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A filha da faxineira

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2572 palavras
Data: 05/08/2026 14:16:56

Olá, caros(as) leitores(as). Espero que estejam bem. Segue a continuação da história vivida com NenaPassado pouco mais de seis meses daquela aventura com Nena, entrei em contato com ela novamente, pois o apartamento estava em estado crítico. O verão seco havia deixado terra por todo canto. Agora que começara a chover achei que seria o momento certo para uma faxina mais pesada.

"Oi, Nena, tudo bem? Preciso de uma faxina no apartamento. Você pode me ajudar?"

Dois dias depois ela responde:

"Oi, Júnior, posso sim. Qual o dia que deseja? Tenho vaga em tais dias do mês."

Escolhi um dia e enviei a mensagem:

"Pode vir dia 25. O valor é o mesmo?"

"Está R$ 400,00"

"Sem problema. Fico no aguardo".

Os dias se passaram. Um dia antes Nena entrou em contato:

"Seu Júnior, estou com uma gripe forte. Não vou poder fazer sua faxina, mas Natália irá. Ela é tão caprichosa quanto eu".

"Obrigado, Nena. Melhoras a você."

No dia 25 pela manhã tomei meu café, e deixei o apartamento arrumado pra facilitar a limpeza. Natália entrou com o convite. Assim que ouvi o elevador abri a porta. Ela era uma moça magra, tinha por volta de 1,80 e era bonita, olhos cor de mel, com traços que lembravam a mãe.

— Bom dia, seu Júnior.

— Bom dia, Natália.

— Minha mãe explicou pro senhor que ela está gripada, né? Pode deixar que eu capricho tanto quanto ela.

— Claro, é de família. Entra.

— O senhor tem um lugar para eu me trocar?

— Tem o banheiro social, primeira porta à direita.

Ela entrou no banheiro, trancando a porta. Pouco depois surgiu em um shortinho rosa de lycra e uma blusinha branca que deixava aparecer uma faixa da barriga tanquinho. Seus seios pareciam ser de tamanho médio. Ela deveria estar usando um top.

— O senhor se importa? Eu gosto de ficar bem à vontade, apesar de hoje estar bem fresco.

— Pode me chamar de Júnior. Não, não me importo, o que interessa é que você se sinta à vontade pra fazer a faxina. "Claro que não me importo, queria te ver pelada. E a vontade de traçar essa gostosa?", pensei.

Mostrei onde estavam os produtos de limpeza, os lugares que eu gostaria que ela desse mais atenção e falei que qualquer coisa estaria trabalhando no meu quarto. Entrei, encostei a porta e trabalhei durante a manhã toda, concentrado nas metas do dia. Próximo de meio-dia saí do quarto e entrei na cozinha, onde Natália se encontrava, tomando água.

— Oi, Júnior. Só estou tomando um copo de água gelada.

— Tudo bem, Natália. Vamos almoçar no restaurante ali embaixo?

— Sério, Júnior?

— Claro. Comida caseira maravilhosa.

— Então vamos.

Descemos e fomos ao Caseirinho, um restaurante da praça que servia uma comida caseira muito saborosa.

— Natália, sirva-se à vontade.

— Tá bom, Júnior.

Nós nos servimos e sentamos em uma mesa do lado externo. Apesar de o sol estar a pino o vento deixava a temperatura agradável. Comemos e tomamos suco natural. Natália estava feliz.

— A comida aqui é boa mesmo. Vou pegar umas dicas com a cozinheira...

— Depois podemos falar com a dona Thaís. Mas e aí, sua mãe me disse que você está fazendo cursinho.

— Ah sim, quero fazer curso superior de administração e entrar num concurso bom.

— Como sugestão, porquê você não faz uma faculdade EAD e foca em estudar para o concurso?

— Uhn, ótima ideia. O dinheiro do cursinho já pagaria a faculdade e eu economizaria tempo. Não tinha pensado nisso.

Ela falou dos desejos dela de ingressar em um concurso para poder reformar a casa para a mãe dela.

— Você é esforçada. Vai conseguir.

— Vou ver essa faculdade online. Gostei da ideia, é um caminho mais curto.

