Aviso: Este é o vigésimo primeiro capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 20: A Orgia Beneficente!
O Salão de Festas da Alexa Corp explodiu em pânico no instante em que Alexa apontou para a janela e revelou para todos a existência de Putty, a alienígena, declarando-a como uma ameaça vinda do espaço.
Os ricaços, ainda melados e cagados da orgia coletiva, começaram a correr em todas as direções, gritando histéricos:
— Um monstro!
— Ela vai nos devorar!
— Chamem os Caça-Fantasmas!
Corpos nus e seminus se embolavam nas portas, tropeçando uns nos outros, enquanto taças de champanhe se espatifavam no chão de mármore, banhado com gozo, urina e diarreia.
No meio daquela bagunça, Bertha viu uma oportunidade e não perdeu tempo. Seus peitos enormes e pendurados balançavam livres sob o jaleco branco aberto, pingando suor leitoso, enquanto ela agarrava o pulso ossudo de Gertrude com força.
— Meine liebchen, esta caos serr perrfeita! Virr parra minha Laborratório, ja? Ninguém nos interromper lá... eu prrecisar foderr você mais!
Gertrude, com os lábios de silicone tremendo de excitação e a bucetona arrombada já vazando gozo cremoso pelas coxas magras, soltou uma risada estridente e rouca.
— Hya hya hya, você é tão bruta! Me leva, me usa como lixo, por favor! Eu tô ficando melada só de imaginar!
As duas correram pelos corredores laterais, desviando das Soldadas que tentavam controlar a multidão, até chegarem ao Laboratório de Bertha.
A porta se fechou com um clique pesado. As luzes frias acenderam automaticamente, iluminando mesas de aço, tubos de ensaio e o chão de azulejo branco já marcado por manchas antigas das fodas anteriores.
Bertha não esperou. Empurrou Gertrude contra uma mesa de metal, rasgou o vestido preto curtíssimo da ricaça com um puxão e jogou o próprio jaleco branco no chão.
— Ahhh, que mulherona forte e bruta... do jeitinho que eu gosto!
Os peitos balançantes da alemã bateram contra o rosto de Gertrude, os mamilos carnudos e escuros roçando nos lábios inchados dela.
— Abrre esse boca suja, seu vadia nojenta! Mama meus tetas! Elas estarr cheio de leite frresca!
Gertrude obedeceu gemendo alto, chupando um mamilo grosso enquanto apertava o outro peito flácido e pesado de Bertha.
Um jato quente de leite misturado com suor leitoso espirrou direto na garganta dela, fazendo-a engasgar de prazer.
Bertha ria com seu sotaque carregado:
— Ja, ja! Chuparr mais forte! Minha leite é toda seu!
Enquanto Gertrude mamava, Bertha enfiou o punho na bucetona melada da ricaça, tirando um som molhado e obsceno de gosma. O gozo cremoso de Gertrude escorria sem parar, formando uma poça pegajosa no chão.
De repente, Bertha girou Gertrude de costas, empurrou-a de quatro sobre a mesa e abriu as nádegas magras e ossudas com as duas mãos.
— Agorra vir o melhorr parrte... abrre essa cu prra mim! Eu querr lamberr dirreto do fonte!
Gertrude empinou a bunda, gemendo:
— Sim... me limpa com sua língua! Eu tô cheia de diarreia quente só pra você!
O cu de Gertrude se abriu devagar, soltando um jato de diarreia marrom-clara, líquida e fedorenta, que escorreu direto na boca aberta de Bertha. A cientista lambeu tudo com fome, enfiando a língua bem fundo, sugando o líquido asqueroso que não parava de sair e escorria pelos cantos da boca, pingando nos peitos balançantes.
— Mmmph... teu merrda serr bem quente e nojenta... cagarr mais na meu boca, seu vaca!
Gertrude convulsionava de prazer, empurrando mais bosta líquida direto na língua de Bertha, que engolia ruidosamente.
Mas a alemã queria mais. Ela se inclinou sobre Gertrude, puxando o nariz da ricaça para cima com os dedos grossos.
— Agorra respirra fundo, seu porrca... eu querr sua catarro!
