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Meus CHEIROS NATURAIS são minhas ARMAS e meus fetiches para DOMINAR.

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Um conto erótico de Dominadora
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1774 palavras
Data: 05/08/2026 16:56:07

**Eu fedeço de propósito.**

Não é exagero. Não é pose. É fetiche puro, sujo e deliberado. Eu acordo, treino, trabalho, ando de ônibus, entro em padaria, feira, farmácia e mercado com as axilas completamente peludas, o suor escorrendo, o cheiro subindo e eu sentindo cada olhar, cada nariz torcido, cada homem que se aproxima e depois se arrepende porque a pancada do meu odor é forte demais. Eu adoro. O tesão que eu sinto quando alguém reclama é maior que qualquer vergonha que ainda sobra. Após o conto, perto da caixa de comentários, deixo caminho para ir para minhas fottos, viddeos e aventuras. leia lá. em meu perfil e nome

Meu marido é corno. Ele tem nojo. Ele diz que não aguenta o cheiro das minhas axilas depois de um dia quente, que o odor da minha bunda depois de treinar ou de uma trilha o deixa enjoado, que o chulé dos meus pés depois de um domingo de preguiça é “insuportável”. Mas ele libera. Ele libera porque sabe que eu volto pra casa com a buceta latejando, o cu aberto e o corpo ainda fedendo do macho que acabei de dominar. Ele só filma ou escuta. Nunca participa. O nojo dele é parte da minha excitação.

Hoje eu vou contar.

Começa na academia.

Eu estava de side plank no tapete. Top cinza molhado de suor no peito e nas costas, short cinza colado, o tecido escuro de tanto suor. O braço erguido, a axila completamente exposta, o tufo preto e denso brilhando de umidade. Gotas escorriam pela lateral do corpo, pingavam no chão. O cheiro já estava forte. Aquele odor ácido, quente, de axila peluda que não conhece desodorante há dias. Eu sentia o ar da academia carregado com o meu próprio fedor e me molhava por dentro.

Um cara mais velho, uns cinquenta, passou perto e virou o rosto.

— Porra, que cheiro é esse?

Eu sorri, sem baixar o braço.

— É meu. Tá incomodando?

Ele bufou e se afastou. Dois jovens no canto se entreolharam e riram baixo. Um deles, de uns vinte e poucos, universitário, ficou olhando. Eu segurei o plank mais tempo de propósito, suando mais, o cheiro subindo. Quando desci, passei a mão na axila e cheirei os dedos na frente dele. Depois lamei.

Ele engoliu seco.

Mais tarde, no vestiário feminino, eu demorei de propósito. Tirei o top e fiquei só de sutiã esportivo, as axilas abertas, o suor escorrendo. Uma mulher reclamou:

— Menina, usa desodorante, pelo amor de Deus.

Eu respondi, calmamente:

— Eu gosto do cheiro. E tem macho que também gosta.

Ela saiu bufando. Eu fiquei.

No caminho de volta pra casa eu peguei um carro por aplicativo. O motorista era jovem, uns vinte e dois, cabelo curto, camiseta simples. Assim que entrei, o cheiro das minhas axilas encheu o carro. Eu estava de blusa sem manga, propositalmente.

Ele franziu o nariz.

— Nossa… tá forte, hein.

Eu olhei pra ele pelo retrovisor.

— Tá sentindo minhas axilas?

Ele hesitou.

— Tô… tá bem forte mesmo.

— Você tem nojo ou tá ficando excitado?

Ele riu nervoso.

— Que isso, senhora…

— Responde. Eu perguntei se você tá sentindo e se tá com vergonha de admitir que o cheiro te deixou duro.

O silêncio durou uns segundos. Depois ele falou baixo:

— Tá forte pra caralho. E… sim. Tô duro.

Eu sorri.

— Bom. Porque eu também tô molhada. Meu marido é corno. Ele não gosta do meu cheiro, mas deixa eu fazer o que eu quiser. Você quer cheirar de verdade? Quer lamber?

