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MARINA, A Putinha Mulherzinha do Pai - PARTE 7

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Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Gay
Contém 1249 palavras
Data: 01/08/2026 15:05:57

Flashback – alguns anos atrás, no passado.

— Vai gostar, Lucas, já está na hora de virar homem.

Lucas estava nervoso. Era a primeira vez que entrava num bordel como aquele. O pai dele tinha dado algumas bebidas para deixá-lo mais solto.

— Não se preocupa, filho, você vai ter a noite dos sonhos.

— Pode deixar comigo, terei prazer em tirar o cabaço do seu filho — disse uma mulher alta, ruiva.

Lucas ficou encantado com aquela mulher. Era bastante bonita. Ele admirava aquela maquiagem, a enorme boca com batom vermelho intenso, e sem falar daquela enorme cabeleira ruiva tão intensa. Aquele rosto ficou marcado em sua memória.

— Entra, garoto. Deita na cama e relaxa. Em poucos minutos você sairá daqui um homem.

— É que estou muito nervoso. Eu nunca fiz isso... na verdade, nem sei se quero isso.

— Não quer perder a virgindade?

— Óbvio que quero perder a virgindade. Só que não sei se é assim.

— Sei, dá nervoso. É normal ficar tímido. Já peguei muitos clientes tímidos, igual você. Mas depois que eles sentem o pau entrar na buceta, rapidamente some a timidez.

Ela tirou a roupa, ficando pelada na frente dele. Seus enormes seios naturais caídos, mamilos rosados e duros. E uma enorme vagina, onde se via que a cor do cabelo era a mesma das partes íntimas.

— Espere... vamos primeiro nos apresentar. Me chamo Lucas... como é o seu nome? — disse ele, tentando criar pelo menos uma certa intimidade.

— Me chamo Marina!

— É o seu nome verdadeiro?

— Uma puta de verdade não revela o nome verdadeiro. Agora começa a tirar a roupa, garoto.

Ele tirou a camisa nervoso. Ela se aproximou e beijou a boca dele, puxando-o para deitar na cama. Ele deitou e sentiu aqueles enormes seios pressionando seu peitoral. Ele a abraçou, tentando relaxar. Mas ao sentir a buceta dela encostar em suas coxas, ficou nervoso e a afastou.

— Espera, espera... eu não consigo.

— Por que não? Relaxa, você nem ficou duro. Deixa que eu deixo seu pintinho durinho.

Ela segurou o pequeno pênis dele e começou a sacudir para deixar duro.

— Não, não... por favor, para... não consigo... Não é com você, você é muito linda. Tem um belo rosto, um belo corpo. Sem falar dessa maquiagem que te deixa ainda mais bonita... O problema sou eu. Eu não curto mulher.

Lucas ficou aliviado ao desabafar. A puta deu uma risada.

— Desculpa, não estou rindo por sua causa. Não é algo normal um cliente dizer. Você está aqui por causa do seu pai, né? Tudo bem, não vamos fazer nada que você não queira.

De repente, ele sentiu vontade de desabafar com aquela puta.

— Na verdade, eu gosto de homem. Só senti isso depois que os meus amigos me agarraram, me beijaram e enfiaram suas rolas na minha boca... Apesar de ser apenas uma brincadeira, uma brotheragem, acabei gostando daquilo. E aos poucos, eu estava lá repetindo várias e várias vezes. Para alguns colegas, eu era conhecido como o viadinho da sala. Não ligava, fazia o que me dava prazer. Mas eu nunca dei a bunda. Isso tenho muito medo, mesmo tendo curiosidade... Desculpa falar isso, aposto que você está entediada de ficar me ouvindo.

— Estou gostando da conversa. Tudo na vida tem uma primeira vez para tudo...

Ela foi até o canto da sala e se virou para ele com um enorme cintaralho na cintura.

Lucas ficou nervoso ao ver aquilo. Uma mulher com aquele enorme cintaralho fazia sua cabeça ficar ainda mais confusa.

— Eu sempre uso isso para alguns clientes. Se quiser, posso usar com você. Sei que não sou homem e nunca vou substituir um pênis de verdade. Mas esse cintaralho pode fazer alguma diferença. Claro, se você quiser.

