**Eu fedeço de propósito.**
Não é exagero. Não é pose. É fetiche puro, sujo e deliberado. Eu acordo, treino, trabalho, ando de ônibus, entro em padaria, feira, farmácia e mercado com as axilas completamente peludas, o suor escorrendo, o cheiro subindo e eu sentindo cada olhar, cada nariz torcido, cada homem que se aproxima e depois se arrepende porque a pancada do meu odor é forte demais. Eu adoro. O tesão que eu sinto quando alguém reclama é maior que qualquer vergonha que ainda sobra. Após o conto, perto da caixa de comentários, deixo caminho para ir para minhas fottos, viddeos e aventuras. leia lá. em meu perfil e nome
Meu marido é corno. Ele tem nojo. Ele diz que não aguenta o cheiro das minhas axilas depois de um dia quente, que o odor da minha bunda depois de treinar ou de uma trilha o deixa enjoado, que o chulé dos meus pés depois de um domingo de preguiça é “insuportável”. Mas ele libera. Ele libera porque sabe que eu volto pra casa com a buceta latejando, o cu aberto e o corpo ainda fedendo do macho que acabei de dominar. Ele só filma ou escuta. Nunca participa. O nojo dele é parte da minha excitação.
Hoje eu vou contar.
Começa na academia.
Eu estava de side plank no tapete. Top cinza molhado de suor no peito e nas costas, short cinza colado, o tecido escuro de tanto suor. O braço erguido, a axila completamente exposta, o tufo preto e denso brilhando de umidade. Gotas escorriam pela lateral do corpo, pingavam no chão. O cheiro já estava forte. Aquele odor ácido, quente, de axila peluda que não conhece desodorante há dias. Eu sentia o ar da academia carregado com o meu próprio fedor e me molhava por dentro.
Um cara mais velho, uns cinquenta, passou perto e virou o rosto.
— Porra, que cheiro é esse?
Eu sorri, sem baixar o braço.
— É meu. Tá incomodando?
Ele bufou e se afastou. Dois jovens no canto se entreolharam e riram baixo. Um deles, de uns vinte e poucos, universitário, ficou olhando. Eu segurei o plank mais tempo de propósito, suando mais, o cheiro subindo. Quando desci, passei a mão na axila e cheirei os dedos na frente dele. Depois lamei.
Ele engoliu seco.
Mais tarde, no vestiário feminino, eu demorei de propósito. Tirei o top e fiquei só de sutiã esportivo, as axilas abertas, o suor escorrendo. Uma mulher reclamou:
— Menina, usa desodorante, pelo amor de Deus.
Eu respondi, calmamente:
— Eu gosto do cheiro. E tem macho que também gosta.
Ela saiu bufando. Eu fiquei.
No caminho de volta pra casa eu peguei um carro por aplicativo. O motorista era jovem, uns vinte e dois, cabelo curto, camiseta simples. Assim que entrei, o cheiro das minhas axilas encheu o carro. Eu estava de blusa sem manga, propositalmente.
Ele franziu o nariz.
— Nossa… tá forte, hein.
Eu olhei pra ele pelo retrovisor.
— Tá sentindo minhas axilas?
Ele hesitou.
— Tô… tá bem forte mesmo.
— Você tem nojo ou tá ficando excitado?
Ele riu nervoso.
— Que isso, senhora…
— Responde. Eu perguntei se você tá sentindo e se tá com vergonha de admitir que o cheiro te deixou duro.
O silêncio durou uns segundos. Depois ele falou baixo:
— Tá forte pra caralho. E… sim. Tô duro.
Eu sorri.
— Bom. Porque eu também tô molhada. Meu marido é corno. Ele não gosta do meu cheiro, mas deixa eu fazer o que eu quiser. Você quer cheirar de verdade? Quer lamber?
Ele engasgou.
— Aqui no carro?