Gertrude fungou alto, puxando um ranho grosso e amarelado do fundo da garganta. Bertha abriu a boca e Gertrude escarrou a gosma melequenta direto nela. Bertha mastigou devagar, sentindo o sabor salgado e viscoso, depois cuspiu de volta na boca aberta de Gertrude, que engoliu gemendo.
— Mastiga meu gosma... chupa meu ranho toda!
Bertha enfiou os dedos no próprio nariz, puxando um catarro denso e pegajoso, e enfiou na boca de Gertrude. A ricaça chupou os dedos com gula, enquanto Bertha escarrava mais na cara dela.
As duas começaram a se beijar, trocando catarro de boca em boca, mastigando a gosma entre as línguas, puxando fios gosmentos que pingavam nos peitos e no chão. O fedor de ranho misturado com diarreia enchia o ar, mas elas só gemiam mais alto, lambendo uma da outra como se fosse o néctar mais delicioso.
Quando Bertha não aguentou mais, tirou as botas pretas grossas com um chute e ficou completamente descalça. Seus pés grandes, suados e com um chulé forte foram esfregados no rosto de Gertrude.
— Agorra virr o parte que você vai amarr... minhas pés suados depois de uma dia inteirra dentrro dos meus botas!
Gertrude agarrou os pés de Bertha com as duas mãos, os olhos brilhando de desejo. Começou beijando as solas quentes e úmidas, lambendo o suor salgado entre os dedos grossos.
Bertha enfiou o pé inteiro até o fundo da garganta de Gertrude, mexendo os dedos devagar dentro da boca dela.
— Chupa minhas dedos! Engolirr minha pé até o garrganta! Sente a chulé que eu guardarr o dia toda!
Gertrude engasgava de prazer, babando catarro grosso enquanto chupava os dedões, lambendo entre cada um com a língua salivante, sentindo o gosto forte do suor acumulado nas dobrinhas.
Ela cheirava fundo o arco suado, inspirando o chulé almiscarado como se fosse um perfume do Inferno, e depois beijava as solas inteiras, lambendo devagar desde a ponta dos dedos até o calcanhar.
Bertha alternava, enfiando um pé até o fundo da boca, fazendo a ricaça engolir saliva misturada com suor, e depois o outro, mexendo os dedos na garganta até Gertrude engasgar, babando mais.
— Lamberr entre as dedos, meu escrrava! Sente a gosto forte... isso, assim... agorra enfia o língua!
Gertrude obedecia, separando os dedos com os lábios inchados, lambendo os espaços suados entre eles, chupando cada um com avidez, sugando o suor que escorria.
Depois ela esfregava o rosto inteiro nos pés melados, deixando marcas úmidas nas bochechas, no nariz, na testa. Bertha ria e empurrava o pé mais fundo, até Gertrude sentir a sola pressionando sua garganta, os dedões mexendo lá dentro enquanto ela gemia e babava.
Gertrude ficou por longos minutos se deliciando com os pés de Bertha, entre lambidas intensas, cheiradas profundas, beijos apaixonados nas solas, chupadas vorazes nos calcanhares, e enfiações repetidas até a garganta, deixando-a com o rosto vermelho e brilhante de saliva e suor.
Bertha gozava gosma pegajosa da buceta pelancuda, fazendo sons gosmentos a cada contração. O chão estava uma poça misturada de diarreia, suor, saliva, catarro e gozo.
Então Bertha puxou Gertrude pelos cabelos e sentou na cara dela:
— Agorra eu vai mijarr e cagarr na seu boca, ja?
Um jato forte e dourado de mijo quente saiu da buceta de Bertha direto na garganta de Gertrude, que engolia tudo gemendo.
Ao mesmo tempo, soltou um cagalhão enorme e comprido em meio a uma explosão de diarreia líquida... Gertrude engoliu a gigantesca serpente escatológica inteira, enquanto seu rosto e peitos eram banhados por bosta, que escorria por todo o corpo esquelético.
As duas gozaram juntas, convulsionando, vomitando uma na outra de tanto prazer. O vômito quente e ácido escorria pelos peitos e barrigas.
— Você serr meu porrca favorrito...
— Sim... eu sou seu lixo... sempre vou ser...
Continua...