🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Nenhum caminhoneiro sobrevive um mês sem sexo na estrada

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 4024 palavras
Data: 05/08/2026 14:36:00
Última revisão: 11/08/2026 15:16:11

Pra alguém que passava boa parte do tempo calado e observando o mundo ao redor, Cândido até que tava animado na viagem pra casa de praia da família do padrasto. Ele sentou na parte de trás da HB20, pôs a mochila ao lado, no banco, tirou a câmera profissional do bolso da frente e se preparou pra fazer o que mais gostava.

- Bora, mulher. Cadê as bolsas? – Aloízio apressou a esposa.

- Tô indo, homem, tá tudo aqui. Botei na mala. Rumo a Iguaba, hahaha! – Madalena espalhou as mechas loiras, sentou no banco do carona e retocou o batom vermelho no espelho retrovisor. – Filho, você vai AMAR o pessoal de Iguaba. O irmão do Aloízio é gente boa, a mulher dele também. Eles têm dois filhos da sua idade.

- Podemos ir, ou alguém esqueceu alguma coisa? – o maridão bateu a porta do carro, virou a chave na ignição e se preparou pra partir.

- Vamo, amor, liga o ar. – a mãe do Cândido pediu.

- É pra já, minha gostosa. – o bigodudo obedeceu.

Madalena e Aloízio eram recém casados e moravam juntos há poucos meses, desde que ela foi viver com ele no bairro da Freguesia. Ela trabalhava de segunda a sábado numa clínica de estética na Barra da Tijuca e ele tava no fim das férias na companhia de ônibus, então o feriadão de Tiradentes veio na hora certa pro casal tirar um tempo junto... Ainda que na companhia dos filhos.

- Não sei por que eu tenho que ir na lua de mel de vocês. – Bruno, filho único do Aloízio, também estava no banco de trás da HB20. – Vou perder quatro dias de treino por causa dessa bobeira, que sacanagem.

- Nada, filhote. É bom fazer uma pausa de vez em quando. Fora que teu tio tá doido pra te ver, tu sabe como ele leva luta a sério. O que não vai faltar em Iguaba é treino, Terrier. – Aloízio programou o trajeto no aplicativo, apoiou o celular no suporte do para-brisa e tirou o carro da garagem do prédio.

- Eu tenho certeza que Candinho vai adorar tirar foto na praia. Ele já não gosta, né? Hahahah. – a coroa viu o filho com a câmera e fez pose pra foto, toda dondoca no óculos de sol.

- Vamo ver se dessa vez ele arranja uma namoradinha. Tá na hora, moleque. 18 anos já. – o padrasto encarou Candinho pelo espelho retrovisor e alisou o bigodão grosso. – Ó o Terrier. É uma atrás da outra, meu filho é brabo. Atleta, lutador, pegador e não para, é uma atrás da outra. Puxou o pai dele, tehehe!

- É o quê, Aloízio?! – a mãe do Candinho não gostou.

- Antes de conhecer você, minha gostosa. Eu era o bicho, hoje não sou mais. – explicou Aloízio.

- Ah, bem. Acho bom mesmo. Se um dia eu pegar você na cama com outra, não sei nem o que eu seria capaz de fazer. Acho que acabo com os dois. Primeiro a piranha, depois o senhorito.

- Que isso, gostosa? Acha que eu te trocaria por outra mulher? Nunca. Hehehe. – ele riu de nervoso e voltou a falar com o enteado. – Tu tem que ser mais parecido com teu irmão, Candinho.

- Irmão é o caralho, duvido. Não tenho irmão baitola. – Bruno cuspiu pra fora da janela.

- Respeita o Candinho, Terrier. Tá maluco, seu moleque? – o paizão berrou no banco do motorista.

- Meu filho não é isso que você falou, Bruno. A questão do Candinho é que ele puxou à mãe. É um rapaz sensível, só isso. Ele não vai se envolver com qualquer uma, conheço meu filhão. – a mãe logo defendeu o filhote.

- É, minha gostosa. Mas sensível demais, as mulheres não gostam. Tem que ser macho também, não faz mal a ninguém. Mulher gosta de virilidade, não de homem delicado.

- Não começa de machismo, Aloízio.

- Não é machismo, mulher, é como as coisas são. É assim desde que o mundo é mundo, homem tem que ser macho. Pode ver que filho meu é macho que nem o pai. – o bigodudo se achou, flexionou os braços e mostrou os muques, agiu que nem ogro.

