Minha primeira namorada, foi uma mulatinha rabuda chamada Camila.
Camila, era uma negra linda, com os olhos verdes, tinha mais ou menos 1,50 de altura, com uma bunda redonda e empinada, extremamente tímida.
Foi difícil conquistar essa jovem acanhada.
Eu estava no hipermercado, quando a vi pela primeira vez.
Fiquei intrigado com sua beleza e seu sorriso contido.
Desde aquele dia fiquei com ela em meus pensamentos, esperando uma oportunidade de encontra-la novamente
A vi pela segunda vez, em uma festa de aniversário.
Ela estava no canto, com uma loirinha, que tempos depois descobri ser sua melhor amiga.
Nossos olhares se cruzaram e reconheci ela na hora, sabia que era aquela garota do mercado.
Cheguei perto com cautela e cumprimentei as duas, pedi licença para amiga e sai para fora, conversar com a mulatinha.
Até então não sabia seu nome, nos apresentamos e começamos um papo descontraído.
Bom, o tempo foi passando e aos poucos fui ganhando sua confiança.
No nosso primeiro encontro, a amiga foi junto, a pedido dela, (temor eu acho), fomos a uma praça pública, próximo de nossas casas.
Apesar da amiga segurar vela, ela nos deixou a vontade para nos conhecermos melhor.
Tentei dar um selinho nela, ela ficou vermelhinha e apavorada, ali percebi que ela era extremamente tímida.
Com jeitinho acalmei ela, conversando e elogiando, depois de mais ou menos duas horas, aconteceu nosso primeiro beijo.
A amiga ficou olhando surpresa, pois conhecia o jeitinho dela.
Bom, conversamos mais alguns minutos, sobre diversas coisas, beijei ela novamente, mas dessa vez foi mais receptiva.
E então, aconteceu e foi maravilhoso, demos o nosso primeiro beijo de língua, ela ficou molinha em meus braços, com a respiração ofegante, muito vermelhinha, com as pernas tremendo,(na verdade, nós dois, ficamos com as pernas tremendo), pois, ela era a primeira garota da minha vida, no auge de nossas adolescências.
Nos acalmamos e pedi ela em namoro, naquele instante, ela pensou um pouco.
Ela, disse sim, com um sorrisinho tímido, mas falou que teríamos de ter o aval dos seus pais.
Tremi na base naquela hora, achei que eles fossem me esganar, por querer sua princesinha negra, mil coisas passaram pela minha cabeça, então fomos para sua casa.
Eu, fiquei estranhando, pois conforme andávamos, nós nos aproxivamos de minha casa.
Então, descobri que os novos vizinhos,que se mudaram recentemente, na casa em frente a minha, era justamente seus pais.
Fiquei contente e preocupado ao mesmo tempo, pois meus pais eram extremamente severos e se não desse certo, provavelmente,iria ter uma confusão e eu iria tomar uma pisa do meu pai.
Chegando lá, cheguei tremendo e completamente apavorado, sua mãe me acalmou, mandando eu sentar e me deu um copo d'água com açúcar.
E então, conheci seus pais, Sua mãe era uma mulata bunduda, com mais ou menos 32 anos e 1,70 de altura, mais linda que a filha, parecia uma mulata do Sargentelli no auge da fama.
Seu pai era um loiro de olhos verdes, igual aos da filha, com quase 1,90 de altura com aparência um pouco mais velha que a esposa,(talvez, uns 40 anos), Meio carrancudo, mas gente boa.
Nós conversamos um pouco e logo expressei minhas intenções com sua filha.
A mãe foi de boa, mas o pai foi um pouco relutante, mas no fim tudo deu certo.
Descobri que eram evangélicos, por isso a relutância do pai em liberar sua princesinha para o relacionamento.
Seus pais tentaram me convencer a ir a igreja que eles frequentavam, mas recusei educadamente (eles não gostaram muito, mas...)
O tempo foi passando, fomos pegando intimidades, ela se soltando mais.
Chegava na casa dela e ia entrando, pois os pais dela trabalhavam e só voltavam quase a noitinha.
Eu ficava aos beijos e abraços, era bom demais, eu estava completamente apaixonado, alisava suas pernas e tocava na sua xaninha depilada, ela ficava alucinada, toda molhadinha, fechava os olhos e ficava com a boca aberta sem emitir nenhum som.
As vezes íamos para o quarto dela e fazíamos sexo oral, era delicioso chupar sua bucetinha, cheirosinha e bem fechadinha.
Mas eu era um cabaço, não sabia fazer direito, mas apesar desse detalhe, me esforçava e conseguia fazer ela estremecer na minha língua.
O tempo foi passando e nossa intimidade aumentou, foi muito bom...quando ela retribua o oral, era espetacular, ela me chupava olhando em meus olhos, com aqueles olhos verdes, fazia uma coisa gostosa com a língua, girando, depois mordiscava e sugava com pressão, colocava no fundo da garganta e eu ficava maluquinho, adorava gozar na boca dela, que não desperdiçava nem uma gota.
