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Meu cunhado me comeu

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Um conto erótico de Eris
Categoria: Heterossexual
Contém 910 palavras
Data: 01/08/2026 11:03:20

Queridos e queridas, meu nome é Suzan.

Tenho o cabelo longo e escuro, quase preto, que descia molhado pelas costas naquela tarde. O corpo é cheio de curvas bem gostosas: cintura definida, coxas grossas e uma bunda redonda e pesada que o biquíni preto mal conseguia conter. A pele clara contrastava com o tecido escuro do biquini e eu sabia exatamente o efeito que tava causando na festa da empresa naquele dia.

A festa da empresa estava a todo vapor na casa de campo do diretor. Piscina grande, música alta, gente já meio bêbada. Eu estava de biquíni preto, o mesmo da foto, e sentia os olhares. Mas o que realmente me deixava inquieta era ele.

Ed. Meu ex-cunhado. Moreno, ombros largos, barba por fazer. O homem que foi casado com a minha irmã durante quatro anos. A mesma irmã que trabalhava no marketing e que, naquele momento, estava do outro lado da piscina rindo com as colegas, sem fazer ideia de que eu não conseguia tirar os olhos do ex-marido dela.

Desde o divórcio a gente se evitava. Ou tentava. Até aquele dia na impressora (conto anterior). Aquele dia só acendeu um desejo antigo, sujo, que eu escondia por respeito a ela. Agora, com a irmã a poucos metros e o corpo dele na minha frente, a culpa e o desejo se misturavam de um jeito perigoso.

A brincadeira começou quase por acaso. Alguém gritou “briga de galo!” e a piscina virou um caos. Quando chegou a nossa vez, Ed se aproximou. Não perguntou. Só se abaixou na água rasa e olhou para mim.

— Sobe.

Eu hesitei só um segundo. A minha imã estava de costas. Subi. As mãos grandes dele seguraram firmes nas minhas coxas grossas. A cabeça dele ficou entre as minhas pernas, a barba raspando a pele macia por dentro. Toda vez que eu me inclinava para empurrar alguém, ele virava o rosto e beijava a parte interna da coxa, bem perto do biquíni. Eu tremia e tentava não gemer. A cada contato eu pensava nela. Na minha irmã. No que ela diria se visse.

Derrubamos dois casais. Eu ria alto demais, tava feliz, não vou negar. Em um momento eu quase caí e ele me puxou de volta com força, a boca pressionada contra a minha coxa. O calor subiu rápido entre as minhas pernas.

Quando finalmente perdemos, caímos juntos. A água fechou sobre nós por alguns segundos. Eu subi, estava de costas para ele na água, tentando me orientar. Ed se moveu atrás de mim. Antes de subir a superfície, as mãos dele seguraram minha cintura...

Eu senti a boca quente dele pousar bem no meio da minha bunda, por cima do biquíni molhado. Um beijo aberto, demorado, a língua pressionando o tecido contra a pele. Depois outro, mais abaixo, quase na beirada, onde a carne era mais macia e generosa. A água abafava o som, mas eu senti cada segundo. A barba dele arranhou a pele sensível. Eu travei, o coração disparado, o corpo inteiro latejando.

Quando subiu a superfície, ele ficou atrás de mim, o peito colado nas minhas costas, e falou baixo no meu ouvido:

— Eu queria fazer isso desde o dia do casamento dela.

A frase me atravessou. Eu olhei na direção da minha irmã. Ela ainda ria, alheia. A culpa veio forte, misturada com um desejo tão intenso que doía. Eu virei o rosto e nossos olhares se encontraram. Não havia arrependimento no dele. Só fome.

A festa continuou. Música, gente, álcool. Eu tentei me afastar. Não consegui. Uma hora depois, quando a maioria já estava dispersa pelos jardins e pela casa, Ed me puxou pelo corredor lateral. Entramos num quarto de hóspedes no fundo. A porta mal fechou e ele me empurrou contra a parede.

— Minha irmã está lá fora — eu sussurrei, a voz falhando.

— Eu sei — ele respondeu, a mão já descendo por dentro do meu biquíni. — E mesmo assim eu não consigo parar.

Ele me virou de costas, puxou meu quadril e o biquíni para o lado e entrou em mim de uma vez só. Eu gemi contra a parede, as unhas arranhando a madeira. Ele me fodia com força, sem pressa de terminar, bem cadenciado. Eu me segurava pra não gemer. Só o barulho da pelve dele batendo na minha bunda preenchia o quarto. Sem parar. Ali estava eu, sendo fodida pelo meu ex-cunhado a poucos metros de distância. A culpa só deixava tudo mais molhado, mais intenso.

Ele me virou de frente, me ergueu e me encaixou nele de novo. Olhos nos olhos. As mãos dele apertavam a minha bunda grande e macia enquanto me penetrava fundo. Aquele pau grosso me preenchia. Eu não ia aguentar. Ia gozar. Enterrei a boca no pescoço dele pra não gemer alto. Gozei. Minha boceta apertando aquela rola, meus sentidos oscilaram. Ele veio logo depois, segurando aquela mesma bunda que tinha beijado debaixo d’água.

Quando terminamos, ficamos em silêncio por alguns segundos. O som da festa entrava pela janela. Eu ajeitei o biquíni com as mãos tremendo. Ele passou o polegar no meu lábio inferior e falou baixo:

— Já quero de novo. Acho que essa rola sempre foi sua.

Eu não respondi. Saí do quarto antes dele. A minha irmã ainda estava na piscina quando eu voltei. Ela sorriu para mim. Eu sorri de volta, o corpo ainda latejando, a culpa e o desejo brigando dentro de mim.

E eu já sabia que não ia conseguir parar.

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