— Não. Me leva até um lugar parado. Ou até o meu prédio. Eu decido.
Ele dirigiu. As mãos tremiam no volante. Eu levantei o braço e passei a axila perto do ombro dele. O cheiro bateu forte. Ele respirou fundo, apesar de si mesmo.
— Porra…
— Continua dirigindo. Quando parar, você vai ajoelhar e cheirar as duas. Depois a bunda. Eu treinei hoje. O cheiro do meu cu tá pesado.
Ele parou num estacionamento vazio perto do meu condomínio. Eu desci, abri a porta de trás e mandei:
— Ajoelha.
Ele ajoelhou no asfalto quente. Eu levantei o braço direito e enfiei a axila na cara dele.
— Cheira fundo. Sem vergonha.
Ele cheirou. O nariz se enterrou no tufo molhado. Eu senti a respiração quente dele contra a pele.
— Mais fundo. Lambe.
A língua saiu. Quente, hesitante no começo, depois mais faminta. Ele lambeu o suor, os pelos, a pele ácida. Eu gemi baixo.
— Agora a outra.
Ele obedeceu. Quando terminou, eu virei de costas, abaixei o short e a calcinha até as coxas e empinhei a bunda na altura do rosto dele.
— Agora aqui. Entre as nádegas. O cheiro tá forte. Eu sei.
Ele aproximou o rosto. O primeiro cheiro foi uma pancada. Eu senti o corpo dele travar.
— Porra… que fedor…
— Continua. Lambe o cu. Agora.
A língua dele tocou o meu ânus suado. Quente, úmido, com o odor característico de quem suou horas e não se limpou direito. Eu empurrei a bunda contra a cara dele.
— Mais. Abre com as mãos e lambe fundo.
Ele abriu. A língua entrou. Eu gemia, olhando em volta pra ver se alguém passava. Ninguém. Só o barulho da língua molhada e da respiração dele ofegante.
— Agora sobe. Me fode o cu. Aqui mesmo.
Ele se levantou, tirou o pau duro e enfiou. Sem muito preparo. O cu resistiu e depois cedeu. Eu soltei um gemido alto.
— Isso. Fundo. Me arromba enquanto eu ainda tô fedendo.
Ele fodeu. Rápido, nervoso, as mãos na minha cintura. Eu sentia o suor escorrendo pelas minhas costas e caindo nele. A cada estocada o cheiro da minha bunda subia mais. Ele gozou rápido, dentro, gemendo baixo.
Eu puxei a calcinha e o short.
— Agora me leva até em casa. E não lava a cara. Quero que você cheire meu cu o resto do dia.
Ele obedeceu.
Em casa, meu marido estava na sala. Eu entrei suada, fedendo a sexo e a axila.
— Foi bom? — ele perguntou, a voz neutra.
— Foi. Ele lambeu tudo e me fodeu o cu no estacionamento. Quer cheirar?
Ele balançou a cabeça, enjoado.
— Não.
— Então filma a próxima.
E teve próxima.
Dias depois eu marquei com um universitário de vinte anos que eu conheci na academia. Ele tinha me olhado demais naquele dia do side plank. Eu mandei mensagem:
“Quer vir cheirar minhas axilas de verdade? E a bunda depois do treino?”
Ele veio. Chegou no meu apartamento tremendo. Eu estava de top e short de academia, suada de propósito. Sem desodorante há três dias.
— Tira a camisa e ajoelha — eu mandei.
Ele ajoelhou. Eu sentei no sofá, abri as pernas e levantei os braços.
— Cheira. Uma de cada vez. Sem pressa.
Ele enterrou o rosto. O cheiro era podre, ácido, quase doce de tanto suor acumulado. Ele gemia enquanto lambia. Eu segurava a cabeça dele contra a axila.
— Mais forte. Quero sentir sua língua enfiada nos pelos.
Depois eu virei de quatro no sofá, short e calcinha abaixados.