— Sim, quero. Se for para perder o cabaço do cu, quero que seja com alguém legal... tipo você.

Lucas tirou a calça e sentou na cama de quatro, nervoso. Ela se aproximou por trás, encostando aquele cintaralho na bunda dele.

— Relaxa, só deixa comigo. A mamãe aqui vai fazer devagar.

Ela cuspiu e passou a saliva naquele cuzinho virgem. Lucas gemeu baixinho, sentindo aquele dedo roçar em seu cu. Não era a primeira vez que ele sentia aquela sensação no cu. Mas agora era diferente: não era o seu dedo, era o dedo de outra pessoa naquele orifício.

Lucas mordeu o travesseiro, se preparando para a penetração. Estava tão nervoso que nem percebeu que aquela rola de plástico tinha entrado alguns segundos.

Quando ele finalmente percebeu, já estava com metade daquela rola de plástico enfiada dentro dele. A sensação era estranha, diferente de tudo o que ele já tinha sentido. Não doía tanto quanto ele imaginava, mas era um preenchimento intenso, invasivo.

— Tudo bem? — perguntou Marina, com a voz suave. — Está doendo?

— Um pouco... mas não para — respondeu Lucas, ofegante.

Ela começou a se mexer devagar, com movimentos curtos e ritmados. Cada investida fazia Lucas segurar o travesseiro com mais força. Ele sentia o cintaralho deslizando para dentro e para fora, num vai e vem que ia ficando mais natural a cada segundo.

— Assim está bom? — perguntou ela, segurando firme na cintura dele.

— Está... está bom... — murmurou ele, surpreso por estar gostando.

— Vou acelerar um pouco, tá?

Lucas apenas balançou a cabeça, concordando. Ela aumentou o ritmo, e ele começou a gemer mais alto, perdendo a vergonha. A cada estocada, sentia uma mistura de prazer e dor que o deixava tonto.

— Isso... continua... — pediu ele, ofegante.

Marina sorriu e continuou metendo com mais vontade. O quarto se encheu dos gemidos de Lucas e do som do plástico batendo contra a pele. Ele já não se importava mais com o que os outros pensariam. Naquele momento, só existia ele e aquele prazer novo que estava descobrindo.

Depois de alguns minutos, ela parou e retirou o cintaralho devagar.

— Pronto. Agora você pode dizer que perdeu o cabaço, de certa forma.

Lucas virou-se, deitou de costas e ficou olhando para o teto, ofegante.

— Obrigado... você foi incrível.

— Faz parte do serviço — disse ela, rindo e tirando o cintaralho. — Mas confesso que foi um dos clientes mais interessantes que já tive.

Lucas saiu do quarto feliz. Mais feliz ainda estava Roberval ao ver o filho, que tinha acabado de perder o cabaço.

— Aí, filhão, como foi? Aposto que saiu bem. Me conta, como foi a sensação de comer uma buceta pela primeira vez?

Lucas deu uma risada meio sem graça, encarando aquela puta ruiva.

— Foi bom, pai, foi a melhor experiência da minha vida. Nunca vou esquecer disso.

— Seu filho mandou muito bem. Aposto que ele puxou ao senhor — disse a puta, puxando o saco do pai.

— Tal pai, tal filho, né. Vamos, bora, filhão. Vamos comemorar com pizza e cerveja. Não é todo dia que se perde o cabaço, né.

E lá foram pai e filho, felizes.

***

Dias atuais.

Marina não parava de encarar o espelho. Seu rosto sem maquiagem, seu cabelo curto que dava a visão de sua vida passada, na qual ela queria esquecer.

— Amor, vem logo, estou doido de tesão.

— Já estou indo...

Marina colocou novamente a peruca ruiva, se maquiou rapidamente e saiu do banheiro, onde Roberval esperava com a pica ereta e dura na cama.

— Que demora foi essa no banheiro?

— Ora, estava me preparando para o meu homem. Gostou da lingerie nova que comprei especialmente para você?

— Fica mais bonita sem. Tira logo isso e sobe na cama.

Marina tirou a roupa e subiu na cama, segurando firme a pica dura de Roberval, começando a chupar, lamber e engolir com vontade.

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