Voltamos para casa. Eu voltei ao meu trabalho, deixando a porta do quarto aberta, para não cair em tentação. Logo ela entrou no quarto, suada do trabalho. A blusa levemente colada ao corpo úmido. Era próximo de três da tarde. Ela entrou no banheiro. Usando a ducha higiênica, molhou o vaso e o piso e lavou o banheiro. Eu a olhava. Resolvi conversar um pouco.

— Oi.

— Oi, Júnior.

— Calor aí? Quer o ventilador?

— Não, esse vento tá bom.

As janelas abertas deixavam passar um fluxo forte de ar dentro do apartamento. Eu a observava, abaixada, rabo empinado, esfregando o vaso.

— Essa faculdade online eu consigo fazer qualquer horário? - perguntou Natália.

— Sim. As aulas ficam gravadas e você acessa quando puder.

— Sabe os valores?

— Espera aí, vou ver aqui pra você.

Fiz uma pesquisa rápida no notebook e informei os valores que encontrei.

— É o valor de uma faxina, pra estudar um mês. Tranquilo. Eu faço várias pra ajudar a mamãe.

Ela terminou a parte da área seca e entrou no box. Colocou os produtos no chão e abriu o chuveiro. O jato forte de água encharcou-a, deixando sua blusa e seu short grudando e marcando o corpo. Ela tomou um susto e ficou envergonhada, cobrindo o short com a mão.

— Tudo bem aí, Natália? - disse eu, sentado em meu banco, na porta do banheiro e apreciando seu corpo.

— Tudo... só me assustei com a força da água.

— Desculpa, não te avisei disso. Achei que você iria usar o chuveirinho. "E mesmo assim ela iria se molhar", pensei. Não foi intencional, mas foi providencial para eu poder ver aquele corpinho bonito.

— Mamãe vai me perguntar porque eu me molhei desse jeito... nem sei o que responder para ela.

— Ué, que você estava lavando o box e abriu a torneira de uma vez. Ela já veio aqui, sabe como é.

— Ela também se molhou?

— Não como você, mas ela tomou banho aí.

"Pelo jeito a mãe dela não havia contado a aventura".

— Com você? - perguntou ela, com a mão na cintura.

— Não...

— Não minta, vou perguntar pra ela em casa.

— Tá, a gente tomou banho junto.

— Mamãe faz dessas às vezes. Ela não quer ter namorado por minha causa.

— Mas por quê, Natália?

— Ela acha que eu vou ficar com ciúme, que vou ficar falando de papai. Já disse a ela que ela sai com quem ela quiser, a vida é dela.

— Com certeza. E tua mãe é bem bonita. Não a toa que você tem essa beleza toda - arrisquei.

— Ah, eu sou bonita mesmo. Sempre me achei. Mas evito os homens. Quero estudar. Sou igual a mamãe, só de vez em quando pra matar a vontade.

— E a vontade fica aí, guardada até explodir - disse, insinuando que ela estaria com tesão.

— Toda molhada aqui, com você me olhando... - não terminou a frase.

— Quer uma toalha?

— Vou terminar a faxina. Mas assim estou com frio. Vou tirar essa roupa molhada - e puxou a blusa para cima, exibindo um top por baixo e os quadradinhos do abdômen definido.

— Vou pegar uma toalha e já volto.

Saí de pau duro. Abri o guarda-roupas, peguei uma toalha limpa e parei fora da vista dela.

— Sua toalha - disse eu, colocando-a em cima da pia.

— Pode entrar, não tenho vergonha.

Não esperei. Entrei e fiquei embasbacado: a mulher era toda definida, talvez fosse rata de academia. Peitos médios duros do frio. Até a buceta parecia definida. Cada músculo das coxas aparecia. Seus cabelos cacheados, molhados, pingava água sobre aquele corpo maravilhoso. Ela esfregava os azulejos da parede oposta ao vidro, deixando a bunda empinada para trás. Aquilo me deixou louco. Tirei minha roupa e abri o box, sem pensar. Ela olhou para trás e me viu nu, de pau em riste.

— Vai com calma... quero curtir cada momento - disse ela.

Eu abri o chuveiro e o jato forte de água a atingiu. Ela retesou o corpo sob a temperatura baixa. Ajustei a água quente e ficou agradável. Ajudei-a a enxaguar os azulejos e coloquei os produtos para fora do box. Puxei-a para baixo da água e a abracei por trás, roçando meu pau na bunda dela. Devido à sua altura pouco maior que a minha, penetrá-la por trás seria relativamente fácil. Ela colocou sua mão para trás, pegando em meu membro grosso. Colocou-o entre suas pernas e iniciou um vai e vem para trás. Minha glande roçava a buceta dela, causando-me prazer intenso.