Enquanto os três discutiam a seu respeito, o fotógrafo não tava nem aí pra falação da família. Com a câmera nas mãos, sua única preocupação era registrar a passagem dos carros e da Ponte Rio-Niterói na janela da HB20, a ponto de nem o cabelo loiro batendo no rosto ser suficiente pra tirá-lo do foco da fotografia. Até do anel de bronze no dedo ele tirava foto.

- Eu sei que tu tá ouvindo. Esquenta não... – Bruno falou o mais baixo que pôde, chegou perto e cuspiu as palavras. – Um dia eu vou revelar pra eles quem tu é de verdade, seu fingido. Seu cínico... Falso... Me aguarde.

Em resposta, Cândido virou a câmera lentamente, analisou cada detalhe do irmão postiço através da lente e fez cinco cliques simultâneos, fotografando as feições brutas e a expressão de revoltado do atleta. O canto esquerdo do lábio ameaçou mexer, tremeu, e a mera pretensão de deboche no rosto dele fez Bruno ranger os dentes, mas dessa vez ele deixou passar.

Dessa vez...

Depois de muita discussão, fotos, congestionamento e duas horas de viagem, Aloízio sentiu a bexiga lotar e o estômago roncar. O carro precisou de combustível e a família concordou em fazer uma parada em Rio Bonito, pra abastecer, almoçar e usar o banheiro. Exceto Cândido, que saiu do carro com a câmera, mas não seguiu os parentes.

- Você não vem? – a mãe quis saber.

Ele fez que não com a cabeça, improvisou uma careta e alisou a barriga.

- Ainda tá com o café da manhã no estômago, meu filho? Coitado...

- Aproveita, Candinho. O banheiro fica pra lá. – Aloízio indicou a direção com o queixo.

- Olha lá... Cuidado, moleque. – Bruno não se segurou. – Sabe o que os caminhoneiros fazem em banheiro de posto, não sabe? Teheheh.

- Deixa ele, Terrier. Tu também, hein? Gosta de provocar teu irmão. – Aloízio puxou o filho pelo braço, em direção ao restaurante.

- Já falei que não tenho irmão bicha, sai fora.

- Sai fora é o caralho, vem aqui que eu tô falando contigo.

Os três andaram pra dentro da churrascaria, Cândido ficou sozinho do lado da HB20 e observou o mundo pela lente da câmera, como gostava de fazer.

Primeiro, ele fotografou a parada dos ônibus de viagem no alto da estrada, onde havia uma fila de gente aguardando pela próxima condução. Em seguida, o posto de combustível e as carretas estacionadas ao longo do acostamento. Por fim, ele escutou barulho de ferro batendo, aproximou o foco da câmera e flagrou um ajudante de caminhão desempilhando sacas de batata em cima da carreta.

- Quarenta e nove. Cinquenta! – o homem berrava, a cada saco que jogava pro outro ajudante.

Era um sujeito careca, barbudo e caucasiano, da pele bege e com muitos pelos nos antebraços. No máximo 38 anos, peitoral estufado na blusa justa, botinas imundas de EPI, sobrancelhas grossas e muitas veias nas mãos, a calça rente ao corpo.

Ele usava aliança de casamento e Cândido notou as manchas de suor das axilas no momento em que Mariano ergueu os braços pra lançar a saca de batata. Nessa hora, a blusa subiu um pouco na cintura, a calça desceu e acabou revelando a estampa da cueca suada, bem como parte dos pelos púbicos em excesso.

- Vai, só mais um. – o ajudante de caminhão gritou, antes de arremessar o último saco pesado.

A testa suada e o peito ofegante saíram nítidos na câmera. Ele terminou de descarregar a carreta, enxugou o rosto com o braço e sem querer avistou o loiro fotografando lá embaixo, perto do carro. Então desviou o olhar, seus dedos procuraram o membro na calça e ele deu aquela coçada satisfatória que todo homem dá quando acaba o trabalho braçal.

Depois da coçada, outra olhada pra baixo e mais uma vez o olhar dos dois se cruzou, ainda que com a lente da câmera entre eles. Mariano pulou da carreta, fechou as portas de ferro e despreguiçou o corpo, em seguida encarou o fotógrafo pela última vez, apertou a ferramenta novamente e se mandou pra dentro do posto, sumindo no banheiro.

