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Levo meus vizinhos de chalé para comerem MEU CU nas trilhas em Gravatá-PE

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Um conto erótico de Esposa Puta
Categoria: Grupal
Contém 1629 palavras
Data: 01/08/2026 15:11:59

Eu acordei antes do sol nascer em Gravataí. O ar ainda estava frio, aquele cheiro de mato molhado e de terra úmida que só tem no interior. O Romildo, meu marido de cinquenta e seis anos, dormia de boca aberta na cama de casal. Eu olhei para ele um segundo, sorri e levantei devagar. A calcinha que eu tinha dormido já estava úmida só de imaginar o que ia acontecer daqui a pouco.

Vinte e quatro anos, corpo moreno, seios firmes, cintura fina e uma bunda redonda, pesada, que parece feita sob medida para ser arrombada. Eu sou viciada nisso. Viciada em sentir pau grosso abrindo meu cu, em sentir a dor virar prazer, em sentir o gozo quente e grosso jorrando lá dentro enquanto eu me peido de prazer. O Romildo sabe de tudo. Ele adora. Ele grava, edita e posta. A esposa puta do condomínio. A morena de vinte e quatro que dá o cu para vários e volta para casa com o rabo escorrendo.

Hoje era sábado. Eu tinha marcado com o Cláudio, o vizinho do bloco B. Quarenta e dois anos, casado, esposa que não desconfia de nada. Ele acha que está me comendo escondido, que o meu corno não sabe. Bobo. Eu sei exatamente onde a microcâmera está escondida na casinha abandonada da trilha. Eu mesma ajudei o Romildo a posicionar ela semana passada, entre as tábuas podres do canto esquerdo, bem na altura da minha bunda quando eu fico de quatro. Para ver minhas fottos e viddeos, deixei em meu perfil aqui. Basta clicar em meu nome e cai lá.

Mandei mensagem para o Cláudio às seis da manhã:

“Já tô a caminho. Leva o pau duro. Quero tomar no cu até não aguentar mais.”

A resposta veio em menos de um minuto:

“Porra, putinha. Já tô saindo. Vou te arrombar gostoso.”

Eu vista um shortinho jeans curto que quase não cobria a bunda e uma blusinha sem sutiã. Os mamilos já estavam duros de tesão. Passei o dedo entre as nádegas e senti o cu ainda um pouco inchado da noite anterior, quando o Romildo me comeu devagar só para “preparar” o buraco para o vizinho. Ele gosta de deixar o meu cu molinho para os outros.

Desci a trilha sozinha. O mato ainda estava com orvalho. O cheiro de terra e de folhas molhadas misturava com o cheiro da minha buceta já molhada. Cheguei na casinha abandonada quinze minutos depois. Porta torta, telhado de zinco, paredes de madeira podre. Eu entrei e fechei a porta com o pedaço de madeira que a gente sempre usa.

Cláudio chegou logo em seguida. Entrou, trancou a porta e já veio em cima de mim. Me empurrou contra a parede, beijou minha boca com língua grossa e mão grande apertando minha bunda.

— Porra, que cheiro de puta — ele murmurou no meu pescoço. — Você já tá molhada, né?

— Já. Molhada e com o cu piscando. Tira a roupa e come essa bunda.

Ele puxou meu shortinho para baixo. Eu nem usava calcinha. A bunda saltou livre, redonda, morena, com a marquinha da tanga ainda marcada. Cláudio se ajoelhou na hora. Abriu minhas nádegas com as duas mãos e enfiou o nariz bem no meio.

— Caralho… que cheiro gostoso de cu. — Ele inspirou fundo. — Eu sou viciado nisso, sua puta.

— Então lambe. Chupa esse cu. Quero sentir sua língua entrando.

Ele obedeceu. A língua quente e grossa passou entre as minhas nádegas, contornou o buraco e empurrou para dentro. Eu soltei um gemido baixo e empurrei a bunda na cara dele.

— Isso… enfia a língua… chupa forte… aih, porra…

Eu me peidei sem querer. Um peidinho curto, úmido, que saiu direto na boca dele. Cláudio gemeu e chupou ainda mais forte, como se quisesse sugar o ar que eu tinha soltado.

— Peida mais — ele pediu, a voz rouca. — Eu gosto quando você peida na minha boca.

Eu forcei de propósito. Outro peido saiu, mais longo, e ele engoliu como se fosse a melhor coisa do mundo. Enquanto chupava, ele masturbava o pau grosso e veiado que já estava duro pra caralho. Eu olhei para o canto esquerdo da parede, bem onde a câmera estava escondida, e abri mais as pernas para ela captar tudo.

— Agora mete — eu mandei. — Quero pau no cu. Sem enrolação.

Ele se levantou, cuspiu na mão, passou no pau e encostou a cabeça grossa no meu buraco. Eu estava de pé, de costas para ele, mãos na parede de madeira. Ele empurrou. A dor veio afiada, queimando, abrindo.

— Aih, caralho… devagar… tá grosso pra porra…

— Aguenta, putinha. Seu cu foi feito pra isso.

Ele empurrou mais. Centímetro por centímetro. Eu gemia alto, a testa encostada na madeira, os seios balançando. Quando a cabeça passou, eu soltei um gemido longo e forcei o corpo para trás, engolindo mais pau.