Ele engasgou.

— Aqui no carro?

— Não. Me leva até um lugar parado. Ou até o meu prédio. Eu decido.

Ele dirigiu. As mãos tremiam no volante. Eu levantei o braço e passei a axila perto do ombro dele. O cheiro bateu forte. Ele respirou fundo, apesar de si mesmo.

— Porra…

— Continua dirigindo. Quando parar, você vai ajoelhar e cheirar as duas. Depois a bunda. Eu treinei hoje. O cheiro do meu cu tá pesado.

Ele parou num estacionamento vazio perto do meu condomínio. Eu desci, abri a porta de trás e mandei:

— Ajoelha.

Ele ajoelhou no asfalto quente. Eu levantei o braço direito e enfiei a axila na cara dele.

— Cheira fundo. Sem vergonha.

Ele cheirou. O nariz se enterrou no tufo molhado. Eu senti a respiração quente dele contra a pele.

— Mais fundo. Lambe.

A língua saiu. Quente, hesitante no começo, depois mais faminta. Ele lambeu o suor, os pelos, a pele ácida. Eu gemi baixo.

— Agora a outra.

Ele obedeceu. Quando terminou, eu virei de costas, abaixei o short e a calcinha até as coxas e empinhei a bunda na altura do rosto dele.

— Agora aqui. Entre as nádegas. O cheiro tá forte. Eu sei.

Ele aproximou o rosto. O primeiro cheiro foi uma pancada. Eu senti o corpo dele travar.

— Porra… que fedor…

— Continua. Lambe o cu. Agora.

A língua dele tocou o meu ânus suado. Quente, úmido, com o odor característico de quem suou horas e não se limpou direito. Eu empurrei a bunda contra a cara dele.

— Mais. Abre com as mãos e lambe fundo.

Ele abriu. A língua entrou. Eu gemia, olhando em volta pra ver se alguém passava. Ninguém. Só o barulho da língua molhada e da respiração dele ofegante.

— Agora sobe. Me fode o cu. Aqui mesmo.

Ele se levantou, tirou o pau duro e enfiou. Sem muito preparo. O cu resistiu e depois cedeu. Eu soltei um gemido alto.

— Isso. Fundo. Me arromba enquanto eu ainda tô fedendo.

Ele fodeu. Rápido, nervoso, as mãos na minha cintura. Eu sentia o suor escorrendo pelas minhas costas e caindo nele. A cada estocada o cheiro da minha bunda subia mais. Ele gozou rápido, dentro, gemendo baixo.

Eu puxei a calcinha e o short.

— Agora me leva até em casa. E não lava a cara. Quero que você cheire meu cu o resto do dia.

Ele obedeceu.

Em casa, meu marido estava na sala. Eu entrei suada, fedendo a sexo e a axila.

— Foi bom? — ele perguntou, a voz neutra.

— Foi. Ele lambeu tudo e me fodeu o cu no estacionamento. Quer cheirar?

Ele balançou a cabeça, enjoado.

— Não.

— Então filma a próxima.

E teve próxima.

Dias depois eu marquei com um universitário de vinte anos que eu conheci na academia. Ele tinha me olhado demais naquele dia do side plank. Eu mandei mensagem:

“Quer vir cheirar minhas axilas de verdade? E a bunda depois do treino?”

Ele veio. Chegou no meu apartamento tremendo. Eu estava de top e short de academia, suada de propósito. Sem desodorante há três dias.

— Tira a camisa e ajoelha — eu mandei.

Ele ajoelhou. Eu sentei no sofá, abri as pernas e levantei os braços.

— Cheira. Uma de cada vez. Sem pressa.

Ele enterrou o rosto. O cheiro era podre, ácido, quase doce de tanto suor acumulado. Ele gemia enquanto lambia. Eu segurava a cabeça dele contra a axila.

— Mais forte. Quero sentir sua língua enfiada nos pelos.

Depois eu virei de quatro no sofá, short e calcinha abaixados.

