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Capítulo 13: Segunda-feira de Reflexões

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Grupal
Contém 3721 palavras
Data: 05/08/2026 12:38:23
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Ainda antes do sol nascer na segunda-feira, nós três — eu, Aline e Giovana — arrumamos nossas coisas em silêncio. O fim de semana na casa de praia tinha sido intenso demais, e o cansaço misturado com as emoções deixava o ar da casa pesado. Colocamos as malas no carro e nos despedimos de Carlo, Bruna e Cecília com beijos e abraços calorosos. Todos falamos o quanto tínhamos ficado felizes com aquele dia e que deveríamos marcar mais vezes. Bruna piscou para mim com cumplicidade, Carlo deu um tapa amigável nas minhas costas e Cecília abraçou Giovana por um tempo maior que o normal. Foi uma despedida doce e carregada de promessas.

De volta a Goiânia, cada um seguiu para os seus afazeres. Eu fui para a empresa, Aline para o escritório de contabilidade e Giovana voltou para sua kitnet e para as aulas da faculdade. Durante o dia inteiro, eu mal conseguia me concentrar no trabalho. As imagens do fim de semana não saíam da minha cabeça: o corpo de Bruna entre mim e Carlo, o cu apertado da minha filha, o olhar de Giovana enquanto me chupava, os gemidos de todos. Era uma mistura confusa de excitação, culpa e uma estranha sensação de liberdade.

Aline me ligou durante a tarde. A voz dela estava calma e carinhosa:

— Oi, amor. Como você está?

Eu respondi que estava bem, só ainda pensando em tudo que tinha ocorrido. confessei que tive que bater uma punheta em minha sala no final da manhã. Ela riu baixinho e disse que também não conseguia parar de pensar. Combinamos de ela ir para minha casa à noite para conversarmos melhor.

Quando Aline chegou, nós nos sentamos no sofá da sala e conversamos longamente sobre tudo que tinha acontecido no final de semana. Ela segurava minha mão e me olhava nos olhos. Aline disse que nada do que aconteceu mudava como ela se sentia sobre o nosso relacionamento. Pelo contrário, só fortalecia mais.

Eu desabafei, a voz um pouco embargada:

— Amor, você me viu fazer tudo aquilo no final de semana. Como eu posso olhar para você e para Giovana do mesmo jeito?

Aline me tranquilizou com carinho. Ela afirmou que nem mesmo isso mudava como ela olhava para mim. Disse que continuava apaixonada e queria continuar a experimentar tudo comigo. Depois, com um sorriso leve, completou:

— Meu bem, eu adorei foder ontem com Giovana, Cecília e Bruna. Elas me fizeram gozar bastante. Eu adorei. Nem por isso você vai olhar para mim de forma diferente. Você não acha que eu sou lésbica. Eu adoro o seu pau em mim e vou sempre adorar.

Depois dessa conversa, o clima entre nós mudou. Aline me beijou com paixão, tirando minha camisa e puxando-me para o quarto. Nós transamos de forma apaixonada e intensa. Ela montou em mim devagar no começo, rebolando gostoso, depois acelerou, gemendo meu nome. Eu a virei de quatro e meti fundo, segurando seus cabelos. Gozamos juntos, fortes e conectados, como se o fim de semana tivesse apenas reforçado o que já sentíamos um pelo outro.

Deitados na cama depois, abraçados, eu me sentia mais leve. O caminho ainda era confuso, mas com Aline ao meu lado, parecia possível seguir em frente. Depois de um momento de silêncio confortável, eu olhei para Aline e disse o que vinha pensando há algum tempo:

— Amor, já faz um tempo que eu tenho pensado nisso, mas não queria forçar nada. Porque você não vem morar comigo aqui em casa? Não quero ficar longe de você.

Aline ficou super feliz. Seus olhos brilharam e ela me abraçou muito forte, apertando o corpo contra o meu. Eu senti o coração dela batendo acelerado contra o meu peito. Ela beijou meu pescoço e respondeu com a voz emocionada:

— Eu adoraria, amor. Quero muito isso.