- “Cuidado, moleque. Sabe o que os caminhoneiros fazem em banheiro de posto, não sabe?” – a voz do irmão postiço retornou à mente e a hesitação veio junto.

Cândido olhou o relógio do celular e conferiu a hora. Lembrou da família e concluiu que, pelo visto, ainda demorariam a voltar. Daí abriu a porta do carro, deixou a câmera lá dentro e se retirou em direção ao banheiro do posto de combustível, mesmo sem saber o que ou quem encontraria lá dentro.

Seus passos secos no chão de terra logo se tornaram molhados da umidade, ele atravessou a porta e se viu numa espécie de vestiário improvisado, com caminhoneiros tomando banho, outros mijando no mictório, alguns se vestindo pra ir embora e dois ou três conversando no canto, perto dos armários enferrujados.

Um carreteiro alto e sem blusa que estava próximo dos boxes sanitários tirou Cândido dos pés à cabeça, viu ele passar e cutucou o colega do lado pra olhar também, sendo questão de tempo até a presença do garotão ser notada pelos homens ali dentro.

Ele percebeu os olhares maldosos, disfarçou e caminhou pro mictório, todo tímido, caladão como sempre. Até tentou não olhar muito, mas seus olhos curiosos vasculharam cada canto do banheiro, procuraram pelo careca barbudo e não o encontraram, ou seja, viagem perdida.

De repente uma figura mal-encarada apareceu do lado do Candinho, desceu o zíper da calça e botou a tromba rabugenta pra cuspir mijo na chapa do mictório. Assustado, o novinho virou e teve que olhar pra cima pra conseguir olhar o homem nos olhos, de tão imenso que era.

Cícero tinha cinquenta e tantos anos, pele negra, corpo parrudão de caminhoneiro experiente e era extremamente peludo, parecia um urso maltrapilho. Vestia boné de motorista de caminhão e regata branca imunda de graxa, com os brações de fora, e tinha cecezão pesado. Seus sovacos cabeludos choravam um cheiro forte de ferro, além do barrigão duro e do peitoral cheio de pelos.

Cândido observou as veias largas nos ombros do grandalhão e acompanhou a descida delas pelos braços, antebraços e mãos, até que chegou no picão mole entre os dedos e lhe faltou fôlego, o bichão era imenso. Todo mesmo, dos pés às cabeças, passando pela aliança no dedo.

A rola parecia uma cascavel, um minhocão largo, escuro e da ponta rosa, com o mijão saindo em jatadas, sacão bombado pendurado e uma relva bruta de pentelhos agrisalhados. Veias por todos os lados, prepúcio carnoso e pele em excesso.

Um membro que, só de olhar, deu pra ver o visual gasto e a aparência de que já tinha visitado muitas bucetas ao longo das estradas do país. Eram pra mais de 17cm molenga e a espessura quase do tamanho do pulso do Cândido, agora imagina em estado de ereção. Um monstro, uma verdadeira jeba!

Mais velho e malicioso, Cícero percebeu o olhar curioso e impressionado do rapaz em direção à pica. Ele olhou pra trás, viu que os outros caminhoneiros não tavam prestando atenção no mictório e arregaçou a piroca, botou a glande rosa pra fora.

O cheirão de graxa tomou o nariz do Candinho de assalto, fez as narinas esquentarem e tudo que ele queria era ter a câmera pra registrar o momento.

- Tu tem mais de 18, garoto? – foi a única pergunta do coroa.

O coração veio na boca, mas o loiro foi adiante e fez que sim com a cabeça. Cícero então pegou a mão branca dele e mergulhou na pentelhada suada e fedorenta, aquela pentelhada farta de cinquentão carreteiro que passa o dia inteiro suando na boleia.

O contato imediato com o talo da piroca fez Candinho suar. O peso afundou sua mão e ele mal conseguiu fechar os dedos ao redor dela, a largura ameaçadora não permitiu. Foi só pôr a mão que a lagartona se articulou toda, massificou e deu uma engrossada bonita de se ver, uma obra de arte da anatomia humana.

- Chega aqui. – Cícero lhe puxou pelo braço, entrou num boxe sanitário e fechou a porta. – Ajoelha.

