**Bom dia, meus amores safados.**
Eu trouxe uma aventura que vai deixar vocês babando, com a porra escorrendo e a cabeça doendo de tanto tesão. Se você é macho de verdade e lê até o final, vai ficar viciado nessa vadia. Vai querer saber cada detalhe sujo, cada peido, cada gemido, cada gota de merda misturada com leite. Porque eu sou assim. E o corno filma tudo. E os machos me comem suja. E eu amo. Veja o caminho para meus víddeos e fottos abaixo, perto da caixa decomentários. tá pertode meu nome e no perfil.
A viagem pra Bonito, no interior de Pernambuco, começou com um convite sujo. Dois caras que eu conheci online — Paulo e Marcos — mandaram mensagem: “Vem pro hotel. Traz o corno. A gente quer te ver de empregada e te arrombar.” Eu aceitei na hora. Arrastei o Eduardo, aquele otário que só serve pra segurar a câmera e bater uma escondido enquanto outros paus me destroem. Ele adora. O idiota fica de pau mole a maior parte do tempo, mas os olhos brilham quando me vêem de quatro, suja, gemendo pro pau de outro.
Chegamos no quarto no meio da tarde. O ar quente e úmido daquele interior grudava na pele. Eu já tava suada por baixo da roupinha de empregada. Vestidinho curto de bolinhas pretas, babados brancos na barra da saia, cinto apertando a cintura grossa, calcinha fio dental preta enfiada no meio da bunda. Meia 7/8 com liga na coxa. Cabelo preto longo caindo pelas costas. Os peitos pesados quase saltando do decote. Eu me olhei no espelho e já senti a buceta latejando.
— Olha pra cá, sua vadia gostosa — disse o Paulo, já com o celular na mão, filmando. Alto, musculoso, barba rala, volume grosso na bermuda. Ao lado, o Marcos, mais magro, pau longo, sorriso de quem já tava imaginando meu cu aberto.
O Eduardo ficou no canto, ajustando a câmera principal, calado como sempre.
Eu virei de costas, levantei a saia devagar e rebolei. A bunda carnuda balançava, as nádegas se batendo levemente. Puxei a calcinha pro lado com dois dedos e mostrei o cu. Aqueles lábios escuros e carnudos, o buraquinho meio fechado, mas já piscando de tesão.
— Gostam dessa bundona, seus safados? Olhem como ela balança pra vocês. Meu cuzinho tá pedindo pau, né? Tá pedindo pra ser arrombado enquanto o corno filma.
Paulo se aproximou, passou a mão grossa na minha bunda e deu um tapa seco. O som ecoou no quarto.
— Que bunda gostosa, porra. Cheira isso aqui.
Ele enfiou o nariz entre as nádegas e cheirou fundo. Eu senti o ar quente do nariz dele e soltei um gemido.
— Hmm… já tá com cheiro de puta suada. Adoro.
Marcos filmava de perto, zoom no meu cu. Eu abri mais as pernas, me inclinei sobre a cama e empinhei. A calcinha já tava molhada. A buceta inchada, os lábios grossos se abrindo um pouco, o clitóris latejando.
— Puxa mais. Mostra essa buceta carnuda pro corno e pra gente.
Eu puxei a calcinha com força pro lado e passei o dedo no meio. Estava escorregadia. O cheiro do meu corpo — perfume barato misturado com suor de viagem e o cheiro natural da minha bunda — começou a dominar o quarto. Eu adoro esse cheiro. Os machos também.
Fiquei um tempão posando. De quatro na cama, de pé com as mãos no quadril, sentada de pernas abertas na beira da cama mostrando a buceta. A cada pose o Paulo mandava:
— Abre mais. Empina. Peida um pouco pra gente ouvir.
Eu soltei um peidinho seco, baixo, só pra provocar. O cheiro subiu rápido. Os dois riram, o Eduardo engoliu seco.
Foi aí que a dor de barriga veio. Do nada. Uma cólica forte, quente, que me fez fechar os olhos e segurar a barriga.
— Porra… — eu murmurei. — Tá doendo pra caralho.