Eu a virei para mim, e nos beijamos intensamente. Seus lábios macios, carnudos, sua boca bem desenhada. O tesão só aumentava. Meu pau cutucava sua bucetinha. Eu apertava suavemente seus seios macios e firmes. Desliguei a água. Peguei o sabonete e passei em cada canto de seu corpo, de maneira provocativa, apreciando cada curva. Ela suspirava. Não dizíamos nada. Voltei a abrir a água e ela retirou a espuma do corpo, desligando a água novamente. Pegou o sabonete e deslizou pelo meu corpo. Quando chegou ao meu pênis guardou o sabonete e passou a mão cheia de espuma delicadamente pelo corpo cavernoso e pelo meu saco, lavando-o com cuidado. Ligou o jato de água e eu me enxaguei. Fechei o registro e entreguei a toalha a ela. Nos secamos, sem dizer palavra. Ela me olhou.

— Você é bonito. Gostei de tomar banho com você. Que carinhoso.

— Obrigado, Nat. Posso te chamar assim?

— Claro.

— Posso te fazer mais carinho na cama. Quero sentir seu sabor!

Eu peguei Nat pela mão e a conduzi para a cama. Deitei-a, apoiando sua cabeça em dois travesseiros. Ela me olhava de um modo curioso, tentando deduzir o que eu faria a seguir. Ao mesmo tempo parecia apaixonada. Ajoelhei-me sobre a cama e fiquei apreciando aquele corpo. Abaixei-me e passei minhas mãos pelas coxas trabalhadas. Cada músculo era desenhado detalhadamente. Ela acompanhava com os olhos. Minhas mãos se aproximaram de sua genitália. Passei as mãos em volta, suavemente, alisando os grandes lábios. Percebi que ela estava bem lubrificada e inseri o dedo médio. Ela suspirou e fechou os olhos. Retirei-o e continuei a esfregar os lábios da buceta dela, agora melada de seus fluidos. Dobrei suas pernas para cima, deixando sua buceta exposta para mim. Chupei-a intensamente, mantendo-me ainda só do lado externo: lambia seu períneo e subia até tocar o clitóris. Ela se remexia sobre o colchão, respirando forte. Soltei as pernas dela e me posicionei para um 69.

Ao sentir o meu membro perto dela ela abriu os olhos, segurou-o e sorveu gostoso, sem pressa. Eu fiquei parado, apreciando, enquanto observava aquela bucetinha linda de perto. Ela engolia e sugava ao mesmo tempo, alternando suavidade e força. Ora dava atenção para a minha glande, ora sugava o pau todo. Eu comecei a chupá-la com força. Gemi forte quando ela se deteve na minha glande e levantei o quadril, tirando meu membro de sua boca.

— Nat, vem cá gostosa. Que te comer gostoso, sentir você por inteira!

Deitei-me na cama, onde ela estava antes. Ajeitei os travesseiros e a observei ficar de quatro, de costas para mim. Ela rebolou, exibindo a bunda firme, malhada. Foi se aproximando até que tocou meu pau. Segurei ele e ela se encaixou, iniciando um rebolado forte, gostoso. Nessa posição minha glande ficava muito sensível e eu gemi forte. Mas ela continuou, indo para frente e para trás, agora lentamente. Ela se virou, sem sair de dentro. Ajoelhou-se, deixando suas coxas sobre as minhas. Subia e descia lentamente, sua buceta engolia meu pau duro, apertada, causando-me suspiros. Ela estava no controle daquele jogo gostoso. Não havia falas: apenas desejo, suspiros e gemidos.

Nat desceu e se deitou na cama. Ela suava. Eu deitei por cima e me esfreguei em seu sumo. Aproximei-me de seus lábios e nos beijamos. Meu pau escorregou para dentro de sua buceta molhada e ela gemeu gostoso. Eu inseria e tirava suavemente, fazendo uma pequena pausa entre cada movimento. A sensibilidade estava alta. Ambos suspiravam a cada movimento. Aumentei as estocadas, ela arranhava minhas costas enquanto eu metia gostoso. Ela gemeu forte e apertou as unhas em minha pele. Eu senti meu gozo vindo. Ela me puxou para um beijo, eu diminuí o ritmo senão gozaria agora mesmo. Nos beijamos intensamente e eu não aguentei mais: apertei um de seus seios, chupei o outro, estoquei forte, ela gritou, apertando meu pau devido ao orgasmo. Eu senti fortes contrações, e tirei a tempo de jorrar sobre sua barriga. Ela me puxou e sorveu os últimos jatos.