Sua ordem deixou Cândido de pernas tremendo e com um pouco de frio na barriga, porque ele nunca se imaginou ajoelhado no banheiro imundo de um posto de combustível à beira da BR. A cabeçona da giromba alisou seus lábios clarinhos, o negão pediu passagem e encheu-lhe a boca com pelo menos metade do caralho.

- Nunca fez isso, né, garoto? Abre a boca e põe a língua pra fora, anda. Sem frescura. – ensinou o homem.

O gosto era forte, salgado e meio adstringente, sabor de um trabalhador que suou e mijou bastante antes de chegar no banheiro. Candinho ficou um tanto quanto enojado no início, mas os pentelhos abraçaram seu nariz, a testosterona de caminhoneiro espancou seu cérebro e ele não demorou pra começar a mamar com vontade e sede.

- SSSS! Isso. Chupa gostoso, vai. Gosta ou não gosta? Mostra pra mim. – o grandão segurou a cabeça dele e começou a foder sua boca devagar.

O fotógrafo sentiu o pau crescer ainda mais na língua, engrossar, latejar e soltar babosa. Ele babou a pica inteira, seus olhos lacrimejaram de nervoso e o nariz entupiu nos feromônios, mas tanto ele quanto Cícero não quiseram parar.

Um precisava esvaziar a cisterna, o outro não suportava mais aquela sede intragável que sentia todos os dias, sede que não tinha fim.

- Respira fundo que eu vou lá dentro, se prepara. – o negão segurou a cabeça dele com as mãos calejadas, controlou o ritmo e o engasgou devagar, com malícia e disciplina.

No início, Cícero entrou lento e deixou o garoto se acostumar com o tamanho, mas depois foi ficando profundo e o sacão pesado deu a primeira imprensada no queixo. A glande imensa deslizou na língua quente, escorregou no céu da boca e pressionou a garganta do loirinho, daí ele tossiu e teve que dar uma pausa pra recuperar o fôlego antes de voltar a se atracar na vara.

- AAARGH! Calma, respira pelo nariz. Isso, assim... Tá indo bem pra primeira vez, garoto. Hehehe. – grunhiu o coroa, sua voz rouca de tesão.

Após o primeiro engasgo, Cândido passou a engasgar de vez em quando e seu corpo deu pequenos espasmos, mas ele não recuou. Pelo contrário, quando Cícero puxava um pouco pra trás, ele seguia com a garganta emperrada na ponta do caralho, gargarejando e querendo mais.

A saliva escorrendo pelo queixo, pingando no chão sujo do banheiro, seus olhos vermelhos e fixos no tufo de pelos grisalhos no talo do caralho.

- Vou no fundo outra vez, prepara. FFFF!

Dito e feito. O grandão viu que ele acostumou com a sensação de ter a goela ferroada, começou a meter mais fundo e cavou a garganta do Candinho com a piroca grossa, sem pena de botar o moleque pra chorar de verdade. Não só isso: Cícero meteu e ainda ficou bons segundos lá dentro, latejando e se deliciando com o calor apertadinho das amídalas.

Em seguida recuou e esperou um pouco, mas só o suficiente pro loiro respirar antes de levar madeirada outra vez.

- Porra, que boca quente do caralho. SSSS! Mama gostoso, hein? Nem parece que é a primeira vez. Se continuar assim, vai sair com a boquinha cheia de pentelho. Olha pra mim enquanto chupa. – ele suspendeu o queixo do Candinho.

O mais novo levantou os olhos úmidos e seu olhar de submisso deixou Cícero ainda mais encaralhado dentro do boxe. Enquanto era bocado, seus gemidos ficaram mais graves, a cintura aumentou de velocidade e só deu pra ouvir o “GLUCK, GLUCK, GLUCK” babado dos engasgos no cacete, um atrás do outro.

- Assim que tu entrou no banheiro, eu senti teu cheiro de leite. SSSS! Mama olhando pra mim, olho no olho. – o cinquentão tirou o pau da boca por um instante, bateu a cabeçota no rosto do Candinho e esfregou nas bochechas e lábios, deixou tudo lambuzado. – Abre mais, garoto. Isso, com a língua pra fora. Quero sentir a pontinha dela no meu saco quando tu engolir, aprendeu?