Eu tentava os finalmente, mas estava muito difícil.
O problema é que ela era filha de evangélicos e tinha muito medo de perder a virgindade e os pais descobrirem.
Tentei colocar no rabinho dela algumas vezes, mas ela sempre fugia, tinha muito medo de machucá-la e eu era meio afobado e não tinha paciência.
Eu não sabia preparar antes de penetrar, quando consegui enfiar a cabeça a primeira vez, ela gritou bem alto, começou a chorar, entrei em desespero por que ela chorava e se debatia, tentei acalmá-la, fiz carinho em seu rosto e cobri de beijinhos e deu resultado, depois desse dia, tentei mais algumas vezes.
Nosso relacionamento continuou a todo vapor, os amassos eram constantes, encoxava aquela rabuda direto, roçava naquela bunda sem roupa, as vezes gozava só na portinha, mas era o máximo que ela deixava por enquanto, (ficou expert no oral, praticávamos sempre).
Passeávamos, íamos ao shopping, assistir uns filmes e se curtir.
Fomos a praia,(escondidos dos pais dela, ficava perto de casa), foi aí que fiquei completamente apaixonado ao vê-la de biquininho pela primeira vez em público, (na praia), ela ficou extremamente linda, aquela bunda grande e empinada, me tirava o fôlego.
Ela correndo, para o mar, olhando para trás, com aqueles olhos verdes esmeraldas, seu sorriso, ah! Como eu gostaria de ter um celular naquele momento para registrar tudo.(mas, naquele tempo não existia ainda, uma pena).
Fomos em um viagem, conhecer uns parentes dela e em outra ocasião fomos conhecer os meus.
Estávamos bem envolvidos e conectados, estávamos no auge do namoro.
Em um final de semana, Camila veio aqui em casa namorar um pouco.
Estávamos sentado na sala aos beijos, e nas preliminares, fomos para o quarto.
Começamos a nos pegar para valer!
Camila deitou de bruços eu deitei por cima dela, encoxando aquela rabuda gostosa e mordendo sua orelhinha.
Camila ofegava e rebolava, com entusiasmo.
Mozinho que delícia, não pare!
Me empolguei e mordi sua nuca e seus gemidos aumentaram.
Puxei ela pela cintura, deixando-a de quatro, tirei sua calcinha e meti a língua em sua xaninha peludinha.
Camila se melou toda, enfiei o dedo no seu cuzinho, indo e vindo e chupando ela com um tesão absurdo.
Camila se estremeceu e gozou na minha boca.
Depois sentei na beirada da cama e ela se prostrou entre minhas pernas, me fez um oral caprichado, com direito a engasgadas e garganta profunda, enchi sua boquinha e ela enguliu tudo, olhando em meus olhos, com aquele olhos verdes apaixonados.
Fomos ao banheiro tomar um banho, ensaboando um ao outro, com brincadeiras e amassos.
Ela se pôs de costas para mim, com as mãos espalmadas na parede, fiquei me esfregando em sua bunda por uns instantes, com ela se requebrando.
Eu inseri o pau, em seu cuzinho, com ela choramingando, passou a cabeça e ela implorou para mim tirar.
Eu contrariado, atendi ao seu pedido,(já era terceira vez, que tentávamos), pois ela era virgem na xaninha e só deixava sarrar e fazer sexo oral.
Acabamos de tomar banho e fomos para a sala.
Eu emburrado e ela pedindo desculpas.
Dizendo para ter paciência com ela e que um dia conseguiria vencer seu medo.
Eu falei, eu compreendo, você ter medo do anal, mas não compreendo você não deixar eu comer a sua xaninha, depois de mais de três meses de namoro.
Ela: Ah amor, você sabe que sou crente e meus pais não aprovam o sexo antes do casamento.
Eles não precisam saber que você perdeu a virgindade.
Ela: Eu sei, mas eu tenho muito medo deles descobrirem e me expulsarem de casa.
(Ué, se eles expulsarem você vem morar comigo.)
Nessa época, meus pais tinham se separado, eu morava só com minha mãe e minha irmã caçula.
Meu pai, foi embora, morar com outra mulher e levou meus irmãos, o mais velho e o mais novo que eu,(meu, irmão mais novo quis ir junto, pois era muito apegado ao meu pai), foram para, Minas, ficar com minha tia, em uma fazenda de gado.
Nós continuamos, morando no Rio grande do Norte.
Enfim, continuamos nosso namoro, só fui conseguir comer o seu rabinho e sua xaninha depois que ela, nos envolveu com sua amiga lésbica.
Eu tinha uma tara nessa amiga lésbica dela, essa amiga tinha vontade de experimentar um homem, uma única e primeira vez e minha namorada tinha vontade de experimentar uma mulher pela primeira vez.
O surpreendente, foi que perdi minha virgindade justamente com essa amiga dela, foi o primeiro rabinho que comi e me esbaldei(risos), foi gostoso demais.