Não deu tempo. Eu saí correndo pro banheiro, a saia ainda levantada, a calcinha torta. Sentei no vaso com as pernas bem abertas, o vestido de empregada ainda no corpo, e não consegui segurar.
O primeiro peido saiu alto, longo, molhado. Depois veio a merda. Quente, mole, quase líquida. Saiu com força, um jato grosso que bateu na água e fez barulho. Eu gemi. Não de dor. De alívio e de tesão. Porque eu sabia que eles estavam filmando. O Paulo estava na porta com o celular. O Marcos atrás dele. O Eduardo com a câmera principal, zoom total no meu cu enquanto eu cagava.
— Ahhh, caralho… tá saindo tudo… — eu gemia, empurrando mais. Outro peido saiu, mais fedorento ainda. A merda continuava caindo, em pedaços moles e quentes. O cheiro invadiu o banheiro inteiro. Aquele cheiro podre, ácido, quente, de merda fresca misturada com o suor da minha bunda. Eu senti o ar ficar pesado. E eu adoro.
— Olha isso, porra — Paulo falou, a voz rouca. — A vadia tá cagando gostoso. Cheira isso, Marcos.
Marcos se aproximou, enfiou o celular bem perto e cheirou.
— Puta que pariu, que fedor delicioso. Continua. Empurra mais.
Eu empurrei. Mais merda saiu. Eu abria e fechava o cu, soltando peidos enquanto a merda escorria. As mãos nas coxas, as unhas cravadas, a cabeça jogada pra trás.
— Tá vendo, corno? Tua mulher tá cagando na frente dos machos e eles tão filmando. Tá gostando, seu otário?
O Eduardo não respondeu. Só manteve a câmera firme.
Quando finalmente parou, eu ainda estava sentada. O cu sujo, a merda grudada nos pelos e na pele. Eu não limpei. Levantei, a saia ainda levantada, e voltei pro quarto com o cu melado.
— Vem, seus filhos da puta. Sem limpar. Quero pau agora.
Paulo me empurrou de quatro na cama. A saia de empregada foi levantada até a cintura. A calcinha foi puxada pro lado. O pau dele já estava duro, grosso, a cabeça inchada. Ele esfregou a cabeça no meu cu sujo primeiro. A merda grudou na glande.
— Porra, tá melado de merda — ele falou, rindo. — Que delícia.
Ele enfiou na buceta primeiro. Uma estocada funda, molhada. Eu gritei. A buceta já estava inchada e escorregadia de excitação. O pau grosso abriu tudo, as bolas batendo na minha bunda suja.
— Ahhh, caralho! Mete forte, seu puto! Fode essa buceta de vadia!
Marcos se posicionou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupei com força, babando, olhando pro corno.
— Filma bem, Eduardo. Filma tua mulher chupando pau enquanto leva outro na buceta, ainda suja de merda.
O cheiro era insano. Suor, sexo, merda residual, saliva. Paulo fodia com força, as mãos apertando minhas nádegas, abrindo elas pra ver o cu sujo. A cada estocada um pouco de ar escapava, peidos baixos, fedorentos.
— Peida no meu pau, vadia — ele mandou.
Eu empurrei. Um peido saiu ao redor do pau dele, molhado. O cheiro explodiu. Ele gemeu alto e fodeu mais rápido.
— Porra, que fedor gostoso. Continua.
Depois de um tempo ele tirou da buceta e enfiou no cu. Sem aviso. O cu ainda estava sujo, afrouxado da cagada. O pau grosso abriu tudo de uma vez. Eu gritei de dor e prazer.
— Ahhh, caralho! Tá arrombando! Mete fundo, seu filho da puta!
Ele meteu. Fundo. Até as bolas. O cu fez barulho molhado, sujo. A merda residual saía junto com o pau, grudando nele. Ele tirou quase todo e enfiou de novo. O som era obsceno. Chap, chap, molhado, sujo.
— Olha o pau saindo melado de merda — Marcos falou, filmando de perto. — Que puta imunda.