— Agora a bunda. Eu não limpei depois do treino. O cheiro do meu cu tá pesado.
Ele aproximou o rosto e engasgou.
— Nossa senhora…
— Continua. Lambe até eu mandar parar.
Ele lambeu. Longo. A língua subindo e descendo no rego, enfiando no ânus, chupando. Eu gemia alto, olhando pro corredor onde meu marido escutava atrás da porta.
— Agora me fode. No cu. Quero sentir seu pau jovem arrombando enquanto você ainda tá com o gosto da minha merda residual na boca.
Ele enfiou. O pau era grosso pra idade. Eu gritei. Ele fodeu com força, jovem, sem técnica, só tesão. Eu gozei com o cheiro das minhas próprias axilas subindo e o som da língua dele ainda ecoando na memória.
Quando ele gozou dentro, eu mandei:
— Chupa o pau agora. Limpa com a boca. Quero ver você engolir o que saiu do meu cu.
Ele obedeceu, o rosto vermelho de vergonha e tesão.
Teve o empresário de setenta e dois também.
Homem rico, apartamento grande, cheiro de perfume caro que eu destruí em minutos. Eu cheguei depois de uma trilha de manhã. Suada, as axilas pretas de pelos molhados, a bunda com o cheiro forte de quem caminhou horas sob o sol. Ele abriu a porta e franziu o nariz.
— Nossa…
— É o meu cheiro natural. Você disse que queria conhecer. Então conhece.
Eu o empurrei pra dentro, fechei a porta e mandei ele ajoelhar. O homem de terno caro ajoelhou no mármore. Eu levantei a blusa e enfiei a axila na cara dele.
— Cheira, velho. Isso é o que uma mulher de verdade fede depois de viver.
Ele cheirou. No começo com nojo, depois com a respiração acelerada. Eu fiz ele lamber as duas axilas até a língua doer. Depois baixei a calça de trilha e empinhei.
— Agora a bunda. O cheiro tá mais forte. Eu peidei várias vezes na trilha e não limpei.
Ele aproximou o rosto e quase recuou. Eu segurei a cabeça dele.
— Não foge. Lambe.
A língua velha, mais lenta, mas obediente. Ele lambeu meu cu suado por longos minutos. Eu gemia, dominando.
— Agora me fode. No cu. Devagar. Eu quero sentir cada centímetro do seu pau velho entrando enquanto você ainda tá com o gosto da minha bunda na boca.
Ele enfiou. O pau não era tão duro quanto o dos jovens, mas era grosso e ele sabia usar. Eu controlei o ritmo, mandando ele ir mais fundo, mais devagar, mais rápido. Quando gozei, apertei o cu dele e forcei ele a gozar dentro.
Depois eu sentei na cama e levantei os pés.
— Agora os pés. Eu usei a mesma meia o final de semana inteiro. O chulé tá forte.
Ele cheirou as solas. Lambeu entre os dedos. Eu sentia o nojo e o tesão brigando no rosto dele e isso me deixava ainda mais molhada.
Teve vizinho do prédio.
Teve o cara da casa de praia que eu seduzi durante um fim de semana.
Teve o motorista de aplicativo de novo, outro, mais velho.
Em todos eu fazia a mesma coisa: forçava o cheiro primeiro. Axilas. Bunda. Pés. Só depois o pau. E sempre anal. Sempre. Porque eu gosto de sentir o cu sendo aberto enquanto o homem ainda está intoxicado pelo meu fedor.
Meu marido continua liberando. Continua com nojo. Continua me esperando em casa com a câmera pronta ou só com a porta entreaberta pra escutar.
E eu continuo suando, fedendo, dominando.
Porque o tesão de ver um homem ajoelhado, engasgando com o cheiro das minhas axilas peludas e depois lambendo meu cu suado é maior que qualquer vergonha que o mundo ainda tenta me impor.
E eu não pretendo parar.