(Bom, essa é uma outra história).
Então, depois desse lance com a amiga, namoramos por mais alguns meses.
Nosso namoro estava muito bom ainda, a cada dia que passava, eu estava cada vez mais apaixonado, fazia tudo oque ela me pedia e ela o mesmo.
Foi em um dia chuvoso que aconteceu o que eu tanto almejava.
Estávamos, namorando na minha casa, em meu quarto, em uns amassos bem apimentado, quando ela resolveu deixar eu brincar na portinha da xaninha pela primeira vez. Fiquei roçando meu pau diversas vezes em sua abertura melada, sua respiração estava descompassada e meu coração batia como tambor, conseguia escutá-lo.
Forcei um pouquinho e ela se contraiu, com o medo inicial, a acalmei e beijei ternamente seus lábios.
Continuei roçando e beijando ela ao mesmo tempo, forcei mais uma vez e venci a abertura, alojando toda a cabeça do pau, naquela xaninha apertada e escaldante.
Seu coraçãozinho acelerou e seus gemidinhos se tornaram um pouco mais altos, seus olhos se encheram de lágrimas.
E então rompi seu cabacinho...ela gritou dentro da minha boca...fiquei parado esperando ela acalmar.
Então continuamos, fui me movimentando devagar, para ela se acostumar, nessa hora ela estava mais relaxada, mas meiga, com olhos semicerrados.
Um sorrisinho surgiu de seus lábios carnudos e um olhar de ternura, nos beijamos apaixonados.
Ela estremeceu, sua xaninha me apertou, ela falou em meu ouvido bem baixinho, tá muito gostoso meu amor, eu te amo demais.
Gozei em seguida também, enchendo sua xaninha suculenta, com meu amor.
Ficamos nos carinhos e beijinhos, por um tempinho, logo minha mãe chegou do trabalho e nos pegou desprevinidos, pelados e sacou oque tinha acontecido.
Nos chamou, para sentar na sala e nos deu maior sermão, sobre transarmos sem proteção.(eu era tão estúpido, que nem sabia que existia proteção, naquele tempo).
Ela foi com minha namorada na farmácia e medicaram ela, que foi logo em seguida para sua casa.
Minha mãe disse que minha namorada estava tremendo de medo e vergonha, por estar diante da farmacêutica, por aquele motivo.
Ela, foi muito legal com minha namorada, a tranquilizando e dizendo que isso é normal, que não precisa se preocupar com nada, mas tenha mais cautela da próxima vez.
Seus pais não notaram nada, apesar disso, ela ficou uns dias, sem querer me ver.(talvez, vergonha por minha mãe ter nos flagrados nus ou por ter que ir a farmácia).
Bem, passamos a transar novamente, mas dessa vez, não quis deixar eu comer sua xaninha, pois ficou com muito medo de ficar engravida tão nova.
Então, ficamos nos masturbando e no sexo oral por um tempo.
E depois com muita persuasão e jeitinho finalmente inaugurei o seu bumbum empinado.
Foi uma entrega, mais calma, com muita preparação e carinho, usei óleo de amêndoas, pois era oque tinha disponível.
Untei seu anelzinho e lambuzei a cabeça do meu pau, e com ela de bruços, consegui introduzir com um pouquinho de esforço, (não muito, pois além da preparação, eu já tinha introduzido a cabeça em outras ocasiões).
Finalmente estava dentro do anelzinho da minha mulatinha amada, com ela empinando sua bunda linda, para me receber.
Que delicioso, foi ter aquele cuzinho apertado, indo e vindo, de encontro a minha virilha.
Os sons, batendo como tapas fortes e os gritinhos agudos dela, próximo ao meu ouvido.
Enchi o seu anelzinho de porra e fiquei deitado sobre ela, com a respiração cansada, por uns minutos.
Dormimos engatados, de ladinho sentindo aquela bunda gostosa colada a mim.
A tardinha, levantamos e tomamos um banho com carinhos e encoxadas.
Fomos novamente para o quarto, com muitos beijos e um oral em 69, rolou até gozarmos e então fomos nos limpar, no chuveiro tomamos um banho mais comportados dessa vez.
Comemos alguma coisa com refrigerante, e em seguida, atravessamos a rua e namoramos na casa de seus pais, até eles chegarem, nos despedimos e fui para casa.
(Na real, ela não deixava antes, por que tinha medo de ficar arrombada e o cuzinho não voltasse ficar fechadinho novamente).
Mas em uma conversa com sua amiga lésbica, ela confessou a ela, que eu tinha muito desejo de enraba-la, mas tinha receio por esse motivo.
Sua amiga foi muito legal e explicou que voltaria ao normal, desde que não introduzisse algo tão absolutamente grosso.
Então pessoal, essa é a história, da minha primeira namorada.
Foram dias muito felizes, que me lembro até hoje.
Comentem como foi sua primeira vez(se quiserem, relatar, é claro)
Deem estrelas e comentem oque acharam do meu conto(com respeito)
Por fazedor de cornos