Eu estava babando no pau de Marcos, gemendo alto a cada estocada. O corno filmava tudo. Eu olhei pra ele e falei, a voz embargada:
— Tá vendo, corno? Seu pauzinho nunca ia aguentar isso. Só serve pra filmar enquanto os machos me destroem.
Paulo fodia sem dó. O cu fazia peidos a cada retirada. O cheiro estava insuportável e delicioso ao mesmo tempo. Suor escorria pelas minhas costas, pelas coxas. A saia de empregada amassada, o babado branco sujo.
Ele tirou o pau e mandou:
— Chupa agora. Chupa o pau melado de merda.
Eu virei o rosto. O pau estava marrom, fedorento, brilhando. O cheiro subiu direto pro meu nariz. Eu hesitei um segundo e depois abocanhei. O gosto era amargo, podre, salgado. Eu chupei mesmo assim, a língua rodando, limpendo a merda com a saliva. Os dois riram.
— Que puta nojenta. Adora.
Depois eu voltei de quatro. Paulo enfiou de novo no cu. Marcos se posicionou embaixo de mim e enfiou na buceta. Dois paus. Eu gritei.
— Ahhh, porra! Dois pau me arrombando! Fodem forte!
Eles foderam em ritmo. Um entrava enquanto o outro saía. O cu e a buceta se apertavam, o peido escapava, o cheiro misturava tudo — merda, porra que já começava a vazar, suor, saliva. Eu gozei ali mesmo, tremendo, a buceta contraindo no pau de Marcos, o cu apertando o de Paulo.
— Vou gozar — Paulo grunhiu. — Toma leite no cu sujo!
Ele enterrou fundo e jorrou. Quente, grosso, enchendo. Eu senti o esperma misturando com a merda residual. Quando ele tirou, a mistura escorreu pela minha bunda, grossa, fedorenta. Marcos gozou logo depois na buceta, mais jatos quentes.
Eu caí de lado, pernas abertas, o cu e a buceta abertos, escorrendo. O Eduardo aproximou a câmera.
— Filma o estrago, corno. Mostra como fica a buceta e o cu de uma vadia de verdade depois de ser comida suja.
Eles filmavam. Eu abria as nádegas com as mãos, mostrando tudo. O cheiro estava tão forte que o quarto inteiro fedia.
Mas não acabou.
Ainda de noite tivemos mais. Eu chupei os dois de joelhos, alternando, a boca fedendo a sexo e merda residual. Depois deitei de lado e Marcos me comeu a buceta enquanto Paulo enfiava na minha boca. Depois Paulo me fodeu o cu de novo, mais devagar, esticando, até gozar outra vez. Eu masturbei e gozei alto, dedos enfiados na buceta melada de porra.
No dia seguinte acordei ainda suja. O cheiro do meu corpo era intenso. Eu fui pro banheiro, sentei no vaso de novo só pra provocar, soltei um peido longo e eles filmavam rindo.
— Vocês são uns porcos — eu falei, sorrindo. — Mas eu adoro.
Depois foi pro chuveiro. Paulo entrou comigo, me prensou na parede molhada e me fodeu de pé, a água misturando com os sucos. Marcos filmava. Eu gozei rápido, pernas tremendo.
Ainda no quarto, de joelhos, eu chupei os dois até eles gozarem na minha cara. Jatos quentes, pegajosos, o cheiro forte de sêmen misturado com o que ainda restava do dia anterior. Eu passei a mão no rosto e lambia os dedos, olhando pro corno.
— Toma, Eduardo. Sua mulher tá coberta de porra de outro. E você só filma.
Eles foram embora no final da manhã. Eu fiquei no quarto com o Eduardo, o corpo marcado, o cu ainda aberto, o cheiro impregnado na pele. Ele queria me comer. Eu não deixei.
— Não. Você só filma. Os machos me comem. Você registra.
Ele obedeceu, como sempre.
E é isso. Essa foi a noite em Bonito. Suja, fedida, deliciosa. Eu continuei com o cu aberto e o corpo cheirando a sexo e merda residual por horas. O corno continuou filmando cada detalhe. E eu, bem… eu só queria mais.