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VOYEURS DE ESCADA E A LEI DE MURPHY

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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 861 palavras
Data: 05/08/2026 18:24:34

A mensagem da portaria sinalizou no celular: chegara minha quentinha. Ronronei, satisfeito, antedeliciando-me com a refeição que me esperava lá embaixo. Catei minha bermuda jeans escrota (curtíssima e rasgada, quase expondo minhas nádegas), joguei uma regata, enfiei-me na sandália e saí. Normalmente eu estaria com uma tanga-fio-dental sob a bermuda, mas desta vez estava nu em casa, e decidi ir mesmo sem nada por baixo. Percurso curto e pela escada (só uso o elevador quando estou cansado demais para subir ou atrasado demais para descer os três lances de escada do meu andar ao térreo), não encontraria ninguém que pudesse se constranger com meus trajes – até porque era feriado e o condomínio estava meio vazio, moradores passeando. Assim pensava eu.

Descendo o primeiro lance da escadaria, eis que me deparo com dois rapazes, sentados num dos degraus, no meio da descida. Eu já os vira antes, deveriam ser do mesmo bloco, mas nunca tão próximos e parecendo tão íntimos como agora. Típico casal café-com-leite: um branquinho alvo, outro moreno escuro, mais afeminado. Provavelmente eram amiguinhos chegados ou namoradinhos escondidos, ainda enrustidos em suas gaiolas e armários – deveriam estar pelos seus dezoito anos.

Num átimo, pensei primeiro em retornar ou em me cobrir as coxas e nádegas expostas, sabia que, na posição em que estavam, flagrariam minha rola e adjacências, sob as pernas abertas da bermuda; depois reconsiderei: voltar para o apartamento seria constrangedor para os três, arrumar a roupa, além de ridículo, seria fazer o que sempre combati em quem usa roupa curta mas fica esticando-a. Decidi prosseguir como vinha, de boa; cumprimentei-os, pedi licença e passei entre os dois, que se afastaram para os cantos do degrau.

Eu praticamente senti o roçar dos olhares curiosos acariciando meu pau e tudo mais que pudessem ter visto, no curto tempo da minha passagem. Ao dobrar o lance da escada, ouvi-os nitidamente cochichar, com certeza avaliando a visão. Apenas sorri, ego massageado, e continuei minha caminhada em busca da alimentação.

Ainda cogitei voltar pelo elevador, mas agora eu já fora tocado pelo bichinho do exibicionismo e quis passar novamente entre os dois voyeurs de escada. Fiz-me pé de pano ao perceber que os sussurros continuavam. Ouvi palavras soltas: rola, gostoso, coxa, delícia; e estalos de discretos beijos e gemidos. Fiz barulho com os pés, para avisá-los e não os pegar desprevenidos, expus ainda mais minha genitália e avancei para o lance de escada. Ao deparar-me com eles, nitidamente desconcertados, sorri e prossegui a subida, comentando:

– Ah, não tenho mais idade para estar descendo e subindo escada – passava bem no meio deles, enquanto fazia esse comentário. Senti minha pica se mexer, enquanto um deles retrucava meu comentário:

– Que é isso?! Fazer exercício subindo escada é bom para manter o corpo bonito e saudável.

Aproveitei a deixa, parei dois degraus acima e me virei para opinar; podia ver nitidamente os dois pares de olhos vidrados no meu entrecoxas, vendo toda a minha complacente intimidade. Emiti um comentário-clichê qualquer sobre a saúde e o exercitar-se, enquanto, de cima percebia a dureza explícita (diria até pulsante) de suas rolas, sob as bermudas de tecido.

Enquanto eu falava uma tolice qualquer sobre escadas e elevadores, eu sentia minha rola crescer e escapando acintosamente pela perna da bermuda. Eles se entreolharam, cúmplices, e o branquinho massageou sensualmente sua pica, por sobre a bermuda. Então nos calamos, e com minha rola já completamente ereta, para fora da bermuda, sentei no degrau em que estava, abrindo as pernas. Meu mastro rígido ficou todo para fora, aos pulsos. O moreninho veio, tocou meu pau, punhetou um pouco, sem tirar os olhos de cima dele, abaixando-se em seguida e abocanhando meu cacete, passou a me chupar devagar; o outro continuava a se tocar, agora com a mão por dentro e baixando a bermuda, expondo os negros pentelhos contrastando com a pele alva.

Enquanto o moreno me chupava, fiz um sinal ao branquinho para que se aproximasse, e ele se levantou, pondo-se em pé na minha frente, sua rola grossa e de cabeça rosada a centímetros do meu rosto, eu sentindo o cheirinho bom de pica de macho excitado. Catei-a com a boca e passei a chupá-lo também. Gemíamos para dentro...

Enquanto a cabeça da minha rola era massageada pela língua vibrante do moreno, a cabeça de cima, espetada pela boca na rola do branquelo, pensava no extremo perigo a que nos expúnhamos (eu, principalmente), com aquela leviandade. Como a confirmar a famosa lei de Murphy, eis que ouvimos passos próximos, que desciam (ou subiam) os degraus.

Como se fios energizados e desencapados tivessem tocado nossos corpos, saltamos sincronizados, buscando acomodar nossas rolas rígidas, e eu, resgatando prestemente a marmita, disparei escada acima, com a pica ereta mal enfiada na bermuda desabotoada, eu pedindo aos deuses do inferno que os passos não viessem de cima; fui atendido, vinham de baixo, e um vulto assomou quando eu já endireitava para o lance que me depositava diante da porta do meu apartamento, no qual mergulhei, o coração querendo voar pela boca, a mesma boca que, há pouco, tinha uma deliciosa rola dentro. Eu sentia ainda seu gosto na língua, o que tornaria o almoço mais saboroso...

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Comentários

Foto de perfil de Tito JC

Affff!!! A partir de amanhã passarei a usar mais as escadas, quem sabe tenho essa sorte também...rsrsrs...

Delícia ler essas suas rapidinhas... Bom demais! Abraços e bom FDS.⭐⭐⭐

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Foto de perfil de Claudio_New

Pois é... O deserto da escada é um convite à safadeza... Obrigado pela leitura.

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Foto de perfil de Jota_

Ah, essas situações!! Tem que ter uma outra chance com esses dois novinhos, Cláudio!

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Foto de perfil de Claudio_New

Pois é, Jota! Também acho! Quem sabe, não é? O condomínio não é tão grande... Vai que...

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