realizar minha fantasia de transar na cama do corno do Edu.

Paulo:

Isso é uma loucura, mas confesso que foi maravilhoso ver você chamando ele de corno. Ele nem imagina que a mulher santinha dele é uma puta.

Nos despedimos.

Quando o Edu chegou do trabalho à noite, eu falei:

Tenho uma surpresa para você. Você vai adorar.

Ele ficou curioso, mas falei:

Precisamos pôr as crianças para dormir e, no quarto, te mostro.

Quando chegamos no quarto, liguei a TV e coloquei o vídeo. Ele achou legal me ver de lingerie andando pela sala e disse:

Nossa, amor, por isso você não foi para a imobiliária hoje? Para gravar um vídeo sensual para mim? Que delícia.

Mas eu falei:

Calma. O vídeo tem mais de 1 hora. Assiste tudo.

Quando ele viu eu abrindo a porta para o Paulo, aquele homem ficou branco. Não falou uma palavra. Ficou assistindo a cada detalhe.

Comecei a fazer carinho nele e falar no seu ouvido:

A culpa de tudo isso é sua. Você não gostava de ver vídeos na internet, agora tem um com a sua esposa.

Quando toquei no pau dele, mal dei algumas punhetadas e ele começou a gozar na minha mão.

Ele não conseguia falar uma palavra, mas apreciava cada detalhe.

Ao final de tudo, ele me beijou e falou que tinha virado uma verdadeira puta e que agora entendia o porquê de eu falar que o Paulo tinha uma pegada violenta.

Naquela noite fomos dormir com uma única certeza: ele teria que vivenciar aquela experiência ao vivo. Como? Só o tempo ou as oportunidades dirão.

Beijos da Ju.

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Foto de perfil genéricaJuliana CorretoraContos: 3Seguidores: 53Seguindo: 1Mensagem Sou uma mulher casada descobrindo as delícias de ser liberada pelo marido corno

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