— Isso… enfia tudo… quero sentir suas bolas batendo na minha bunda…

Cláudio segurou minha cintura com força e enterrou até o talo. Eu gritei. A dor era boa, quente, latejante. Ele ficou parado um segundo, me deixando sentir o volume inteiro dentro de mim, e depois começou a meter.

As estocadas eram pesadas. Cada uma fazia minha bunda tremer. O barulho molhado de pau entrando e saindo do cu ecoava na casinha. Eu gemia sem vergonha:

— Mais forte… arromba essa bunda… fode a esposa do corno… ele vai ver depois… ele adora ver pau grosso no meu cu…

— Ele sabe? — Cláudio perguntou, ofegante, sem parar de meter.

— Não sabe de porra nenhuma — eu menti, sorrindo para a câmera. — Ele acha que eu tô na academia. Continua metendo, porra. Quero sentir você me destruindo.

Ele meteu mais rápido. As mãos grandes apertavam minha cintura, os dedos afundando na carne. Eu balancei o quadril no ritmo dele, engolindo cada centímetro. De vez em quando eu me peidava em volta do pau dele e ele gemia mais alto.

— Porra, você peida gostoso… continua…

Eu forcei de propósito. O peido saiu molhado, barulhento, e ele meteu ainda mais forte, como se quisesse foder o ar que eu soltava. Eu olhei de novo para a câmera e puxei um pouco o rosto para o lado, deixando o prazer estampado. Queria que o Romildo visse depois a cara de puta que eu fazia enquanto tomava no cu.

Cláudio me virou. Me colocou de quatro no chão de madeira podre. Ajoelhei, empinando a bunda o máximo que consegui. Ele se ajoelhou atrás e enfiou de uma vez. Eu gritei de novo. Dessa posição o pau entrava ainda mais fundo.

— Mete… mete forte… quero gozar com pau no cu…

Ele segurou meu cabelo longo e puxou minha cabeça para trás enquanto metia. Eu gemia alto, a boca aberta, a língua para fora. A cada estocada eu sentia o cu se abrindo mais, se acostumando, pedindo mais.

— Eu sou viciada nisso — eu falava entre gemidos. — Viciada em dar a bunda. Amanhã vou dar pra dois de uma vez. Um no cu e outro na boca. E vou gravar tudo também. Você não é o único que come essa bunda, seu otário.

Ele meteu mais forte, como se quisesse marcar território. Eu gozei. O orgasmo veio forte, o cu se contraindo em volta do pau dele em espasmos. Eu me peidei várias vezes enquanto gozava e ele não parou.

— Continua… não para… quero sentir você gozar dentro…

Cláudio gemeu alto, as estocadas ficaram irregulares e ele gozou. Eu senti os jatos quentes e grossos enchendo meu cu. Um, dois, três, quatro… o esperma escorria para fora enquanto ele ainda se mexia. Eu segurei a posição, a bunda empinada, deixando a câmera captar o gozo branco escorrendo pelo meu buraco aberto.

Ele saiu devagar. O cu ficou aberto, pulsando, escorrendo. Eu me virei, me sentei no chão e abri as pernas para ele ver o estrago. Depois olhei direto para a câmera escondida e falei baixo, só para o Romildo ouvir depois:

— Viu, meu corno? Ele gozou tudo dentro. A bunda da sua esposa tá cheia de porra de vizinho. E amanhã vai ter mais. Dois de uma vez. Eu te amo, seu corno gostoso.

Cláudio ainda estava ofegante, o pau semi-duro coberto de gozo e do meu cu. Eu me levantei, puxei o shortinho sem limpar nada e sentei no colo dele um segundo.

— Semana que vem a gente marca de novo. Quero tomar no cu até não aguentar sentar.

Ele riu, beijou minha boca e apertou minha bunda ainda molhada.

— Pode deixar, putinha. Eu sou viciado nesse cu.

Eu saí da casinha primeiro. A trilha estava mais clara agora. O sol já tinha nascido. Eu caminhei de volta para casa sentindo o gozo escorrer pela parte de dentro da coxa, quente e viscoso. Cada passo fazia o shortinho molhar mais.

Quando cheguei, o Romildo já estava acordado, tomando café. Eu fui até ele, me sentei no colo e beijei sua boca.

— Gravei tudo — eu sussurrei. — Ele comeu gostoso. Gozei duas vezes. E peidei na boca dele. Você vai adorar na hora de editar.

Ele passou a mão por baixo do meu shortinho e enfiou dois dedos no meu cu ainda aberto e cheio.

— Que puta deliciosa você é — ele murmurou. — Amanhã são dois, né?

— Dois. E eu já avisei que a câmera vai estar ligada.

Ele sorriu, aquele sorriso de corno satisfeito, e me beijou de novo. Eu fiquei ali no colo dele, sentindo os dedos dele brincarem com o gozo do vizinho que ainda escorria de mim, e já comecei a pensar em como ia ser amanhã.

Dois paus. Um no cu. Um na boca. E a câmera filmando cada segundo para o mundo inteiro ver o quanto a esposa do Romildo é viciada em dar a bunda.

Eu sou assim. Vinte e quatro anos. Casada. Morena. Cachorra. E não pretendo parar nunca.

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