Eu sou o Daniel.
Alguns meses atrás eu passei um final de semana em Petrolândia, interior de Pernambuco. Fazenda simples, longe da cidade. O sol castigava. Eu estava lá a trabalho, mas como sempre, prestava atenção nas mulheres comuns da região. Casadas, solteiras, não importa. Eu procuro o cheiro natural de bunda, o sabor do que sai de dentro, principalmente quando mistura com comida. Eu sei que fede. Eu sei que dá nojo. Mas o tesão é maior. Nem sempre dá certo. Quando dá, eu registro tudo pra os amigos verem e baixarem as fotos, os vídeos e os contos. Em MEU PERFIL aqui, clica em MEU NOME e vai para onde coloco todos meus VÍDDEOS, FOTTOS completos, para você ver e baixar.
Ela tinha vinte e dois anos. Morava com os pais na fazenda. Corpo comum, cabelo longo e cacheado, pele morena marcada pelo sol. Naquele sábado o calor estava insuportável. Ela usava um cropped bege colado, manchado de suor nas costas e nas axilas, e um short jeans claro. O cheiro dela já subia de longe — suor limpo misturado com o odor quente de mulher que trabalha o dia inteiro sem ar-condicionado.
Eu já tinha conversado com ela nas visitas anteriores. Mostrei alguns vídeos e fotos no celular. Ela ria, fazia careta, falava que era nojento, que eu era maluco. Mas não mandava eu parar de falar. Ficava curiosa. No sábado os pais saíram cedo pra resolver umas coisas na cidade e só voltariam no final da tarde. Ficamos sozinhos.
Eu levei uma caixa inteira de chocolate Nestlé. O tipo barato, daqueles que derrete fácil no calor.
— Hoje o dia tá um calor arretado — ela falou, mexendo numa panela azul na área coberta.
— Tá mesmo. E eu trouxe uma ideia.
Ela olhou a caixa, franziu a testa.
— Hoje, Daniel, tu quer enfiar isso no meu traseiro? Que ideia é essa?
— Quero. Inteira. Deixa derreter lá dentro. Depois a gente vê o que sai.
Ela ficou em silêncio um tempo, olhando a caixa, depois olhando pra mim. O suor escorria na lateral do rosto dela.
— Isso é nojento pra caralho… mas… os pais só voltam tarde…
Aceitou.
Fomos pro quarto. Eu abri a caixa e fui empurrando os chocolates um por um. Ela de quatro na cama, o short puxado pra baixo. A bunda clara, suada, o cheiro natural já forte. Eu enfiei todos. A caixa inteira. Ela gemeu, reclamou que estava esticando, que doía um pouco, mas aguentou. Ficamos esperando.
Passou quase uma hora. O calor derretia tudo lá dentro. Ela começou a se contorcer, a mão na barriga.
— Daniel… tá doendo… não aguento mais… acho que vai sair…
Ela saiu correndo pro banheiro, enrolou uma toalha azul na cabeça e outra no corpo. Ficou agachada. Eu peguei um prato branco da cozinha e coloquei no chão. Ela empurrou. Saiu tudo: chocolate derretido, amassado, misturado com merda, um caldo escuro e pastoso. O cheiro subiu imediatamente — doce estragado misturado com o odor forte de bunda e intestino.
Ela olhou pro prato, o rosto contraído de nojo, quase vomitando.
— Caramba, tu vai mesmo comer essa porcaria? Tá podre esse chocolate. Como é que pode? Tu vai comer de verdade?
— Vou.
Ajoelhei na frente do prato. Peguei um pedaço com os dedos e coloquei na boca. O sabor bateu forte: o doce do chocolate brigando com o amargo, o azedo e o salgado da merda. Era nojento. Dava vontade de cuspir. Mas o tesão era maior. Eu mastiguei devagar, olhando pra ela.
Ela ficou parada, a toalha escorregando, os olhos arregalados. Não sabia se vomitava ou se se tocava. A mão dela desceu sozinha entre as pernas. Ela começou a se masturbar ali mesmo, em pé, enquanto eu comia na frente dela.
— Tu é louco… nojento… isso fede pra caralho… e eu tô gozando olhando…
Eu continuei comendo. Cada colherada era um combate entre o nojo e o tesão. O gosto ficava mais forte, mais sujo. Ela se tocava cada vez mais rápido, a respiração ofegante, o corpo suado brilhando.
— Tô gozando… porra… tô gozando vendo tu comer a merda do meu cu com chocolate… que doideira…
Ela gozou forte, as pernas tremendo, ainda segurando a toalha com uma mão. Eu terminei o que tinha no prato. O sabor ficou na boca por horas.
Saí dali antes dos pais voltarem.
Nem sempre dá certo.
Mas quando dá, eu registro.
E os amigos veem.