Aline explicou que, antes de se mudar definitivamente para a casa, iria ter uma conversa com Giovana no próximo final de semana. Ela queria fazer tudo da forma mais natural e respeitosa possível. Prometeu que já começaria a trazer algumas coisas para cá nos próximos dias, aos poucos.

Eu não quis esperar. Peguei o celular e mandei uma mensagem para Giovana:

— Filha, tá podendo falar?

Enquanto esperava a resposta, Aline ficou traçando círculos no meu peito com o dedo, sorrindo. O clima entre nós estava leve e cheio de carinho depois da conversa intensa. Eu me sentia mais tranquilo, como se um peso tivesse saído das minhas costas.

A resposta de Giovana não demorou.

*Início da narração por Giovana*

Eu respondi a mensagem do meu pai rapidamente: “Posso sim, aconteceu alguma coisa?”. Nem esperei a resposta dele e já fiz uma chamada de vídeo. Quando ele atendeu, eu estava com o tom preocupado e perguntei:

— Pai, está tudo bem?

Meu pai me tranquilizou com um tom calmo e carinhoso, dizendo que estava tudo bem. Ele foi direto ao ponto e perguntou o que eu achava da ideia de Aline morar com a gente na casa. Eu fiquei super feliz. Meu rosto se iluminou e eu respondi quase sem pensar:

— Eu acho ótimo! Não vejo a hora de todos morarmos na mesma casa.

Eu também perguntei se eles estavam bem, pois eu não tinha conseguido tirar os acontecimentos do final de semana da cabeça. Aline se esticou do lado do meu pai e apareceu na tela da chamada. Ela sorriu e disse:

— Nós também não pensamos em outra coisa o dia inteiro, Gi.

Aline continuou, com um tom leve e safado:

— Já transamos pra acalmar um pouco o tesão… e seu pai teve que bater uma punheta no trabalho.

Eu ri alto, sentindo o rosto corar, mas feliz com a naturalidade deles. A conversa fluiu leve depois disso, com os três rindo e fazendo planos para a mudança de Aline.

Foi um alívio enorme saber que tudo estava bem entre eles.

Eu confessei para eles que tinha ficado com tesão durante as aulas da tarde, lembrando de tudo que rolou no final de semana. Meu corpo reagia só de pensar nas cenas. Falei que só iria me acalmar depois de gozar. Aline riu do outro lado da tela, abaixou o lençol que cobria aqueles peitos perfeitos e disse com a voz sensual:

— Agora é um ótimo momento para você gozar com a gente. Tire essa roupa e fique tranquila na cama.

Eu coloquei o celular apoiado na mesinha ao lado da cama e comecei a tirar a roupa devagar. Aline, com tom irônico e sensual, comentou:

— Uau, que universitária fogosa! Fazendo strip tease na chamada de vídeo.

Eu me animei com o comentário e tirei o restante da roupa de maneira sensual, rebolando um pouco e passando as mãos pelo corpo até ficar completamente nua, segurando apenas o consolo na mão. Aline começou a me instruir com a voz baixa e provocante:

— Se toca nos seios… aperta os mamilos… agora desce a mão e esfrega a buceta pra entrar no clima.

Eu obedeci, sentindo o tesão crescer enquanto prestava atenção no vídeo. Meu pai já estava esfregando o pau no rosto de Aline, que abria a boca e lambia a cabeça inchada, olhando para a câmera com um olhar safado. O contraste entre o que eu fazia sozinha no quarto e o que eles faziam juntos era enlouquecedor.

Eu comecei a enfiar o consolo devagar na buceta, gemendo baixinho enquanto via meu pai e Aline se excitando juntos. O prazer era intenso, e a conexão através da chamada tornava tudo ainda mais gostoso.Aline continuava a me instruir com a voz baixa e sensual, os olhos fixos na câmera:

— Isso, Gi… enfia devagar… sente cada centímetro entrando em você. Agora gira um pouco… aperta os seios com a outra mão.