Desabei na cama, ao seu lado. Ambos molhados de suor.

— Que delícia de homem!

— Você que é gostosa, Naty!

"Comi a mãe e agora a filha. Que sortudo que sou".

Ficamos aninhados, o vento fresco soprando sobre nossos corpos suados. Ela me fazia carinho, passando a mão pelo meu peito, eu fazia afagos em seus cabelos.

— Vamos pro banho, Naty? - convidei.

— Não... quero ficar aqui com você...

Ela se aconchegou de costas, colocando minha mão em seu peito e empurrando a bunda contra meu pau já mole. Aquilo me excitou, mas meu pau não se mexeu. Permanecemos ali, eu massageando seus peitos, mexendo em seus cabelos.

— Podemos ir, agora - disse ela, depois de um tempo, pegando em minha mão.

Entramos sob o jato de água, nos lavamos e ela se ajoelhou, desligando a água.

— Quero dar uma última chupada - disse, agarrando meu pau mole.

Ela colocou-o em sua boca quente, puxando a pele para trás e expondo a glande sensível. Foi ali que ela focou, tocando os lábios de leve, e em seguida sugando forte. Eu gritei!

— PARAAA!!! É muito prazer!

Ela não deu ouvidos. Engoliu ele todo, e chupou com vigor. Meu pau começou a ficar semirrígido. Eu gemia, tentava me esquivar. Mas ela não parava. Até que meu pau ficou com uma boa rigidez. Ela então parou, ficou de quatro e empinou a bunda.

— Me fode mais uma vez!

Empurrei meu pau em sua buceta e consegui comê-la. Devido ao atrito com seus fluidos, parece que meu pau ganhou vida e endureceu mais. Empurrei forte, e tentei colocar meu dedo em seu cu. Ela não reclamou, ao contrário da mãe. Aquilo me deu a última parte que faltava no tesão.

— Vamos pra cama, Naty, se seca.

Nos secamos rapidamente, mesmo sem ter tomado banho. Fomos para a cama. Peguei o lubrificante, besuntei meu pau e o cu dela. Antes de a empalar eu a chupei gostoso, inserindo dois dedos em sua buceta, fazendo-a gozar em minhas mãos e minha boca ao mesmo tempo. Com ela relaxada, apontei o pau duro para a porta traseira e forcei. Não entrou. Fiz um carinho na bunda dela, e empurrei novamente com mais força. A cabeça entrou. Dali pra frente era mais fácil. Deixei estar, e fiz carinho em seu clitóris. Ela gemeu e eu empurrei, fazendo com que meu membro entrasse todo. Passei a explorar cada centímetro dela. Seu cu apertado e a recente massagem pós-gozo me davam uma vontade imensa de gozar. Eu ia devagar, fazendo-a sentir o contato, alisando sua bunda, suas coxas. Ela suspirava. Eu tirei meu pau e a coloquei de barriga para cima. Com um pouco de dificuldade consegui colocar de novo e empurrei mais forte. Ela suspirou. Eu abaixe-me e a beijei. Voltei a me movimentar lentamente, enquanto massageava seu grelo entumecido. Ela gemia baixinho e eu aumentei vagarosamente as estocadas, até que gritei:

— CARALHOOO! VOU GOZAR!

Ela gemeu alto, apertando meu pau com a musculatura de seu cu, indicando que gozara.

Desabamos na cama por um tempo, aninhados novamente. Começava a escurecer. Tomamos um banho rápido e ela se despediu.

Anotei o número dela, enviei o dinheiro da faxina e um emoji de coração. Quem sabe não nos encontramos novamenteNão se esqueça de deixar sua avaliação. Ela é muito importante! Obrigado.

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 44Seguidores: 18Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

Comentários

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Muito bom mesmo gostei queria eu ter essa sorte de pegar mae e filha

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Conto delicioso. Foda sem pressa e cuzinho preenchido. Fez um bom trabalho. Parabéns

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