— Agora a bunda. Eu não limpei depois do treino. O cheiro do meu cu tá pesado.

Ele aproximou o rosto e engasgou.

— Nossa senhora…

— Continua. Lambe até eu mandar parar.

Ele lambeu. Longo. A língua subindo e descendo no rego, enfiando no ânus, chupando. Eu gemia alto, olhando pro corredor onde meu marido escutava atrás da porta.

— Agora me fode. No cu. Quero sentir seu pau jovem arrombando enquanto você ainda tá com o gosto da minha merda residual na boca.

Ele enfiou. O pau era grosso pra idade. Eu gritei. Ele fodeu com força, jovem, sem técnica, só tesão. Eu gozei com o cheiro das minhas próprias axilas subindo e o som da língua dele ainda ecoando na memória.

Quando ele gozou dentro, eu mandei:

— Chupa o pau agora. Limpa com a boca. Quero ver você engolir o que saiu do meu cu.

Ele obedeceu, o rosto vermelho de vergonha e tesão.

Teve o empresário de setenta e dois também.

Homem rico, apartamento grande, cheiro de perfume caro que eu destruí em minutos. Eu cheguei depois de uma trilha de manhã. Suada, as axilas pretas de pelos molhados, a bunda com o cheiro forte de quem caminhou horas sob o sol. Ele abriu a porta e franziu o nariz.

— Nossa…

— É o meu cheiro natural. Você disse que queria conhecer. Então conhece.

Eu o empurrei pra dentro, fechei a porta e mandei ele ajoelhar. O homem de terno caro ajoelhou no mármore. Eu levantei a blusa e enfiei a axila na cara dele.

— Cheira, velho. Isso é o que uma mulher de verdade fede depois de viver.

Ele cheirou. No começo com nojo, depois com a respiração acelerada. Eu fiz ele lamber as duas axilas até a língua doer. Depois baixei a calça de trilha e empinhei.

— Agora a bunda. O cheiro tá mais forte. Eu peidei várias vezes na trilha e não limpei.

Ele aproximou o rosto e quase recuou. Eu segurei a cabeça dele.

— Não foge. Lambe.

A língua velha, mais lenta, mas obediente. Ele lambeu meu cu suado por longos minutos. Eu gemia, dominando.

— Agora me fode. No cu. Devagar. Eu quero sentir cada centímetro do seu pau velho entrando enquanto você ainda tá com o gosto da minha bunda na boca.

Ele enfiou. O pau não era tão duro quanto o dos jovens, mas era grosso e ele sabia usar. Eu controlei o ritmo, mandando ele ir mais fundo, mais devagar, mais rápido. Quando gozei, apertei o cu dele e forcei ele a gozar dentro.

Depois eu sentei na cama e levantei os pés.

— Agora os pés. Eu usei a mesma meia o final de semana inteiro. O chulé tá forte.

Ele cheirou as solas. Lambeu entre os dedos. Eu sentia o nojo e o tesão brigando no rosto dele e isso me deixava ainda mais molhada.

Teve vizinho do prédio.

Teve o cara da casa de praia que eu seduzi durante um fim de semana.

Teve o motorista de aplicativo de novo, outro, mais velho.

Em todos eu fazia a mesma coisa: forçava o cheiro primeiro. Axilas. Bunda. Pés. Só depois o pau. E sempre anal. Sempre. Porque eu gosto de sentir o cu sendo aberto enquanto o homem ainda está intoxicado pelo meu fedor.

Meu marido continua liberando. Continua com nojo. Continua me esperando em casa com a câmera pronta ou só com a porta entreaberta pra escutar.

E eu continuo suando, fedendo, dominando.

Porque o tesão de ver um homem ajoelhado, engasgando com o cheiro das minhas axilas peludas e depois lambendo meu cu suado é maior que qualquer vergonha que o mundo ainda tenta me impor.

E eu não pretendo parar.

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Comentários

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fiquei com um casal vez que quando eles iam ela nao tomava banho e tinha gozar para chupar ela vedendo e suja

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