Cândido fez que sim e obedeceu, esticando a língua pra receber a uretra cavalosa. O coroa bateu o pau nela várias vezes e depois enfiou de novo, agora travando a cabeça dele com mais força e coordenando o massacre. As estocadas foram curtas e rápidas, furiosas, e Cícero não conseguiu esconder que sua tara máxima era objetificar garganta, fazer goela de buraco.

Transar com boca.

- OOORGH! TÁ SENTINDO, GAROTO? SENTE MEU PAU FUNDO NA TUA BOQUINHA, SENTE! ENGOLE ELE TODO, CARALHO!

A cada rebote, Cândido sentia a garganta queimar, o maxilar doer, a mandíbula cansar e o nariz escorrer, mas junto com o desconforto vinha uma excitação absurda, uma vontade enorme de morrer asfixiado e entubado no talo daquela rola recém mijada. Seu pau duraço dentro da bermuda, latejando sem ser tocado e soltando baba, e todo esse empenho fez Cícero rosnar de prazer fudendo a goela.

- Vou gozar! Encher essa boca e tu não vai desperdiçar nem uma gota, escutou? GRRRR!

O outro quase não teve tempo de concordar. O caminhoneiro deu mais algumas estocadas fundas e parou de repente, enterrado. O pau pulsou forte na garganta, atingiu o ápice da rigidez e jorrou leite quente, grosso e amargo em forma de esguichadas na boca do moleque.

- TOMA TUDO, SEM DESPERDÍCIO! SSSS! – Cícero se desmanchou em esperma.

Parte da leitada desovou direto na goela, nem chegou a passar na língua do Candinho. Ele engoliu tudo que pôde desesperadamente, porém ainda assim um pouco do leitinho escorreu no canto da boca, enquanto Cícero recostou na parede do boxe e ficou lá, gemendo baixinho, terminando de esvaziar o tanque.

- Mmmm... Bom garoto. Primeira aula concluída, gostei. Heheheh. – ele sorriu, satisfeito.

Quando finalmente tirou o pau pra fora da garganta, uma ponte grossa de saliva e porra ligava os lábios inchados do Candinho à cabeça do caralho, representando quão profundo o carreteiro chegou na goela. Ele sorriu, satisfeito, passou o polegar nos beiços do meninão e enfiou na boca dele pra se limpar.

- Valeu, garoto. – uma vez de saco vazio, Cícero guardou o bichão meia bomba de volta na calça, subiu o zíper e deu aquela última ajeitada pra organizar o documento nos conformes.

Ao abrir a porta, ele e Cândido se depararam com um homem debruçado pra dentro do boxe, bisbilhotando o sexo oral e descascando a pica por cima da calça.

- Tá olhando o quê, parceiro? Nunca viu boquete? – o carreteiro questionou, mas não ficou pra ouvir a resposta, apenas saiu leve e dando passadas mais fofas do que quando entrou ali.

O sujeito em questão era Mariano, o mesmo careca barbudo que tava descarregando a carreta no posto mais cedo. Mariano viu o coroa sair, olhou pra dentro do boxe e observou Candinho ainda de joelhos no chão imundo. A boca aberta, beiços inchados, nariz vermelho e leite de macho escorrendo na garganta, na língua e no canto do queixo.

- Bem que eu percebi tu me olhando lá fora, irmão. Cheguei na hora certa, cheguei não? Hehehe. – o ajudante de caminhão entrou, fechou a porta e já foi descendo o zíper, no intuito de ocupar o mesmo espaço quente, apertado e escorregadio onde Cícero se aliviou.

A fome era tão devastadora que Mariano nem se importou de mergulhar o caralho numa garganta entupida de leite, pelo contrário, suas únicas preocupações foram sacar o rolão e socar ele inteiro na boca do Cândido. A verga não era megalomaníaca que nem a do coroa, mas a largura exagerada obrigou o novinho a arreganhar a boca e ele quase teve os beiços estourados na passagem dela.

- Isso, engolindo. SSSS! Como eu tava precisando de uma atençãozinha, amigão. Puta merda. – a mão do barbudo deu um único aperto na nuca do Candinho, a pilastra entulhou no fundo da goela e demandou esforço. – Eu disse TUDO, não quero ver pau fora da tua boca. FFFF!

Essa única apertada veio acompanhada do corpo prostado na ponta das botinas de EPI, da cintura pra frente e da pentelhada cobrindo o rosto do moleque, enquanto a piroca visitou os confins da garganta. A pressão vertiginosa obrigou Cândido a se agarrar às coxas peludas, o careca encarou o teto do banheiro e seus olhos reviraram, em êxtase.