Eu obedecia cada comando, o corpo respondendo imediatamente. O consolo entrava e saía da minha buceta molhada, fazendo um som molhado que eu sabia que eles ouviam do outro lado. Meu pai assistia tudo, o pau esfregando no rosto de Aline, que lambia e chupava a cabeça enquanto me olhava.

Enquanto eu me masturbava, comecei a fantasiar que o consolo entrando em mim era o pau do meu pai. Imaginei ele me segurando pela cintura, metendo fundo e gemendo meu nome. A fantasia era tão forte que eu gemia mais alto, rebolando contra o brinquedo como se fosse ele de verdade.

Aline percebeu e incentivou ainda mais:

— Isso, amor… imagina que é o pau do seu pai te fodendo gostoso… bem fundo como você gosta.

Eu acelerava os movimentos, o vibrador trabalhando no clitóris enquanto o consolo entrava e saía. A visão do meu pai e Aline juntos na tela só aumentava o tesão. Eu estava quase gozando novamente, o corpo tremendo.

O prazer era intenso e proibido. Eu gemia o nome do meu pai baixinho, entregando-me completamente à fantasia enquanto Aline e ele me assistiam.

Eu estava cada vez mais excitada e, entre gemidos, pedi para o meu pai:

— Pai… começa a foder a buceta da Aline pra eu ver seu pau entrando e saindo dela.

Ele não hesitou. Posicionou Aline de quatro na cama, de lado para a câmera, e enfiou o pau devagar na buceta molhada dela. Eu via claramente o pau grosso do meu pai desaparecendo dentro dela e saindo brilhante de lubrificação. Aline gemeu alto, empurrando a bunda contra ele.

Eu imitava o movimento com o consolo na minha própria buceta. Cada vez que o pau dele entrava em Aline, eu enfiava o consolo fundo em mim. O ritmo era sincronizado, como se eu estivesse sentindo o mesmo que ela. Meus gemidos ficavam mais altos, acompanhando os dela.

Aline olhava para a câmera, o rosto contorcido de prazer, e gemia:

— Olha como seu pai me fode gostoso, Gi…

Eu rebolava contra o consolo, imaginando que era o pau do meu pai me fodendo. O prazer era tão intenso que eu sentia as pernas tremendo. Meu pai aumentava o ritmo, metendo mais forte em Aline, que gemia cada vez mais alto.

Eu acelerava os movimentos do consolo, imitando cada estocada. O tesão era avassalador. Eu estava quase gozando de novo, só de ver e sentir através da tela.

O momento era íntimo, proibido e incrivelmente excitante para nós três.

Aline ficava cada vez mais ofegante, o corpo tremendo enquanto meu pai metia fundo nela. Ela começou a esfregar o clitóris com os dedos em movimentos rápidos e circulares, gemendo alto. Com a voz rouca de prazer, ela olhou para a câmera e disse:

— Faz o mesmo, Gi… se esfregue pra gozar forte comigo.

Eu obedeci imediatamente. Mantendo o consolo enfiado na buceta, comecei a esfregar meu clitóris com velocidade, imitando os movimentos dela. O prazer subia rápido, o corpo inteiro formigando. Eu gemia o nome dela e o do meu pai, completamente entregue.

Nós duas nos aproximávamos do orgasmo ao mesmo tempo. Aline rebolava contra o pau do meu pai, os seios balançando, os dedos voando no clitóris. Eu fazia o mesmo, o consolo entrando e saindo rápido enquanto esfregava com força. Os gemidos de nós duas enchiam nossas casas e a chamada.

Finalmente explodimos. Aline gozou primeiro, gemendo alto o meu nome, o corpo convulsionando enquanto meu pai continuava metendo nela e segurando os seios gostosos. Eu gozei logo depois, tremendo inteira, gemendo o nome dela e do meu pai, o orgasmo forte fazendo minhas pernas tremerem.

Ficamos as duas ofegantes, olhando uma para a outra pela tela. O prazer compartilhado era intenso e íntimo. Meu pai ainda estava dentro de Aline, movendo-se devagar, prolongando o momento.

A conexão entre nós três parecia mais forte do que nunca. Eu estava ainda tremendo do orgasmo quando falei, a voz rouca e cheia de desejo:

— Pai, seu pauzão fez a gente gozar. Agora pode encher a buceta de Aline com porra quente. Eu te amo tanto que não consigo parar de esfregar esses meus peitos, que eu sei que você gosta.

Aline, ainda empalada no pau dele, gemeu alto e completou:

— Vem, amor, me fode gostoso, segura meus peitos fingindo que são os da Gi.

Nós duas gemíamos incentivando ele, Aline rebolando contra o pau do meu pai e eu apertando meus próprios seios na câmera. Meu pai acelerou as estocadas, segurando os seios de Aline com força, os gemidos dele ficando mais roucos. Aline sentia que ele estava no limite.

Por fim, Aline tirou o pau da buceta com um movimento rápido e apontou para o próprio rosto. Meu pai soltou a porra toda na cara dela, jatos grossos e quentes acertando os lábios, bochechas e seios de Aline. Ela abriu a boca, recebendo parte da porra na língua, gemendo satisfeita.

Eu assistia tudo hipnotizada, ainda esfregando meus seios e sentindo o consolo dentro de mim. O tesão não diminuía. A cena era tão intensa que eu quase gozei de novo só de ver.

O momento era sujo, proibido e incrivelmente excitante para nós três. Aline, ainda com o rosto e os seios cobertos de porra do meu pai, sorriu para a câmera e disse com a voz rouca de prazer:

— Não vejo a hora de você voltar pra Goiânia, Gi. Aí vamos poder fazer tudo isso juntos, de verdade.

Eu correspondi o discurso, o coração acelerado:

— Eu também não vejo a hora… mal posso esperar pra estar com vocês dois de novo.

Nos despedimos com beijos mandados pela tela e eu desliguei a chamada. Ainda estava muito excitada, o corpo formigando. Peguei o consolo que estava fingindo ser o pau do meu pai e o vibrador de clitóris e fui para o banheiro.

No chuveiro, a água quente caiu sobre mim enquanto eu me masturbava novamente. Enfiei o consolo devagar na buceta, imaginando que era o meu pai me fodendo, e liguei o vibrador no clitóris. Gozei bastante, gemendo o nome dele e da Aline, o corpo tremendo contra a parede do box.

Pensei no final de semana inteiro — na piscina, na casa, em tudo que fizemos juntos. Cada orgasmo me deixava mais molhada e mais saudosa. Gozei mais duas vezes antes de conseguir me acalmar um pouco.

Saí do banho com as pernas fracas, mas o coração leve. Mal podia esperar pelo próximo final de semana.

*Início da narração por Aline*

NOTA: Nessa parte final existe uma parte que mostra uma massagem de próstata. Se você não gosta desse tipo de conteúdo, pode pular essa parte e ler o próximo capítulo!

Logo depois de desligar a chamada de vídeo com Gi, eu olhei para Guilherme com o coração cheio e falei, ainda com a voz um pouco rouca:

— Eu amo essa nossa família.

Guilherme ficou super feliz com o rumo que as coisas estavam tomando dentro de casa. Ele sorriu de um jeito que derreteu meu coração e não se importou nem um pouco que eu ainda estava coberta de porra nos seios, no rosto e na boca. Ele me puxou para si e deu um beijo de língua sensual e demorado, saboreando o próprio gosto misturado com o meu.

Quando nos separamos, eu ri baixinho e falei com um tom leve de preocupação:

— Amor, você se melou!

Guilherme riu também e respondeu, olhando nos meus olhos:

— Eu não me importo. Eu amo você de qualquer jeito, mesmo melada de porra.

Ele apertou com carinho os meus peitos melados, espalhando um pouco da porra com os dedos, e me convidou com a voz carinhosa:

— Vem, vamos tomar um banho juntos.

Eu sorri, peguei na mão dele e fomos para o banheiro. A água quente caiu sobre nós dois, lavando o resto do dia intenso, mas deixando a conexão ainda mais forte entre nós.

No banho, Guilherme se limpava e também me lavava com carinho, passando as mãos ensaboadas pelo meu corpo com dedicação. Ele esfregava meus seios, minha barriga e descia devagar entre minhas pernas, tirando todo o resto de porra. Eu fazia o mesmo com ele, passando as mãos pelo peito definido e pelo pau, que já começava a reagir novamente. Nós nos esfregávamos bastante, os corpos escorregadios se tocando, e o tesão voltava a crescer entre nós.

Já completamente limpos, eu empurrei Guilherme contra a parede do box com um sorriso safado. Dei um beijo gostoso nele, enfiando a língua na boca dele enquanto esfregava meu corpo molhado contra o seu pau, que endurecia rápido. Ele gemia contra meus lábios, as mãos apertando minha bunda.

Eu me ajoelhei em frente a ele, a água caindo sobre nós dois. Segurei o pau dele, que já estava bem duro, e comecei a chupar devagar, lambendo toda a extensão antes de enfiar na boca. Alternava chupadas profundas com punhetas velozes, a mão subindo e descendo enquanto a língua circulava a cabeça inchada.

Guilherme já tinha ficado totalmente duro, gemendo meu nome e segurando meus cabelos molhados. Eu olhava para cima, encarando ele enquanto chupava com mais vontade, sentindo o pau pulsar na minha boca.

O prazer entre nós era natural e intenso. Eu adorava senti-lo assim, entregue e excitado.

Depois de um tempo, eu me levantei, virei de costas para ele e me apoiei na parede, empinando a bunda:

— Me fode, amor…

Guilherme começou a enfiar o pau na minha buceta devagar, centímetro por centímetro, ao mesmo tempo que apertava um dos meus seios com a mão forte. A sensação era deliciosa — ele me preenchendo enquanto a água quente caía sobre nós. Ele continuava fodendo lento, mas também começou a esfregar meu clitóris com o polegar em círculos firmes, sabendo exatamente como me deixar louca.

Eu já estava bastante excitada com tudo o que tinha acontecido durante o dia, e não demorou muito para eu gemer alto, o corpo tremendo contra a parede do box. O orgasmo veio forte, minha buceta apertando o pau dele enquanto eu gozava, as pernas quase cedendo. Guilherme segurou minha cintura com firmeza, continuando com movimentos bem lentos dentro de mim, prolongando o prazer.

Depois de me recuperar um pouco, eu tirei o pau dele da minha buceta com cuidado, virei-me e dei um selinho carinhoso em Guilherme. Olhando nos olhos dele, falei com a voz ainda rouca:

— Vamos continuar na cama. Vem comigo.

Nós saímos do banho, a pele ainda molhada. Eu peguei a toalha e sequei nós dois com calma, dando especial atenção ao pau dele — passando a toalha devagar, acariciando e beijando a cabeça inchada. Guilherme gemia baixinho, o pau ainda duro latejando na minha mão.

Fomos para a cama, ainda nus e molhados. Eu o empurrei de costas e subi por cima dele, beijando seu peito e descendo devagar. A noite ainda prometia muito mais.

Eu me ajoelhei entre as pernas de Guilherme e comecei a pagar um boquete molhado. Subia e descia no pau dele com a boca, lambendo toda a extensão e deixando bastante saliva. Quase tirava o pau da boca e depois engolia tudo, fazendo uma garganta profunda perfeita. Guilherme ia à loucura, gemendo alto e segurando meus cabelos úmidos.

Eu fazia ele chegar no limite, acelerando o ritmo e sentindo o pau pulsar na minha garganta, e depois parava de repente, mantendo ele excitado o tempo inteiro, mas sem deixá-lo gozar. Guilherme gemia bastante, a respiração urgente e entrecortada, o corpo tenso de tanto tesão acumulado.

Eu alternava chupadas profundas com lambidas lentas na cabeça inchada, olhando para ele com olhos safados. Guilherme tentava empurrar o quadril contra minha boca, mas eu controlava o ritmo, prolongando o prazer dele ao máximo.

Depois de um tempo, eu parei de chupar completamente. Olhei para Guilherme, ainda ajoelhada, o pau dele brilhando de saliva e latejando na minha frente. Com a voz baixa e provocante, falei:

— Agora você vai me amar ou vai me odiar para sempre.

Eu tinha tirado um pequeno massageador de próstata e um lubrificante de debaixo do meu travesseiro. Voltei a chupar o pau de Guilherme com vontade, a boca quente e molhada subindo e descendo enquanto ele gemia. Com a outra mão, lubrifiquei bem o massageador, passando o gel generosamente.

Eu continuei chupando ele, alternando entre engolir fundo e lamber a cabeça inchada, enquanto posicionava o massageador na entrada do cu dele. Comecei a enfiar devagar, sentindo a resistência inicial. Guilherme não disse nada, mas gemia intensamente, o corpo tensionando e relaxando conforme o brinquedo entrava.

Eu girava o massageador devagar, buscando o ponto certo, enquanto continuava chupando o pau dele com mais intensidade. Os gemidos dele ficavam mais roucos, o quadril se movendo involuntariamente contra minha boca e contra o brinquedo.

O prazer dele era visível — o pau pulsando forte na minha boca e o cu apertando o massageador. Eu acelerava um pouco o movimento do brinquedo, pressionando a próstata enquanto chupava com mais fome.

Guilherme gemia alto, as mãos segurando meus cabelos, completamente entregue. Eu sentia ele tremendo, o corpo inteiro reagindo ao estímulo duplo.

O momento era intenso e cheio de intimidade. Eu adorava vê-lo assim, vulnerável e excitado.

Eu continuava chupando o pau de Guilherme com vontade, a boca quente e molhada subindo e descendo enquanto o massageador de próstata trabalhava devagar dentro dele. Guilherme gemia cada vez mais alto, o corpo tremendo de prazer. Ele gemeu bem alto e falou, a voz rouca e carregada de emoção:

— Eu te amo, Aline… porra, eu te amo tanto…

Eu sorri ao redor do pau dele, sentindo uma onda de carinho misturada com tesão. Acelerei o movimento do massageador, pressionando a próstata com mais firmeza enquanto chupava com mais intensidade, alternando entre garganta profunda e lambidas rápidas na cabeça.

Guilherme estava no limite, o pau pulsando forte na minha boca. Eu sentia ele tremer inteiro, as mãos apertando meus cabelos. Continuei o ritmo perfeito, chupando e estimulando a próstata ao mesmo tempo, levando ele cada vez mais perto do clímax.

Finalmente, Guilherme gozou bastante, jatos quentes e grossos enchendo minha boca. Eu mantive os lábios bem fechados ao redor do pau dele, engolindo tudo sem desperdiçar uma gota, sentindo o gosto forte e salgado dele.

Depois que ele terminou de gozar, eu lambi devagar a cabeça sensível, limpando qualquer resto. Olhei para cima com um sorriso satisfeito, ainda com o massageador dentro dele.

Guilherme estava ofegante, o corpo relaxado na cama, olhando para mim com um misto de amor e admiração.

Tudo tinha sido incrível e eu estava feliz de estarmos abertos para várias possibilidades. Ele me puxou para cima, beijou meus lábios com carinho e sussurrou:

— Não vejo a hora de estarmos todos debaixo do mesmo teto.

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