- Hmmm! Delícia de boca. Dá pra sentir o leite daquele outro maluco na tua goela ainda, que doideira.

Ele tirou as mãos, parou de comandar o sexo oral e, a partir daí, Candinho ficou livre pra mostrar o que aprendeu. Usou a mão direita pra apalpar e massagear o sacão espalhafatoso do safado, engasgou por vontade própria na calabresa e brincou de agasalhar a glande com as amídalas, na base das pulsadas.

Com o gargarejo, a gala do carreteiro borbulhou e entrou em contato com a trolha do ajudante, uma sensação que deixou Mariano completamente arrepiado e o forçou a parar de mexer a cintura, caso contrário gozaria antes da hora.

- GRRR, CARALHO! SSSS! – ele teve que apoiar na parede do boxe, sua blusa justa encheu de manchas de suor. – Bocão gostoso o teu. Eu sabia que tu ia me seguir, tehehe. Às vezes bate carência na pista, tem que ter um lugar pra desovar.

Candinho bochechou na caralha de novo, sentiu a curvatura dela cravar no céu da boca e deu um prazer filho da puta quando ela disparou em curtas latejadas na goela, como se fosse espirrar gala a qualquer momento. Mais uma vez o barbudo chegou perto do gozo, até que resolveu se controlar e mudar o foco.

- Esquenta meu leitinho, vem. – Mariano suspendeu a tromba e botou as ovas gordas pra jogo, doido por uma bocada quente na costura do saco.

Cândido deixou a fome falar mais alto e dedicou atenção à genitália toda, não só ao pau. Ele caiu de boca nos ovos, sugou cada um com muita saliva e aplicou pressão no bago esquerdo antes de repetir a dose no direito, tipo faxineiro dando serviço completo de encerar e polir.

- OOORSS! Fico torto com mamada nas bola, sem sacanagem. – o macho amansou na língua macia, só faltou uivar de tesão.

Só que, diferente do carreteiro Cícero, Mariano não era homem que se contentava com uma chupada rápida no banheiro. Não, ele precisava de mais que isso pra sossegar o facho. Sua fome era fome de macho que passou um mês direto na estrada, enfrentando calor intenso, frio e tempestade, carregando e descarregando caminhões lotados a cada parada.

Pra ele, estar de saco cheio era como um castigo. Só ele sabia o que era trabalhar e andar pra cima e pra baixo com as bolas pesadas, uma ocupando o espaço da outra dentro do escroto, sem nenhuma mulherzinha pra ajudar a esvaziar.

Mas, por outro lado, um trabalhador rodado igual Mariano sabia se virar e tinha a obrigação de saber improvisar. Na falta de fita adesiva, ele cansou de usar sabão em barra pra vedar os pequenos furos que apareciam na bomba d’água de vez em quando. Na vez que o gás do fogão portátil acabou, foi ele quem deu a ideia sagaz de aproveitar a quentura do motor pra esquentar a comida.

Foi essa mente engenhosa que fez o ajudante de caminhão perceber o truque de mestre e descobrir o segredo pra enfrentar semanas sem comer buceta: na falta de mulher pra meter...

- Vou ter que fazer uma fezinha contigo, meu chapa, não tem jeito. Nenhum caminhoneiro sobrevive um mês sem sexo na estrada, sabe como é? É foda. – ele pôs Candinho de pé, virou ele de costas e com o pé apoiado na tábua do vaso sanitário.

Nessa hora, Cândido sabia que tinha que parar e pegar a camisinha na carteira, mas Mariano grudou nas costas dele, alcançou seu ouvido e falou baixinho, a barba cutucando a nuca.

- Não fala nada, só empina o rabo pra trás e deixa eu entrar. Pisca pra mim.

E assim se deu. Candinho arrebitou o lombo o máximo que pôde, se agarrou à parede do boxe e...

Essa história se chama "LUA DE MEL EM IGUABA" e a continuação dela você acompanha no On Now: onnowplay*com/andmarvin/album/93661

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive André Martins a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de André MartinsAndré MartinsContos: 325Seguidores: 455Seguindo: 0Mensagem https://onnowplay.com/andmarvin/browser

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →